Novembro 2017

Varejo do RS cresce mais que a média do país

21.11.17

Varejo do RS cresce mais que a média do país

O varejo do Rio Grande do Sul vem apresentando dados melhores de crescimento do que a média nacional. Na pesquisa de setembro, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, apareceu um avanço no volume comercializado no país de 0,5% sobre agosto com ajuste sazonal. No Estado, foi 0,8% de avanço.

Quando a comparação é com setembro do ano passado, a média nacional tem avanço de 6,4%, estimulado pelos supermercados. Só falta deixar o acumulado de 12 meses positivo também, já que ainda apresenta retração de 0,6% nas vendas.

No Rio Grande do Sul, houve um avanço de 12,9% na comparação com o que foi vendido pelo varejo em setembro do ano passado, registrando o sexto melhor resultado do país.

Os setores que apresentaram os maiores crescimentos foram:

- Tecidos, vestuário e calçados +40,5%
- Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação +37%
- Eletrodomésticos +27,6%

Nesta comparação, apenas dois segmentos pesquisados pelo IBGE têm queda: Livros, jornais, revistas e papelaria e no de Móveis.

A alta do varejo em setembro confirma retomada de fôlego do setor para fim de ano, projetou a Confederação Nacional do Comércio com os novos dados do IBGE em mãos. A entidade revisou de +4,3% para +4,8% a expectativa para o crescimento real das vendas de Natal em 2017, em cima da desinflação dos alimentos e maior confiança dos consumidores em gastar.

"As condições econômicas - juros, preços, renda e expectativas - conspiram favoravelmente para que a economia brasileira registre taxa do produto interno positivo em 2017 e o comércio varejista apresente inflexão, após dois anos de fortes quedas consecutivas", afirma Antonio Everton Junior, economista da CNC.

Fonte: Gaúcha ZH

 

 

Consumidor planeja gastar mais na Black Friday

16.11.17

Consumidor planeja gastar mais na Black Friday

Quase 70% dos consumidores pretendem ir às compras na Black Friday deste ano, marcada para a última sexta-feira do mês. Além da intenção de compra ser elevada para uma economia que está saindo da recessão, a pretensão de gasto com a aquisição de produtos em promoção, especialmente eletrônicos, também chama a atenção. Neste ano, a intenção de desembolso é, em média, de R$ 713, aponta uma pesquisa nacional da consultoria GFK, em parceria com a Vivo ADS."Esses resultados dão uma pista de que a Black Friday vai ser muito boa", afirma Gisela Pougy, diretora de Negócio da consultoria. Em relação ao gasto médio do ano anterior, o aumento é de quase 10%.

A comparação considera o valor médio das compras online apurado em 2016 pelo Ebit, empresa que acompanha o comércio eletrônico, já que é primeira pesquisa desse tipo da GFK.

Magazines especializados em eletroeletrônicos, como Lojas Cem e Ricardo Eletro, esperam crescimento de vendas na faixa de 20% em relação à data de 2016. Na rede de hipermercados Extra, do grupo GPA, a expectativa é de aumento de dois dígitos nas vendas de eletrônicos, aparelhos de vídeo e telefonia, segundo o diretor comercial, Renato Giarola.

O otimismo do varejo e da indústria para a Black Friday numa economia com cerca de 12 milhões de desempregados se baseia nos trabalhadores que continuam trabalhando formalmente, que somam 48,1 milhões. "Com a crise, quem continuou empregado nos três últimos anos tinha a cabeça de desempregado", observa Giovanni Marins Cardoso, sócio-fundador da Mondial, fabricante de eletroportáteis.

Agora, diz, com o recuo das demissões e algumas empresas voltando a contratar, os brasileiros que estão empregados ficaram mais seguros para gastar. "A retomada está baseada diretamente nisso."A categoria de eletrônicos é a campeã das intenções de consumo na Black Friday, com 68% das declarações, aponta a pesquisa. Segundo Gisela, a alta intenção de consumo é racional e orientada para preço. Mais da metade (58%) dos entrevistados disse que pretende comprar o que precisa pagando menos e 21% informaram que querem antecipar a compra de Natal.

O foco nos descontos está provocando a antecipação das vendas de Natal. Nos produtos mais caros, como eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e itens de informática, as vendas da Black Friday já ultrapassaram as do Natal, indicam dados do comércio online e lojas físicas monitorados pela GFK, que representam 80% do varejo.Gisela diz que, em 2016, pela primeira vez a venda da Black Friday passou a do Natal para esses produtos. Considerando o faturamento desses itens no trimestre novembro e dezembro de 2016 e janeiro de 2017, de R$ 28,7 bilhões, a data respondeu por 38%, o Natal por 29% e os saldões de janeiro por 33%.

"Antes a grande venda do varejo ocorria entre 20 e 24 de dezembro. Hoje a explosão é nos três dias da Black Friday", afirma Ricardo Nunes, presidente da rede Ricardo Eletro. José Domingos Alves, supervisor-geral da Lojas Cem, conta que, quando não havia Black Friday, as vendas de dezembro eram 70% maiores que as de mês normal - essa taxa caiu pela metade. Luiz Henrique Vendramini, diretor comercial da Casas Bahia, diz que há empate no volume de vendas de novembro e dezembro na sua empresa.Essa mudança vem preocupando os lojistas, que tentaram mudar a Black Friday para setembro, mas não deu certo.

A estratégia tem sido usada por várias redes varejistas que, desde o início do mês, têm antecipado para alguns produtos as vendas da data promocional."Antecipar a compra de Natal na Black Friday é bom para o consumidor, mas não é para os varejistas", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra. Segundo ele, para varejista, é melhor vender no Natal com o preço cheio, margem melhor e sem ter de arcar com aumento de despesas por causa da concentração de vendas no período da Black Friday. Para enfrentar a concorrência, as lojas têm de achatar as margens - e a maior contribuição, diz, vem do varejo, não da indústria.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 

 

Com foco na sustentabilidade, marca usa plástico retirado do oceano para criar óculos de sol

14.11.17

Com foco na sustentabilidade, marca usa plástico retirado do oceano para criar óculos de sol

Cada óculos de sol vendido, possibilita que 10 quilos de plástico sejam retirados do oceano

Cada vez mais, o mundo da moda está colocando a questão da sustentabilidade em pauta. Muitas marcas vêm sendo criadas com esta preocupação em seu DNA, trazendo soluções criativas para evitar o desperdício de materiais e a poluição do meio-ambiente. Um bom exemplo é a Sea2see, marca espanhola que cria óculos de sol com plástico que foi retirado do oceano.

Criada pelo empresário François van den Abeele, a Sea2see pretende “criar uma consciência global sobre a contaminação do ambiente, através de um produto estiloso”. Em uma parceria com pescadores da Espanha, quilos de plásticos são retirados de portos pelo país. Depois, são enviados para a Itália, onde o material éseparado e transformado em um material reutilizável para então se dar origem a óculos escuros. Todo o processo é inteiramente manual. “Sustentabilidade é quase inexistente na indústria de eyewear, em que o plástico é a matéria-prima”, explica o site da marca.

Os modelos da Sea2see custam entre 80 a 100 libras e, através do e-commerce, é possível encomendar o produto aqui no Brasil.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

 

 

A madeira é o futuro do plástico?

10.11.17

Prepare-se para as vendas de fim de ano

Vencedoras do prêmio "Luxe Pack in Green" na categoria Solution Packaging, as embalagens à base de madeira da empresa finlandesa Sulapac foram a sensação da última edição do salão Luxe Pack Monaco. Em pauta há vários anos, a substituição de polímeros derivados de petróleo por polímeros à base de madeira vem aos poucos ganhando terreno.

Apresentando estrutura semelhante à de um polímero, há muitos anos as fibras das árvores têm sido alvo de pesquisas com o objetivo de tornar possível o seu uso para a fabricação de substâncias que possam substituir os polímeros plásticos derivados de petróleo. Contrariamente a outros bioplásticos, os polímeros à base de fibras de madeira têm a vantagem de não competir (ou competir muito pouco) com a produção de alimentos. As primeiras aplicações concretas dessas pesquisas já começam a surgir no mercado.

A Neopac já tinha apresentado há algum tempo o PICEA Wood Tube, uma bisnaga parcialmente fabricada à base de madeira. Durante a edição 2017 do salão Luxe Pack Monaco, esse fabricante suíço especializado em embalagens flexíveis apresentou uma versão aperfeiçoada do produto: o novo modelo, que recebeu a certificação Ecocert, apresenta teor maior de materiais recicláveis, tanto no corpo como no ombro da bisnaga. Tudo isso sem perder 1 grama de seu charme.

Parece mas não é

Também presente no salão, o fabricante finlandês Metsä Board apresentou uma nova versão de sua Skincare Box, que vem equipada com um suporte que parece de plástico, mas que na verdade é fabricado a partir de um polímero derivado de fibras de madeira e cana-de-açúcar, resultando em uma embalagem 100% reciclável.

Fechando com chave de ouro, a Stora Enso apresentou em seu estande os potes plastic like da Sulapac, start-up finlandesa que se destacou em seu Accelerator Programme. Fabricada com madeira e aglomerantes naturais inteiramente derivados de recursos renováveis das florestas finlandesas, as embalagens criadas pela Sulapac podem ser fabricadas com técnicas clássicas de moldagem por injeção, por extrusão e por sopro, possibilitando designs semelhantes aos que são feitos em embalagens de plástico. Embora as propriedades de barreira sejam diferentes das oferecidas pelos plásticos tradicionais, elas podem ser melhoradas graças a revestimentos apropriados. O material é resistente a água e óleo, e sua baixa pegada de carbono posiciona essa embalagem entre os produtos que mais respeitam o meio ambiente. Para completar, o custo desse material é menor que o dos bioplásticos.

Fonte: Brazil Beauty News e Sinplast

Crédito da foto: Sulapac

 

 

Prepare-se para as vendas de fim de ano

08.11.17

Prepare-se para as vendas de fim de ano

Qualidade do relacionamento e estratégias diferenciadas de marketing são fundamentais para ganhar a preferência do consumidor

A Confederação Nacional do Comércio espera crescimento de 4,3% nas vendas de fim de ano em relação ao ano passado. O cenário econômico de queda da inflação, dos juros e do desemprego contribui para o ânimo dos varejistas. Entretanto, o consumidor continua cauteloso na decisão de comprar. “Eles fazem mais pesquisa de preço, principalmente pelo uso do smartphone e o crescimento das lojas virtuais”, confirma a analista do Sebrae Minas Luciana Lessa.

Para tentar convencer os consumidores a optarem por uma marca ou produto, em meio a tantas ofertas, o empresário precisa investir na qualidade do relacionamento com os clientes e em estratégias de marketing diferenciadas. “O consumidor busca, acima de tudo, transparência, confiança e um bom atendimento. Qualidade e preço vêm em seguida”, afirma a especialista em marketing do Sebrae.

E não dá para pensar em estratégia de venda sem pensar no e-commerce. Para além de ter um site bem construído, atrativo e responsivo, os pequenos negócios precisam buscar outros atributos de marketing para concorrer nesse mercado dominado por grandes empresas. “É fundamental a empresa cumprir o que promete para os consumidores, como prazo de entrega, disponibilidade e personificação de produtos”, destaca a analista.

Nas redes sociais, é importante que as estratégias para disputar a atenção do consumidor se baseiem no bom senso e no entendimento de que esses ambientes têm que ser priorizados como espaços de relacionamento com os clientes. “As redes sociais não devem ser uma vitrine de vendas. Ali precisam ser postados conteúdos relevantes para os consumidores, que devem ter suas dúvidas respondidas o mais rápido possível”, alerta Luciana Lessa.

Confira outras dicas da especialista para os empresários se preparem para as vendas de fim de ano:

- Invista em embalagens diferenciadas e de qualidade para os seus clientes.

- Verifique como foram as vendas do último ano e prepare o seu estoque para não faltar produtos.

- Prepare os vendedores para prestarem um excelente atendimento.

- Mude as vitrines pelo menos uma vez por semana.

- Invista em promoções.

- Cuide da organização da loja e pense em oferecer um mimo para o cliente, como um bombom, por exemplo.

- Mensure os prazos necessários para realizar as entregas até o Natal.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 

 

Novembro Azul - Pampack apoia campanha de prevenção ao câncer de próstata

06.11.17

Novembro Azul - Pampack  apoia campanha de prevenção ao câncer de próstata

O Novembro Azul é um movimento internacional que tem como objetivo sensibilizar a sociedade para a conscientização a respeito das doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. O mês foi escolhido por conta do Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, comemorado em 17 de novembro.

Internacionalmente conhecida como Movember, resultado da junção da palavras inglesas moustache (bigode) e november (novembro), a campanha teve início em 2003, na Austrália, quando alguns amigos tiveram a ideia de deixar o bigode — que, na época, estava fora de moda — crescer com o intuito de chamar a atenção para a saúde dos homens.

Um grupo de 30 pessoas aceitou a proposta e assim surgiu a Movember Foundation, organização sem fins lucrativos que busca arrecadar fundos para pesquisar e auxiliar o tratamento do câncer de próstata e outras doenças que acometem os homens frequentemente. Ao longo dos anos, o movimento foi conquistando cada vez mais adeptos, até se tornar mundial, acontecendo, atualmente, em mais de 20 países.

O Novembro Azul foi trazido ao Brasil em 2008 pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, juntamente com a Sociedade Brasileira de Urologia. Durante este mês, diversas instituições oferecem exames gratuitos ou com descontos e vários eventos são realizados para espalhar a ideia, contando sempre com os símbolos do Movember: o bigode e a cor azul.

Além de conscientizar a respeito do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças comuns ao sexo masculino, o Novembro Azul também veio com a ideia quebrar o preconceito que muitos homens têm em relação ao exame de toque.

Uma estimativa feita pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que, neste ano, devem ser registrados 61,2 mil novos casos de câncer de próstata no país, sendo o segundo mais comum entre os homens. A doença é considerada um tumor da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. Dados da Sociedade Brasileira de Urologia mostram que 20% dos pacientes são diagnosticados em estágios avançados da doença, o que faz com a taxa de mortalidade chegue a 25% dos pacientes.

Um dos princípios mais importantes para a Pampack Embalagens é estar sempre atenta as questões que envolvem a sociedade, participando e apoiando os mais variados projetos sociais e ambientais. Acredita que todo o movimento em favor da saúde e da conscientização merece nosso engajamento, por isso, mais uma vez, apoiamos o Novembro Azul!

Fonte: Minuto Saudável, EBC e Pampack Embalagens.

 

 

Outubro 2017

Starbucks transforma resíduo plástico de suas lojas em mobília

31.10.17

Starbucks transforma resíduo plástico de suas lojas em mobília

A norte-americana Starbucks, maior rede de cafeterias do mundo, encontrou uma forma curiosa e elegante de reutilizar os milhares de artigos plásticos usados em suas operações diariamente.

Com ajuda da empresa de inovação em materiais Pentatonic, especializada na criação de produtos a partir de resíduos pós-consumo, a marca anunciou recentemente o desenvolvimento de móveis feitos com talheres, copos e garrafas de plástico descartados em suas lojas.

Por ora, a investida limita-se às operações do Reino Unido, mas integra um plano abrangente da Starbucks para diminuir sua pegada ambiental.

De saída, o foco é o redesenho de sua icônica poltrona verde “Bean Chair”, atualmente encontrada em todas as lojas britânicas. No futuro, os resíduos plásticos também poderão dar origem a outras mobílias. A primeira poltrona fruto dessa parceria está em exposição no Festival de Design de Londres, que acontece este mês.

Para a gigante americana, a parceria com o Pentatonic representa um passo importante no compromisso da Starbucks em reduzir o impacto de suas operações no meio ambiente.

“Esta colaboração fantástica mostra como trabalhar em conjunto pode gerar soluções que impactam positivamente o meio ambiente. Estamos entusiasmados com o potencial deste projeto”, disse Ad de Hond, vice-presidente de design da Starbucks, em comunicado oficial da empresa.

Fonte: Exame

 

 

PROJARI, projeto social apoiado pela Pampack Embalagens, compela 30 anos de atividades

27.10.17

PROJARI, projeto social apoiado pela Pampack Embalagens, compela 30 anos de atividades

O PROJARI é um projeto social da Associação Beneficente São José, da cidade de Guaíba/RS, que oferece, através das mais diversas atividades, entretenimento, educação e profissionalização para crianças e adolescentes, buscando proporcionar ideais de solidariedade, esperança e cidadania.

Engajada em iniciativas que promovam a responsabilidade social, a melhoria das condições de vida e a capacitação infantil, há alguns anos, a Pampack Embalagens é uma das das empresas apoiadoras do PROJARI. Por isso, no próximo domingo, 29 de outubro, dia em que o projeto irá comemorar seus 30 anos de existência, teremos a honra de receber o Troféu PROJARI 30 Anos.

A comemoração acontecerá no Parque da Juventude em Guaíba através da realização do evento "Fábrica de Sonhos" que contará com uma programação repleta de atrações musicais, artísticas e culturais para a comunidade.

Além de celebrar mais um aniversário, esta atividade é um agradecimento pelas parcerias e apoio às iniciativas assumidas no PROJARI e reafirmar o compromisso com a formação integral, o desenvolvimento das potencialidades e da cidadania de todos os que integram o projeto.

Clique aqui para ver a programação completa do evento.

Fonte: Pampack e PROJARI

 

 

Verão 2018: Peças em plástico prometem ser hit da estação

24.10.17

À primeira vista, parece que plástico e calor não formam uma dupla muito interessante, certo? Mas as principais semanas de moda internacionais estão aí para nos provar o contrário. Entre as tendências que mais apareceram, as peças em plástico prometem ser queridinhas.

Vale lembrar que esse material já foi hit nos anos 1990 - quem usou as sandálias de material transparente? -, e como tudo na moda, volta repaginado.

Nas passarelas, marcas como Chanel, Valentino e Balenciaga apresentaram sapatos, casacos, saias e calças com esse shape. Confira:

Looks da Balmain e Chanel

Verão 2018: Peças em plásticos prometem ser hit da estação

Saias e capas

Verão 2018: Peças em plásticos prometem ser hit da estação

Looks brincam com a transparência do plástico

Verão 2018: Peças em plásticos prometem ser hit da estação

Mais modelos de Chanel e Balmain

Verão 2018: Peças em plásticos prometem ser hit da estação

Fonte: Tudo & Todas

 

 

Vendas da Black Friday vão crescer até 20%

19.10.17

Vendas da Black Friday vão crescer até 20%

Evento inspirado na promoção norte-americana, que ocorre um dia após o feriado de Ação de Graças (Thanksgiving) - celebrado nos Estados Unidos na quinta-feira da quarta semana de novembro -, a Black Friday já é a data comercial que mais cresce em faturamento no mercado brasileiro. "De todas as ações promocionais do comércio brasileiro, esta é a única que tem crescido dois dígitos por ano", comenta o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e Pesquisador da Fundação Instituto de Administração (FIA), Alberto Guerra. Em 2016, as vendas da Black Friday cresceram 17% em relação ao ano anterior, e a estimativa é de que a edição de 2017 aumente entre 15% e 20% no faturamento. "Enquanto houver consumidores em potencial, o evento deve crescer. E cerca de um terço da população economicamente ativa ainda não comprou nesta data", mensura Guerra.

De acordo com o especialista, a ação promocional - que, neste ano, ocorre, no Brasil, no dia 24 de novembro - gera efeitos positivos, como alavancagem de vendas e ganho de escala, mas também é responsável pelo represamento da demanda nas duas primeiras semanas de dezembro (quando, segundo ele, acontece uma espécie de ressaca dos consumidores). "É neste período que os varejistas precisam se organizar para atrair clientes, o que pode ser feito com aumento de prazos nas compras de dezembro", ou com outras formas de indução, de acordo com o especialista. "Muitos lojistas optam por oferecer brindes ou descontos para compras em outras lojas (através de parcerias) ou entregam vouchers de desconto para as duas primeiras semanas de dezembro", exemplifica.

Também as compras pela internet, com a busca dos produtos direcionada para as lojas, ajudam a aumentar o interesse dos consumidores para outras demandas, no momento que circulam pelo espaço físico das empresas. "Costumamos aproveitar o apelo de consumo da primeira parcela do 13º salário, inclusive não sentimos esse represamento da demanda, pelo contrário, a Black Friday representa sempre um ganho em vendas", contrapõe o presidente do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre (Sindilojas Porto Alegre), Paulo Kruse.

O dirigente afirma que esta é mais uma data importante do calendário do varejo, principalmente em tempos de crise. Kruse comenta que o sindicato incentiva que os pequenos empresários participem do evento, para não ficarem à margem. "Os descontos são interessantes, e é uma oportunidade das pessoas comprarem presentes de Natal com preços mais acessíveis."

De acordo com o dirigente do Sindilojas Porto Alegre, a Black Friday vem crescendo ano a ano em faturamento e em adesão de empresas: "Esperamos um aumento de vendas entre 10% a 15% na edição deste ano." Segundo o pesquisador da FIA, o evento é uma ótima oportunidade para os lojistas escoarem estoques. "Aliás, os consumidores que procuram lançamentos nesta data, em geral, se frustram. É uma ação para venda de produtos mais obsoletos, pois os fabricantes liberam lotes de coleções antigas, que negociam com preços mais baixos para os varejistas." De acordo com o especialista, os produtos mais vendidos durante a Black Friday são utilitários (mais de uso pessoal do consumidor do que como alternativa de presentes). "Em geral, a procura é por eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Mas a categoria moda - principalmente os tênis - também está crescendo em demanda." Somente no e-commerce, a Black Friday movimentou R$ 1,9 bilhão no mercado brasileiro em 2016, e a estimativa é de que, neste ano, o evento represente R$ 2,2 bilhões somente em vendas pela internet.

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

Renner lança coleção infantil com matéria-prima sustentável

17.10.17

Renner lança coleção infantil com matéria-prima sustentável

A Renner lança, neste mês de outubro, sua primeira coleção infantil feita com matéria-prima sustentável. As roupas são das marcas próprias Teddy Boom, Póim e Fuzarka, que vestem bebês e crianças até 14 anos.

As peças são confeccionadas por fornecedores da Renner usando fios originados da reciclagem de resíduos têxteis. Na prática, as sobras de tecidos provenientes do processo produtivo são desconstruídas por meio da desfibração e dão origem a um novo tecido, com adição de material PET.

As roupas também levam uma tag indicando a utilização do fio reciclado e descrevendo as propriedades desta matéria-prima. De acordo com a empresa, o objetivo é informar cada vez mais os clientes sobre o tema.

A coleção infantil da Renner já está disponível nas principais lojas físicas da rede, assim como no e-commerce.

Nesse contexto, desde setembro a Renner informa que já oferece peças femininas e masculinas – para jovens e adultos – igualmente confeccionadas com matérias-primas sustentáveis.

As cortinas de provadores e as sacolas de compra, que auxiliam o cliente em sua experiência na loja, também começam a ser fabricadas no conceito de economia circular, reaproveitando resíduos de tecidos.

Fonte: Portal Novovarejo

Crédito da foto: Lojas Renner

 

 

Pampack Embalagens desenvolve envelopes para IEPRO-RS

13.10.17

Com material resistente e design exclusivo, a Pampack Embalagens desenvolveu envelopes plásticos para o Instituto de Estudos de Protesto do Rio Grande do Sul (IEPRO-RS), que recebe, diariamente, dezenas de instrumentos de protestos que são encaminhados pelos cartórios de todo o Estado. A finalidade da criação era, além de padronizar o envio, oferecer praticidade e, acima de tudo, segurança e privacidade ao conteúdo destes envelopes durante a sua distribuição.

“Os instrumentos de protesto precisam estar seguros para que não ocorram problemas durante o transporte. Ao criarmos um padrão para o envio estamos diminuindo os risos com uma embalagem extremamente segura e resistente. Outra preocupação foi a questão ecológica, pois os novos envelopes plásticos são biodegradáveis e, ao serem descartados, entram em decomposição no meio ambiente.”, disse Matheus Knob, Gestor de Projetos do IEPRO.

A ideia foi muito bem recebida e a alta qualidade dos materiais produzidos pela Pampack surpreendeu as expectativas do cliente, se tornando destaque de uma matéria publicada na edição atual da Revista Protesto, que pode ser lida abaixo:

Pampack Embalagens desenvolve envelopes para IEPRO-RS

 

Fonte: Revista Protesto e Pampack Embalagens

 

 

Cresce o interesse dos brasileiros por consumo sustentável

10.10.17

Cresce o interesse dos brasileiros por consumo sustentável

A tendência de se criar uma moda sustentável fica mais forte a cada ano. E é o jovem o principal impulsionador dessa mudança de comportamento, seja como consumidor, seja como empreendedor. Ele quer saber a origem do produto que está consumindo, buscando não apenas de onde vem a matéria-prima, mas também onde a roupa foi fabricada e quais são as relações de trabalho envolvidas no processo de produção.

A questão da sustentabilidade não é socialmente correta apenas para o meio ambiente e para as relações de trabalho. Ela também vem se tornando uma grande ferramenta de alavancagem das vendas, não só pelo que representa de positivo para a sociedade, mas pelo valor agregado ao produto. Por isso, as novas marcas vêm refletindo essa tendência, produzindo algo efetivo para preservar o planeta e assim conquistando o consumidor jovem, antenado com as questões ambientais.

Marco Lobo, Coordenador de Design do SENAI CETIQT, no Rio de Janeiro, comenta que a tendência da sustentabilidade já está modificando inclusive o currículo universitário, uma vez que os estudantes se interessam por desenvolver novos produtos com base no reaproveitamento de outros.

“O Brasil tem uma riqueza cultural incrível em termos de fibras e novos materiais e em nossos laboratórios trabalhamos para testar a aplicabilidade desses recursos. Por ora, estamos pesquisando de que forma a folha da bananeira pode virar um novo tipo de seda”, explica o coordenador. Ele enfatiza que o curso de Design de Moda da Instituição está sendo repensado com essa concepção de futuro sustentável, para que o estudante seja um gestor de moda com a visão de criar um produto utilizando o mínimo possível de energia, tecido e água.

Mas e as grandes marcas, o que têm feito para também surfarem nessa onda sustentável? De acordo com Marco Lobo, essa consciência de moda sustentável está chegando às grandes redes, que já percebem essa migração dos consumidores e começam a buscar formas de estarem presentes com roupas e acessórios que respeitam esse conceito. Por exemplo, algumas redes já trabalham a possibilidade de quando o consumidor for comprar uma nova peça, levar uma antiga para obter desconto. O maior empecilho é a percepção de que o sustentável é caro, ideia que ainda domina os consumidores mais tradicionais.

“A sociedade brasileira em geral vê a necessidade, percebe a questão do verde, do sustentável, mas muitas vezes não quer pagar por essa diferença. A melhor forma de sensibilizar esse consumidor é fazê-lo enxergar de que maneira o consumo inconsciente afeta a sua vida e o seu entorno. É fazê-lo se sentir pertencente ao processo, entendendo que ele vai efetivamente ajudar outras pessoas e ver mudanças ao seu redor. Um exemplo disso é quando uma marca ajuda toda uma comunidade treinando e recrutando moradores para trabalharem na produção de suas peças. Isso é um processo de design sustentável”, explica Marco.

Fonte: Abit

 

 

O lixo é o novo luxo: Stella McCartney volta mostrar o outro lado da moda

05.10.17

Stella McCartney volta mostrar o outro lado da moda

A designer britânica apresentou na Semana da Moda de Paris mais uma coleção amiga do ambiente e dos animais.

Numa semana onde reina a luxúria, a extravagância e a ousadia, eis que todos levamos a mão à consciência assim que o primeiro modelo do desfile de Stella McCartney pisa a passerelle na Semana da Moda de Paris.

Em plena capital da moda, a designer britânica voltou a provar que a moda pode ser uma verdadeira aliada do meio-ambiente e que, muitas vezes, é no reciclar que está o ganho... de roupa nova e de um planeta mais saudável.

Stella - conhecida por não usar peles de animal nas suas coleções e por apostar em tecidos orgânicos e produções sustentáveis - apresentou as suas propostas para a primavera-verão do próximo ano e apostou todas as 'ficha's na ética, tal como tem sido habitual em toda a sua carreira no mundo da moda.

Como prova de que o lixo pode ser o novo luxo, a estilista deu a conhecer uma linha de malas ecológicas, recicladas e recicláveis que são feitas com polietileno de baixa densidade e com garrafas de plástico retiradas do oceano. Da viscose sustentável às alternativas à pele de animal, foi na Ópera Garnier que a designer apresentou uma coleção altamente ecológica e sustentável.

Tal como conta o The Guardian, a coleção de Stella McCartney para as próximas estações quentes prima sobretudo pelo debate quando ao desperdício na indústria da moda, algo que a designer pretende combater ao provar que a reciclagem, embora cara, é um caminho a seguir na indústria.

Conta o site WWD que a coleção ready-to-wear da estilista britânica fez jus ao estilo britânico, tal como a própria Stella prometera na nota do programa do desfile.

Com todo o espírito dos anos 80 nas peças (em particular nos ombros pomposos), destacam-se os fluídos em modo over-size e as cores vibrantes - com o millenial pink em grande força, tal como o azul e o verde.

Com todo o espírito dos anos 80 nas peças (em particular nos ombros pomposos), destacam-se os fluídos em modo over-size e as cores vibrantes - com o millenial pink em grande força, tal como o azul e o verde.

Fonte: Notícias ao Minuto

 

 

Outubro Rosa: A Pampack apóia esta luta

03.10.17

Outubro Rosa: A Pampack apóia esta luta

Começaram nesta segunda-feira, dia 02, as ações e mobilizações do movimento Outubro Rosa, campanha que, desde 1997, acontece no mundo todo e tem como objetivo informar, debater e, principalmente, alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), este é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, correspondendo a cerca de 28% dos novos casos a cada ano.

Outra pesquisa do INCA revelou que 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes, reforçando ainda mais a seriedade da prevenção e da realização do auto-exame para a saúde das mulheres.

A Pampack Embalagens, mais uma vez, apóia esta luta, estimulando a conscientização da sociedade para prevenir a ocorrêcia de novos casos e buscar o tratamento médico adequado com a maior brevidade.

Desejamos muita força a todas as mulheres guerreiras que estão enfrentando esta doença e convidamos a todos os nossos clientes, amigos e parceiros a também vestirem esta causa. É possível ajudar através da divulgação de informações, doações ou voluntariado. Qualquer ajuda é bem vinda!

Fonte: IMAMA, INCA e Pampack

 

 

Setembro 2017

Artista usa 10 mil papéis de bala para fazer vestido e estimular o reaproveitamento de resíduos

28.09.17

Artista usa 10 mil papéis de bala para fazer vestido e estimular o reaproveitamento de resíduos

Ela afirma que criar é algo contagiante e seu objetivo é inspirar pessoas.

Quantas embalagens você joga fora semanalmente? E em um mês? Imagina em quatro anos. É angustiante pensar na quantidade de lixo que produzimos, mas uma norte-americana encontrou novos usos para seus resíduos ou pelo menos para uma parte deles: os invólucros de balas.

Emily Seilhamer, da Pensilvânia (EUA), criou um vestido, revestiu um sapato de salto e ainda fez uma bolsa. As embalagens foram guardadas com ajuda de amigos e familiares mais o maior trabalho foi dela mesma: organizou tudo em cores, deixou tudo lisinho e fez as dobras ligando cada ponto com coerência de tons. “Com o uso de fio elástico, fui capaz de costurar e criar ‘tecido’ para o vestido”, conta ela.

Em seu facebook, ela conta quando começou a ideia um tanto quanto inusitada. “Meu marido e eu nos conhecemos quando ele me ofereceu um pacote de Starburst (marca de bala) alguns anos antes do projeto começar. Como seu doce favorito, ele começou a guardar sacos cheios de papéis para mim”.

Para a bolsa, foram usados dois mil papeis, para envolver os sapatos foram duzentos e para o vestido nada menos que 10 mil. Surpreendente, não? Mas estas não são as únicas obras da artista.

Ao tablóide do Reino Unido The Sun, ela criou um vestido aproveitando papéis de jornal. A composição ainda ganhou um elegante chapéu feito para o verão.

Em sua página ainda é possível ver mais do seu trabalho com reaproveitamento de materiais, veja aqui.

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

Pampack participa do 2º Encontro das Empresas Amigas da Criança Região Sul

26.09.17

Pampack participa do ‘2º Encontro das Empresas Amigas da Criança Região Sul’

Comprometida com a situação da infância no Brasil, a Pampack Embalagens participou do 2º Encontro das Empresas Amigas da Criança, realizado pelo Programa Empresa Amiga da Criança da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), no dia 13 de setembro, em Porto Alegre.

O encontro teve como objetivo reafirmar a importância das empresas estarem mais próximas dos Conselhos de Direitos das Crianças e Adolescentes, a fim de melhorar a vida e o futuro de crianças e adolescentes através não só das doações, mas também de importantes ações e projetos.

A programação contou com a participação do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE-RS), falando sobre a inclusão dos jovens ao mercado de trabalho.

“O papel das empresas é essencial nesse processo e através dessa parceria é possível potencializamos a atuação em prol de um presente e um futuro melhor para as crianças e adolescentes do país.”, afirmou o consultor Fábio Ribas.

Além disso, foi lançada a publicação “Doações incentivadas aos Fundos de Direitos das Crianças e dos Adolescentes”, cartilha que traz informações e regras de funcionamento desta destinação.

Ao final do encontro foram entregues diplomas de reconhecimento às Empresas Amigas da Criança presentes, entre elas a Pampack.

Fonte: CIEE-RS, Fundação Abrinq e Pampack

 

 

Black Friday de 2017 deve movimentar R$ 2,2 bilhões em vendas pela web

19.09.17

Black Friday de 2017 deve movimentar R$ 2,2 bilhões em vendas pela web

Segundo levantamento do Google, crescimento estimado do varejo online para este ano é entre 15% e 20%. Em 2016, faturamento foi de R$ 1,9 bilhão.

A Black Friday deste ano, que acontecerá em 24 de novembro, deve somar R$ 2,2 bilhões em vendas pela internet, segundo recente pesquisa do Google. O crescimento estimado é entre 15% e 20%. Em 2016, o faturamento foi de R$ 1,9 bilhão, conforme dados do e-Bit.

O estudo também mostrou que 68% das pessoas pretendem comprar algo na Black Friday enquanto no ano anterior o índice era de 61%. Apenas 2% afirma que com certeza não irá comprar na data.

A movimentação da Black Friday é em média 15 vezes maior que um dia normal do e-commerce brasileiro. As buscas sobre a realização da Black Friday entre janeiro e julho deste ano cresceram 46%, quando comparadas com o mesmo período do ano passado.

O consumidor tem investido mais tempo na pesquisa. Em 2016, 91% dos compradores pesquisaram online e o tempo médio de pesquisa foi de 16,5 dias, sendo que categorias como games e lazer, eletrônicos e artigos esportivos apresentaram um tempo maior de pesquisa com 19,5, 17,6 e 16,8 respectivamente.

Os fatores mais considerados na hora da decisão da compra são preço (49%), confiança na loja (27%), confiança na marca (13%) e custo do frete (5%).

Celulares/smartphones e roupas femininas lideram o ranking de intenção de compra em 2017, com 39%. Em seguida ficou passagens aéreas/hotéis, com 36%.

Lideram o ranking de intenção de compra em 2017 celulares/smartphones e roupas femininas (ambos com 39%), em seguida está passagens aéreas/hotéis (36%). Dos que pretendem comprar celulares/smartphones nos próximos 6 meses, 66% pretende esperar a Black Friday.

De acordo com o levantamento, 62% dos perfis de compradores identificados têm alto envolvimento com a data. 22% deles são participativos, 22% empolgados e 18% apaixonados. Por outro lado, 16% são descrentes e 22% são inseguros.

Considerando os diferentes tipos de desconto, o desconto à vista ou para pagamento no boleto são os que mais atraem as pessoas para as compras na data (34%). Descontos para compras acima de um determinado valor chamam a atenção de 22% dos entrevistados.

A pesquisa foi feita com cerca de 800 brasileiros e-shoppers, de 18 a 54 anos, das classes A, B e C, nas cinco regiões do país, durante o mês de julho.

Lideram o ranking de intenção de compra em 2017 celulares/smartphones e roupas femininas (ambos com 39%), em seguida está passagens aéreas/hotéis (36%). Dos que pretendem comprar celulares/smartphones nos próximos 6 meses, 66% pretende esperar a Black Friday.

Ficou animado com as grandes expectativas de vendas? Então você precisa estar preparado para oferecer as melhores embalagens para os seus clientes! Resistente, versátil e personalizado, o modelo saco com zíper da Pampack é perfeito para as vendas pelo e-commerce. Clique aqui para solicitar um orçamento.

G1

 

 

Marca acredita na moda rápida sem deixar de ser sustentável

14.09.17

Marca acredita na moda rápida sem deixar de ser sustentável

“O futuro da moda é rápido”, conta Yael Aflalo, CEO da marca Reformation, ao Refinery29. Ela é dona da marca sustentável que virou queridinha do público alternativo e, agora, quer conquistar o mercado de massas. “Nós não somos mais a marca pequena cool que poucas pessoas conhecem, e existem pessoas que querem usar só esse tipo de marca. Somos maiores agora, e tudo bem. Não somos um segredo”, declarou ela.

De acordo com a designer, o crescimento do Instagram e do Snapchat e as entregas no mesmo dia da Amazon Prime alimentaram nosso insaciável desejo por novidades. “Tudo é rápido agora”, ela continua. “Ninguém quer esperar por nada. Eu compro o que eu quero, e recebo em uma hora. É assim que funciona.”

A fórmula que tem feito a Reformation ser referência em moda sustentável é a sua RefScale: uma feramenta interna feita para calcular as pegadas ambientais de sua produção. Nos últimos três meses, a marca desperdiçou 53% menos e usou 77% menos água que seus competidores. “Eu penso que o aquecimento climático é nosso maior problema, então fico surpresa que nem todas as pessoas façam alguma coisa, mas tudo bem. Eu sei fazer roupas, então decidi criar uma marca sustentável. Essa é minha parte.”

Apesar disso, existe discordância no mercado e na indústria se é possível produzir moda rápida e sustentável — e até mesmo se essa ideia não é por si contraditória. A sustentabilidade não pede por uma produção mais enxuta e consumo consciente? De acordo com Yael, “a moda rápida não significa que é pior para o meio ambiente. Os únicos exemplos que temos que fast fashions são companhias baratas que fazem roupas com materiais péssimos, então pensamento que só pode ser assim, pessoas comprando e jogando fora, criando essa cultura descartável.”

Por essa razão, desde seu lançamento em 2009, ela cria coleções com tecidos sustentáveis, vintage e que iriam para o descarte. Desde o dia da terra, os consumidores também podem visitar a fábrica em Los Angeles e ver como as coisas acontecem. A Reformation ficou tão popular com seu interesse pelo meio ambiente que, de acordo com Yael, esse é seu principal diferencial. Ela pretende lançar duas novas categorias de peças por ano e continuar diminuindo seu impacto ambiental.

Fonte: Revista Elle

 

 

Máquina caseira faz reciclagem de plástico e cria novos objetos

12.09.17

Máquina caseira faz reciclagem de plástico e cria novos objetos

A construção de um mundo mais sustentável é mesmo uma tarefa coletiva, que requer o engajamento não só de instituições públicas e privadas, mas de toda a sociedade. Mas já é possível fazer muito por iniciativa própria, a fim de evitar mais danos ao meio ambiente, especialmente quando o assunto é reciclagem. E não estamos falando apenas de separar plástico, papel e vidro.

O designer holandês Dave Hakkens inventou uma máquina caseira de reciclagem que qualquer pessoa pode usar sozinha, na própria casa. E não para por aí. Com o material obtido, Dave cria novos objetos e utensílios úteis para o dia a dia.

Batizado de “Precious Plastic” (plástico precioso), o equipamento desenvolvido pelo designer inclui uma trituradora, uma extrusora e duas moldadoras de plástico semelhantes aos modelos industriais, mas adaptadas para uso doméstico.

Depois de triturado, o plástico é derretido e pode ser transformado em bowls, lixeiras, luminárias, chapéus, ferramentas e até brinquedos.

As peças de Dave, que estudou na Escola de Design de Eindhoven, na Holanda, e fez estágio em Milão, na Itália, já foram expostas na Semana do Design Holandês de 2013.

Em seu site, preciousplastic.com, Dave disponibiliza gratuitamente desenhos técnicos, listas de materiais e vídeos com tutoriais, para que as pessoas possam construir suas próprias máquinas. Os arquivos estão em “open source”, ou seja, código aberto, o que significa que qualquer pessoa pode baixá-los e adaptá-los às suas necessidades.

As peças de Dave, que estudou na Escola de Design de Eindhoven, na Holanda, e fez estágio em Milão, na Itália, já foram expostas na Semana do Design Holandês de 2013.

As peças de Dave, que estudou na Escola de Design de Eindhoven, na Holanda, e fez estágio em Milão, na Itália, já foram expostas na Semana do Design Holandês de 2013.

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre o projeto:

Fonte: Catraca Livre e Precious Plastic

 

 

Setembro amarelo: a Pampack Embalagens apóia esta iniciativa

08.09.17

Setembro amarelo: a Pampack Embalagens apóia esta iniciativa

Realizada no Brasil pela primeira vez em 2014, a campanha Setembro Amarelo busca a conscientização e a prevenção ao suicídio através do debate, atividades, abordagens e identificação de locais públicos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos através do diálogo e ajuda médica.

Por isso, a Pampack Embalagens apóia e incentiva esta iniciativa de valorização da vida, pois acreditamos que a melhor solução seja falar sobre o assunto, quebrar tabus, conscientizar e estimular a prevenção.

No próximo domingo, 10 de setembro, é celebrado o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Então, convidamos todos os nossos clientes, parceiros e amigos a também apoiar esta causa, seja dando visibilidade à campanha através das redes sociais ou conversando com amigos e familiares a respeito deste assunto tão delicado. Toda ajuda é bem-vinda!

Saiba mais e participe: www.setembroamarelo.org.br

Fonte: CVV e Pampack Embalagens

 

 

Plásticos no banheiro: praticidade, design e inovação

05.09.17

Plásticos no banheiro: praticidade, design e inovação

Você já deve ter reparado que muitos itens do seu banheiro são feitos de plástico, um material que combina design e inovação para deixar esse ambiente da sua casa mais gostoso e divertido.

Com a correria do dia a dia, uma ótima maneira de cuidar da saúde, relaxar e repor as energias é tomando um bom banho. Pois não é que um banho de qualidade se consegue com uma ducha de material plástico? E existem duchas para todos os gostos e estilos.

O box em acrílico (um tipo de plástico), o piso flexível modular, o tapete antiderrapante e mesmo a banheira são igualmente de plástico. Os produtos têm as mais variadas funções e vão transformar seu banho em um momento de terapia.

Banheiro diferente

Acredite, os banheiros não precisam ser lugares monótonos. Se você repensar sua relação com esse espaço da casa, com certeza vai passar lá momentos muito agradáveis e divertidos.

Nos secadores de cabelo, nas embalagens de shampoo, cremes e maquiagem, em acessórios de beleza, pentes, escovas, o plástico deixa tudo mais leve, bonito e durável.

Objetos funcionais aliam-se facilmente à decoração. A tampa do ralo pode ser mais simpática se for um boneco de plástico emborrachado. Também é possível recriar a cortina do chuveiro usando vários modelos diferentes.

Para você não escorregar, coloque tapetes coloridos no chão. E chega de problemas com a mangueirinha do chuveiro. Basta grudá-la com uma pecinha de plástico divertida.

O espremedor de pasta de dentes vai garantir que o tubo esteja realmente vazio quando o produto acabar.

E todos esses utensílios de banheiro são feitos de plástico incolor ou colorido, durável, leve, divertido e próprio para entrar em contato com a água. Não é bom demais?

Fonte: Plástico Transforma

 

 

Agosto 2017

Moda de alto padrão feita com plástico reciclado de garrafas pet

31.08.17

Moda de alto padrão feita com plástico reciclado de garrafas pet

A empresária Nelly Cardozzo trabalha com PET, couro, fios de algodão e seda, além de tecidos variados, para produzir suas coleções de pulseiras, colares e brincos. “Eu procuro desenvolver um trabalho autoral diferenciado, tanto no design das peças como no uso de materiais sustentáveis”, conta a empresária.

Seus produtos artesanais, elaborados com materiais reciclados, se expandem pelo país e começaram a ser exportados para Itália, Portugal e Estados Unidos.

Com a colaboração de moradores e restaurantes do bairro onde vive, em Recife, Nelly consegue produzir hoje cerca de 1.500 peças por mês e, para isso, utiliza mensalmente cerca de 4 mil garrafas PET que seriam jogadas no lixo.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Crédito da Foto: Nelly Cardozzo

 

 

Cestos de plástico são a nova tendência de bolsas para usar no dia a dia

29.08.17

Cestos de plástico são a nova tendência de bolsas para usar no dia a dia

A moda está cada vez mais democrática e o street style em alta, com os holofotes virados para as ruas, onde os fashionistas desfilam pela calçada lançando tendências através de looks pensados em todos os detalhes.

Nesse contexto, as It Girls vão ganhando terreno para serem elas a definir aquilo que se deve usar no dia a dia. É que acontece agora com nova tendência de bolsas: os cestos de plástico.

Antes usados para carregar compras na feira, agora aparecem em tamanho mini, nos looks de moda. A jelly bag (como foi batizada no universo fashion), em diferentes cores e tamanhos, é a nova queridinha das It Girls e dos fashionistas no verão europeu.

Fonte: Plastivida e NiT

 

 

Inovação: startup fabrica imobilizadores ortopédicos com plástico

24.08.17

Startup inova e fabrica imobilizadores ortopédicos com plástico

Quem já quebrou punho, braço ou dedos das mãos sabe que até hoje ainda é comum usar uma técnica antiga para resolver a situação: a imobilização com gesso. Entre as lesões ocorridas com brasileiros, 60% são nessas partes do corpo. Apesar da alta ocorrência, o tratamento na maioria das vezes é o mesmo desde o século 19. No entanto, o gesso coça, esquenta, pesa e fica com mau cheiro. Algo bem desagradável.

Com o objetivo de diminuir esses desconfortos e facilitar o trabalho de profissionais como enfermeiros, uma equipe multidisciplinar criou, em 2015, a Fix it, uma startup que está reinventando a forma como as pessoas tratam lesões ortopédicas que necessitam de imobilização.

Os produtos são fabricados em impressoras 3D, a partir do plástico. Logo, eles podem ser molhados ou mergulhados em água tranquilamente. Além disso, pela característica termoplástica do material, os imobilizadores, mesmo que sejam fabricados em placas, ajustam-se perfeitamente à anatomia do membro do paciente de forma rápida e prática. Para finalizar, a startup apostou em um design inovador: colorido, arejado e anatômico para que a experiência do usuário durante o tratamento seja a mais confortável possível, sem fazer com que ele perca a autonomia.

Tanta praticidade é vista também na hora de aplicar o produto. “O paciente escolhe a cor do imobilizador e nós definimos o tamanho ideal. Depois, basta mergulhar a peça em água quente (aproximadamente 60°) e aguardar para que fique maleável. Em seguida, fazemos a moldagem no membro, respeitando sua anatomia. Após alguns segundos, a peça esfria e torna-se rígida novamente, promovendo a imobilização eficiente”, relata Felipe Neves, CEO da empresa.

Este processo também é interessante para as clínicas e hospitais, já que torna a imobilização mais ágil e prática. Além disso, também anula os problemas inerentes ao manuseio do gesso, como inalação do pó pelos profissionais e a sujeira que ele causa no ambiente.

Fonte: Plastivida e Ariquemes Online

 

 

Luxo a partir do lixo: artista cria moda com reciclagem

21.08.17

Canudos, colheres, facas e garfos de plástico, embalagens, sacolas, papel alumínio, sacos de lixo: esses são apenas alguns exemplos de itens que são descartados logo após serem usados. No entanto, quando você vê o trabalho de Venera Kazarova pela primeira vez, pode levar um tempo para perceber que todo o luxo das fotos vem justamente desse tipo de lixo.

A artista criou o projeto "Recycling into art" (algo como "reciclagem transformada em arte", em tradução livre), em que combina lixo com brilho e glamour. E não é qualquer tipo de lixo: Venera usa materiais com uma vida útil bem pequena, que são jogados fora rapidamente. Ela levou uma semana para montar os figurinos excepcionalmente para uma seção de fotos, e eles são tão frágeis que não tem como simplesmente colocá-los e sair por aí (mas ela provavelmente não os descartou após ter feito as fotos!). Confira:

artista cria moda com reciclagem

artista cria moda com reciclagem

Veja mais imagens do projeto: http://bit.ly/2vizQMx.

Fonte: Catraca Livre

 

 

Fios de plástico estão sendo cada vez mais adotados por marcas de moda

08.08.17

Fios de plástico estão sendo cada vez mais adotados por marcas de moda

Algumas das maiores empresas da indústria da moda estão criando produtos feitos com fios de plásticos reutilizados. Além do marketing positivo, essas empresas estão contribuindo para a preservação do meio ambiente, ajudando a destinar corretamente esses resíduos.

À medida que a tecnologia para reciclar plásticos em novos tecidos melhora, as varejistas estão utilizando os tecidos e materiais de plástico reciclado para criar roupas, acessórios e sapatos modernos, sustentáveis e desejáveis. A Adidas estreou seu segundo tênis feito de resíduos de plástico oceânico reciclado no início deste mês em colaboração com a Parley For the Oceans, uma organização que identifica soluções para a limpeza dos oceanos.

Ao mesmo tempo, marcas como Timberland e G-Star começaram a incorporar plásticos reciclados em suas cadeias de suprimentos, enquanto a Stella McCartney acaba de lançar uma parceria própria com a Parley no World Oceans Day, no mês de julho.

Para criar produtos feitos a partir de plástico oceânico, as marcas de moda estão aproveitando os recursos de uma variedade de empresas que se especializam na produção de materiais reciclados, incluindo Bionic Yarn, Seaqual e Aquafil. Em fevereiro, a H & M lançou uma coleção feita de plástico oceânico reciclado, enquanto a Aquafil ajudou empresas como Speedo e Volcom a produzir trajes de banho usando sua exclusiva fibra Econyl, feita 100% de resíduos de nylon regenerados de itens como redes de pesca abandonadas.

A marca espanhola Ecoalf lançou sua primeira coleção de roupas e acessórios do projeto “upcycling the oceans” com fios e tecidos produzidos a partir dos plásticos retirados do mar Mediterrâneo. A iniciativa é uma parceria com as empresas Antex e Têxtil Santanderina, que desenvolveram uma maneira de reciclar os plásticos deteriorados retirados do mar e, juntamente com garrafas plásticas pós-consumo, transformá-los em fios para fabricar tecidos. A criação recebeu o nome de Seaqual.

Para Giulio Bonazzi, CEO e presidente da Aquafil, o desafio está em aumentar a conscientização sobre as capacidades de sua empresa para que outras marcas possam começar a usá-lo também. “É evidente que o fluxo de resíduos linear, em que os produtos são fabricados, consumidos e descartados não é mais sustentável”, disse Bonazzi. ” Muitos anos atrás, percebemos que precisávamos transformar nosso modelo de negócios tradicional em um circular, a fim de cumprir os desafios de um mercado que está mudando rapidamente. Agora, outras marcas estão reconhecendo o mesmo.”

Neste momento, em que os consumidores estão cada vez mais atentos ao consumo consciente e sustentável, é importante mostrarmos que podemos reutilizar o plástico de várias formas e, principalmente, descartá-lo corretamente, a fim de que ele se transforme nos mais incríveis produtos.

Fonte: Plastivida e Stylo Urbano

 

 

Vendas no comércio online devem crescer 10% no Dia dos Pais

07.08.17

Vendas no comércio online devem crescer 10% no Dia dos Pais

O e-commerce brasileiro deverá faturar R$1,94 bilhão, alta de 10% na comparação ao mesmo período de 2016. A estimativa é da Ebit. O número de pedidos deverá expandir 11% na comparação ante ao ano anterior, para 4,5 milhões e o tíquete médio deve permanecer praticamente estável, em R$438.

O Dia dos Pais, que será comemorado em 13 de agosto, é a primeira data importante para o varejo eletrônico no segundo semestre. Apesar de ter um volume menor de vendas, do que outras datas como Dia das Crianças, Natal e, especialmente, Black Friday, é considerada um termômetro de vendas para o resto do ano.

“Apesar de todas as incertezas do cenário político e econômico, o e-commerce vem sustentando ao longo de 2017 um crescimento de dois dígitos. Os números estão dentro da estimativa da Ebit, que prevê crescimento de 12% para o setor neste ano”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

De acordo com o monitoramento Ebit, celulares e smartphones, livros e calçados deverão ser os itens mais comprados no e-commerce para presentear os pais. Confira abaixo o ranking dos 10 produtos mais desejados:

1. Celular e Smartphone
2. Livros
3. Calçados
4. Vinho
5. Tênis
6. Perfume
7. DVDs e CDs
8. Camiseta Masculina
9. Relógio de pulso
10. Cafeteira

Fonte: E-commerce Brasil e Sindilojas Porto Alegre

 

 

Varejo deve voltar ao azul neste ano

01.08.17

Varejo deve voltar ao azul neste ano

Após dois anos seguidos de retrações significativas, o pior momento para o comércio varejista pode ter ficado para trás. A queda dos juros, a reação no crédito que ocorreu em junho, somadas ao recuo nos preços dos produtos, devem funcionar como uma alavanca nas vendas dos próximos meses. A queda no volume de vendas acumuladas até maio deve se estabilizar na virada do ano e a perspectiva é que os negócios voltem a crescer a partir do segundo semestre, concordam economistas.

Ainda que as projeções de avanço real no volume de vendas para este ano sejam modestas - em torno de 1% para o varejo restrito e de 2% para o ampliado, que inclui materiais de construção e carros - é uma boa notícia após o tombo de quase 11% nas vendas em dois anos.

"O varejo vai virar o jogo a partir de julho, agosto", prevê o economista da Confederação Nacional do Comércio, Fabio Bentes. Ele leva em conta o volume de vendas acumulado no ano. Até maio, as vendas do comércio varejista restrito caíram 0,8% ante igual período de 2016. No ampliado, o recuo foi de 0,6%, nas mesmas bases.

Entre os fatores apontados por Bentes, que contribuem para o cenário favorável, em primeiro lugar está a queda dos preços, especialmente dos bens duráveis, além do recuo dos juros, agora em um dígito (9,25% ao ano). "A retomada leve do emprego também ajuda." Neste ano até julho, os preços de TVs, aparelhos de som e informática, por exemplo, ficaram 7,67% mais baratos, apontou a prévia da inflação oficial, o IPCA-15.

"Para o 2.º trimestre, a sinalização para o consumo e o crédito são favoráveis", afirma a economista-chefe da Rosenberg Associados, Thaís Zara. Ela observa que o total de crédito tomado pelo consumidor cresceu em junho pela primeira vez sobre o mesmo mês do ano anterior, depois de 20 meses seguidos de queda, segundo o BC.

Para o varejo restrito, a consultoria projeta crescimento de 1% no volume de vendas este ano. Em 2015 e 2016, as retrações foram de 4,3% e 6,3%, respectivamente, diz o IBGE. A economista observa que a base de comparação baixa ajuda, mas pondera que há espaço para ajustes. Na sua opinião, grande parte dos efeitos da queda de juros vai aparecer no 2.º semestre. "O consumo está voltando, o pior já passou. Estamos num ponto tão baixo que qualquer alívio será recebido com festa."

Fábio Silveira, diretor de consultoria MacroSector, diz que o comércio terá um pequeno alento no ano (0,8%) por causa do aumento do volume de crédito ao consumidor, crescimento na massa real de rendimentos dos trabalhadores e a perspectiva, no fim do ano, de maior endividamento das famílias.

O economista do Ibre/FGV, Julio Mereb, credita a perspectiva de melhora do varejo a um quadro mais favorável das condições financeiras das famílias. Para chegar a essa conclusão, ele calcula um índice que considera um conjunto de variáveis ligadas ao crédito, endividamento e juro real. Quanto menor o índice, melhor a condição do orçamento do consumidor para voltar às compras. Após bater o pico em fevereiro de 2016, o indicador teve recuo expressivo e, em maio, estava próximo de zero. Esse movimento, combinado com a queda dos juros, a queda dos preços e a liberação das contas inativas do FGTS, deve dar um impulso positivo para as vendas, prevê. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Zero Hora

 

 

Julho 2017

Coca-Cola lança campanha de sustentabilidade para promover a reciclagem de plástico

31.07.17

Coca-Cola lança campanha de sustentabilidade para promover a reciclagem de plástico

A Coca-Cola lançou uma campanha para incentivar os consumidores a reciclarem suas garrafas de plástico, marcando a primeira vez que realizou uma grande ação de sustentabilidade na Grã-Bretanha.

A campanha "Love Story", criada por Ogilvy e Mather Berlin, conta a história de duas garrafas de refrigerante que se apaixonam quando se encontram repetidas vezes porque continuam sendo recicladas em embalagens novas. O filme termina com uma voz off incentivando as pessoas a reciclar garrafas das marcas de bebida da empresa após o uso.

Aedamar Howlett, diretor de marketing da Coca-Cola Grã-Bretanha, diz: “A beleza do Love Story é que isso lembra às pessoas que nossa embalagem é valiosa, pois pode ser reciclada em mais embalagens uma e outra vez. Todas as nossas embalagens são 100% recicláveis ??e já faz algum tempo.

“A campanha mostra o quão serio somos sobre incentivar mais pessoas a reciclar, para que possamos chegar ao nosso objetivo de recuperar todas as nossas garrafas”.

O anúncio visa aumentar a conscientização sobre o fato de as garrafas plásticas da Coca-Cola serem reutilizadas, além de incentivar as pessoas a reciclar. Coloca a reciclagem no centro da mensagem do anúncio com todo o conjunto e seus adereços feitos de material reciclável. O filme usa animação stop-motion e foi criado pela artista berlinense Lucy Barry usando mais de 1.500 garrafas de plástico.

É a maior campanha de comunicação da Coca-Cola em reciclagem e faz parte da nova estratégia de empacotamento sustentável da empresa. Lançado no início deste mês, o objetivo é que a empresa recupere todas as suas embalagens, além de aumentar o uso de plástico reciclado em garrafas de 25% atualmente para 50% até 2020.

O anúncio estreia na TV neste fim de semana e será executado durante todo o verão com atividades planejadas nos cinemas e nas mídias digitais e sociais. A Coca-Cola também está planejando ativações experienciais em festivais de música e eventos durante todo o verão.

Assista ao filme abaixo:

Fonte: Meio Ambiente Rio

 

 

Com impressora 3D, designers gregos produzem abrigos de plástico reutilizado para animais

27.07.17

Com impressora 3D, designers gregos produzem abrigos de plástico reutilizado para animais

Um time de designers gregos usou sua inteligência e talento para fazer o bem, criando diversos produtos, como abrigos para animais, usando impressoras 3D.

Preocupados com a poluição das ilhas da Grécia, onde milhões de pessoas deixam resíduos plásticos – em especial garrafas de PET – eles criaram uma solução sustentável, a The New Raw.

Preocupados com a poluição das ilhas da Grécia, onde milhões de pessoas deixam resíduos plásticos – em especial garrafas de PET – eles criaram uma solução sustentável, a The New Raw.

Fundado em 2015, por Foteini Setaki e Panos Sakkas, o projeto tenta aumentar a conscientização e educar o público sobre as questões da superprodução de resíduos e os potenciais benefícios da fabricação digital.

“O plástico está em todo lugar. Como designers, estamos sempre pensando em soluções para ajudar a tornar algo tão negativo em algo positivo”, diz Panos Sakkas.

Eles já produziram banquinhos de compressão e materiais de construção feito de resíduo plástico, garrafas PET para animais e abrigos impressos em 3D para gatos abandonados.

O grande objetivo da The New Raw é conseguir incentivar as pessoas a encontrar soluções sustentáveis para resíduos de plástico.

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre o projeto:

Fonte: Portal Razões para Acreditar

 

 

Stella McCartney fotografa campanha em aterro sanitário para alertar sobre consumo excessivo e desperdício

25.07.17

Stella McCartney fotografa campanha em aterro sanitário para alertar sobre consumo excessivo e desperdício

Uma região de reciclagem de lixo na Escócia foi a paisagem escolhida para exibir a nova coleção de Stella McCartney. Clicada por Harley Weir em colaboração com o artista Urs Fischer, o conceito explora temáticas que a designer trabalha desde o início de sua maca: o uso de materiais sustentáveis, o desperdício e o ciclo de existência das roupas. Uma das vozes líderes da mudança na moda — juntamente com Vivienne Westwood, as fotos são uma reação aos dados alarmantes do mundo fashion.

No começo deste ano, por exemplo, um estudo do Copenhagen Fashion Summit fez uma previsão de que o consumo de moda subiria tanto que alcançaria o equivalente à produção de 500 bilhões de camisetas. Por mais impressionante que seja, o destino de algumas dessas roupas produzidas — que demandam insumos não renováveis do planeta — vão para o cenário clicado pela marca.

As modelos que estrelam as fotos são Brigit Kos, Iana Godnia e Huan Zhou, que desfilaram nas passarelas de 2017 para a marca. Na verdade elas posam apenas em lixo limpo, que estavam sendo coletados para serem enviados para reciclagem, sem a chance de se contaminarem.

“A ideia para essa campanha é retratar quem queremos ser, qual é nossa atitude e o qual é o caminho coletivo”, conta McCartney ao WWD. “Os ambientes construídos pelo homem estão desconectados e não percebem as outras vidas no planeta, e por isso existe desperdício.” No último mês, Stella também contou que estava criando peças a partir da fibra da reciclagem de garrafas plásticas em parceria com a Parley for the Oceans.

Fonte: Fonte: Elle

 

 

Intenção de consumo das famílias gaúchas mantém tendência de recuperação

24.07.17

Intenção de consumo das famílias gaúchas mantém tendência de recuperação

A Intenção de Consumo das Famílias no Rio Grande do Sul (ICF-RS) apresentou em julho elevação de 35,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O indicador atingiu 75,1 pontos, segundo levantamento da Fecomércio-RS divulgado nesta segunda-feira (24). Todos os componentes que formam o ICF registraram melhora neste mês, com exceção do que avalia as perspectivas profissionais. “A inflação mais baixa em 2017 e a maior segurança no emprego tem contribuído para a recuperação do consumo das famílias gaúchas. No entanto, a atividade econômica ainda debilitada mantém o indicador deprimido”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Com mais esse crescimento no confronto com o mesmo período de 2016, o ICF confirma tendência de recuperação verificada desde agosto de 2016. Contudo, ela acontece de maneira lenta e gradual. A segurança em relação à situação do emprego teve expansão de 34,5% sobre julho/2016, alcançando 115,4 pontos. Embora no Rio Grande do Sul a geração líquida de empregos tenha apresentado saldo negativo no levantamento de junho/2017, no acumulado do ano ainda ocorre a geração positiva de vagas formais. Já a avaliação quanto à situação de renda teve elevação de 8,5% sobre julho/2016, registrando 76,2 pontos. Apesar da queda da inflação, os preços ainda crescem e influenciam na percepção de renda dos gaúchos.

Em relação ao consumo atual, houve alta de 57,4% na comparação com julho/2016. Aos 54,3 pontos, a melhora reflete a desaceleração dos preços que, por sua vez, aumenta a capacidade de compra dos consumidores. No entanto, a combinação formada por taxa de juros elevada e mercado de trabalho enfraquecido ajuda a frear a volta do consumo. O índice que mede a facilidade de acesso ao crédito cresceu 60,3%, chegando a 74,0 pontos. Apesar da taxa básica de juros ter recuado nos últimos meses, assim como a inflação, essa dinâmica mantém o crédito caro para os consumidores gaúchos, uma vez que a taxa de juros real permanece alta.

O indicador que mede o momento para o consumo de bens duráveis apresentou alta de 113,7% em julho, ficando em 49,8 pontos. O crescimento considerável no confronto interanual é explicado pela base de comparação deprimida. No entanto, aos poucos os consumidores estão recuperando a intenção de adquirir produtos de maior valor. O indicador de perspectiva profissional, o único com variação negativa, caiu 14,3% sobre julho/2016. O resultado evidencia que os consumidores permanecem com a confiança fraca pela falta de uma retomada mais robusta da economia. Já a perspectiva de consumo apurou 83,7 pontos, apresentando variação de 89,3% em relação a julho/2016.

Fonte: Fecomércio-RS

 

 

Sapatilhas laváveis são feitas com tecido de plástico reciclado

18.07.17

A internet está apaixonada por essa criação da marca Rothy's, feita com tecido reciclado.

 

Sapatilhas laváveis são feitas com tecido de plástico reciclado

 

As sapatilhas são itens que podem facilitar o momento de vestir-se. Elas viraram as queridinhas de fashionistas como Audrey Hepburn, por exemplo, e estão também no armário de Gal Gadot, que evita os saltos até mesmo durante o tapete vermelho.

A mais recente novidade que envolve o item é uma sapatilha lavável e feita de materiais recicláveis criada pela marca americana Rothy’s. Por deixar o dia-a-dia ainda mais fácil, os pares estão no radar de blogueiras e editoras de moda ao redor do mundo.

“Depois de muitos anos vivendo em São Francisco, vendo tênis e chinelos ficarem cada vez mais populares, tivemos a ideia de criar a Rothy’s”, contam Stephen Hawthornth e Roth Martin, criadores da marca. A ideia foi desenvolver um item versátil, com materiais de baixo impacto ambiental, durável e com qualidade.

De acordo a marca, as sapatilhas são feitas de uma fibra de PET certificado. Depois que as garrafas plásticas são limpas e esterilizadas, são fundidas em filamentos e então costuradas para criarem os sapatos. Antes de chegarem às lojas, elas ganham uma cobertura que ajuda a manter os pés secos.

“Jogue-as em água fria com detergente, ciclo leve e seque sem calor. Voilà, elas ficam como se fossem novas”, descreve um post da marca no Instagram.

 

Sapatilhas laváveis são feitas com tecido de plástico reciclado

 

De acordo com um teste feito por duas editoras do BuzzFeed e pelo blog PJ Media, as peças ficam realmente novas e com o formato e tecido preservados após uma lavagem à máquina — mesmo após adquirir manchas de lama em um dia chuvoso, por exemplo. Os pares custam entre U$125 e U$145, mas a marca ainda não faz entregas internacionais. Estamos no aguardo!

Fonte: Elle

 

 

DIY: Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

17.07.17

Um DIY fácil e ainda por cima ecológico é uma excelente combinação, não é mesmo?

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

Vamos mostrar uma solução bacana e muito útil para reaproveitar as sacolas plásticas que você tem em casa. A ideia é usar esses "guardanapos" pra levar o lanche, servindo tanto para guardar o sanduíche (ou fruta) como para apoiar enquanto estiver comendo (pra não ter que colocar na mesa suja ou não ter que sujar louça ou não te que gastar guardanapo de papel). Mas você pode usar este material para o que a sua imaginação desejar!

MATERIAL NECESSÁRIO:

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

- Sacolas plásticas de várias cores, limpas e secas.
- Ferro de passar roupa
- Viés
- Linha e agulha de costura
- Papel manteiga
- Tesoura

COMO FAZER: TUTORIAL PARA REAPROVEITAR SACOLA PLÁSTICA

PASSO 1: Comece cortando fora as alças e as partes de baixo da sua sacola, para que ela fique no formato de um retângulo ou quadrado.

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

 

PASSO 2: Como você pode perceber, uma folha de plástico só é muito fininha, por isso, você precisa fundi-la com outras para criar um material mais resistente. Sobreponha três ou quatro retângulos, um em cima da outro, coloque esse monte entre duas folhas de papel manteiga e passe o ferro por cima de tudo. Em uma temperatura média, os papeis grudarão em aproximadamente três segundos (Atenção! Não deixe passar muito do tempo!). O produto final será uma folha bem enrrugada, mas grossinha.

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

 

PASSO 3: Agora que você já sabe como fazer a sua base de plástico, pode criar vários desenhos do jeito que você quiser, sempre usando a técnica do ferro e dos papeis manteiga. Essa é a hora de pirar :-P! Use sacos de várias cores, aproveite o que já vem impresso neles ou crie desenhos com a ajuda de uma tesoura. Quanto mais doido, mais bacana fica o resultado! Quando você terminar a sua colagem, recorte-a no formato de um quadrado.

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

 

PASSO 4: Para dar o acabamento, costure o viés por toda a borda do quadrado. O ideal é fazer isso com uma máquina de costura, mas funciona também se você fizer à mão. Atenção: para que a sua "carteira" feche, deixe uns dois palmos a mais de viés, como na imagem acima, e use esta ponta para amarrar.

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

 

PASSO 5: Um outro jeito de fazê-la fechar é costurando um velcro. Costure um pedaço pequeno da superfície macia em uma extremidade e um maior do lado áspero na outra do lado contrário do plástico, como na imagem acima. E a sua carteira está pronta! Para fechá-la é só juntar ponta com ponta e fechar com o velcro.

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

Reaproveite sacolas plásticas e faça um guardanapo para lanches

Fonte: Dcoração

 

 

Garrafas pet são reaproveitadas para produzir roupa de yoga

13.07.17

Garrafas pet são reaproveitadas para produzir roupa de yoga

Grãos de café moído e garrafas plásticas são a base para desenvolver os tecidos de roupas esportivas da marca Rumi X. A criação é de Melissa Chu, que sentia falta no mercado de um produto mais ecológico para a prática sua grande paixão: a yoga.

Fundada em 2015, em Hong Kong, a marca tem a sustentabilidade como princípio de toda a produção. Enquanto o café é coletado nas cafeterias locais, o plástico é retirado de aterros e oceano. Ambos são obtidos em regiões próximas, como Taiwan e China, para reduzir as emissões de carbono, e levados para unidades de reciclagem, onde começa todo o processo para compor as fibras ecológicas. As peças ainda são tingidas com corantes à base de água.

Apesar de produzir e comercializar as peças, o tecido é fornecido por uma empresa taiwanesa chamada Singtex – que garante que todos os produtos da produção são retirados do aterro sanitário. Uma camiseta, por exemplo, é composta por três copos de resíduos de café e cinco garrafas plásticas.

Segundo a companhia, a composição com café ajuda o tecido a absorver os odores que o corpo produz ao longo do dia. A tecnologia patenteada produz um material que controla três vezes mais o odor do que algodão ou poliéster.

“Rumi X nasceu das minhas três paixões: espiritualidade, yoga e natureza. Eu queria desenvolver algo que falasse da minha devoção, ao mesmo tempo em que assegurei que nossos produtos fossem ambientalmente impactantes e contribuíssem para a solução, não que fizessem parte do problema”, afirma Melissa, que é ex-instrutora de yoga.

Apesar de ser pensado para os praticantes de yoga, as peças podem ser usadas em qualquer outra atividade fitness. Elas são vendidas em toda a Ásia, na Holanda, Estados Unidos e, o melhor, pode ser enviado para qualquer lugar do mundo.

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

Projeções otimistas para o comércio neste segundo semestre

11.07.17

Projeções otimistas para o comércio neste segundo semestre

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) faz projeções otimistas para o setor neste segundo semestre e em 2018. O dado mais importante na avaliação feita pelo economista Fabio Bentes em encontro com jornalistas realizado em 6 de julho, em Brasília, é a abertura líquida (mais novos estabelecimentos em relação ao número dos que fecharão suas portas) de lojas no próximo ano. Já no primeiro trimestre de 2017, o fechamento de lojas foi 75% menor na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que, na sua análise, significa “uma piora menos intensa da atividade econômica.”

Outro dado positivo é a projeção de crescimento de 1,2% no varejo ampliado (varejo restrito, veículos, motos e peças e material para construção) neste ano em relação a 2016, apesar da queda de 1,8% ao final do primeiro quadrimestre. Alguns setores estão puxando a recuperação. Ele citou vestuário e calçados, materiais de construção, móveis e eletrodomésticos.

Devem acompanhar essa trajetória de crescimento os hiper e supermercados, que compõem o segmento de maior importância para o varejo. Bentes registrou uma relevante concentração de negócios nas grandes redes, que vêm assumindo o controle das menores, que têm pouca competitividade.

Fabio Bentes chamou atenção ainda para a recuperação do emprego, com um crescimento ainda pequeno de dois mil postos de trabalho. “É um número que pode parecer pouco significativo à primeira vista, mas que ganha muita relevância diante do fechamento de mais de 177 mil empregos no ano passado”, observou.

Ainda na entrevista, o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, destacou que os números apresentados pela entidade dão suporte à perspectiva traçada de recuperação da atividade da economia neste segundo semestre e em 2018. Para ele, o pior da crise já passou.

Base dessa expectativa otimista, segundo ele, é a queda da inflação. Carlos Thadeu afirmou que, no início do ano, o cenário não era tão animador, mas agora já é possível prever uma taxa de 3,2%. Esse quadro positivo, a seu ver, permite ao Banco Central manter a política de redução da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 10,25%, podendo chegar a 8% no fim de 2017 e atingir 7% no ano que vem.

A disponibilidade de crédito – importante fator para o desenvolvimento do comércio – deve ficar estável neste ano. “A alta nominal deve ficar ao redor de 2%, mas haverá queda real diante da inflação prevista, de 3,2%.” Por fim, Carlos Thadeu avalia que o crescimento econômico independerá no ano que vem de haver ou não reforma da Previdência.

Fonte: CNC

 

 

OIT, ABVTEX e Abit firmam parceria e lançam Laboratório da Moda Sustentável

10.07.17

OIT, ABVTEX e Abit firmam parceria e lançam Laboratório da Moda Sustentável

Uma nova parceria firmada entre a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), com o apoio do Instituto C&A e a realização do Instituto Reos , está lançando o Laboratório da Moda Sustentável - Por um setor do vestuário mais sustentável e justo, uma iniciativa de múltiplos parceiros em nível nacional com o objetivo de abordar e transformar os principais desafios do setor de vestuário no Brasil.

Entre as estratégias deste projeto está a configuração de uma aliança convocadora, composta por OIT, ABVTEX e Abit, com legitimidade e capacidade de influenciar a transformação do setor. A partir disto, um grupo formado por 35 líderes foram convidados a participar das oficinas de cocriação e trabalho e da plataforma de transformação. Entre os líderes há representantes de marcas e varejistas, associações setoriais, indústrias, sindicato dos trabalhadores, setor público, acadêmicos, sociedade civil, entre outras organizações que compõe os diferentes elos da cadeia do vestuário e com experiências nos temas principais, tais como: informalidade, condições de trabalho precarizado ou forçado, modelo de negócio, questões ambientais, sociais e de consumo.

“Esperamos alcançar impactos positivos no futuro do mercado de moda no Brasil que reverberem pelos próximos anos. O projeto prevê resultados alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como melhores condições de vida e trabalho no setor; e consumidores mais orientados e conscientes”, afirma Edmundo Lima, diretor executivo da ABVTEX.

O projeto visa promover no setor do vestuário:

- Iniciativas multissetoriais inovadoras criando novas realidades nas cadeias de valor;
- Estratégias e ações transformadoras para fortalecer, influenciar e incidir nos principais desafios identificados;
- Melhores condições de vida e trabalho no setor, com destaque às questões de gênero;
- Maior diversificação e inovação industrial e de serviços;
- Uso eficiente de recursos naturais e processos produtivos com baixo impacto ambiental;
- Politicas públicas favorecendo o desenvolvimento sustentável do setor.

O projeto terá duas fases: a construção de cenários futuros do setor do vestuário e o laboratório social. Na primeira, a intenção é construir, por meio de uma arquitetura de diálogo estratégico e inovador, um conjunto de cenários relevantes, desafiadores, plausíveis e claros para estimular a reflexão e o debate sobre o futuro do setor do vestuário. Na segunda, a intenção é criar e prototipar iniciativas multissetoriais que tragam inovações para o setor de vestuário nos próximos anos.

“A indústria têxtil e do vestuário é um setor importante no mundo e no Brasil, empregando 1,7 milhões de trabalhadores na produção”, observa o diretor da OIT no Brasil, Peter Poschen. “A OIT está engajada em muitos países do mundo para ajudar os atores dessa cadeia de valor a melhorar as condições de trabalho, aumentar a produtividade e a renda e reduzir os impactos ambientais. O desenvolvimento sustentável dessa cadeia produtiva só pode acontecer com base num diálogo social e com a construção de parcerias entre os atores chaves”.

O presente processo tem base nas metodologias de Planejamento de Cenários Transformadores e Laboratórios Sociais, desenvolvidas e aplicadas pela Reos Partners em vários países do mundo nos últimos 20 anos. A metodologia aborda os problemas complexos de maneira sistêmica e gera impacto coletivo ao longo dos anos, em temas como educação, saúde, alimentação, energia, meio ambiente, desenvolvimento, justiça, segurança e paz.

“A colaboração entre os diferentes elos que compõem a cadeia da moda é essencial para que o setor possa ser mais justo e sustentável. Esperamos que essa iniciativa seja mais um passo nesse sentido, de construção conjunta de soluções”, completa Giuliana Ortega, diretora executiva do Instituto C&A.

Representando mais de 30 mil empresas no Brasil de têxteis e de confecção, a Abit insere mais este projeto em sua área de sustentabilidade e inovação. “Trata-se de mais uma iniciativa que a Abit participa para incentivar as melhores práticas de compliance na cadeia de produção e distribuição de têxteis e confeccionados. A Abit tem desenvolvido, divulgado e promovido palestras, congressos e workshops dedicados ao aprofundamento do tema com as empresas, buscando alinhar a produção e a distribuição aos objetivos de desenvolvimento sustentável. É uma agenda positiva e convergente com os nossos estudos sobre a Quarta Revolução Industrial do Setor Têxtil e de Confecção, com o Programa de Certificação “Selo Qual” e com nossa inserção na Cadeia Global de Valor. Entendemos que a questão do compliance, em todas as suas vertentes, será, mais e mais, um tema de alcance, discussão e solução mundial, de forma a promover os melhores valores e mitigar a concorrência desleal”, declara Fernando Pimentel, presidente da Abit.

Fonte: ABIT

 

 

DIY: Reaproveite as sacolas plásticas para fazer lindas rosas

05.07.17

Já pensou que as sacolas plásticas podem virar lindas rosas para decorar e deixar a sua casa mais bonita e alegre?

Para fazer as rosas, além das sacolas plásticas de qualquer cor que desejar, você irá precisar de tesoura, arame e fita tape verde.

Assista ao vídeo abaixo com tutorial e acompanhe o passo a passo:

Fonte: Canal Sharon Wan

 

 

Saques de contas inativas do FGTS injetam R$ 7,2 bi no varejo

04.07.17

Saques de contas inativas do FGTS injetam R$ 7,2 bi no varejo

Os recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) fechadas até dezembro de 2015, sacados após medida de estímulo do governo Michel Temer, provocaram, em março e abril, um impacto positivo de R$ 7,2 bilhões nas vendas do comércio varejista brasileiro, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O valor injetado no varejo corresponde a 43% do montante sacado, que somou R$ 16,6 bilhões, segundo a CNC informou, conforme dados da Caixa Econômica Federal. O valor corresponde ainda a 6,2% das vendas nos segmentos do varejoimpactados, mostra o levantamento.

Em abril, foram sacados R$ 11,1 bilhões das contas inativas do FGTS. Segundo a CNC, o valor é o dobro dos R$ 5,5 bilhões retirados em março. Com isso, a maior parte (R$ 4,56 bilhões) do valor injetado no varejo ficou em abril.

De acordo com a CNC, três segmentos do varejo – do total de sete impactados positivamente – concentraram o uso dos recursos sacados: vestuário e calçados (R$ 2,9 bilhões), hiper e supermercados (R$ 2 bilhões) e móveis e eletrodomésticos (R$ 802,5 milhões). Os três segmentos responderam por 80% do valor direcionado ao varejo.

O estudo correlaciona o efeito da injeção de recurso com o desempenho geral dos segmentos do varejo. O ramo de vestuário e calçados, por exemplo, teve altas nas vendas de 11,6% e 10,7%, respectivamente, em março e abril, ante iguais meses de 2016.

“Esse ritmo de vendas não era percebido por esse ramo do varejo desde os primeiros meses de 2010 (+11,9%)”, diz a nota divulgada pela CNC.

Já no segmento de hiper e supermercados, a alta de 3,5% nas vendas em abril ante abril de 2016 foi a maior nesse tipo de comparação para os últimos três anos.

No ramo de móveis e eletrodomésticos, a queda de 0,1% nas vendas em abril sobre igual mês do ano passado não impediu que o bimestre março-abril tivesse o melhor resultado em três anos.

Em nota, o economista da CNC Fabio Bentes pondera que, apesar do efeito positivo dos saques do FGTS, “a recuperação parcial do varejo ao longo do ano se insere em um quadro mais amplo de desaceleração dos preços e melhoria nas condições de crédito”. Além disso, “a consolidação do setor como um todo depende do crescimento geral da atividade econômica e seus reflexos positivos sobre as condições do mercado de trabalho”.

Fonte: Exame.com

 

 

Junho 2017

Plástico no design de móveis e objetos

29.06.17

Plástico no design de móveis e objetos

Você gosta de design, estilo e praticidade? Então, fique por dentro de tudo o que o plástico é capaz de oferecer. O material pode ser moldado nas cores mais ousadas e nas formas mais criativas, agregando multifuncionalidade e conveniência ao dia a dia.

A proposta de utilizar o plástico como matéria-prima no mobiliário não é novidade. Desde o final da década de 1940, o material contribui para a produção de produtos mais versáteis, resistentes e duráveis.

Os primeiros móveis plásticos fabricados em série foram desenvolvidos em 1948 por Charles e Ray Eames para o Concurso de Design de Móveis do Museu de Arte Moderna de Nova York. O casal Eames apresentou cadeiras com estilo diferenciado no intuito de atender à falta de peças funcionais para a decoração de casas modernas.

Em 1955, o arquiteto finlandês-americano Eero Saarinen criou a coleção de mesas e cadeiras “Tulipa” inteiramente em plástico. Os móveis ficaram famosos porque foram usados nos cenários de Jornada nas Estrelas na década de 1960.

No final do mesmo período, surge a cadeira Panton, com perfil aerodinâmico que lembra o perfil de uma pessoa sentada. Ela foi a primeira cadeira a ser feita em uma única peça plástica.

A cadeira Louis Ghost foi criada no início dos anos 2000, por Philippe Starck. Ela é hoje a cadeira com concepção visual mais vendida do mundo.

Material moderno

Além da sustentabilidade e das infinitas possibilidades de design que o plástico oferece, estão outras vantagens como:

- Diversidade de cores, inclusive de opções transparentes;
- Maleabilidade, que assegura as melhores formas de ergonomia;
- Ótima resistência, podendo ser utilizado em áreas externas;
- Mobiliários leves e que suportam altos pesos;
- Fácil limpeza e conservação;
- Facilidade de mobilidade e transporte;
- Praticidade, pois muitos tipos de mobiliário podem ser empilháveis;
- Padronização e produção em série;
- Durabilidade e segurança.

O sonho e a técnica

Os designers estão dando uma injeção de vigor aos mais diversos objetos de decoração. Com criatividade e estilo, muitos deles se preocupam também com a sustentabilidade, utilizando o material reciclado.

Você mesmo pode ter uma ideia bacana inspirando-se na natureza e em peças de plástico que já possui em casa. Pedaços de garrafas e outras embalagens coloridas viram lindas flores para deixar o ambiente mais alegre.

Quem sabe aquele escorredor de massa de plástico furadinho e colorido não vira um belo lustre pendente na mesa de jantar?

Combine o sonho e a técnica e torne-se um designer por alguns momentos!

Fonte: Movimento Plástico Transforma

 

 

Sancionada lei que permite descontos em pagamento à vista

27.06.17

Sancionada lei que permite descontos em pagamento à vista

O presidente Michel Temer sancionou, nesta segunda-feira, dia 26, a lei que permite aos comerciantes diferenciar a cobrança de preços para pagamento à vista e a crédito.

A mudança, que é prerrogativa do comerciantes, ou seja, pode ou não ser adotada, havia sido proposta em dezembro do ano passado através de medida provisória, e já está em vigor desde então. Foi aprovada pelo Congresso e enviada para sanção de Temer.

Até agora, o comércio não tinha autorização legal para cobrar valores menores em preços à vista. Como os preços tinham que ser iguais, e a taxa média cobrada das operadoras de cartão é de 5%, os valores à vista acabavam sendo impactados.

Um ponto foi adicionado à MP: que os comerciantes informem em local visível sua política de descontos.

Em discurso, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a iniciativa é importante para a "evolução do sistema financeiro" e que seu principal objetivo é aumentar a eficiência e a transparência no ambiente regulatório.

"Hoje temos, com a sanção da lei, avanço importante para modernizar o sistema de pagamentos. Cada serviço tem um custo associado, então, é natural que tenha seu próprio preço", afirmou.

Ele disse ainda que a proibição provocava repasse de preços a todos os consumidores e que a medida tem efeito positivo na distribuição de renda.

"Os portadores de cartão com média e alta renda recebem descontos e acesso a programas de recompensa. Com a medida, o subsídio é eliminado", afirmou.

PESQUISA

Segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas), 77% dos brasileiros tem como prática pedir descontos. "E 75% dos empresários estão adotando esse tipo de prática", afirmou Honório Pinheiro, presidente da entidade.

Desde que a MP passou a valer, três em cada 10 micro e pequenos empresários de comércio e serviços afirmaram que perceberam aumento nos pagamentos realizados à vista, de acordo com a CNDL.

Fonte: Folha de São Paulo

 

 

Engenheiro britânico usa plástico reciclado para criar asfalto 60% mais resistente

26.06.17

Engenheiro britânico usa plástico reciclado para criar asfalto 60% mais resistente

O uso de plástico reciclado tem sido cada vez mais testado na construção sustentável. Um dos exemplos mais recentes veio de um trio de empreendedores do Reino Unido. Trata-se do desenvolvimento de um asfalto de excelente qualidade produzido de uma maneira muito mais barata, uma vez que utiliza resíduos plásticos.

Batizado de MR6, o asfalto ecológico possui menos betume do que uma pavimentação tradicional. A empresa desenvolvedora, MacRebur, afirma que o resultado é um produto mais fácil de ser aplicado, em comparação com os outros. Também garante que o asfalto é mais 60% mais resistente, tendo melhores resultados em diversos quesitos – o que aumenta a vida útil da estrada.

Apresentado como um asfalto ecônomico e duradouro, ele é feito com materiais 100% reciclados, o processo é benéfico por diversas razões, entra eles ajuda a reduzir: o uso de combustíveis fósseis, a pegada de carbono e a quantidade de lixo que iria para o aterro sanitário. Além disso, ele não tem custos de infra-estrutura maiores do que um asfalto comum e ainda requer menor investimento em manutenção.

A ideia da tecnologia veio do engenheiro Toby McCartney quando trabalhava no sul da Índia com uma instituição de caridade que ajudava trabalhadores de um aterro sanitário. Quando voltou ao Reino Unido ele se juntou a dois amigos para criar uma mistura de resíduos de plásticos que pode ser adicionada ao material base da produção de asfalto e assim surgiu o MR6.

“Após 18 meses de testes e testes, tivemos o nosso produto que é dentro dos padrões britânicos e europeus e é um aditivo de alto desempenho que melhora as estradas que conduzimos hoje”, explica a companhia.

O produto tem chamado atenção de grandes investidores, entre eles o bilionário Richard Branson que premiou a MacRebur com o primeiro lugar em uma competição de startups promovida pela sua empresa.

Fonte: Ciclo Vivo e ONE2030

 

 

Stella McCartney vai usar plástico dos oceanos como matéria-prima de suas coleções

22.06.17

Varejo e serviços mostram recuperação

Conhecida por suas preocupações ambientais, a estilista Stella McCartney anunciou que vai usar plástico recolhido dos oceanos como um dos componentes das roupas da sua grife. A empreitada acontece graças a um acordo firmado com a ONG Parley for the Oceans, que trabalha recolhendo objetos descartados no mar como redes de pesca e garrafas.

O uso do material reciclado em roupas é possível por conta de uma fibra desenolvida pela entidade, que já é usada, por exemplo, em alguns tênis produzidos pela Adidas. Embora a estilista ainda não tenha definido exatamente como usará o material em suas peças, a linha reciclada deve ser aplicada em artigos como sapatos, bolsas e casacos.

Em entrevista ao "The New York Times", Stella defendeu a parceria e afirmou que o uso de material reciclado não tira o valor de seus produtos.

"Quando eu era mais nova, couro era sinônimo de luxo, e as pessoas não aceitavam que eu não usasse couro nas minhas peças. O couro é mais barato do que outros produtos alternativos, é menos interessante, menos moderno. Será que um plástico reciclado será pensado como luxo algum dia? Se as pessoas perceberem que viver por mais tempo neste planeta é um luxo, então sim, essa é a minha ideia de luxo", argumentou a estilista.

Fonte: O Globo

 

 

Varejo e serviços mostram recuperação

20.06.17

Varejo e serviços mostram recuperação

Em meio à instabilidade política, a economia dá sinais positivos. Duas boas notícias foram divulgadas semana passada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A primeira delas: as vendas do comércio varejista nacional avançaram 1% no mês de abril em relação ao mês anterior. Ou seja, a população está comprando mais e isso significa mais dinheiro em circulação, o que é uma alavanca que poderá retroalimentar a recuperação econômica nos próximos meses.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada dia 13. Foi o primeiro resultado positivo em 24 meses, interrompendo uma sequência de quedas que teve início em abril de 2015. Segundo os economistas, os fatores que justificam o impulso são a redução da inflação e os recursos liberados do FGTS das contas inativas. O setor de supermercados e o comércio em geral, especialmente, são os maiores beneficiados pela onda otimista.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre e Diário do Grande ABC

 

 

Incrível edifício feito a partir de 1,5 milhões de garrafas de plástico resiste a incêndios e terremotos

19.06.17

Incrível edifício feito a partir de 1,5 milhões de garrafas de plástico resiste a incêndios e terremotos

Localizada em Taipei, Taiwan, essa esse incrível edifício é um exemplo de uma construção totalmente renovável e ecológica. Construído a partir de 1,5 milhões de garrafas de plástico reciclado, este pavilhão maciço é surpreendentemente forte o suficiente para suportar as forças da natureza, incluindo incêndios e terremotos!

Projetado pelo arquiteto Arthur Huang, o pavilhão de nove andares de US $ 3 milhões USD é alimentado por energia solar e foi construído para o mantra de “Reduzir, Reutilizar e Reciclar”.

Como o primeiro edifício do mundo de seu tipo, EcoARK é um feito arquitetônico incrível. A chave para o projeto EcoARK estava com polli-tijolos, um bloco de construção oco feito de PET reciclado desenvolvido pela Miniwiz. Os polli-tijolos foram fabricados a partir de mais de um milhão de garrafas de plástico reciclado derretido em pelotas de PET e re-engenharia em uma nova forma de garrafa-. Os polli-tijolos moldados por sopro apresentam ranhuras de encaixe que se encaixam bem como LEGOs e requerem apenas uma pequena quantidade de selante de silicone.

Uma vez montados em painéis retangulares planos, os polli-tijolos são revestidos com uma película resistente ao fogo e à água. Fachada curvo e transparente do EcoARK é constituído por estas modulares painéis aparafusadas e montado sobre uma estrutura de aço estrutural. Embora o EcoARK pesa metade do que os edifícios convencionais, é resistente a terremotos e tufões, e pode suportar ventos sustentados de até 130 quilômetros por hora.

Fonte: Meio Ambiente Rio

 

 

Projeto inovador na Holanda oferece descontos para quem recicla plástico

13.06.17

O desconto é algo quase unânime para as pessoas. Há quem não goste de pagar menos do que o previsto em uma compra? Baseado nisso, um projeto na cidade de Amsterdam, na Holanda, vem aliando preços especiais e consciência ambiental.

O Wasted é um projeto onde os moradores da região podem trocar quilos de plásticos por moedas. Esse ‘dinheiro de plástico’ pode ser usado em comércios locais, que, por sua vez, oferecem descontos e brindes às pessoas.

De acordo com o site do projeto, há pelo menos 26 estabelecimentos comerciais que participam da promoção. Entre eles, cafés, supermercados, spas, lojas de bicicletas e restaurantes.

Segundo o The Guardian, no famoso café El Ponte, por exemplo, uma ‘moeda verde’ vale um café grátis. Já na BeekhovenBikes, os donos de bicicletas ganham 50% de desconto nos custos dos reparos das magrelas.

Os participantes em potencial se inscrevem no Wasted e recebem um saco marcado com um código QR exclusivo para cada família. Assim, os organizadores podem distribuir o crédito correto para cada família toda vez que os plásticos forem coletados. Para cada saco, uma moeda.

Desde o início do projeto, tocado por uma Organização Não-Governamental, em 2015, mais de 700 famílias já se inscreveram.

Assista ao vídeo abaixo e veja como funciona o Wasted:

Fonte: Revista Veja e Quebrando o Tabu

 

 

Estilista cria site que reúne fornecedores e marcas sustentáveis

08.06.17

Estilista cria site que reúne fornecedores e marcas sustentáveis

Durante o Dragão Fashion Brasil, que aconteceu entre os dias 24 e 27 de maio, pode-se conhecer o trabalho do site Moda Limpa, uma agenda colaborativa idealizada pela estilista Marina de Luca em parceria com Kaio Freitas e Julio Almeida. O endereço reúne, de forma prática, fornecedores, produtores e marcas sustentáveis e éticas que primam pelo consumo consciente.

Com uma simples busca, você pode ter acesso a diversas empresas que prestam apoio a grupos vulneráveis, fornecedores veganos, produtos orgânicos, reciclados, biodegradáveis e vários outros tipos de moda sustentável. Já que o site é colaborativo e permite o cadastro de marcas por meio dos leitores, também é possível encontrar etiquetas que vendem peças sustentáveis.

“A gente também tem uma parte para marcas, pois a gente percebeu que o consumidor final também tem a necessidade de saber de quem comprar. As marcas podem se escrever no site, informando o tipo de produto que ela vende”, conta Marina.

A estilista explicou um pouco mais sobre o seu trabalho ao site Finíssimo. Confira:

Como e quando surgiu o Moda Limpa?

Nós lançamos o site em outubro do ano passado, mas nós começamos a colocar o projeto em prática em junho. Eu fiz um curso de moda sustentável com umas meninas do Fashion Revolution, que é o site que hoje eu trabalho, e, durante o curso, conversando com as pessoas, começaram a me perguntar coisas como “onde eu posso de comprar malha de algodão orgânico?” e eu sempre conhecia os fornecedores, então eu decidi reunir todos esses contatos em uma planilha aberta no Google Docs. Coloquei uns 10 fornecedores que eu tinha contato e postei no Facebook. A tabela começou a viralizar e um amigo do Rio de Janeiro me mandou uma mensagem, dizendo que tinha adorado a ideia, que era empreendedor social, e, como ele é programador, me propôs que a gente colocasse isso em um site e monetizasse. E foi assim que começamos.

Atualmente, você é Diretora de Comunicação no movimento Fashion Revolution Brasil. O que é esse projeto?

É um movimento que começou em Londres, em 2013, quando caiu um prédio que abrigava vários costureiros e morreram mais de mil pessoas, em Bangladesh. Depois desse incidente, criaram esse projeto para lutar contra a exploração de pessoas e conscientizar as pessoas sobre o impacto ambiental da moda na Terra, pois essa indústria é a segunda mais poluente do mundo. Atualmente, a iniciativa está em 92 países.

Quais os melhores exemplos de marcas sustentáveis que temos no Brasil hoje?

A Santaconstancia, que criou a malha biodegradável, é um exemplo ótimo, pois a marca pensou no fim da vida útil do produto. Outro bom exemplo é a Daterra Project, uma empresa da Paraíba que criou um tecido desenvolvido a partir de aparas de tecido jogadas no lixo. É um tecido mais rústico, mas dá para fazer sapatos, mochilas, chapéus, bonés, bolsas, nécessaires e várias outras coisas. Só em São Paulo, são produzidas 20 toneladas de aparas de jeans por dia, então reaproveitar isso é fundamental.

Os brasileiros está atento ao consumo consciente? Esse tema tem tido visibilidade entre nós?

É impressionante como isso está crescendo rápido. Me deixa super feliz. Eu comecei a pesquisar esse assunto há uns três anos e eu ia nessas rodas de conversas e debates e tinha cinco pessoas na sala. Dez pessoas era um sucesso absoluto. Hoje a gente vê mais de 400 pessoas escutando sobre o tema em uma palestra. O movimento do Fashion Revolution, por exemplo, existe há quatro anos e somente em 2017 que o movimento foi noticiado na Globo. Demorou, mas as pessoas começaram a prestar atenção.

Fonte: Finíssimo

 

 

Dica DIY: dia dos namorados sustentável

06.06.17

Presentear é sempre uma ótima maneira de demonstrar carinho a quem amamos. Por isso, no Dia dos Namorados os presentes ganham um significado ainda mais especial. Então, que tal fazer isto de forma criativa, sustentável e econômica?

Confira no vídeo abaixo, o passo a passo de uma caixinha em formato de coração feita com garrafa pet!

Materiais usados:
- Garrafa Pet (Parte lisa da garrafa)
- Tesoura
- Cola Tek Bond ou cola instantânea
- EVA, Perolas, Régua
- Laço de EVA

Medidas:
- Parte lisa da garrafa pet 8 cm de altura
- 2 tiras de 2 cm de altura
Medidas de Laços
- Dois lados com 12 cm

Fonte: Canal Adriele Lagustera

 

 

Tons terrosos são aposta para fugir do preto neste inverno 2017

01.06.17

Quano o assunto é frio, logo pensamos no preto. Em casacos, blusas, calças e sapatos – todo o tipo de sobreposição possível parece favorecer melhor o corpo com a cor escura. Os tons terrosos – que podem ir do nude ao marrom escuro –, todavia, já são queridos há várias estações, agregando texturas e transformando o look de sempre em algo novo.

Em algumas coleções de pre-fall 2017, por exemplo, o uso das nuances da terra fez parte de quase todos os looks. Na Balenciaga, produções completas em tons de marrom-conhaque foram arrematadas por botas laranjas over-the-knee. Já para a Chloé, Clare Waight Keller decidiu que os tons terrosos deveriam tingir diferentes tecidos em uma mesma peça, criando camadas e distrubuindo texturas ao longo da coleção.

Tons terrosos são aposta para fugir do preto neste inverno 2017

Para aderir à esta tendência cheia de elegância nesta estação, confira algumas sugestões:

Tons terrosos são aposta para fugir do preto neste inverno 2017

Tons terrosos são aposta para fugir do preto neste inverno 2017

Fonte: Vogue

 

 

Maio 2017

Crise não ameaça expectativa otimista do varejo gaúcho em relação ao Dia dos Namorados

29.05.17

Crise não ameaça expectativa otimista do varejo gaúcho em relação ao Dia dos Namorados

Os recentes acontecimentos que causaram o agravamento da crise política e seus reflexos na economia não estão conseguindo conter a expectativa otimista do varejo gaúcho em relação às vendas do Dia dos Namorados.

Pelo menos a FCDL-RS projeta um crescimento de 3,5% a 5% sobre igual data de 2016, baseada no início da retomada da economia e na liberação de vultosos recursos do FGTS. Neste contexto, a entidade estima um ticket médio de R$ 95,00 na compra dos presentes, ante os R$ 90,00 de 2016, fruto da provável seletividade dos clientes por uma melhor relação custo-benefício e pelo romantismo da própria data em que os consumidores apostam geralmente em presentes mais ousados para surpreender seu parceiro ou parceira.

Fonte: Jornal do Commércio

 

 

Tecnologia que transforma plástico reciclado em tijolos chega ao Brasil

29.05.17

Tecnologia que transforma plástico reciclado em tijolos chega ao Brasil

Especializada em projetos de construção civil, a companhia italiana Presanella Building System recicla o plástico destinado aos lixões, transformando-o em tijolos e demais materiais que compõem o projeto arquitetônico para construção de casas.

Com o plástico são produzidos diferentes tipos de tijolos para montagens das paredes, peças e vigas para sustentação do telhado. Para construir uma casa de 80 metros quadrados, são reciclados cerca de 2.500 kg de plástico.

A fundação e as paredes são compostas também por cimento, EPS e água. Além de ser mais leve, esse cimento aumenta o isolamento acústico e térmico da construção, o que contribui para redução de despesa de energia para o aquecimento da casa. De acordo com a companhia, os tijolos e demais componentes permitem a construção de casas com nível tecnológico muito elevado em curto tempo e com custos reduzidos.

O que faz os gastos serem menores, segundo a empresa é que, além dos materiais utilizados, o armazenamento de todos os componentes pode ser feito em espaço reduzido, a praticamente ausência de maquinários e a redução da mão de obra especializada para a construção das unidades habitacionais.

Com sede na província de Brescia, na Itália, a empresa inaugurou uma fábrica em Assunção no Paraguai e agora tem planos de atender toda a América Latina. No Brasil, a empresa já possui operação comercial por meio da Propeller Representações. Inclusive, já estão em construção duas casas modelo em Maceió, Alagoas.

Fonte: Plastivida

 

 

Vichy: ideias para usar a estampa que é a tendência deste inverno

25.05.17

Quer apostar em uma só estampa para 2017? Não pense duas vezes, a resposta é vichy. A clássica padronagem de picnic invadiu as passarelas e empresta um clima de riviera francesa, feminino e cool, a todas ocasiões.

A versão blusa acompanha bem uma calça de alfaiataria para o trabalho.

Disponível em diversas tonalidades, as mais certeiras serão azul, preto, amarelo e rosa, do claro ao pink. O blazer em fuchsia garante um resultado mais interessante ao combo com cinza.

Os tops estilo bustier lembram a musa Brigitte Bardot, mas perdem o ar romântico demais na combinação sobreposição com jeans.

 

Vichy: ideias para combinar a estampa mais querida do inverno

 

Para um look mais irreverente e destemido, misturar o vichy com listras ou com outra versão da estampa é uma ótima ideia.

Se seu estilo é mais rocker, o vichy também pode ser adaptado. Combine um suéter ou cardigan com peças mais pesadas de couro e botas.

 

Vichy: ideias para combinar a estampa mais querida do inverno

 

Os acessórios também são uma alternativa para usar a tendência. A clutch faz toda diferença na composição. Colares delicados também contam.

Em versão chemise longo é perfeito para aproveitar um dia off.

 

Vichy: ideias para combinar a estampa mais querida do inverno

 

O chemise curto e com laço vai ao almoço chique ou o happy hour.

Com jaqueta jeans é a cara da Primavera.

Com salto alto e bolsa de alça de corrente, o styling leva a estampa para o nível sofisticado.

 

Vichy: ideias para combinar a estampa mais querida do inverno

 

Fonte: Revista Donna

 

 

Empresa cria fio sustentável para a produção de uniformes

24.05.17

Empresa cria fio sustentável para a produção de uniformes

A Rhodia acaba de lançar, durante a Febratêxtil, em São Paulo, seu mais novo produto: o Rhodianyl® Bio, um fio têxtil inteligente e funcional. Composto por poliamida, o material conta com o poder de biodegradação e é voltado à confecção de uniformes escolares.

Desenvolvida em território nacional, a tecnologia reúne conforto, toque macio, maior respiração, fácil lavagem, absorção de umidade, diversidade de cores, entre outros benefícios. Relacionados à sustentabilidade, os uniformes feitos com o fio terão a funcionalidade de decomposição em até três anos depois de serem descartados.

O CEO da unidade global de negócios Fibras, do Grupo Solvay, Renato Boaventura citou as principais virtudes do produto. “O respeito ao meio ambiente e a questão da sustentabilidade são temas que estão avançando no cotidiano das escolas e nada melhor do que? oferecer ao estudante a possibilidade de que seu primeiro contato com esses assuntos seja feito através do uso de um uniforme feito a partir de um fio têxtil biodegradável como o Rhodianyl® Bio”, comentou.

Com o processo de produção, a Rhodia expande sua gama de têxteis que priorizam a conservação do meio ambiente. Agora com o novo foco, a produtora se dedica ao sucesso no setor de confecção de uniformes escolares, composto por cerca de 3 mil empresas no Brasil.

“Queremos cada vez mais criar produtos amigos do meio ambiente. A nossa missão, junto com os nossos clientes, é a de desenvolver soluções que atendam a essa demanda, contribuindo para um mundo melhor para as futuras gerações”, salienta Boaventura.

A exemplo dos demais fios produzidos pela Rhodia, o lançamento também possui a certificação internacional Oeko-Tex (standard 100, classe 1), que permite a confecção de roupas para bebês, crianças e adultos.

Fonte: Abit

 

 

Confiança do Comércio cresce 2,7% em maio ante abril

23.05.17

Confiança do Comércio cresce 2,7% em maio ante abril

O comerciante brasileiro ficou mais otimista na passagem de abril para maio, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,7%, alcançando 103 pontos no mês de maio. O resultado confirma o indicador na zona positiva alcançada no mês anterior, acima dos 100 pontos da zona de indiferença.

Na comparação com maio do ano passado, a confiança dos comerciantes obteve a maior taxa positiva da série histórica do indicador, um salto de 30%. “Os últimos resultados do índice mostram que os comerciantes começam a enxergar sinais de retomada lenta e gradual das vendas, em um cenário de desempenho mais favorável da atividade do comércio, que esperamos que se consolide na segunda metade de 2017”, avaliou a economista Izis Ferreira, da Divisão Econômica da CNC, em nota oficial.

O subíndice da pesquisa que mede a percepção dos comerciantes sobre as condições correntes chegou a 71,3 pontos, um aumento de 74,8% na comparação com maio de 2016. Em relação a abril, a alta foi de 7%.

A percepção dos varejistas quanto às condições atuais da economia melhorou 9,4% em maio ante abril. Houve avanços também em relação ao desempenho do comércio (+7,6%) e ao da própria empresa (+5%).

Ao mesmo tempo, diminuiu a proporção de comerciantes que avaliam as condições econômicas atuais como piores: 71,2% dos varejistas dizem que a economia piorou em maio, porcentual abaixo do observado em abril (71,7%) e em maio do ano passado (93,9%).

Único item na zona positiva (acima dos 100 pontos), o subíndice que mede as expectativas do empresário do comércio alcançou 149,2 pontos em maio, alta de 1,8% em relação a abril. Na comparação com maio do ano passado, o crescimento foi de 22%.

A expectativa quanto ao desempenho da economia permanece melhorando: na avaliação de 81,4% dos entrevistados, a economia vai evoluir favoravelmente nos próximos seis meses.

Em maio, o subíndice que mede as condições de investimento do comércio registrou aumento de 2,3% na passagem de abril para maio, alcançando 88,5 pontos. Houve avanços nas intenções de investimento nas empresas (+3,2%), na contratação de funcionários (+2,7%) e em estoques (+1%).

Na comparação com maio de 2016, o subíndice de investimentos cresceu 18,6%, com aumentos na intenção de contratação (+32,4%), de investimentos em estoques (+2,8%) e nas empresas (+21,7%).

Fonte: Exame Abril e Sindilojas Porto Alegre

 

 

DIY: Faça crochê reutilizando sacolas plásticas

22.05.17

Aprenda a reutilizar sacolas plásticas para transformá-las em fios de crochê. Você pode usar qualquer cor de sacola para fazer diversos novelos e soltar a criatividade em suas criações. O fio plástico substitui lãs e linhas para fazer bolsas, tapetes, toalhas e muito mais!

Assista ao vídeo abaixo e confira o passo a passo para transformar a sacola em fio de crochê:

Fonte: Canal Guidecentral Português

 

 

Supermercado troca material reciclável por comida

17.05.17

Supermercado troca material reciclável por comida

Plástico, garrafas de alumínio e outros materiais recicláveis podem ser trocados por frutas, arroz, feijão, legumes e verduras no primeiro supermercado ecológico no país, segundo seus organizadores.

Localizado no município de Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre – quase divisa com o Peru –, o TrocTroc foi criado em uma parceria da Fundação Belga House of Indians Foundation com os índios Ashaninka.

O projeto pretende construir uma consciência de reciclagem para os moradores do estado e incentivar a economia local, já que os produtos vendidos são nativos da região.

O mercado funciona assim: cada quilo de material reciclável vale R$ 0,50 em compras. Caso o cliente traga os resíduos limpos e amassados, ele tem um acréscimo de 20% no valor final do peso.

Após serem trocados pelos alimentos, todo esse material é enviado para Rio Branco, onde passa pela reciclagem e os recursos gerados são novamente investidos na cidade.

“O mais rico desse processo é que além da coleta, você gera educação, economia, e menos gastos na limpeza da cidade. Eu, como prefeito, vejo isso com uma iniciativa inédita e revolucionaria”, afirma o prefeito da cidade Isaac Piyãko ao G1.

Fonte: Catraca Livre

 

 

Pampack Embalagens apoia campanha da Fundação Abrinq contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

16.05.17

Pampack Embalagens apoia campanha da Fundação Abrinq contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

A próxima quinta-feira, 18 de Maio, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído pela Lei Federal 9.970/00.

A data, criada em 1973, tem como objetivo informar e mobilizar a sociedade a fim coibir a ocorrência deste tipo de crime e garantir a integridade de crianças e adolescentes. No último ano, foram registradas mais de 17 mil denúncias de violência sexual contra menores no Brasil.

A Fundação Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), organização sem fins lucrativos para promoção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes, apoia, todos os anos, a campanha Faça Bonito, que acontece em 18 de maio.

Comprometida com a situação da infância no Brasil, a Pampack Embalagens é uma empresa amiga da criança, associada à Fundação Abrinq, e também aderiu ao movimento, incentivando e apoiando a iniciativa.

Assim, convidamos todos os nossos clientes, amigos e parceiros a fazerem parte da campanha #FaçaBonito, auxiliando a promover a conscientização da sociedade no combate do abuso e exploração sexual infantil e juvenil. Afinal, para erradicarmos este mal, é necessário que todos façam bonito na proteção de nossas crianças e adolescentes.

Para participar, no dia 18 de maio, utilize as hashtags de mobilização #FacaBonito, #Disque100 e #FundaçãoAbrinq em suas redes sociais.

Assista ao vídeo abaixo, saiba mais e participe!

 

 

#Disque100 e denuncie!

Fonte: Fundação Abrinq e Pampack Embalagens

 

 

Rio Grande do Sul mantém quarto maior potencial de consumo do país

15.05.17

Rio Grande do Sul mantém quarto maior potencial de consumo do país

O potencial de consumo no Rio Grande do Sul para 2017 é de R$ 285,560 bilhões. Representa 6,8% do montante do país, um pouco maior do que no ano anterior, ocupando o quarto lugar no ranking de Estados.

É a mesma posição de 2016 no IPC Maps, feito pela IPC Marketing Editora, empresa especializada em informações de mercado.

A lista é, obviamente, liderada por São Paulo, que responde por mais de 27% do potencial de consumo brasileiro. Depois, aparecem Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Dentre os municípios gaúchos, apenas dois aparecem no ranking dos 50 primeiros colocados no país:

1. Porto Alegre ainda lidera no Estado, mas caiu da 7ª para a 8ª posição no país, ultrapassada por Fortaleza. Tem um potencial de consumo para 2017 de R$ 48,134 bilhões. É 1,14% do país.

2. Caxias do Sul seguiu em segundo e manteve a 30ª posição no país. Potencial de consumo de R$ 16,73 bilhões.

Uma análise nacional

O estudo IPC Maps mostra que o consumo nacional tem fôlego para atingir R$ 4,2 trilhões. Serão gastos R$ 300 bilhões a mais que em 2016, indicando crescimento real estimado em 0,42%. O desembolso permanece maior no interior dos Estados sobre as capitais.

- Enquanto os 50 maiores municípios concentram mais de 40% de tudo que é consumido no país, a mobilidade nos extratos sociais está praticamente estagnada, com reflexos de queda no topo da pirâmide social, que é formada pelas Classes A e B, e estreitamento ainda mais acentuado nas classes menos favorecidas.

- Vem do interior 70,15% do consumo. Pouco mais de R$ 2,9 trilhões. E este fenômeno não é novo. Acontece desde 2015, quando a movimentação do consumo fora das Capitais bateu os 70%.

- Atualmente, resta às capitais estaduais R$ 1,3 trilhão, menos de 30%, uma participação que por longos anos espelhava mais da metade do consumo nacional.

Fonte: Blog Acerto de Contas e Sindilojas Porto Alegre

 

 

Médicos usarão réplicas de corações produzidas em plástico no preparatório cirurgias pediátricas

10.05.17

Médicos usarão réplicas de corações produzidas em plástico no preparatório cirurgias pediátricas

A Stratasys anunciou que um estudo que investigará o uso de modelos de órgãos impressos em cirurgias complexas do coração de pacientes pediátricos inaugurou uma nova fase. As inscrições para a pesquisa clínica do “3D Hearts Enabling A Randomized Trial” (3DHEART) estão abertas para pacientes voluntários nos Estados Unidos.

Ao usar uma impressora 3D, médicos conseguirão fabricar uma réplica feita em plástico do coração dos pacientes, algo que possibilita uma avaliação e interação mais apurada do órgão quando comparado às imagens 2D.

O estudo clínico é aprovado pelo Programa de Responsabilidade Social da Stratasys, que por sua vez oferece apoio à pesquisa com equipamentos e materiais para produção dos modelos em 3D.

Administrado pela OpHeart, organização sem fins lucrativos, o estudo tem como foco pacientes pediátricos com doença cardíaca congênita que necessitam de reparação complexa de dois ventrículos.

"Este estudo é extremamente importante para finalmente quantificar o que é possível saber em primeira mão sobre a experiência de impressão 3D de modelos específicos de pacientes, com o objetivo de melhorar os processos cirúrgicos, seus resultados, além de proporcionar tratamentos com custos menores", explica o Dr. Yoav Dori, cardiologista pediátrico do Children's Hospital de Filadélfia. Segundo ele, se isso puder ser demonstrado empiricamente, será um marco da transformação no tratamento não só de crianças com defeitos cardíacos congênitos, mas dos pacientes em geral.

A amostra do estudo abrange 400 pacientes. A Stratasys teve sua impressora 3D Stratasys Connex utilizada para a impressão de modelos cardíacos para 200 desses pacientes.

Esses biomodelos se baseiam nos exames de ressonância magnética ou tomografia computadorizada dos pacientes e permitem que o cirurgião avalie e pratique uma réplica precisa do coração antes da cirurgia. Assim, o estudo possibilita um comparativo dos benefícios do uso de biomodelos junto a estes 200 pacientes com os resultados de outros 200 indivíduos, que estão sendo tratados apenas com base nos resultados dos exames tradicionais em 2D.

Nesta fase, o 3DHEART está sendo conduzido por médicos do Hospital Morgan Stanley para Crianças, instituição ligada ao Hospital New York-Presbyterian, do Children's Hospital de Filadélfia, do Children's National Medical Center e do Phoenix Children's Hospital, com até 20 localidades adicionais nos Estados Unidos.

Fonte: Plastivida

 

 

Fabricante de jeans produz peças com foco na sustentabilidade e reciclagem

09.05.17

Fabricante de jeans produz peças com foco na sustentabilidade e reciclagem

Pautada em sustentabilidade, quesito intrínseco com os valores que acredita, a Santista Jeanswear apresentou a sua coleção de Inverno 2018, durante evento realizado em São Paulo.

A tecelagem destacou duas linhas como as principais para a estação: a “Free” - stretchs com maior conforto e performance, trazendo um item com resfriamento e proteção térmica, e a “Upcycle PET” – com tecido desenvolvido a partir da reutilização de garrafas PET.

Sueli Pereira, gerente de Inovação e Design da Santista Jeanswear, explica as novidades. “Os valores de mundo estão sendo revistos, mas existem valores que são fixos e fazem parte da Santista, que são sustentabilidade, inovação e bem-estar. Pensando nisso, apostamos em duas linhas que serão essenciais”, destaca.

O “Upcycle PET” é uma versão do denim feito com fibras de poliéster de garrafas PET recicladas e algodão reutilizado, agora com stretch. “Esse produto resiste bem à lavanderia e conta com peso de 8,5 oz. Além disso, queremos mostrar a sustentabilidade com tecnologia e com componente de moda”, revela Sueli.

Ela ainda conta mais uma novidade. “Os produtos com diferencial serão entregues com tags que indicam as tecnologias utilizadas. Assim os clientes podem comunicar quais são os processos utilizados na fabricação para o consumidor final”, declara.

Fonte: Abit e Santista Jeanswear

 

 

Dia das Mães anima os lojistas

08.05.17

Dia das Mães anima os lojistas

O Dia das Mães, que acontece no próximo domingo, já dá sinal que poderá dar um fôlego ao comércio em tempos de crise. Levantamento feito pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Poa) e Sindilojas na Capital e na Região Metropolitana, com 300 consumidores, revela que serão movimentados R$ 176 milhões neste ano. O valor representa um crescimento nominal de 8% em relação às vendas do Dia das Mães de 2016.

De acordo com o presidente da CDL Poa, Alcides Debus, o clima também de contribuir para aquecer a comercialização para a data. "Com a comemoração ocorrendo no segundo domingo do mês, as baixas temperaturas e a demanda reprimida de abril, em consequência dos feriados, as vendas devem alcançar o esperado pelos lojistas", destacou.

Já pesquisa realizada pela Fecomércio-RS, sobre a previsão de negócios para a data, anuncia um valor médio de presente de R$ 127,14, um recuo de 2% se comparado a 2016. A intenção de compras demonstra que há cautela, mas não chega a ser desanimadora para o setor. "Acho que a mostra é otimista no sentido de que, no ano passado, nos deparamos com uma diminuição de 9% nas vendas. Com os 2% verificados agora, podemos identificar uma queda bem menor, o que é muito positivo", garante o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Como de costume, as lojas localizadas nos centros das cidades são as mais procuradas, com 53,0%, e os shopping centers, com 17,9%. Já, os itens preferidos são vestuário (37,2%), perfumes e cosméticos (14,3%), calçados (10,2%) e eletroeletrônicos e eletrodomésticos (6,5%). Na apuração da Fecomércio-RS foram ouvidas 385 pessoas nas cinco principais cidades de cada macrorregião do Estado.

Já uma pesquisa comportamental para o Dia das Mães, encomendada pela CDL Poa e Sindilojas Porto Alegre, produzida com o foco na geração Y, mães entre 26 e 36 anos, aponta que o tíquete médio será de R$ 170,00 (-15,2% na comparação com 2016, quando o valor estimado foi de R$ 192,00). Outra diferença, mas nem tão curiosa, é a preferência de compras desse grupo para eletrodoméstico/eletrônico.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

 

 

Projeto transforma plásticos reciclados em materiais de construção

04.05.17

Projeto transforma plásticos reciclados em materiais de construção

Os escritórios de arquitetura Project.DWG e LOOS.FM divulgaram seu pavilhão PET, uma estrutura temporária em um parque comunitário na Holanda, que se concentra em questões de construção sustentável, reciclagem e desperdício, repensando as maneiras como os edifícios são desenvolvidos, construídos e usados. Especificamente, o pavilhão é um estudo do uso de resíduos plásticos como material de construção.

Usando a estrutura elevada da Farnsworth House de Ludwig Mies van der Rohe, a estrutura consiste em duas lajes monumentais em uma estrutura de aço. "Do chão ao teto, as folhas onduladas transparentes de parede dupla contêm mais de 40.000 garrafas plásticas", com tampas de garrafa unidas a gargalos suportando o sistema.

Em vez de pretender ser uma solução "sustentável", o pavilhão PET centra-se na exploração de novas possibilidades e como uma ferramenta educativa. Por exemplo, o número esmagador de garrafas usadas no projeto tem como objetivo destacar até que ponto consumimos produtos e produzimos resíduos, na esperança de que os visitantes questionem onde seus resíduos vão, ou de que outra forma ele poderia ser usado para um novo propósito.

Além disso, o pavilhão "mostra que um edifício temporário pode servir plenamente seu propósito, antes de ser reutilizado ou reciclado, sem perder valor material", ao contrário de muitas estruturas permanentes que utilizam materiais como o concreto.

Painéis de vidro recuperados formam um jardim de inverno no lado ensolarado do pavilhão, onde sete grandes portas giratórias abrem todo a fachada do edifício para o parque circundante, que é também um espaço temporário entre os planos de desenvolvimento e organizado pela comunidade local.

Exposições de arte e eventos interativos ocupam o interior do pavilhão, com a intenção de tornar a arte acessível sem uma visita formal ao museu. Além disso, o espaço é usado como um local de encontro da comunidade, mantendo fóruns para o conselho de bairro, e "impactou monumentalmente" no âmbito social local.

Fonte: Archdaily

 

 

Empresa têxtil produz malhas a partir de plásticos recolhidos no mar

03.05.17

Empresa têxtil produz malhas a partir de plásticos recolhidos no mar

As preocupações ambientais e os objetivos de reciclagem são cada vez mais uma exigência das grandes marcas e a empresa portuguesa Vilartex está na linha da frente no fornecimento de matéria-prima. A mais recente novidade é a produção de malhas a partir da utilização de resíduos plásticos recolhidos no mar, depois de ter sido também pioneira no uso de algodão amigo do ambiente e de, há dois anos, ter começado a produzir a partir de garrafas de plástico recicladas.

“O fio de poliéster feito a partir dos resíduos de plásticos recolhidos nos oceanos é uma novidade que foi apresentada agora em Fevereiro, em Paris, na Première Vision, e logo aí decidimos avançar para a sua utilização”, explica Carmen Pinto, administradora da empresa de Guimarães que há muito faz questão de utilizar produtos orgânicos e amigos do ambiente.

“Estamos orgulhosos de fazer parte deste movimento”, acentua a administradora, mostrando que a utilização de soluções de sustentabilidade e amigas do ambiente representa também uma vantagem competitiva. “Fomos pioneiros e avançamos para a utilização de fio reciclado por iniciativa nossa, sem que isso nos tivesse sido exigido ou solicitado pelos clientes. Sabíamos que as grandes marcas como a H&H, Adidas, COS ou Inditex têm objetivos a cumprir nesta matéria até 2020 e o que se verifica é que começa a haver uma procura louca deste tipo de material”, confessa Carmen.

Quanto à produção, explica que a utilização dos fios de plástico reciclado não implicou qualquer investimento ou reconversão. “Exige apenas um espaço próprio de armazenamento e também o tear tem que ser 100% limpo e o espaço delimitado, para não haver contaminações. Também a malha é depois embalada com material especifico cumprindo as exigências ambientais”.

A exportação das malhas com base em plásticos reciclados é feita de forma indireta, uma vez que são utilizadas por fabricantes nacionais que trabalham para as grandes marcas. De uma coisa Carmen Pinto está segura: “Até 2020 vai haver um crescimento acentuado na procura deste tipo de produtos”.

Fonte: Jornal T (Portugal)

 

 

Internet e shoppings ganham espaço junto aos consumidores para compra do presente de Dia das Mães

02.05.17

Internet e shoppings ganham espaço para compra do presente de Dia das Mães

A intenção dos consumidores de Porto Alegre de comprar o presente de Dia das Mães no shopping aumentou bastante em relação ao ano passado. A opção era citada por 25% dos entrevistados em 2016 e passou para 37% agora em 2017.

O resultado apareceu na pesquisa encomendada por CDL e Sindilojas Porto Alegre. Mas os dados têm outra informação que chama mais atenção ainda:

Aumentou consideravelmente a intenção de comprar presentes pela internet. Era opção de 1,3% dos entrevistados no ano passado e pulou para 8% em 2017. Ainda é um percentual baixo, mas é um aumento representativo.

E fica a dica para o lojistas: o levantamento mostra ainda que desconto e preço lideram disparados a lista do que define o local de compra.

Entretanto, a pesquisa estadual muda de resultado. É feita pela Fecomércio-RS e mostra que as lojas do centro das cidades, mais uma vez, despontam como as preferidas para as compras de Dia das Mães. Elas foram citadas por 53% dos entrevistados. Os shopping centers aparecem como segunda opção, apontados por 17,9%.

O frio chegando anima o comércio. Era o ingrediente principal para vendas melhores na data, destaca o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer.

Fonte: Blog Acerto de Contas - ClicRBS

 

 

Abril 2017

Inverno 2017: as principais tendências de moda para aderir na estação fria

27.04.17

principais tendências de moda para o inverno 2017

Veludo, xadrez couture, looks monocromáticos... Saiba quais são as principais tendências apontadas nas passarelas para o inverno 2017

Destacamos a seguir as principais tendências apontadas nas passarelas nacionais e internacionais para renovar o look e encarar as baixas temperaturas. Anote!

Monocromia
Não importa se o eleito será neutro ou pastel: vestir o mesmo tom da cabeça aos pés é o mandamento cromático número 1 da temporada. Laranja, amarelo, roxo, azul... e a lista de cores apareceu na passarela de grifes como Victoria Beckham, Dior, Chanel, Emilio Pucci e muito mais.

Veludo
Seja como veludo molhado, cotelê, devorê, cristal ou alemão, o material parece finalmente ter encontrado fixo na moda - é o que comprovaram as coleções de inverno 2017 apresentadas neste São Paulo Fashion Week. Diversas marcas desfilaram looks que utilizam o veludo não apenas como tecido principal, mas também como base para outros adornos, como paetês e bordados românticos.

Sporty!
Bonés, tênis, maxibolsas de tecido impermeável, moletons e t-shirts são apenas algumas das referências ao universo esportivo que reinaram nas passarelas da última edição nº 43 do SPFW. Para investir já!

Motocross
Os grafismos e as cores primárias do motocross inspiram um guarda-roupa urbano rico em texturas. Aposte em jaquetas, legging e acessórios geométricos para aderir já a esta tendência que é hit certo neste outono 2017.

Foco nos ombros!
Já é uma nota cantada há algumas temporadas: os anos 80 estão com tudo. E, no que depender das passarelas internacionais para o inverno, a melodia não vai mudar. É assim, pelo menos, na semana de moda de Paris, onde ombros poderosíssimos foram vistos em passarelas de diversas marcas, adaptados a cada uma de suas personalidades.

Brilho máximo
Lamê e lurex deixaram a parcimônia de lado para brilhar com força total nos desfiles da última temporada internacional de moda, dando o tom as coleções de grifes com DNA bastante distintos.

Xadrez couture
O print ganhou novo fôlego nas passarelas da última semana de moda de Paris, inverno 2018. Dior, Loewe e Olivier Theyskens foram algumas das marcas que investiram no xadrez couture, uma versão sofisticada do quadriculado, que passa longe do estigma grunge para ser tratado como motivo nobre para os looks noturnos e uma das grandes tendências de inverno. Pode apostar.

Parkas
Em versões luxuosas, parkas são grande aposta do inverno 2017 das grifes nacionais nop SPFW.

Meia-calça
Não importa se você ama ou odeia meia-calça: ela é um dos principais statements das passarelas, fazendo retorno triunfal à moda em versões que vão muito além do modelo preto de fio opaco. Na temporada do verão 2017, em outubro passado, bastaram as modelos cruzarem o desfile da Valentino exibindo vestidos fluidos em nuances de rosa, vermelho, amarelo e verde-maçã combinados a meias e sandálias nos mesmos tons para o polêmico complemento virar desejo absoluto, provando que pode compor looks elegantes.

Brinco statement
As orelhas são o ponto focal deste outono - vale brincar com peças descombinadas e modelos coloridos do acessório – as versões com shape de esferas são a bola da vez!

Kitten heel
Pode guardar as plataformas e anabelas lá no fundo do armário. É hora de descer do salto e adotar o kitten heel, o hit da década de 50, que além de chic é super confortável.

Botas vermelhas
Esqueça o par pretinho básico, deixe aquele outro caramelo clássico de lado: no que depender da temporada internacional de moda, as botas que irão esquentar seus pés no inverno 2018 serão vermelhas.

Pochete deluxe
Ratas da noite, fashionistas fervorosas, baladeiras fãs de praticidade, regozijai-vos: segundo a temporada de verão 2016 da alta-costura, a próxima bolsa que você levará à festa ficará não nas mãos como a boa e clássica cluch, mas sim pendurada na cintura como a temida, banida e até agora crucificada pochete.

T-shirt com frase
Use o guarda-roupa para levantar sua bandeira e escolha uma camiseta com a mensagem que quer passar para o mundo.

Chapéus inusitados
Você tem cerca de um ano para abrir sua mente e encarar o truque de styling que, ao que tudo indica, deverá fazer cabeças no inverno 2018: transformar os mais inesperados objetos, pertencentes ou não ao seu armário, em adereços capilares e chapéus performáticos.

Fonte: Vogue

 

 

Nove mentiras e uma verdade sobre os plásticos

26.04.17

Nove mentiras e uma verdade sobre os plásticos

1- São extremamente sustentáveis
2- Não conseguimos viver sem eles
3- São ideais para embalar alimentos
4- São atóxicos
5- São 100% recicláveis
6- Principal material para tubulações
7- Diminuem a emissão de gás carbônico
8- Reduzem o consumo de energia
9- Impedem contaminação do solo e lençol freático
10- Revolucionaram a medicina moderna

Todas as frases acima são verdades! Entenda melhor:

São extremamente sustentáveis
Os plásticos cumprem essa função em suas aplicações e quando descartado corretamente. Características como versatilidade, maleabilidade, durabilidade e excelente custo/benefício, além de serem 100% recicláveis, fazem com que os plásticos estejam cada vez mais presentes nos mais variados segmentos (transportes, construção, saneamento, medicina, agricultura, embalagens, entre outras), trazendo benefícios econômicos, sociais e ambientais.

Não conseguimos viver sem eles
Verdade seja dita, os plásticos estão em tudo do nosso dia a dia, desde nosso trabalho até nossa casa. Facilitam nossa vida, deixam-na mais segura, ajudam na democratização da informação, auxiliam a evitar contaminações e diminuir os acidentes, etc.

São ideais para embalar alimentos
Por ser atóxico e inerte, além de extremamente versátil em aplicações diversas, texturas, tamanhos e variações de cores, o plástico ganha destaque quando o assunto é embalagem. Leves, resistentes, flexíveis e versáteis, apresentam, ainda, excelente relação custo/benefício.

Além de suas qualidades de armazenagem dos produtos, garantindo aumento da vida útil e redução de desperdício, as embalagens plásticas também conferem leveza na hora do transporte, o que faz com que haja redução de consumo de combustível e consequentemente das emissões veiculares.

São atóxicos
Os plásticos não contaminam o ambiente e nem alimentos, por isso é tão utilizado quando o assunto é saúde.

São 100% recicláveis
Diferente do que a maioria das pessoas pensa, todos os tipos de plástico são 100% recicláveis. O que deve ser feito é sempre o descarte correto desses materiais para que eles se transformem em novos produtos.

Principal material para tubulações
Sua leveza, maleabilidade e por ser atóxico, o plástico é ideal para tubos e conexões. O PVC é muito presente atualmente nas construções, pois possui vários requisitos que facilitam e beneficiam seu uso.

Diminuem a emissão de gás carbônico
Quando utilizado em janelas, em isolamento térmico e acústico, os plásticos diminuem a emissão de gás carbônico.

Reduzem o consumo de energia
Em casas com aquecimento interno, os plásticos ajudam a equilibrar a temperatura do ambiente, fazendo com que a energia gasta seja menor. Isso também acontece com aparelhos eletrônicos que são construídos em plástico.

Impedem contaminação do solo e lençol freático
Por serem inertes, os plásticos impedem que um material liquido o ultrapasse. Por isso, ele é muito utilizado em aterros sanitários ou em qualquer local que seja possível algum risco de contaminação ao solo. Ele cria uma separação entre o liquido contaminante e o solo.

Revolucionaram a medicina moderna
Eles trouxeram um aumento na expectativa de vida das pessoas. Protegem a saúde em aplicações que vão desde o simples band-aid, passando pelos utensílios descartáveis (bolsas de sangue e soro, cateteres, seringas), até os modernos corações artificiais.

Fonte: Plastivida

 

 

Reebook prepara lançamento de linha de tênis biodegradável

25.04.17

Reebook prepara lançamento de linha de tênis biodegradável

A Reebok vai lançar uma linha sustentável cujas matérias-primas são o algodão e o milho.

A ideia é que os calçados sejam 100% naturais, para que seja possível reciclar quando eles já estiverem gastos, servindo até mesmo como adubo.

“Nosso objetivo é criar sapatos que possam ser usados como compostagem que então será usada no solo para plantar o material usado para fazer novos calçados”, disse o presidente da Reebok Future, Bill McInnis.

A sola do novo tênis será feita do material não comestível do milho enquanto o resto do calçado usará algodão orgânico. O tênis será lançado no final do ano.

Confira abaixo o vídeo de anúncio:

 

Fonte: Update or Die

 

 

Faça um pão delicioso usando um saco zíper!

24.04.17

Faça um pão delicioso usando um saco zíper!

Já imaginou fazer um pão utilizando plásticos? Não?

Então, assista ao vídeo a seguir e aprenda como os plásticos podem nos ajudar a cozinhar, de forma simples e prática!

Ingredientes:
1 xícara de água morna
3 colheres de sopa de açúcar
1/2 colher de sopa de sal
1/3 xícara de óleo de canola
3 e 1/4 de xícaras de farinha de trigo
1 ovo para pincelar (veganos podem substituir por azeite de oliva)
Sementes de gergelim para cobertura

Modo de fazer
1. Em um saco zíper de plástico, adicione o fermento, água, açúcar, sal, óleo e 3 xícaras de farinha.
2. Misutre ligeiramente os ingredientes dentro saco zíper.
3. Coloque o saco em uma tigela com água morna por 30 minutos.
4. Retire da tigela, agite, retire o ar do saco e coloque sobre a mesa por 1 hora. Vire o saco a cada 20 minutos. A massa deve estar muito molhada. Ela vai começar a borbulhar e se auto-amassar.
5. Passada 1 hora, adicione 1/4 xícara de farinha e misture novamente os ingredientes dentro do saco. Isto faz com que a massa não fure o saco.
6. Deixe o saco descansar por 1 hora e 30 minutos para a massa crescer. A massa ainda deve estar molhada.
7. Pré-aqueça o forno a 150 graus.
8. Em uma superfície bem enfarinhada, separe a massa em 3 fios e estique. Depois faça uma trança com os fios.
9. Pincele o ovo e polvilhe sementes de gergelim (na receita vegana, substitua o ovo por azeite de oliva substituto). Deixe repousar por 15 minutos antes de colocar no forno.
10. Asse em uma assadeira antiaderente por 40 minutos ou até que fique dourado em cima.

Confira no vídeo o passo a passo do modo de preparo:

Fonte: JStory Jewlish

 

 

Mitos e Verdades sobre o plástico

20.04.17

Mitos e Verdades sobre o plástico

Problemas sociais
A cultura do desperdício e a falta de informação quanto ao manejo de resíduos são algumas das problemáticas sociais escondidas por trás de inúmeras críticas ao plástico. O material acaba sendo responsabilizado por questões que competem muitas vezes à administração pública e à educação e consciência ambiental do cidadão.

O plástico pode ser substituído?
Apenas o material plástico oferece as três características principais que se desdobram em inúmeras soluções: é maleável, suporta variações térmicas e é resistente (inquebrável). Além de o material ter longa durabilidade, o que permite que, com sua reciclagem, diversas outras aplicações sejam desenvolvidas.

O plástico deixa os produtos descartáveis?
Não, o plástico deixa os produtos mais leves e mais acessíveis, por isso é fundamental para as inovações dos setores de comunicação, tecnologia e eletroeletrônicos. Mas os produtos em materiais plásticos são sempre resistentes e podem ser reciclados até mesmo pelos próprios fabricantes de produtos.

Embalagens plásticas oferecem risco de contaminação?
Os plásticos são, em sua maioria, bioquimicamente inertes, não reagem e nem se deterioram em contato com outras substâncias. Portanto, não oferecem riscos para a saúde humana ou para o ambiente quando utilizados ou reciclados. Ao contrário, as embalagens plásticas permitem a melhoria das condições de higiene, trazendo qualidade de vida e contribuindo com inovações fundamentais nas áreas da Saúde e Alimentar.

Os plásticos podem receber aditivos com a finalidade de modificar ou conferir certas propriedades. Para os casos nos quais a finalidade de aplicação e´ sensível, como no contato com alimentos ou água potável e em produtos da área médica, os plásticos e aditivos empregados são regulamentados por órgãos de controle sanitário, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, garantindo a segurança da aplicação.

Mesmo com o controle de segurança atestado por órgãos e institutos ao redor do mundo, os plásticos são alvos de questionamentos infundados, sem comprovação científica.

Por isso, o setor se baseia na ciência para responder dúvidas e mitos como:

Mito*: Os ftalatos são prejudiciais à saúde?
“Usados para tornar o PVC mais maleável, esses aditivos já´ foram alvos de polêmica em relação ao seu efeito cancerígeno. Por isso, o uso dos ftalatos foi profundamente estudado, principalmente na Europa, Estados Unidos e Japão, e não foram encontradas provas científicas de que prejudiquem a saúde ou o meio ambiente nos limites estabelecidos pela ANVISA. O governo holandês formou um grupo de trabalho com especialistas (Dutch Consensus Group) para analisar o comportamento desses aditivos em brinquedos de PVC flexível. Os resultados mostraram que os níveis de ftalatos que poderiam vir a migrar para a boca das crianças, quando em condições específicas, e´ muitas vezes menor que os limites estabelecidos pelos órgãos de saúde europeus.

Mito*: Aquecer recipientes plásticos no micro-ondas ou acondicioná-los no freezer pode causar doenças?
“Todas as legislações de materiais para contato com alimentos em vigor no Brasil, MERCOSUL, União Europeia ou Estados Unidos estabelecem que os produtos não devem liberar, nas condições previsíveis de uso, substâncias indesejáveis, tóxicas ou contaminantes, que representem risco para a saúde do consumidor ou que possam modificar a composição dos alimentos. Seja em altas ou baixas temperaturas, recipientes como potes, tigelas, frascos e bandejas não apresentam quaisquer perigos ao consumidor, desde que cumpram a legislação nacional vigente, neste caso, publicada pela ANVISA.

A aprovação da Agência estabelece que a formulação do material deve cumprir uma lista de substâncias permitidas e nesta não constam elementos que podem ser cancerígenos ou que ocasionem problemas de saúde ao consumidor. Portanto, se a embalagem ou recipiente cumpre com a legislação estabelecida, em nenhuma etapa do seu uso substâncias potencialmente tóxicas serão transferidas para o alimento. Se um pote ou embalagem plástica estiver com as indicações no rótulo afirmando que pode ser utilizado para aquecimento em micro-ondas, significa que este material já foi aprovado para esta condição de uso, ou seja, para aquecimento a temperaturas de 100° C ou mais. Da mesma forma, se consta no rótulo que o alimento pode ser aquecido em forno convencional, a temperaturas que podem chegar a 250° C, também significa que este material já está aprovado para esta condição de uso.

Reforçando: recipientes plásticos adequadamente utilizados não liberam resíduos que possam causar doenças.”

Mito*: Todos os recipientes plásticos contêm Bisfenol A?

“O Bisfenol A (BPA) está presente somente na composição do plástico conhecido como policarbonato (PC). Este material era utilizado para fabricação de mamadeiras e o seu uso para esta aplicação, por precaução, está proibido desde agosto de 2011, por resolução da ANVISA. Em aplicações em que o BPA entra na formulação, seu uso é considerado seguro de acordo com as evidências científicas, e a exposição do consumidor a esta substância é pequena, pois as quantidades que poderiam migrar das embalagens/recipientes em condições de processamento, preparação ou estocagem são inexpressivas. A aquisição de materiais aprovados e em conformidade com a legislação faz parte da gestão de qualquer empresa responsável, que também é comprometida com a cadeia fornecedora da embalagem, na qualidade do alimento e segurança do consumidor. É importante acrescentar que as companhias de alimentos são inspecionadas pelas vigilâncias sanitárias estaduais e/ ou municipais e que, entre os itens avaliados, está a adequação da embalagem utilizada, com base nos requisitos da legislação vigente.

Em 2012, a ANVISA determinou a proibição da substância bisfenol-A em mamadeiras e outros utensi´lios para lactantes. Ainda que na~o existam estudos conclusivos sobre o risco a` segurança do consumidor, a indu´stria rapidamente fez a substituiça~o pelo polipropileno, pla´stico que na~o conte´m bisfenol-A.”

Mito*: Bebidas armazenadas em garrafas de plástico podem conter substâncias tóxicas decorrentes do contato com esse recipiente?

“Bebidas armazenadas em recipientes plásticos não contêm substâncias inapropriadas à saúde, desde que estas garrafas tenham sido especificadas e aprovadas para esta aplicação. Isso garante a segurança e elimina o risco de qualquer implicação toxicológica. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vinculada ao Ministério da Saúde, é responsável pela publicação destas legislações no Brasil, e as VISAS (Vigilâncias Sanitárias) Estaduais e Municipais são responsáveis pela inspeção das indústrias que fazem embalagens e demais recipientes para contato com alimentos. Dessa forma, recipientes e embalagens plásticas que atendam à legislação são seguras para contato com alimentos e bebidas e não transferem para o produto acondicionado substâncias que possam ocasionar qualquer risco para o consumidor durante toda a sua vida útil.”

Mito*: Filmes ou embalagens plásticas utilizadas para envolver produtos alimentícios industrializados liberam substâncias tóxicas capazes de causar doenças?

“Nenhum tipo de filme plástico transfere para o produto acondicionado substâncias que possam ocasionar riscos para o consumidor durante toda a sua vida útil. Sejam filmes estiráveis de uso doméstico ou utilizados em padarias e supermercados para envolver bandejas de frutas, hortaliças, legumes, carnes, queijos, entre outros produtos. Da mesma forma, o PVC (policloreto de vinila) ou os sacos de polietileno (PE), também de uso doméstico ou no varejo, que atendam à legislação, são seguros para contato com alimentos e bebidas. A segurança está garantida no cumprimento das legislações vigentes para materiais em contato com alimentos, publicadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No caso dos filmes de PVC, estes não devem ser utilizados para cobrir alimentos para aquecimento rápido em forno de micro-ondas, pois este material não apresenta resistência a altas temperaturas.”

*Essas informações são resultado de uma pesquisa realizada em 2014 pelo CETEA – Centro de Tecnologia de Embalagem, com base nas publicações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), da European Food Safety Authority (EFSA), da União Europeia, e das publicações da Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos.

Fonte: Movimento Plástico Transforma

 

 

Projeto de bike share permite trocar lixo por mobilidade

17.04.17

Projeto de bike share permite trocar lixo por mobilidade

Em sintonia com o conceito de Cidade do Futuro, que prima pela mobilidade verde, fontes de energia alternativas e melhorias na qualidade do ar e da vida, Agência Trunfo lança o Peg Bike Re-Ciclo, projeto 100% sustentável de bike share, que levou dois anos para ser desenvolvido e que recebeu até agora investimento de R$ 1 milhão. A iniciativa é considerada 360°, pois a agência, além de ser a responsável por desenvolver a tecnologia de ponta, criou um modelo que fomenta a reciclagem, a qualidade de vida e que ainda possui caráter social.

Na concepção da Trunfo, os bicicletários serão formados por totens e bicicletas sustentáveis, alimentados por energia solar e que disponibilizarão Wi-fi em um raio de vinte metros. As bikes são recicladas (a base de garrafas pets), com alto desempenho e durabilidade frente aos modelos convencionais, além de mais leves, são resistentes e não enferrujam. As “magrelas” terão carregadores de celular com energia gerada a cada pedalada.

Segundo Luciano Samarco, fundador da Agência Trunfo e idealizador do projeto, o Peg Bike Re-Ciclo vai muito além do compartilhamento de bikes para resolver a questão de mobilidade. É uma iniciativa que abre espaço para outras questões também importantes como reciclagem de lixo, cidadania e necessidades sociais. “Com este propósito, disponibilizaremos coletores de garrafas Pet em supermercados, farmácias e postos de gasolina e outros espaços onde as pessoas poderão trocar lixo por créditos que podem ser utilizados em uma nova locação de bicicleta, e as pedaladas transformadas em cestas básicas ou refeição”. O software da Peg Bike Re-Ciclo será responsável em converter as pedaladas em quilos de alimentos, que depois serão doados para instituições, ONGs ou programas de alimentação solidária.

Para Samarco, o projeto é revolucionário e tornará a cidade de São Paulo um exemplo no mundo: a primeira a trocar lixo por mobilidade e que incentiva a prática esportiva para doação de alimentos. “Percebemos que era preciso inovar, unindo mobilidade verde a ações sociais que realmente fazem a diferença. Temos a tecnologia e conhecimento de ponta a ponta que garantem a eficiência da proposta. A gestão do Ciclo Sampa da Prefeitura de São Paulo, com patrocínio da Bradesco Seguros, que trouxe novidades como bicicletas sem corrente, pneus que não furam, foi apenas um demonstrativo da capacidade de inovação e foi o ‘gatilho’ para um ‘up grade’ não só tendo em vista a mobilidade, mas olhando para outras necessidades da cidade. Com a iniciativa todos estarão em favor do bem social e do planeta”, pontua.

O projeto visa múltiplos apoiadores, em especial os que desejam vincular sua marca a ações sustentáveis, de caráter social e tecnológico, que desejam estimular práticas de exercícios e incentivar a mobilidade verde. “Quanto mais empresas envolvidas, mais bikes estarão disponíveis e menos lixo estará espalhado por nossas ruas e rios”, ressalta Luciano que emenda dizendo: “Qual empresa não gostaria de ter sua marca em várias esquinas e associadas ao bem? O Peg Bike Re-Ciclo gera ao patrocinador ganho exponencial em todos os sentidos, inclusive em marketing, afinal, nossas bikes são verdadeiros outdoors sobre rodas. Essa onda de manter a ‘Cidade Linda’ contagiou a Trunfo que promete hastear esta bandeira”, conclui.

Tendo em vista que São Paulo é considerada a cidade mais bem preparada da América Latina quando o assunto é mobilidade urbana, com mais de 468 km de espaços exclusivos para ciclistas, o empresário acredita que deva concentrar suas energias nesta região para iniciar a expansão do projeto e afirma já ter encaminhadas conversas com diversas empresas do setor privado. A expectativa também é de contar com o poder público. Para o segundo semestre, Samarco espera fechar ao menos quatro parcerias com multinacionais de diferentes segmentos.

Fonte: Revista Meio Ambiente Indutrial e Sustentabilidade

 

 

Páscoa deverá movimentar R$ 2,1 bilhões no País

12.04.17

Páscoa deverá movimentar R$ 2,1 bilhões no País

Estimativa de movimentação nesta Páscoa pode ser o maior aumento real de faturamento para o período desde 2014, quando o volume de vendas cresceu 2,6%

A Páscoa deverá movimentar R$ 2,1 bilhões no país, um crescimento de 1,3% em volume de vendas, já descontada a inflação, na comparação com 2016. A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Este pode ser o maior aumento real de faturamento para o período desde 2014, quando o volume de vendas cresceu 2,6%.

Já a geração de vagas será menor em relação ao ano passado. A expectativa é que sejam gerados 10,7 mil postos de emprego, sendo que, no ano passado, foram 11,3 mil. Os supermercados responderão por 60% das vagas geradas e pagarão um salário médio de admissão de R$ 1.170. Segundo a CNC, o aumento nas vendas tem relação direta com a queda nos preços, pois a variação média da cesta composta por bens e serviços mais demandados nesta data (4,6%) foi a menor desde o mesmo período de 2008.

“Além do longo período de queda da demanda, o comportamento da taxa de câmbio tem contribuído para o menor ritmo de reajuste de preços desses produtos. Durante o período de formação dos estoques do varejo para a páscoa, também houve um recuo de 17,4% do dólar frente ao real, comportamento inédito para os últimos sete anos”, explica Fabio Bentes, economista da CNC.

O chocolate sofreu aumento expressivo, segundo o estudo, que teve alta de 14,6% por conta da alteração da fórmula de cálculo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os preços dos demais produtos registraram desaceleração ou queda em relação à páscoa de 2016, destacando-se passagens aéreas (-1,3%) e combustíveis (-0,8%).

Ainda segundo a CNC, a absorção de mão de obra deve ser praticamente nula, seguindo o ritmo dos últimos três anos. O baixo aumento das vendas e a improvável reversão das condições de consumo no curto prazo são os principais fatores.

Fonte: Portal Economia SC

 

 

Adidas produzirá tênis com plástico e impressão 3D

11.04.17

Adidas produzirá tênis com plástico e impressão 3D

Marca espera vender 5 mil pares do Futurecraft 4D este ano e 100 mil em 2018

A Adidas lançou, na última sexta-feira, dia 7 de abril, um tênis com a sola feita em impressora 3D, em uma preparação para que o produto entre em escala de produção em massa no ano que vem. O anúncio é parte de estratégia da companhia alemã de reagir mais rapidamente às mudanças na moda e criar mais produtos personalizados.

A marca já permite que os clientes escolham a cor e estampa de calçados encomendados online, mas o novo método de impressão 3D pode acelerar pequenas produções como edições limitadas e, mesmo, projetar solas especificamente para suportar o peso de uma pessoa.

Rivais como Nike, Under Armour e New Balance também estão experimentando a impressão 3D, mas até agora têm usado a tecnologia apenas na produção de protótipos, calçados personalizados para atletas patrocinados e produtos de alto valor.

Isso porque as impressoras 3D convencionais são mais lentas, mais caras e frequentemente criam produtos de qualidade inferior que os equipamentos de injeção de plástico, usados atualmente para produção de centenas de milhões de calçados por ano, principalmente na Ásia.

Segundo a Adidas, a nova parceria com a Carbon, empresa iniciante de tecnologia do Vale do Silício, permitirá superar muitas dificuldades na produção da sola, tornando o método um possível concorrente do sistema tradicional de injeção de plástico.

"Isto é um marco não apenas para nós como companhia, mas para toda a indústria", disse Gerd Manz, diretor de inovação da Adidas, no lançamento do "Futurecraft 4D", nome do tênis.

A Carbon, financiada por empresas de investimento de risco como Sequoia Capital e também por General Eletric e Alphabet, dona do Google, foi pioneira na tecnologia que imprime com uma resina de polímero sensível à luz e que depois é aquecida para ganhar resistência.

A Adidas espera vender 5 mil pares do Futurecraft 4D este ano e 100 mil no próximo ano, com a redução no tempo de impressão de solas de uma hora e meia para menos de 20 minutos por sola. Os calçados serão vendidos por um preço premium ainda não especificado, mas a Adidas planeja reduzir os custos com o desenvolvimento da tecnologia.

Fonte: G1


 

 

O couro da vez: verniz volta com tudo na moda deste inverno

06.04.17

verniz volta com tudo na moda deste inverno

Que o couro é nobre, chique e tem tudo a ver com o inverno, todas nós sabemos. E hoje tenho uma ótima notícia para quem é fã desse material tão clássico no mundo da moda: a sua versão mais glamourosa e fashionista, o verniz, volta com tudo e promete brilhar durante a estação mais fria do ano, que logo se aproxima. Com um apelo moderno, o verniz se faz presente em casacos, jaquetas, calças, saias e vestidos, sem contar, é claro, os acessórios: bolsas, cintos, sapatos e botas incríveis, capazes de deixar qualquer produção invernal mais linda e sofisticada!

Sua tradicional versão em preto é a mais vista nas coleções, juntamente com os beges e nudes. Uma saia mais comportada, de cintura alta, é um ótimo investimento para quem procura uma peça versátil, que pode ser usada em diferentes tipos de looks. E o mesmo vale para o casaco longo: ele fica tão lindo no dia a dia, com um jeans, quanto para sair à noite, fazendo par com vestido e salto.

Quer unir duas tendências em uma peça só? Aposte na bota over the knee! O modelo de salto bloco e bico arredondado é ótimo, pois quebra a sensualidade do verniz e garante o equilíbrio perfeito, podendo ser usado inclusive durante o dia, com calças e casacos.

Além dos neutros, as variações coloridas do verniz também ganham destaque, com foco para as cores mais tradicionais, como o azul royal. Quem é mais ousada pode optar por uma saia ou calça, e para quem quer apenas um toque de cor na produção, o cinto ou o scarpin são excelentes opções!

Outra cor bastante tradicional é o vermelho, mas cuidado com ele. Apesar de lindo, sua versão em verniz costuma chamar bastante atenção, então inclua-o somente em peças menores como, por exemplo, uma linda clutch. Outra dica é combiná-lo com peças em tons de bege.

Fonte: Revista Donna

 

 

45% dos lojistas de vestuário de Porto Alegre esperam aumento de vendas até o fim do inverno

06.04.17

lojistas de vestuário de Porto Alegre esperam aumento de vendas até o fim do inverno

Pesquisa realizada pelo Sindilojas Porto Alegre com lojistas da Capital indica a retomada da confiança dos empresários para os próximos meses. Cerca de 45% deles acreditam que as vendas de produtos de vestuário para as estações outono e inverno irão aumentar neste ano, em comparação com 2016. Os produtos que serão mais vendidos no período serão casacos, calças, blusas, botas, jaquetas e moletons. A expectativa dentre os lojistas é de que o aumento atinja quase 6%.

Mesmo menos de um mês depois do início do outono, 94,6% dos lojistas do setor já perceberam que os clientes estão comprando itens para as estações mais frias do ano. Dentre os motivos citados pelos empresários para o provável crescimento estão: “a crise não é tão grande”, “a venda de pijamas aumenta nesta época”, “as lojas estão fazendo ações” e “as lojas estão com coleções masculinas completas”.

De acordo com o vice-presidente do Sindilojas Porto Alegre, Arcione Piva, o Rio Grande do Sul é favorecido pelo clima no sentido de aumentar as vendas durante estas estações. Além disso, o comércio da Capital está bastante preparado para atender os clientes com um ótimo atendimento e produtos de alta qualidade. “As pessoas precisam se aquecer e o nosso comércio conta com roupas que suprem esta necessidade – o que acaba aquecendo também as vendas. Temos uma expectativa muito boa para este ano”, explica.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

Dica de DIY: Filtro de água com garrafa PET

05.04.17

Filtro de água feito com garrafa PET

Essa dica parece até ter saído de algum manual de sobrevivência para situações extremas: usando uma garrafa PET, um pouco de areia e algumas pedras, é possível montar um filtro de água, capaz de retirar até mesmo grandes impurezas do líquido. Mas, apesar de parecer estranho à primeira vista, a montagem é bastante simples.

Para montar seu filtro sustentável, você vai precisar de:

– 1 garrafa PET
– Algodão
– Areia para aquário
– Pedras pequenas para aquário
– Carvão em pó
– Tesoura.

Modo de fazer

Divida a garrafa em duas partes, medindo com cuidado, para que a parte do gargalo tenha, aproximadamente, 20 centímetros.

Corte a parte do gargalo com uma tesoura e coloque um chumaço de algodão no bico. Logo acima do bico da garrafa, forre uma camada de carvão, outra de areia, e, por fim, faça uma camada com as pedrinhas para aquário.

Encaixe a parte das camadas com a outra metade vazia. Assim, a parte que ficou separada dará apoio ao filtro e servirá como um pequeno reservatório da água filtrada.

Faça o filtro funcionar

Depois de pronto, o equipamento já pode ser usado, de preferência com a água da torneira. Isso porque, como a garrafa não suporta grandes quantidades de minerais, como o carvão e as pedras, que filtram a água, não será possível eliminar partículas muito pequenas, como o sal, por exemplo.

Os mais aventureiros podem misturar água e terra dentro da garrafa PET, já que as partículas do barro são maiores e ficam retidas no filtro. Quem fizer esta experiência vai perceber que a água barrenta fica um pouco turva, e pode ser filtrada novamente, até ficar o mais transparente possível.

No entanto, para evitar problemas, o líquido que tinha terra deve ser fervido e misturado com um pouco de hipoclorito de sódio.

Fonte: Ciclo Vivo, com informações do Canal do Educador.

 

 

Moda sustentável ganha espaço nos red carpets de Hollywood

04.04.17

Moda sustentável ganha espaço nos red carpets de Hollywood

A moda sustentável ganha cada vez mais espaço em Hollywood. E isto se deve ao apoio de estrelas como Anne Hathaway, Emma Watson e Kim Kardashian que, apesar de terem estilos muito diferentes, têm algo em comum: estão priorizando roupas vintage no red carpet, dando força à moda sustentável.

Emma Watson deu início à missão em maio de 2016, quando surgiu no gala do Met usando vestido feito com garrafas PET recicladas pela Calvin Klein em parceria com o estúdio de soluções sustentáveis para a moda Eco Age. Nos últimos tempos, deu gás à causa decidindo usar apenas looks sustentáveis na turnê de divulgação de “A Bela e a Fera”. E tem mais: para impulsionar a divulgação das produções da turnê, criou o perfil de Instagram @The_Press_Tour, onde divide detalhes de seus looks e o impacto ao meio ambiente.

De carona, Anne Hathaway anunciou que irá usar apenas peças vintage e de acervos de desfiles para a turnê de divulgação de seu novo longa, “Colossal”. A decisão foi anunciada por Penny Lovell, stylist da atriz, em seu Instagram: “Todos os seus looks para esta turnê são sustentáveis e serão compostos por peças vintage ou acervos de passarela.” O primeiro look da turnê? Vestido Armani de coleção de 2006.

Já Kim Kardashian, reciclou produção nesse domingo, quando marcou presença no Fashion Los Angeles Awards a bordo de vestido Givenchy da coleção de outono 2011 da marca. Modelo muito parecido, inclusive, com o vestido de noiva usado pela socialite em 2014.

E a entrada da sustentabilidade no mundo do luxo não acaba aí. Em fevereiro deste ano, a Kering – grupo que controla marcas como Gucci, Bottega Veneta, Saint Laurent, Stella McCartney, Puma e Boucheron – anunciou ambiciosas metas sustentáveis para serem cumpridas até 2025. Trata-se de um plano que visa o impacto ambiental, aspectos sociais e inovação. “Mais do que nunca, eu estou convencido de que sustentabilidade pode redefinir valores de negócio e direcionar um crescimento futuro”, disse François-Henri Pinault, diretor da Kering.

Além da Eco Age (que armou parceria com a Calvin Klein), ganha destaque no mercado como impulsionadora de marcas de luxo a criarem peças sustentáveis a Fame and Partners. “Roupas feitas sob medida e sob encomenda. Nenhuma produção em massa. Menos desperdício. Somos mais do que apenas um lindo vestido”, diz a empresa sobre seu trabalho em conjunto com marcas de luxo.

Fonte: Glamurama

 

 

Confiança do comércio tem maior nível desde o fim de 2014

03.04.17

Confiança do comércio tem maior nível desde o fim de 2014

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil apresentou melhora em março pela quarta vez seguida e chegou ao melhor nível desde o final de 2014, com expectativas de manutenção dessa tendência.

Os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas nesta sexta-feira mostraram que o Icom atingiu 85,6 pontos, após subir 3,1 pontos neste mês. Esse é o melhor nível desde dezembro de 2014.

“Notícias favoráveis como a recuperação gradual da confiança do consumidor, perspectivas de redução de juros reais e a liberação de recursos do FGTS podem contribuir para a continuidade desta tendência”, explicou o superintendente de estatísticas públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo, em nota.

Porém, ele destaca que os riscos ainda são grandes diante da ainda elevada incerteza econômica.

A leitura do Icom teve como principal responsável o avanço de 4,1 pontos do Índice de Expectativas (IE-COM), indo a 95,6 pontos.

A FGV destacou dentro do IE-COM o quesito otimismo com as vendas nos três meses seguintes, que teve alta de 5,7 pontos em relação ao mês anterior, atingindo 95,9 pontos.

Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) avançou 1,8 ponto, chegando a 76,1 pontos, com melhora do indicador de satisfação com a situação atual dos negócios.

A alta do Icom em março é a quarta consecutiva e se segue aos dados nesta semana que mostraram avanço da confiança do consumidor, que atingiu o melhor nível em dois anos devido ao avanço da avaliação sobre o quadro econômico atual.

Fonte: Exame.com

 

 

Março 2017

DIY: Páscoa, criatividade e garrafa pet

30.03.17

Confira 4 ótimas ideias de lembrancinhas sustentáveis para presentear as pessoas queridas nesta Páscoa. O melhor é que você só precisa de garrafas PET, fita e papel. Confira!

Assista ao vídeo abaixo e acompanhe o passo-a-passo:

Fonte: Artesanato Viviane Magalhães

 

 

Valor das exportações gaúchas cresce pelo quarto mês

29.03.17

Valor das exportações gaúchas cresce pelo quarto mês

Atualização da Fundação de Economia e Estatística (FEE) publicada na última semana mostra que as vendas gaúchas para o exterior cresceram em valor e volume no mês de fevereiro, somando US$ 934,4 milhões, um crescimento de US$ 75,8 milhões (8,8%) em relação ao mesmo mês do ano anterior. É o quarto mês consecutivo em que o valor exportado cresce, na comparação interanual.

Todos os grupos de produtos registraram crescimento dos embarques, com destaque para os manufaturados, que representaram mais da metade das receitas no mês. O crescimento foi possível pela alta de 18,1% no volume embarcado, já que os preços recuaram 7,8%.

Esta foi a maior taxa de crescimento do valor exportado para fevereiro desde 2011. Mesmo assim, o crescimento não foi suficiente para superar o desempenho de outros estados e o Rio Grande do Sul perdeu uma colocação no ranking dos principais exportadores, terminando na 7ª posição, com 6,0% das exportações nacionais.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

Molhado, cotelê, devorê: prepare-se para a era do veludo

28.03.17

Se, apesar de assertivas, as flores são temáticas óbvias para a primavera justamente por serem escolhas clássicas, no inverno os tradicionais tricôs parecem ter dado lugar a uma nova textura: o veludo.

Seja ele molhado, cotelê, devorê, cristal ou alemão, o material parece finalmente ter encontrado fixo na moda - é o que comprovam as coleções de inverno 2017 apresentadas neste São Paulo Fashion Week. Diversas marcas desfilaram looks que utilizam o veludo não apenas como tecido principal, mas também como base para outros adornos, como paetês e bordados românticos.

O que antes era uma mera tendência nas passarelas internacionais, agora é tão essencial quanto o jeans. Confira as imagens de algumas peças e prepare sua wish list.

prepare-se para a era do veludo

prepare-se para a era do veludo

prepare-se para a era do veludo

prepare-se para a era do veludo

prepare-se para a era do veludo

Fonte: Vogue

 

 

Maioria dos gaúchos planeja gastar para estação outono/inverno

23.03.17

Maioria dos gaúchos planeja gastar para estação outono/inverno

Segundo pesquisa, as pessoas aproveitarão o resgate do FGTS para realizar as aquisições

Com a chegada do outono, nesta segunda-feira, os lojistas já estão se preparando para atender a demanda dos clientes por novidades. Segundo a pesquisa Tendências AGV, da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), 90,7% dos gaúchos farão compras de calçados e/ou vestuários para o outono/inverno. Conforme o presidente da entidade, Vilson Noer as pessoas aproveitarão o resgate do FGTS para realizar as aquisições, mas também estão mais atentas nas promoções e condições de pagamento facilitado.

A pesquisa revela que 68,5% dos entrevistados reduziram suas compras por causa da crise econômica, mas não deixarão de comprar. Um percentual de 42,9% dos gaúchos planejam adquirir até cinco itens das novas coleções. Porém, 61,1% revelam que preços muito altos nas peças podem ser um impeditivo na hora da compra.

Com o acesso mais facilitado à internet, 70,4% dos participantes garantiram que pesquisam os preços em sites antes de irem às lojas. Mas, o local escolhido para as compras por 63% dos consumidores ainda são as lojas de rua.

Os sapatos são destaque nesse levantamento, com 77,6% de preferência na compra para o outono/inverno. 59,3% dos gaúchos compram até três pares por ano. Logo após, aparecem calças com 63,3% da intenção de compras, seguidas de blusas e casacos com 57,1% e 26,5% querem adquirir meias.

A pesquisa da AGV mostra ainda que 59,3% dos gaúchos se preocupam com moda ao fazerem suas compras, e que os consumidores optarão por roupas mais básicas, tendo como cor escolhida para as compras o preto com 80,8%. Tons pasteis foi respondido por 38,5% e 30,8% preferem cores frias. "A pesquisa demonstra claramente que os gaúchos querem e irão às compras neste inverno e então é imprescindível que o varejo esteja pronto para recebê-los", projeta Noer.

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

#DIY: Bolo inspirado no filme "A Bela e a Fera" decorado com garrafa PET

20.03.17

PVC pode ser utilizado em mobiliários para crianças com disfunções neuromotoras

Aprenda a fazer um bolo decorado, com inspiração no filme "A Bela e a Fera" que está em cartaz nos cinemas. A decoração é especial, com uma linda rosa vermelha envolta em uma cúpula feita com garrafa PET.

Confira abaixo a receita e os materiais necessários:

Ingredientes:
PARA A MASSA: Faça a massa do nosso bolo ‘1 por 1' e coloque em uma tigela de alumínio ou de vidro resistente (unte com farinha e manteiga antes de transferir a massa crua). Pré-aqueça o forno a 180° e asse por cerca de 40 minutos ou até você espetar um palito e verificar que não há massa crua grudada nele ao puxar para fora.

PARA O RECHEIO (GANACHE):
– 1 e 1/2 xíc (chá) de chocolate ao leite picado
– 1 caixinha de creme de leite

PARA A COBERTURA (GLAÇAGEM):
– 500ml de creme de leite fresco
– 1 col (café) de corante alimentício líquido amarelo
– 75g (1/3 xíc de chá) de água
– 150g (1 xíc de chá) de açúcar
– 150g (1 xíc de chá) de glucose de milho branca
– 100g (1/2 xíc de chá) de leite condensado
– 10 g (cerca de 1 envelope) de gelatina em pó sem sabor dissolvida em 60 g (1/4 de xíc de chá) de água
– 150g (1 xíc de chá) de chocolate branco picado
– 1 col (café) de pó dourado comestível
– 1 col (café) de corante alimentício gel amarelo

PARA A CÚPULA DA ROSA:
– 1 rosa
– Fita Adesiva
– Linha de pesca limpa
– 1 pedaço pequeno de pasta americana

PARA A DECORAÇÃO:
– Confeitos de açúcar
– Açúcar de confeiteiro

Rendimento: 12 porções
Calorias: + de 300kcal
Tempo de preparo: + de 1 hora

Assista ao vídeo com o passo-a-passo para a montagem e decoração do bolo "A Bela e a Fera":

Fonte: Cozinha do Bom Gosto - Gabriela Rossi

 

 

Moda para o outono: truques de styling essenciais para a temporada

20.03.17

Vichy, alfatiataria ladylike, anos 80 e outras tendências da estação

Prepare-se para embarcar em grande estilo na nova temporada, no outono que chega nesta segunda-feira, 20 de março.

Descubra as silhuetas, peças-chave, truques de styling e tendências de adesão imediata, representados pelos 11 looks mais icônicos das passarelas internacionais.

Paraquedas
Construções volumosas arrematadas por fios elásticos típicos dos esportes radicais se sofisticam pelas mãos de grifes como a Versace.

Moda para o outono

Vichy
Inspire-se em Peter Pilotto, que aplicou motivos multicoloridos sobre o tecido de minivestidos, para recorrer à estampa xadrez do momento sem evocar o ar “toalha de piquenique”.

Moda para o outono

Alfaiataria ladylike
Pele à mostra, recortes, babados e silhuetas mais enxutas, como propõe a Céline com o terno caramelo, conferem feminilidade a peças feitas de tecido plano.

Moda para o outono

Python
Troque de pele e aposte na cobra como a padronagem animalier da vez. Combinado a xadrez vichy e com barra rendada, o trench coat Altuzarra faz o over ceder lugar para o cool.

Moda para o outono

T-shirt
Usadas com saias de tule, as camisetas básicas estampadas com dizeres feministas da Dior têm carta branca para circular inclusive em salões de festa.

Moda para o outono

80’s boyish
As mangas bufantes e o couro drapeado da década da extravagância ganham sobrevida combinados a denim e peças com ar street, como fez a Saint Laurent.

Moda para o outono

Robe deluxe
Penhoar, robe de chambre...Seja lá qual for a nomenclatura, a Miu Miu decreta que a cobertura definitiva do inverno é inspirada no velho e bom roupão.

Moda para o outono

Legging
Ela volta com tudo, com direito a pezinho ou decorada com motivos lúdicos e listras esportivas, como no look Gucci que abusa da sobreposição com saia-lápis para efeito ainda mais atual.

Moda para o outono

Clochard
Com cintura alta, proposital sobra de tecido nas coxas e quadris e barra que prende na batata da perna, o modelo de calça desfilado pela Fendi conquistou lugar cativo no closet da estação.

Moda para o outono

Burning Man
O festival de contracultura que acontece no Deserto de Black Rock, em Nevada, inspira grifes como a Marc Jacobs, que adicionou um toque Mad Max ao uniforme das raves dos anos 90.

Moda para o outono

Safári
As unânimes sarjas cáqui deixam de servir de base do look para brilhar em peças definitivas, com modelagem original - a Burberry equilibrou com sucesso utilitário e festivo.

Moda para o outono

Fonte: Elle

 

 

PVC pode ser utilizado em mobiliários para crianças com disfunções neuromotoras

16.03.17

PVC pode ser utilizado em mobiliários para crianças com disfunções neuromotoras

Tubos, conexões, chapas, dentre outros produtos de PVC podem ser utilizados na produção de equipamentos destinados a crianças com disfunções neuromotoras. A técnica foi desenvolvida pela terapeuta ocupacional Grace Gasparini e busca beneficiar principalmente pessoas de baixa renda com peças eficientes e de excelente custo-benefício.

Cada mobiliário, tal como cadeiras com bandeja, cadeiras de banho, andadores, mesas reguláveis, é desenvolvido sob medida para as crianças, já que visa proporcionar segurança e desenvoltura na locomoção e, assim, corrigir a postura. Os produtos feitos em PVC são eficazes por serem leves, de fácil manuseio, regulagem e higienização e também por possuírem um custo mais acessível.

Além de terapeuta ocupacional, Grace foi professora das disciplinas de Prótese e Órtese e Tecnologia Assistiva do curso de Terapia Ocupacional da UCDB em Campo Grande/MS até 2008 e do curso de pós-graduação em Terapia Ocupacional do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium (Unisalesiano). Desde 2006 ela trabalha com equipamentos destinados ao tratamento de disfunções neuromotoras e passou a experimentar o PVC como alternativa.

Buscando divulgar o projeto e promover a conscientização a respeito da reutilização do itens de PVC, Grace Gasparini ministrará o workshop Mobiliários Adaptados em PVC durante a Plástico Brasil - Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no dia 23 de março, em São Paulo.

Conforme Miguel Bahiense, presidente do Instituto Brasileiro do PVC e da Plastivida, a relação dos plásticos com a sociedade vem se tornando mais harmônica a partir do ponto em que a informação correta e científica sobre as características, vantagens e aplicações dos plásticos são disseminadas. “Educação ambiental é a chave para que a sociedade moderna possa usufruir dos benefícios que os plásticos oferecem ao desenvolvimento sustentável”, afirma o executivo.

Fonte: Segs

 

 

Zara apresenta sua primeira coleção sustentável

14.03.17

Zara apresenta sua primeira coleção sustentável

Gigante de fast fashion espanhola disponibiliza nas lojas de todo o País a linha Join Life, com peças produzidas a partir de matérias-primas orgânicas, materiais reciclados e produção respeitosa com o meio ambiente

As peças, já disponíveis nas lojas de todo o país, combinam materiais reciclados com matérias-primas mais naturais e são desenvolvidas a partir de algodão orgânico, lã reciclada e Tencel, um tecido feito da celulose de madeira proveniente de florestas certificadas. Além disso, seu processo de produção consume menos água e energia, cumprindo com padrões mais exigentes de saúde, segurança e sustentabilidade meio ambiental.

Com a nova coleção, além de manter a qualidade dos tecidos e incentivar a moda sustentável, a ZARA contribui para a pesquisa e desenvolvimento de novas fontes de matérias-primas e tecnologias na produção de suas peças.

Todos os materiais cumprem uma série de exigências internas de qualidade, redução do impacto e proteção do meio ambiente.

Confira os detalhes dos principais materiais e processos utilizados na Join Life:

Upcycling

Quando os materiais reciclados são tão bons como os novos, em vez de falar de reciclagem, se usa upcycling. A produção de materiais reciclados utiliza menos água, energia, recursos naturais e há menos desperdício, o que reduz o impacto ambiental e protege a biodiversidade.

Refibra Lyocell

O Refibra Lyocell é uma nova fibra criada a partir de algodão reciclado e celulose de madeira proveniente de florestas geridas de forma responsável e sustentável.

Em parceria com a Lenzing Company, a ZARA contribui com o desenvolvimento deste material, criando um sistema circular que permite doar resíduos de tecidos para que sejam transformados nesta nova fibra.

O Refibra transforma o resíduo em um recurso: produzida com o mesmo processo que o tencel®lyocell,segue os padrões de preservação ambiental mais exigentes, enquanto mantêm sua origem natural.

Poliéster reciclado

Produzido a partir da reciclagem de garrafas plásticas usadas, seu uso reduz o desperdício de plástico, dando-lhe uma nova vida.

Reciclagem clássica

Na reciclagem clássica, os resíduos têxteis são triturados e misturados com fibras puras para criar novos tecidos. Atualmente, apenas uma parte do vestuário de segunda mão pode ser transformado em novos tecidos. A ZARA colabora com diferentes entidades,como Caritas, Cruz Vermelha, MIT, além de fornecedores têxteis para o desenvolvimento de novas tecnologias com o objetivo de reciclar ainda mais roupas.

Fonte: Portal A Crítica

 

 

Refeições saudáveis merecem a qualidade das embalagens da Pampack

13.03.17

Refeições saudáveis merecem a qualidade das embalagens da Pampack

A Pampack Emabalgens acredita que investir em alimentação saudável promove o bem-estar, deixando as pessoas mais cheias de vida e motivadas.

Para a manutenção de todos os nutrientes, aromas e sabores, é fundamental que os alimentos sejam acondicionados com todo o cuidado em embalagens de qualidade, garantindo a sua integridade desde o fornecedor até o consumidor final.

Por estes fatores, a empresa é a fornecedora das embalagens plásticas da Substância Ipanema, no Rio de Janeiro. As refeições são embaladas, transportadas e entregues aos clientes da Substância Gastronomia Light nas sacolas produzidas pela Pampack.

Crédito da foto: Substância Gastronomia Light, unidade Ipanema/RJ

 

 

 

 

 

Liquida Porto Alegre 2017 movimenta R$ 1,1 bilhão em 2017

10.03.17

Liquida Porto Alegre 2017 movimenta R$ 1,1 bilhão em 2017

Resultado é 9,87% superior ao faturamento obtido no ano passado

A 21ª edição do Liquida Porto Alegre movimentou R$ 1,1 bilhão em vendas - 9,87% a mais do que em 2016. Com número recorde de participantes - 3 mil lojistas -, a maior campanha de promoções do Sul do Brasil ocorreu de 16 a 26 de fevereiro e ofereceu descontou de até 70% em produtos e serviços.

O resultado confirma as expectativas do setor. De acordo com o presidente da CDL Porto Alegre, Alcides Debus, esta foi uma grande oportunidade para os comerciantes fazerem caixa com o restante dos estoques antigos e abrirem espaço para o recebimento de novas mercadorias em seus estoques. "O grande volume de lojas participantes reflete a vontade que se tem para superar a crise e voltar a prosperar. Os indicadores mostram o crescente retorno da confiança do consumidor e sinalizam para uma retomada no nível de consumo. Acreditamos que teremos patamares normais de vendas do comércio para o segundo semestre deste ano", projeta Debus.

Enquete realizada pela entidade junto a consumidores explica os números positivos. Mais da metade dos entrevistados (54%) afirmou esperar pelo Liquida Porto Alegre para fazer as compras de início de ano, e 41% apontaram um gasto médio entre R$ 50,00 a R$ 100,00 durante este período (36% gastaram entre R$ 100,00 e R$ 200,00). Mais de 600 pessoas puderam consultar gratuitamente a sua situação cadastral no Totem da CDL instalado no contêiner promocional da campanha do Liquida no Largo Glênio Peres, e o site da campanha recebeu mais de 18 mil acessos.

Visitação em shoppings cresce pelo 2º mês consecutivo O movimento nos shopping centers tem mostrado sinais de recuperação no começo deste ano, com crescimento pelo segundo mês consecutivo. Em fevereiro, a quantidade de consumidores que passaram por algum centro de compras no País foi 0,98% maior do que no mesmo mês do ano passado.

Janeiro foi o primeiro mês com crescimento na visitação após 11 meses seguidos de queda, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) em parceria com a FX Retail Analytics.

De acordo com o sócio-fundador da consultoria Walter Sabini Junior, a alta nacional pelo segundo mês consecutivo é inédita desde o início das medições, em junho de 2015. "O processo foi iniciado durante o auge da crise, e este crescimento animador é uma tendência natural após a retomada da economia, esperada para este ano de 2017", avalia.

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

Muzzicycles, a primeira bicicleta produzida com plástico reciclado no mundo

09.03.17

Muzzicycles, a primeira bicicleta produzida com plástico reciclado no mundo

O quadro da bicicleta Muzzicycles é totalmente fabricado em material plástico oriundo do pós-consumo e é ecologicamente correto. Após anos de estudos a bicicleta foi desenvolvida com design orgânico, absorve a trepidação reduzindo esforços na coluna vertebral e na próstata, é leve, confortável e macia, não necessita de amortecedor, não enferruja pois é de plástico e é resistente à radiação ultravioleta.

A Muzzicycles opera com capacidade para reciclar aproximadamente 650.000 t/ano de materiais plásticos, quantidade suficiente para produzir 132.000 quadros de bicicletas por ano reduzindo a necessidade da extração de recursos naturais e a consequente emissão de gases de efeito estufa.

As bicicletas já foram exportadas para diversos países das Américas e Europa e há muitos outros em fase de negociação.

Fonte: Abiplast

 

 

Empresa produz móveis com cordas ecológicas de PET

07.03.17

Empresa produz móveis com cordas ecológicas de PET

Para produzir 1kg de corda PET, são tiradas da natureza 20 garrafas PET de 2 litros.

O PET (Poli Tereftalato de Etileno) é um plástico utilizado tradicionalmente em garrafas de refrigerantes, águas e sucos. Mesmo com a aparência frágil, ele é de difícil degradação, o que acaba gerando grandes problemas para o meio ambiente. Por outro lado, ele pode ser reutilizado como matéria-prima e ser reaproveitado para a criação de outros produtos. Pensando nisso, a empresa desenvolveu uma linha inteira de móveis com cordas PET. As cordas são feitas com 100% de material proveniente de garrafas PET recicladas. Para produzir 1kg de corda PET, são tiradas da natureza 20 garrafas PET de 2 litros.

“Derivado do poliéster, o PET apresenta um alto grau de resistência, além de ter baixa elasticidade, o que o qualifica como um dos melhores materiais para utilizar na fabricação de cordas para amarração. Nossas cordas são testadas em laboratórios e possuem laudo técnico que atestam sua capacidade à ruptura, indicado qual é seu limite e garantindo um produto de qualidade para o consumidor”, explica Vitor Stival, diretor da GS.

No total, a Linha PET da empresa moveleira apresenta quase 50 peças exclusivas, entre elas o Puf Rosembaum, desenvolvido pelo designer Marcelo Rosenbaum, peça que recebe 60 garrafas PET em sua produção.

“Todas essas peças são montadas manualmente para garantir a máxima qualidade. Além das cordas ecológicas, nossos produtos são desenvolvidos com madeiras licenciadas, tudo para garantirmos a sustentabilidade dos nossos produtos e, principalmente, para contribuirmos para um mundo melhor para todos”, completa Vitor.

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

Dell usará plásticos retirados das praias em embalagens de produtos

03.03.17

Dell usará plásticos retirados das praias em embalagens de produtos

A Dell utilizará resíduos plásticos encontrados nos oceanos na fabricação de suas embalagens. O material, coletado em canais e praias, entraria nos oceanos e contribuiria para a poluição e degradação do ecossistema marinho. A empresa fará essa ação para as embalagens do notebook 2-em1 Dell XPS 13, como parte da estratégia da cadeia de sustentabilidade da empresa. Apenas em 2017, o programa evitará que mais de 7 toneladas de materiais plásticos alcancem os oceanos.

As embalagens feitas a partir do plástico retirado do oceano passarão a ser usadas globalmente nas caixas do notebook 2-em1 Dell XPS 13 a partir do dia 31 de abril de 2017. A empresa ainda incluirá informações educativas em todas as embalagens, para aumentar a conscientização global de saúde dos ecossistemas dos oceanos – uma área de interesse mútuo da Dell com a Fundação Lonely Whale e o ator da ideia, Adrian Grenier, que é ativista da causa.

Para ajudar a garantir que as embalagens da Dell também não terminem nos oceanos, a Dell carimbará cada caixa com o símbolo de reciclagem Nº 2, designando-as como HDPE (que é comumente reciclável em muitos locais). A equipe da Dell projeta e classifica suas embalagens de produtos como sendo mais de 93% recicláveis, para que possam ser reutilizadas como parte da economia circular. – onde os materiais de outra pessoa do fluxo de resíduos pode ser usado como insumos em novos produtos.

O processo de produção das embalagens feitas a partir dos plásticos retirados dos oceanos é composto por várias etapas: os parceiros da Dell coletam os plásticos oceânicos em cursos de água, costas e praias antes de chegarem ao oceano. Em seguida, o plástico usado é processado e refinado, e se faz uma mistura do plástico retirado dos oceanos (25%) com outros plásticos HDPE reciclados (os 75% restantes), de fontes como garrafas e recipientes de armazenamento de alimentos. Por fim, flocos de plástico reciclado são moldados e transformados em embalagens, que são enviadas nas caixas que chegarão aos clientes.

“A Dell se orgulha em ser pioneira em programas de sustentabilidade e reciclagem a nível global. Com esse projeto, não só estamos impedindo que os resíduos plásticos entrem em nossos oceanos, mas também estamos educando os clientes, dando bons exemplos e desenvolvendo produtos que se encaixem na nossa filosofia”, afirma Kevin Brown, Diretor da Cadeia de Suprimentos da Dell.

O Dell XPS 13 2-in-1 com embalagens de plásticos do oceano estarão disponíveis globalmente no site Dell.com a partir de 30 de abril de 2017.

Fonte: Portal R7

 

 

Gaúchos lideram vendas do e-commerce no Sul

02.03.17

Gaúchos lideram vendas do e-commerce no Sul

Os consumidores gaúchos responderam por quase 40% da receita com vendas on-line na região Sul em 2016. Os gastos somaram R$ 2,9 bilhões, 6,5% da cifra total movimentada pelo e-commerce no ano passado, que chegou a R$ 44,4 bilhões, segundo o relatório Webshoppers da Ebit, empresa que faz a apuração mais completa das transações de consumidores no Brasil. O setor sentiu o freio no ano passado, com avanço nominal de 7,5%, ante uma inflação oficial de 6,29%. Para 2017, a projeção é de alta de 12%, o que pode elevar o fluxo a R$ 49,7 bilhões.

Depois do Rio Grande do Sul vem o Paraná, com 35,17%, ou fluxo de R$ 2,6 bilhões. Santa Catarina ficou em terceiro lugar, com gastos de R$ 2 bilhões, ou 26,35% do quadro do e-commerce na região. Com 38,5% da receita dispendida nos pedidos on-line, os internautas que residem no Estado compram mais itens de moda e acessórios, com 15,4% dos volumes demandados. Logo depois vem eletrodomésticos (13,8%), seguidos por móveis (11,8%).

Na comparação com o total da região, há mudanças no perfil de consumo, segundo a Ebit. Nas duas primeiras posições, as categorias se repetem, mas nas seguintes ocorrem trocas de posições. Assinaturas de livros estão na terceira posição, e celulares, na quarta, enquanto aparece em sexto no rol de prioridades dos gaúchos, que têm cosméticos na preferência. No País, moda e acessórios e eletrodomésticos também lideram. O CEO da Ebit, Pedro Guasti, considera que maior população e renda podem explicar a liderança do Estado. O perfil de gastos, considerando os principais itens, alinha-se ao padrão geral de consumo.

Guasti cita que o ano foi difícil para todo o varejo, mesmo que o on-line tenha desempenho positivo frente à queda em muitos segmentos físicos. "O e-commerce sofre quando os consumidores perdem o trabalho, sobem os juros", frisa Guasti, citando as marcas de 2016. O País superou a marca de 12 milhões de brasileiros sem ocupação, e as restrições de crédito aumentaram, limitando compras feitas com cartão. Entre 2003 e 2013, o setor cresceu, em média, 30% ao ano, que refletiu a novidade e escalada de um segmento recente. Em 2014, reduziu o ritmo e ficou em 25%, em 2015, cresceu 15%. Para 2017, a expectativa é de taxas menores, o que deve melhorar a condição nas parcelas.

A pesquisa aponta ainda que reduziu a frequência de compras, o que restringe até a comparação sobre mais alternativas de itens. Ainda há muita busca de mercadorias usadas e móveis. Serviços de alimentação são um desafio de segmento a ser incorporado em maior volume. Guasti associa maior crescimento à limitação na logística de entrega rápida. Sobre a distribuição das vendas, a Ebit aponta que está ocorrendo uma desconcentração do Sudeste, associada à expansão do acesso à banda larga e telefonia móvel. Também se verifica essa "democratização", segundo Guasti, no crescimento do interior frente a capitais. A pesquisa se baseia em medições com os consumidores após a compra efetivada e em acesso a dados de 60% do total das vendas on-line no País.

Fatia das 10 categorias mais compradas:

E-Gaúchos
Moda e acessórios .......................................................15,4%
Eletrodomésticos ........................................................13,8%
Casa e decoração ........................................................11,8%
Livros, assinaturas e apostilas .........................................10,9%
Cosméticos e perfumaria/cuidados pessoais ...............................10,4%
Telefonia/celulares ......................................................8,9%
Informática ..............................................................5%
Eletrônicos ..............................................................4,7%
Esporte e lazer ..........................................................4,1%
Construção e ferramentas .................................................2,1%
Fatia na região Sul ......................................................38,5%
Valor gasto em 2016: R$ 2,9 bilhões (6,5% do País)
Região Sul Moda e acessórios .............................................14,3%
Eletrodomésticos .........................................................12,9%
Livros, assinaturas e apostilas ..........................................11,9%
Telefonia/celulares ......................................................10%
Casa e decoração ...........................................................9,9%
Cosméticos e perfumaria/cuidados pessoais ..................................9,7%
Informática ................................................................6,1%
Eletrônicos ................................................................4,8%
Esporte e lazer ............................................................3,8%
Acessórios automotivos .....................................................3,2%
Valor gasto em 2016: R$ 7,5 bilhões (16,9% do País)

Fonte: Jornal do Comércio/RS

 

 

Fevereiro 2017

Conexão entre plástico e música

23.02.17

Conexão entre plástico e música

Parece curioso falar isso, mas você já parou para pensar que na música existe muito material plástico? A música chega até as pessoas por meio de vários tipos de plástico e as mídias são as que primeiro vêm à nossa cabeça, não é mesmo? Disco de vinil, CD, DVD, MP3 Player são as mais conhecidas por conter plástico.

No entanto, para a música chegar aos nossos ouvidos pelas mídias, inclusive as digitais, ela precisa ser primeiro produzida e gravada em um estúdio de áudio.

No estúdio

Ernani Napoletano é engenheiro acústico e de áudio há 25 anos e identifica o plástico de várias formas em um estúdio. Ele mostra que desde equipamentos, componentes eletrônicos, teclado, controle remoto, computador, mouse, passando pelo CD e DVD players até o ar-condicionado e a movelaria, tudo isso contém plástico. “Mesmo em um equipamento em que os componentes eletrônicos sejam de metal, eles precisam ser isolados e quem faz isso é o plástico”, esclarece. De acordo com Napoletano, cabos e conectores elétricos também possuem isolamento de poliamida (náilon) e polietileno.

Há muito tempo, nos estúdios de áudio, usa-se lã de rocha para isolamento acústico, feita de rocha basáltica vulcânica e outros minerais retirados da natureza. Contudo, esse produto degrada o meio ambiente e traz riscos à saúde. Com a necessidade crescente de preservar os recursos naturais e ter estúdios mais seguros, há 10 anos, está sendo estudada a lã de PET para estúdios de áudio, feita com fibras muito leves. Mas para o perfeito isolamento acústico o que falta ser agregado a essa solução ecologicamente correta e sustentável é a massa, que, hoje, são os minerais incorporados à lã que oferecem.

Música para crianças

Para as crianças, música e plástico andam juntos devido às atividades com instrumentos de brinquedo, por serem mais baratos. Para a criança começar a identificar a sonoridade, tambores, chocalhos e outros instrumentos simples encarregam-se da atividade.

Quanto ao tambor, você pode improvisá-lo com um balde ou mesmo confeccioná-lo com sucata. Já o chocalho pode ser feito com garrafa PET de refrigerante cheia de pedrinhas ou grãos de milho. Ou ainda um potinho plástico de iogurte, ou garrafa plástica de bebida láctea. Enfim, use a criatividade para fazer instrumentos de percussão para as crianças usando sucata, aproveitando para reutilizar o que seria descartado.

Confeccionados os instrumentos de percussão, você poderá combinar o tambor e o chocalho para fazer diversas atividades interessantes, e, principalmente, utilizá-los em atividades de musicalização infantil.

Praticidade e versatilidade

Outra vantagem de tocar um instrumento musical que contenha plástico é que a chuva não atrapalha nas apresentações ao ar livre.

Manuela Gantous toca surdo desde 2013 e participa de blocos de rua em São Paulo. Ela mostra que, com instrumentos de plástico, o samba continua ditando o ritmo, faça chuva ou faça sol.

O surdo, um grande tambor cilíndrico, possui peles de ambos os lados que podem ser de plástico, o que favorece quando chove em pleno Carnaval. O pandeiro é outro instrumento de percussão que pode ser tocado na chuva quando a pele esticada na armação for plástica. “Tamborim, caixa, repique têm a opção do plástico também”, lembra Gantous.

Orquestra de plástico

a Bahia, há uma conexão intencional entre música e plástico no projeto Orquestra Plástica. Com a construção de instrumentos musicais, em que o PVC é a principal matéria-prima, surgiu a Orquestra do Neojiba. Os instrumentos são feitos de sucata, sendo o funcionamento destes bem próximo ao dos tradicionais. O projeto atende com inovação à demanda socioeconômica e torna melhor a vida das pessoas.

Se levarmos em consideração as facilidades que o plástico oferece à música, podemos dizer que não somente os instrumentos tornam-se mais baratos, mas que toda a gama de conforto conquistada pela moderna tecnologia musical conta com a presença do plástico.

Fonte: Movimento Plástico Transforma

 

 

Confiança do consumidor sobe 2,5 pontos em fevereiro ante janeiro, revela FGV

22.02.17

Lonas de embarcações descartadas no mar se transformam em roupas

A confiança do consumidor subiu 2,5 pontos em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta quarta-feira (22) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) ficou em 81,8 pontos, o maior nível desde dezembro de 2014, quando estava em 86,4 pontos.

"A segunda alta consecutiva neste ano parece estar relacionada à aceleração do ajuste orçamentário das famílias propiciado pela desaceleração da inflação e aceleração no ritmo de queda dos juros básicos da economia. A velocidade dessa melhora tem sido heterogênea entre as diferentes classes de renda: consumidores com maior poder aquisitivo são os que se mostram efetivamente mais satisfeitos com a situação financeira no momento e otimistas em relação aos próximos meses. Uma recuperação mais espalhada e sustentável continuará dependendo de notícias favoráveis sobre o mercado de trabalho, que ainda não vieram", avaliou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor no Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 2,2 pontos em fevereiro, para 70,3 pontos, o maior nível desde agosto de 2015. O Índice de Expectativas (IE) aumentou de 88,1 pontos em janeiro para 90,6 pontos em fevereiro, o maior patamar desde outubro de 2014.

O indicador de satisfação do consumidor em relação à situação financeira familiar atual subiu 4,0 pontos em relação a janeiro, para 65,6 pontos. O quesito que mede o ímpeto para compras de bens duráveis nos próximos meses foi o que mais contribuiu para o aumento da confiança no mês: o indicador de intenção de compras passou de 69,4 pontos em janeiro para 73,3 pontos em fevereiro, o maior nível desde maio de 2015.

No entanto, a melhora ficou mais concentrada na faixa de consumidores mais ricos. A classe de renda mais baixa devolveu em fevereiro uma parcela relevante dos ganhos de janeiro. "Esta dispersão de resultados pode estar sendo influenciada pela incerteza em relação à situação financeira futura em um cenário em que o mercado de trabalho continua se deteriorando", ressaltou a FGV.

A confiança dos consumidores com maior poder aquisitivo, que recebem acima de R$ 9.600,00 por mês, atingiu 87,1 pontos, o maior nível desde outubro de 2014. A Sondagem do Consumidor coletou informações de mais de dois mil domicílios em sete.

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

Aprenda a fazer um estojo com garrafa pet

21.02.17

Em clima de volta às aulas, a Pampack selecionou uma ótima dica para você fazer em casa. Além de super fácil e rápido, o estojo é sustentável e pode ser personalizado. Confira o passo a passo no vídeo abaixo:

Fonte: UMCOMO

 

 

Lonas de embarcações descartadas no mar se transformam em roupas

20.02.17

Lonas de embarcações descartadas no mar se transformam em roupas

A moda sustentável está em pauta e, dentre as diferentes iniciativas feitas dentro dela, o upcycling é definitivamente a ideia da vez. André Carvalhal, autor do livro Moda com Propósito, acredita que essa é uma das melhores alternativas para o futuro da indústria. Afinal, trata-se de reaproveitar e dar novo significado a peças que já existem. A união perfeita entre a preocupação ambiental e o desafio à criatividade.

Neste contexto, existem estilistas que ressignificam roupas encontradas em brechós ou até mesmo de suas coleções passadas. Outros vão ainda mais longe e se aliam a grandes causas, como a marca campineira Santa Costura de Todos os Panos, que se uniu à ONG Mar Limpo para criar uma linha que transforma lonas e redes de pesca descartadas no oceano em peças usáveis e desejáveis.

Criada em 2008 pelo publicitário Carlos Cabral, a ONG nasceu em São Sebastião, litoral de São Paulo, a partir de sua observação sobre a grande quantidade de resíduos que é jogada no mar tanto por empresas quanto por cidadãos no dia a dia. Por um amigo em comum, ele conheceu a estilista Gabriele Meirelles e ficou encantado pelo trabalho de slow fashion que ela já praticava, apesar de nunca ter se aventurado no upcycling. “Ela abraçou o projeto ampliando-o com ideias muito legais, que realmente agregaram valor aos resíduos”, conta.

“O tecido fala por si só, não precisa de muitos detalhes. Cada pedaço de lona tem uma história marcada em cada mancha. Quis evidenciar essas informações do próprio tecido”, diz a estilista da SCTP, que criou quatro peças-chaves feitas 100% de lona: calça, bermuda, saia e blazer.

Ter uma roupa que foi feita a partir da técnica do upcycling é também entender a história que vem embutida nela. Para muitos, isso faz com que a aquisição fique ainda mais interessante, além, é claro, da percepção de estar consumido de forma mais consciente. “Tanto fornecedores quanto clientes estão parando para pensar no que é possível fazer para gerar essa sustentabilidade”, destaca Gabriele.

Com o retorno proveniente desta coleção, a Mar Limpo vai poder ampliar sua linha de produtos e, consequentemente, aumentar sua capacidade de atuação.

Fonte: Elle

 

 

Acesso às contas inativas do FGTS pode dar fôlego ao consumo

16.02.17

Acesso às contas inativas do FGTS pode dar fôlego ao consumo

Até R$ 35 bilhões serão inseridos na economia, um movimento importante para reduzir a inadimplência dos clientes e movimentar o varejo

Na última terça-feira, 14, o Governo Federal divulgou o calendário de saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Mais de 30 bilhões de brasileiros poderão realizar o saque, o que deve movimentar a economia nos próximos meses. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) lembra que este acesso deve injetar entre R$ 30 bilhões e R$ 35 bilhões na economia do País, o que representa 0,5% do PIB.

Dos 30,2 milhões de trabalhadores que poderão realizar os saques, 80% possuem até R$ 1.500 nas contas. O direito ao saque, antes, era dado apenas a quem estivesse desemprego por três anos ininterruptos. Com o movimento, os brasileiros que pediram demissão ou foram demitidos por justa causa até 31 de dezembro de 2015 poderão acessar a quantia.

“Os saques irão beneficiar principalmente os cidadãos das classes C, D e E, que devem utilizar o montante para as necessidades mais urgentes”, aponta Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil. Baseado em suas pesquisas recentes, a entidade estima que cerca de 50% do dinheiro sacado pelo trabalhador seja destinado ao pagamento de dívidas, 30% para economizar e o restante para outros gastos.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) recorda que o faturamento anual do varejo no Brasil é, hoje, de pouco mais de R$ 1,5 trilhão e o volume de crédito total hoje disponibilizado para as pessoas físicas também beira os R$ 1,5 trilhão. Dessa maneira, o aporte de R$ 40 bilhões na economia provenientes dessas contas inativas representa mais de 2,5% de todo volume de faturamento do varejo ou do volume de crédito para a pessoa física no Brasil. Uma boa movimentação para a economia.

“O acesso ao dinheiro inativo das contas do FGTS é uma medida importante para injetar uma quantidade de dinheiro significativa na economia do país. Isso pode ajudar o cidadão afetado pela crise a sanar suas dívidas, limpar o nome e recuperar seu crédito”, avalia Pellizzaro. “Ao reduzir a inadimplência, o impacto sobre a economia é positivo, resultando em menores taxas de juros cobradas ao consumidor”, finaliza.

Fonte: Novarejo

 

 

DIY: Vaso de plantas sustentável e autoirrigável

15.02.17

Confira, no vídeo abaixo, um projeto DIY de como transformar garrafas PET em vasos sustentáveis e autorrigáveis, ótima opção para quando você viaja ou não tem como regar suas plantas. Além disso, os vasos são anti-Aedes Aegypti, pois evitam o contato do mosquito com a água.

Materiais necessários:

- garrafa PET de qualquer tamanho
- alguns barbantes ou um pedaço de malha de algodão de 20cm
- fita crepe 25mm
- removedor de cola (para remoção do rótulo)

Ferramentas
- estilete
- tesoura
- furadeira

Fonte: Blog Alessa Mori

 

 

Marca de shampoo inova e desenvolve a primeira embalagem feita de plásticos reciclados

Marca de shampoo inova e desenvolve a primeira embalagem reciclável feita de plásticos reciclados

14.02.17

A P&G anunciou que a sua marca Head & Shoulders, irá produzir a primeira embalagem reciclável feita de plásticos reutilizado.

Essa edição limitada estará disponível inicialmente na França, mas com planos de expansão para outros países, e terá a maior produção do mundo de embalagens feitas com plásticos pós-consumo coletados nas praias.

É um passo extremamente importante dentro de uma cadeia de fornecimento única, que envolve o apoio de milhares de voluntários e centenas de ONGs na etapa de coleta. Além disso, a P&G anunciou que até o final de 2018 serão produzidos anualmente mais de meio bilhão de embalagens utilizando 25% de plástico reciclado pós-consumo na Europa. Isso representa mais de 90% de todas as embalagens de produtos para cabelo comercializadas.

Fonte: Plastivida

 

 

Seaqual, novo tecido reciclado feito de plásticos retirados do oceano

Seaqual, novo tecido reciclado feito de plásticos retirados do oceano

13.02.17

Vivemos na 'Era do Plástico', onde milhões de toneladas desse material, feito de petróleo são usados para fabricar uma infinidade de produtos essenciais para a vida moderna. Mas, ao mesmo tempo, os produtos de plástico causam uma enorme poluição ambiental quando descartados, e uma quantidade considerável dele está indo parar nos Oceanos causando a contaminação da vida marinha e humana. Como resolver isso?

A marca espanhola Ecoalf lançou sua primeira coleção de roupas e acessórios do projeto 'upcycling the oceans' com fios e tecidos produzidos a partir dos plásticos retirados do mar Mediterrâneo em parceria com as empresas Antex e Textil Santanderina, que desenvolveram uma maneira de reciclar os plásticos deteriorados retirados do mar junto com garrafas plásticas pós-consumo, transformando tudo em fios.

Ambas as empresas se uniram para criar o fio e os tecidos de poliéster reciclado Seaqual. A ideia é que a transformação dos plásticos do mar em fios e tecidos cheguem a um mercado mais amplo, não se limitando apenas a Ecoalf.

A Antex é responsável por separar e limpar o plástico marinho recolhido do Mediterrâneo por pescadores e transformá-lo em grânulos, que depois são enviados à Textil Santanderina para serem transformados no fio e tecidos Seaqual.

A fabricação do Seaqual consome assim 92% menos água no processo de tingimento, 40% menos energia durante o processo de tingimento e libera 33% menos emissões de CO2 para a atmosfera. O resultado são tecidos reciclados de rastreabilidade controlada fabricados de forma responsável e cumprindo todas as normas de qualidade internacionais.

Por outro lado, o fio Seaqual será vendido para tecelagens do mundo todo. A coleção será apresentada oficialmente em fevereiro na Première Vision 2017 em Paris.

Fonte: Fashion Network

 

 

Como ter um 2017 mais sustentável sem largar a moda

Como ter um 2017 mais sustentável sem largar a moda

09.02.17

Moda sustentável vai muito além de uma tendência - é um estilo de vida!

Lojas de fast fashion perdem a força entre os jovens e passam a investir em programas de reciclagem e linhas feitas com tecidos tecnológicos.

A Pantone escolhe o verde como cor do ano e pede um olhar mais atento à natureza. Marcas veganas e de menor produção ganham projeção nacional. Estamos em 2017 e uma das grandes preocupações do momento é um comércio justo tanto para quem compra quanto para quem cria e produz as peças. Vivienne Westwood já levanta essa bandeira há tempos, mas parece que a pauta está, finalmente, ganhando a importância que merece. Mesmo assim, largar hábitos que fazem mal ao meio ambiente pode ser um desafio, especialmente para quem estava acostumada com a lógica de consumo desenfreado que se instalou na moda.

Por isso, fomos atrás de pessoas que são referência quando se trata de sustentabilidade no mundo fashion para entender como foi o processo de entrada em uma nova rotina, mais consciente e sustentável, para pegar dicas práticas que podem ser adotadas no dia a dia de quem está começando a se interessar pelo assunto, mas não sabe por onde começar a mudança.


MAIS SUSTENTÁVEL NO DIA A DIA

Carla Lemos é o nome por trás do blog Modices. Seu site vai muito além das tendências, e é cheio de matérias sobre consumo consciente e empoderamento da mulher. Para ela, a melhor forma de ter uma vida mais sustentável é aprender a fazer escolhas: "Adquirir mais conhecimento sobre os produtos que são consumidos e como eles interferem não só na minha vida, mas na do planeta", ela explica.

A ideia vai de encontro com o que acredita a designer Flavia Aranha, que criou a sua marca em cima do conceito de slow fashion, com uma produção justa e humanizada. Sua dica é para a hora de comprar roupas: "Eu sempre me pergunto quem fez o produto no qual eu estou interessada. De que material ele foi feito? Vai durar bastante tempo? Preciso mesmo disso? Se não preciso, mas quero muito, tenho algo que eu possa me desfazer, doar ou vender para não acumular mais coisas no meu guarda-roupas?". Ela não nega os desejos e impulsos, mas diz que o mais importante é superá-los. "Essas perguntas nos ajudam a nos relacionar com a moda de uma maneira mais harmônica, leve e positiva".

Para Cristal Muniz, dona do projeto Um Ano Sem Lixo, sustentabilidade é a palavra de ordem. "Eu tento não produzir lixo levando comigo guardanapos de pano, copinhos e talheres para comer fora de casa. Compro comidas a granel e faço meus próprios produtos de limpeza; troquei descartáveis por reutilizáveis. Evito lixos de uma forma geral, evito desperdícios e evito tudo o que não seja extremamente necessário", lista a blogueira.


DÁ PARA GOSTAR DE MODA E TER ESCOLHAS CONSCIENTES?

Para quem ama e está envolvido com moda, pode parecer difícil abrir mão das tendências do momento que chegam todas as semanas a lojas de fast fashion. Cair na tentação de acumular peças no armário é muito fácil para as fashionistas de plantão.

Se você trabalha diretamente com moda, vai entender perfeitamente a Marina Colerato, do site Modefica: "Quando se está todos os dias imerso nesse universo, é normal oscilar entre estar de saco cheio de tanto ver roupas e estar à frente das tendências, querendo algumas coisas antes de todo mundo". A saída da designer, que trabalha na área há 10 anos, foi aprender a desvencilhar as compras do prazer. "Já sei que não é uma saia ou uma blusa que vai me fazer menos ou mais feliz de verdade, muito menos resolver os meus problemas ou mudar a minha vida". Por isso, uma de suas prioridades quando vai adquirir algo novo é que a peça combine com o resto do seu guarda-roupa e que, preferencialmente, venha de "marcas de mulheres brasileiras que estão aí esquentando o mercado de maneira independente".


POR UM 2017 MAIS SUSTENTÁVEL

André Carvalhal acaba de lançar o livro "Moda com Propósito", em que ele disserta sobre toda esta nova fase do consumo consciente. Para ele, seguir este estilo de vida é "garantir a sobrevivência dos nossos descendentes". "O planeta está doente. As pessoas estão doentes em níveis físicos, mentais e energéticos. Se continuarmos com o nosso estilo de vida atual, dependendo do consumo desenfreado e inconsciente, vamos criar condições desfavoráveis à nossa sobrevivência", explica. Bárbara Mattivy completa: "Deveria ser a prioridade de todos, pois já vimos que o cenário do futuro do planeta não é nada próspero, e se não revermos nossos hábitos, não teremos mais alternativas".


DICAS PARA QUEM ESTÁ COMEÇANDO

Com um mundo de informações na palma da nossa mão, às vezes é fácil se perder e não saber exatamente por onde começar para finalmente começar a olhar para moda com uma postura mais consciente. A dica de André para o primeiro passo neste movimento é simples: pesquisar. "Existem sites, eventos, feiras e muitos conteúdos específicos direcionados ao tema. As opções não param de crescer", ele afirma. "São várias ações em conjunto, mas todas vêm da consciência de que ter uma vida mais preocupada com as pessoas e o meio ambiente volta a nosso favor", completa o escritor.

Joana Moura ainda ajuda a desmistificar o termo: "A palavra sustentabilidade parece complicada, mas não é. Tem um monte de coisas simples que você pode mudar na sua rotina agora mesmo pra tornar a sua vida mais sustentável. Depois que comecei a me interessar pelo assunto percebi que mudar não é difícil: passei a reciclar o lixo, evito produtos descartáveis, compro mais a granel, opto por produtos locais e orgânicos, consumo menos carne. Enfim, é um contínuo processo de olhar para a sua rotina e entender: como posso melhorar?". Carla Lemos finaliza com um lembrete importante: "Respira e não pira. A gente ainda vive em um mundo que não foi feito para você ser sustentável. E você vai encontrar muitas barreiras e frustrações no caminho, mas o importante é ter consciência e ajudar a espalhá-la".

Fonte: Elle

 

 

Dispositivo feito de plástico inova ao fazer coleta de sangue sem agulha e sem dor

Dispositivo feito de plástico inova ao fazer coleta de sangue sem agulha e sem dor

08.02.17

Há quem diga que tirar sangue é um procedimento simples e indolor, mas nem todo mundo concorda. O processo para coletar sangue tem sido o mesmo há décadas, mas um grupo de inventores promete mudar isso em breve.

O TAP (Touch Activated Phlebotomy, ou Flebotomia Ativada pelo Toque) foi idealizado em 2014, chamou a atenção de investidores milionários e agora vem sendo apresentado em eventos de tecnologia de saúde, podendo chegar ao mercado em 2017.

Feito de plástico, o dispositivo utiliza 30 agulhas fininhas que penetram as camadas mais superficiais da pele e começam a coletar o sangue, num procedimento que dura em média dois minutos.

A Pampack Embalagens enxerga sempre com bons olhos inovações tecnológicas que tragam benefícios à sociedade, ainda mais quando envolvem a cadeia do plástico.

O mercado laboratorial é um dos nossos grandes parceiros, com uma série de clientes que utilizam nossas embalagens do tipo envelope e também sacolas para a entrega e transporte de exames e outros documentos.

Se o novo dispositivo de coleta de sangue tiver um preço competitivo, atender a todos os requisitos do mercado nacional e das agências reguladoras de saúde, pode ser muito interessante para os laboratórios.

Fonte: Plastivida e Pampack

 

 

H&M desenvolve mais uma coleção eco-friendly

H&M desenvolve mais uma coleção eco-friendly

07.02.17

A próxima edição Conscious Exclusive da marca sueca é feita a partir de resíduos recolhidos em zonas costeiras.

Peças de sonho em materiais sustentáveis: é assim que a gigante fast-fashion, H&M, define aquela que será a sua próxima coleção sustentável, mais conhecida pelo público como Conscious Exclusive. A edição de 2017 da coleção inclui assim o pioneiro material sustentável BIONIC® - um poliéster reciclado feito a partir de resíduos de plástico recolhidos em zonas costeiras.

Além de uma coleção completa para senhora e uma seleção de peças formais, mas casuais, para homem, esta incluirá, pela primeira vez, itens para criança, bem como uma fragrância Conscious Exclusive elaborada com óleos orgânicos.

A dar rosto à campanha, está a supermodelo e filantropa Natalia Vodianova: "Estou orgulhosa por participar na campanha Conscious Exclusive da H&M. É incrível ver os progressos nos materiais sustentáveis que foram usados na coleção, apontando na direção de um futuro mais sustentável para toda a indústria da moda".

A Conscious Exclusive é composta por peças sofisticadas, perfeitas para celebrar a nova estação. A peça central é o etéreo vestido comprido plissado em rosa pálido feito do material BIONIC®. A coleção contempla ainda peças individuais com sentido de ocasião, sendo que cada uma demonstra as várias possibilidades de utilização de materiais sustentáveis para criar o melhor estilo.

"Para a equipa de design da H&M, a coleção Conscious Exclusive deste ano é uma oportunidade para sonhar e criar peças únicas e bonitas. É ótimo poder mostrar o que é possível fazer com materiais sustentáveis, tal como fizemos com o delicado vestido plissado", afirma Pernilla Wohlfahrt, diretora criativa e de design da H&M.

A coleção Conscious Exclusive é mais uma impulsionadora da abordagem da H&M no sentido de um futuro mais sustentável. A gigante loja de rua é uma das maiores utilizadoras de poliéster reciclado, assim como das maiores compradoras de algodão orgânico do mundo. O objetivo é que 100% deste seja proveniente de fontes sustentáveis até 2020.

A coleção estará disponível em cerca de 160 lojas em todo o mundo e online a partir de 20 de abril.

Fonte: NIT - Portugal - nit.pt

 

 

Embalagens plásticas permitem maior inovação em design

Embalagens plásticas permitem maior inovação em design

06.02.17

Uma embalagem sofisticada apresenta muitos aspectos positivos. Pensando nos consumidores, ela chama a atenção nos pontos de venda, conforme o caso, se torna atraente por ser funcional, e, em determinadas aplicações, até mesmo ajuda a aumentar a vida útil do produto. Outras vantagens nem sempre são visíveis para o público final. Um design bem projetado, por exemplo, facilita o envasamento, transporte e armazenamento das mercadorias.

E é neste ponto que aparecem os plásticos como uma excelente opção de matéria-prima. Designers de embalagens optam pelo uso do plástico em seus projetos devido às diversas vantagens do produto, como a versatilidade, resistência, atóxico, 100% reciclável, entre muitas outras. O material responde por cerca de 40% da verba movimentada pelo setor.

“Eu vejo claramente o avanço do plástico em vários segmentos em que ele não atuava. Sua versatilidade é incomparável. Tem boa resistência mecânica, pode ser transparente ou colorido, permite a adoção de barreiras a gases ou à luz, pode ser flexível ou rígido”, define Alvaro Azanha, engenheiro de alimentos.

Um quebra cabeças. Dessa forma pode ser definido o trabalho para se chegar à embalagem ideal de um produto. Luciana Pellegrino, diretora-executiva da Abre - Associação Brasileira de Embalagens, explica que tudo começa com a definição do público-alvo, do canal de varejo pelo qual será vendido e qual o valor esperado pela sua comercialização. Em seguida aparecem muitas questões. Podemos citar algumas. O produto pertence a uma categoria nova ou a alguma já existente? Como chamar a atenção no ponto de venda, seja o produto inédito ou não? Como proteger melhor o produto? Ele vai precisar de barreiras à luz ou aos gases? Algum aspecto funcional pode atrair compradores? Quais equipamentos de envasamento o fabricante tem à disposição? Quais as matérias-primas indicadas para fabricá-las?

No quesito matérias-primas, os plásticos aparecem como excelente opção. Além das características e benefícios já expostos, as embalagens plásticas são muito leves, não havendo desperdício de material para sua construção. E o menor peso proporciona redução do combustível necessário e da poluição gerada no transporte das mercadorias. “O impacto real é muito menor do que o alardeado, as pessoas são influenciadas pelo fato de que as garrafas PET boiam, enquanto os outros materiais vão para o fundo dos corpos de água”, defende Azanha. Ele acredita que a indústria do plástico precisa se unir para mostrar as vantagens do material, explicar o impacto real que ele gera na natureza.

Fonte: Plastivida e Plástico.com.br

 

 

Razões para investir e inovar na embalagem

Razões para investir e inovar na embalagem

03.02.17

Inovar na embalagem é a melhor forma de agregar valor percebido ao produto, comunicar diferencial e obter vantagem competitiva no ponto de venda no curto e médio prazo. Confira por que:

O consumidor não separa a embalagem de seu conteúdo

O mais amplo estudo realizado no Brasil sobre a relação do consumidor com a embalagem, revelou que para ele, a embalagem e seu conteúdo constituem uma única entidade, indivisível. Com base nesta revelação, a embalagem pode mudar a percepção do produto e posicioná-lo na vanguarda da evolução de uma determinada categoria.

A embalagem é um item de referência no processo de escolha dos produtos

A frase acima faz parte das conclusões da mesma pesquisa citada anteriormente e foi resultado da pesquisa realizada pelo Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE. A inovação é importante porque faz com que o produto forneça ao consumidor, através de sua embalagem, uma referência de futuro, de ser atual, inovador e que está em sintonia com a evolução e o progresso material da sociedade onde vive.

A pior coisa que pode acontecer a um produto é ser associado ao "atraso", ao ter ficado para trás enquanto as coisas evoluíram ao seu redor.

Só a marca não garante mais o sucesso do produto

Inovar na embalagem passou a ser um requisito do novo modelo competitivo, pois a qualquer momento alguém pode surgir na gôndola com algo novo e desequilibrar a competição a seu favor.

É a melhor forma de comunicar diferencial e obter vantagem no PDV

Existem diversas maneiras de comunicar diferencial e de obter com isso a vantagem competitiva no ponto de vendas. A embalagem é uma forma comprovadamente eficiente de fazer isso. Já está provado que uma mudança de embalagem bem sucedida aumenta as vendas do produto obrigando muitas vezes os concorrentes a segui-la para não ficarem para trás.

Sabemos também que não adianta o produto apresentar algo novo se isso não é percebido de imediato pelos consumidores. No novo cenário competitivo, quem tem que explicar já larga em desvantagem, as mudanças e novidades tem que ser autoexplicativas e a embalagem é o meio mais eficiente de comunicar algo novo no produto.

A inovação é percebida como valor

A GFK, umas das maiores empresas de pesquisa de mercado e comportamento dos consumidores, tem uma frase que vale a pena repetir aqui: "O consumidor não compra preço, ele compra valor". Uma das principais características positivas da embalagem é que ela agrega valor ao produto.

Produtos inovadores valem mais e obtém lucro maior

As razões anteriores são suficientes para que se compreenda porque investir em inovação na embalagem, mas talvez de todas elas, a mais importante é o fato da embalagem representar um custo importante na composição do produto.

Por causa de tudo isso, a embalagem não pode mais ser utilizada apenas para "carregar" o produto, ela precisa contribuir com o negócio da empresa e a melhor maneira que ela tem de fazer isso é a inovação, pois inovar na embalagem é a melhor forma de agregar valor percebido ao produto, comunicar diferencial e obter vantagem competitiva no ponto de venda.

Fonte: Mundo do Marketing

 

 

Janeiro 2017

Sustentável e criativo: Aprenda a fazer um puff com garrafa PET

31.01.17

Hoje você vai aprender o passo a passo de como criar um Puff com Garrafa PET.

Ele é lindo e bem fácil de fazer, você só vai precisar juntar algumas garrafas PET. E ainda irá contribuir com o meio ambiente, fazendo um belo reaproveitamento!

Sustentável e criativo: Aprenda a fazer um puff com garrafa PET

Veja os materiais que você vai precisar:

- 32 garrafas PET do mesmo tamanho
- Tesoura
- Rolo de Fita Adesiva (de preferência a mais grossa)
- Pedaços de esponja
- Capa para a almofada

Como fazer?

Sustentável e criativo: Aprenda a fazer um puff com garrafa PET

Primeiramente corte metade das garrafas na altura da “garganta” da garrafa e descarte os bicos, deixando só os “corpos”.

Encaixe esses corpos, tampando os bicos das outras 16 garrafas que ficaram inteiras e os una com a ajuda da fita adesiva.

Sustentável e criativo: Aprenda a fazer um puff com garrafa PET

Posicione as garrafas formando um quadrado de 4X4 e as junte bem fixas, passando com várias voltas a fita adesiva na parte de cima das garrafas e também na parte de baixo.

Sustentável e criativo: Aprenda a fazer um puff com garrafa PET

Depois de todas as garrafas juntinhas e fixas, coloque os pedaços de espuma ao redor da estrutura do Puff, colando bem com a fita adesiva.

E por último é só decorar com a capa de almofada que você escolheu. Escolha uma capa que combine com você e com a decoração de onde você optar colocar seu Puff com garrafa PET!

Sustentável e criativo: Aprenda a fazer um puff com garrafa PET

Você pode fazer de vários formatos, juntando quantidades diferentes e posições diferentes das garrafas PET.

Fonte: Artesanato Passo a Passo e La Bioguia

 

 

Confecções já podem vender ao varejo com Cartão BNDES

Confecções já podem vender ao varejo com Cartão BNDES

O varejo têxtil poderá utilizar o Cartão BNDES para a compra de vestuário fabricado no Brasil, o que poderá movimentar R$ 2 bilhões em vendas iniciais da confecção. Os compradores terão financiamento de até 48 meses e as confecções receberão à vista em cerca de 30 dias. A medida resulta da colaboração técnica entre a Abit e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). As regras para utilização são as mesmas que já valem para outros produtos cadastrados no site do banco.

Neste primeiro momento, em função da capacidade operacional do BNDES, serão oito mil confecções que poderão aderir a este financiamento e vender suas peças ao varejo, pertencentes aos subsetores que confeccionam meias, malharia, tricotagem e moda íntima. Paulatinamente, outros segmentos da confecção serão atendidos, contudo, já podem entrar no site e se cadastrar para obter o Cartão. Para detalhar as informações e sanar dúvidas, a equipe técnica do Banco irá ministrar palestras para os empresários em parceria com a Abit, tendo já realizado um encontro em São Paulo.

Para o presidente da Abit, Fernando Pimentel, “a medida é importante, pois é mais um instrumento de crédito para as empresas, num período em que esses recursos estão restritos e com custos elevados. Isso ajudará a aumentar a competitividade do setor e favorece a evolução dos negócios”.7

Como funciona? - As confecções já podem solicitar o credenciamento como fabricantes no Cartão BNDES. Devem ter classificação específica de cada segmento (meias: CNAE 1421500, malharia e tricotagem: CNAE 1422300, moda íntima: CNAE’S 1411801 e 1411802) e data de constituição maior do que dois anos no CNPJ. Após a validação do BNDES, deverão afiliar-se a pelo menos uma empresa adquirente (Cabal, Cielo ou Rede) e cadastrar seus produtos, que também deverão passar pela análise do BNDES. Os varejistas interessados em obter esses itens podem solicitar o Cartão BNDES pelo próprio site do produto.

Fonte: ABIT

 

 

Projeto que reutiliza plásticos na produção de concreto é premiado

Projeto que reutiliza plásticos na produção de concreto é premiado

26.01.17

Projeto surgiu da necessidade de dar destinação à embalagens

Reutilizar resíduos plásticos foi a ideia inicial de pesquisadores da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) em Dourados, para a criação de projeto que utiliza o material na produção de blocos de concreto para calçamento. Projeto foi reconhecido nacionalmente e premiado entre os vencedores da 9ª Edição do Prêmio Odebrecht para o Desenvolvimento Sustentável.

A estudante de engenharia ambiental da UEMS, Bárbara Pinto Nascimento, foi a responsável pelo projeto, sob orientação do professor doutor Aguinaldo Lenine Alves. A premiação aconteceu em dezembro do ano passado e premiou nove projetos de pesquisa, sendo o da UEMS o único representante sul-mato-grossense.

De acordo com o professor Aguinaldo Lenine Alves, o projeto começou a ser desenvolvido há três anos com uso garrafas pet em substituição a areia e brita na fabricação dos blocos de concreto.

Como o uso do material teve resultado positivo, uma indústria de embalagens douradense convidou a equipe da UEMS e explicou a necessidade de dar encaminhamento para os resíduos plásticos que não eram utilizados pela empresa. Dessa forma, surgiu a ideia de utilizar os resíduos plásticos no concreto.

Procedimentos foram realizados no Centro de Pesquisa de Materiais (Cepemat) da UEMS. Bárbara e Aguinaldo desenvolveram "pavers", que são pequenos blocos de concreto para calçamento, e incorporaram na massa resíduos das embalagens plásticas, em substituição a areia e brita.

Na pesquisa, observou-se que uso do plástico melhora a resistência e durabilidade das calçadas.

Ainda segundo Alves, além da qualidade, o trabalho também tem forte apelo ambiental já que retira do meio ambiente toneladas de embalagens plásticas que são transformadas em matéria prima por meio do processo de transformação do material.

Ainda segundo Alves, além da qualidade, o trabalho também tem forte apelo ambiental já que retira do meio ambiente toneladas de embalagens plásticas que são transformadas em matéria prima por meio do processo de transformação do material.

O projeto é desenvolvido a fim de pesquisa, mas não é comercializado. “A gente passou para indústria e pedimos para para a empresa de blocos de concreto fazer um lote. Fizemos calçada no laboratório e vimos que há viabilidade, mas nossa pesquisa é de laboratório, não para fins comerciais”, explicou.

Fonte: Plastivida e Correio do Estado

 

 

Faber-Castell lança app de realidade aumentada para incentivar a consciência ambiental

Faber-Castell lança app de realidade aumentada para incentivar a consciência ambiental

25.01.17

Para estimular as crianças a ter uma consciência ambiental e refletir sobre o futuro das florestas e animais no planeta, a Faber-Castell acaba de lançar um app muito interessante de realidade aumentada.

Basta que o usuário baixe o aplicativo e transforme um dos 12 lápis de cores EcoLápis Faber-Castell em animais da fauna brasileira.

O aplicativo chamado de "Floresta sem Fim" permite, ainda, que o usuário obtenha informações e curiosidades sobre os animais e poderão enviar as imagens para serem impressas e posteriormente coloridas. Outra função super interessante é a possibilidade de transformar seu próprio animal em imagem 3D, armazenando ele em sua própria Floresta sem Fim.

A empresa destaca, ainda, que outros animais serão disponibilizados em uma futura atualização.

O app Floresta sem Fim está disponível para Android e IOS.

A Faber-Castell reforça o seu posicionamento ambiental com o app de Floresta sem Fim. Além de inovador, ele com certeza vai ajudar a conscientizar as crianças e até mesmo os adultos sobre a importância de preservar a fauna e a flora do nosso país.

Fonte: Tecno Explore

 

 

Victoria’s Secret cria política sustentável para seus tecidos

Victoria’s Secret cria política sustentável para seus tecidos

24.01.17

A marca entra para a lista de preocupados com os efeitos do desmatamento e direitos humanos.

Desde que a Pantone escolheu o greenery para a cor de 2017, a dica foi dada: está na hora de nos preocuparmos com o impacto da moda no meio-ambiente. E o grupo L Brands, detentor da Victoria’s Secret, dá um grande passo em direção à sustentabilidade.

O grupo criou uma nova política em torno dos tecidos controversos, mas muito populares, como viscose, rayon e modal. Eles têm celulose como matéria-prima e, por isso, podem causar um grande impacto ambiental. Pensando nisso, a L Brands se propõe a pesquisar melhor a procedência de seus fornecedores e eliminar qualquer um que esteja envolvido com desmatamento ou com a violação de direitos humanos em seu processo de produção.

Esta política foi desenvolvida com a ONG Rainforest Action Network, que criou a campanha “Out of Fashion”, chamando atenção para os riscos destes tipos de tecido. “É encorajador ver estas marcas começarem a ter responsabilidade por sua produção inteira”, diz Brihannala Morgan, responsável pelas campanhas da organização.

Fonte: Elle

 

 

Aprenda a fazer um ar-condicionado reciclado que funciona sem energia

23.01.17

Usando apenas garrafas plásticas e papelão é possível replicar facilmente este ar-condicionado ecológico.

Aprenda a fazer um ar-condicionado reciclado que funciona sem energia

Os sistemas de ar-condicionado costumam consumir boa parte da energia usada em uma residência ou escritório. Mas, um modelo reciclado pode ser muito eficiente sem gastar um quilowatt sequer de energia.

Como fazer:

Fabricar o ar-condicionado é muito simples. O primeiro passo é preparar o papelão. O ideal é que seja uma placa de papelão com o tamanho da janela, já que ele será instalado na abertura. Com o papelão já cortado no tamanho ideal para ocupar a abertura disponível, pegue uma garrafa plástica e desenhe círculos com a mesma circunferência da boca da garrafa e depois corte-os.

Aprenda a fazer um ar-condicionado reciclado que funciona sem energia

Com a placa pronta, é hora de preparar as garrafas. Cada buraco no papelão será ocupado por uma garrafa. Todas elas devem ter a parte inferior cortada (retire, aproximadamente, quatro dedos do fundo). As tampas também devem ser cortadas, mantendo apenas a parte em que são rosqueadas.

Aprenda a fazer um ar-condicionado reciclado que funciona sem energia

Fixe cada uma das garrafas no papelão, rosqueando as próprias também para mantê-las presas à placa e o ar-condicionado está pronto para ser instalado na abertura disponível.

Aprenda a fazer um ar-condicionado reciclado que funciona sem energia

Não deixe frestas laterais para a passagem do ar. Pois, o resfriamento se dará justamente pelo fato de o ar entrar por uma abertura maior e ser exalado por uma abertura menor. A lógica, conforme explicado pelos criadores, é a mesma de soltar o ar pela boca. Quanto maior é a abertura, mais quente é também o ar.

Este ar-condicionado reciclado já está sendo usado por muitas comunidades carentes em países como a Índia e o Bangladesh, onde as pessoas sofrem com as altas temperaturas em moradias precárias. Cada um desses equipamentos é capaz de reduzir a temperatura interna em, aproximadamente, cinco graus celsius.

Veja todos os detalhes no vídeo abaixo:

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

Quatro tendências que sobrevivem às estações

19.01.17

Como nem tudo na moda é efêmero, elegemos quatro tendências que continuam em alta há, pelo menos, três estações

Foi-se o tempo em que a regra era renovar completamente o guarda-roupa a cada estação. Quer seja por maior consciência em relação ao consumo ou seguindo a máxima "não se mexe em time que está ganhando", as it-girls e fashionistas seguem apostando em alguns truques de styling, modelagens e acessórios há pelo menos três temporadas. Veja nossa seleção de tendências sobreviventes:

1. Denim on denim
A sobreposição de tons e texturas de jeans continua forte, para a alegria das mulheres que colocam a praticidade acima de tudo no visual. Experimente conjuntinhos combinados para um look mais clássico ou se entregue de vez ao contraste de lavagens para modernizar.

Quatro tendências que sobrevivem às estações

2. Choker
As coleiras e gargantilhas que faziam a festa nos anos 90 voltaram à moda com o revival da década, desta vez com o nome "importado" de choker. Diferente de reviver literalmente as peças – como as saudosas de estilo tattoo e os cordões de veludo –, opte pelos modelos que usam materiais diferentes, como metais de banhos variados e pedras e cristais.

Quatro tendências que sobrevivem às estações

3. Metalizados
Para o dia ou para a noite, o guarda-roupas segue pegando emprestado o brilho dos metais preciosos. Democrática, a tendência funciona do escritório à festa: basta trocar o tailleur com fios de lurex pelo longo de paetês.

Quatro tendências que sobrevivem às estações

4. Minibags
Nada de grandes sacolas cheias de cacarecos: a fashionista contemporânea precisa de muito pouco para enfrentar a série de rendez-vous do seu dia a dia, e as dimensões da bolsa acompanham esta tendência. Caso você não seja tão econômica nos seus pertences, experimente combinar duas bolsas no mesmo look.

Quatro tendências que sobrevivem às estações

Fonte: Vogue

 

 

 

Emirates passa a utilizar cobertores feitos de plástico reciclado

Emirates passa a utilizar cobertores feitos de plástico reciclado

18.01.17

A Emirates lançou cobertores sustentáveis feitos com 100% de garrafas de plástico recicladas. Feito com a tecnologia Ecothread, cada cobertor é desenvolvido a partir de 28 garrafas recicladas usando um processo que transforma pedaços de plástico reciclado em fios, criando um material de lã.

Disponível em voos longos e na classe econômica da Emirates, os cobertores terão resgatado 88 milhões de garrafas de plástico dos aterros até o final de 2019.

Além disso, o processo de fabricação usando tereftalato de polietileno reciclado reduz as emissões de energia em 70%.

EcoTHREAD é certificada com o Intertek Green Leaf Mark, pelo órgão de testes e certificação Intertek, que verifica de forma independente se um produto usa 100% de materiais reciclados.

Fonte: Luminota e The National

 

 

 

Os plásticos e a energia solar

Os plásticos e a energia solar

17.01.17

Será inaugurada em São Paulo uma das maiores fachadas do mundo com aplicação comercial de células fotovoltaicas que captam a luz do sol e a transformam em energia elétrica. Os filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV) são filmes plásticos impressos com uma tinta orgânica capaz de produzir energia solar.

Tal aplicação irá gerar energia suficiente para manter 66 estações de trabalho, além de evitar a emissão de 578 toneladas de CO2 por ano.

Além de compor os vidros padrões da fachada, criando um design diferenciado à edificação, os filmes serão utilizados como parte da comunicação visual. A iniciativa marca o início da disponibilização da solução OPV para o consumo em larga escala no mercado mundial. “Um investimento de 100 milhões de reais foi realizado para o desenvolvimento da tecnologia e implantação da fábrica, que hoje tem capacidade produtiva de 400 mil m2 de filmes fotovoltaicos orgânicos por ano”, afirma Marcos Maciel, CEO da empresa abricante de filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV).

Os filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV) são filmes plásticos impressos com uma tinta orgânica capaz de produzir energia solar. Segundo o fabricante, a inovação é 40x mais leve, 50% mais transparentes, e 100% flexível em relação as convencionais placas rígidas usadas nas outras gerações.

“Essa tecnologia possui características capazes de revolucionar o mercado de energia solar, permitindo aplicações em locais onde as tecnologias existentes não se aplicam hoje. O OPV é leve, flexível, translúcido e tem baixa dependência do ângulo de incidência solar, bloqueio de raios UV e infravermelho, além de altamente customizado, em termos de cores e formato”, explica Maciel.

Os diferenciais do OPV também representam sua maior vantagem competitiva por possibilitar aplicações que vão desde a fachada de um prédio, como é o caso desse empreendimento, até o teto de um veículo ou um toldo de uma praça.

Fonte: Plastivida e Meio Filtrante

 

 

 

Cinco tendências para o mercado de moda em 2017

5 tendências para o mercado de moda em 2017

16.01.17

Apostar em e-commerce e investir em marketing digital são exemplos do que pode fazer seu negócio deslanchar neste ano

Ano novo, novas oportunidades de negócio no setor da moda. Com o início deste ciclo, o setor espera novos investimentos e crescimento. O objetivo é superar os revéses de 2016. "As empresa tiveram medo de investir. A luta dos produtores de moda foi por apenas manter o mercado", afirma Edilma Ferreira, docente dos cursos da área de moda do Senac Penha (SP).

Em 2017, novos canais de vendas, uso de tecnologia e agilidade nas trocas de coleções devem atrair o consumidor. Serão também oportunidades para os empreendedores que querem entrar no setor ou revitalizar um negócio que já existe. Veja abaixo cinco das principais tendências para o mercado de moda neste ano.

1. E-commerce
O comércio eletrônico está ganhando força no mercado de vestuário e acessórios. Segundo Edilma, os brasileiros perderam o receio de comprar pela internet, o que deu um impulso ao segmento. Lançar-se nesse formato de negócio significa ter custos mais baixos, já que os sites não precisam ter um espaço físico para receber o cliente. "O desafio é sempre estar em dia com as tendências de moda e saber o que o consumidor deseja. É preciso também ter uma boa logística de entrega”, diz a professora.

2. Marketing digital
Investir em marketing digital é um dos fatores essenciais para fazer sua marca crescer em 2017. É nas redes sociais que os clientes acompanham o que acontece no mundo da moda. Por isso, as blogueiras, youtubers e celebridades podem ser aliadas na divulgação dos produtos. “Os consumidores vestem aquilo que as blogueiras indicam e que as celebridades usam”, diz Andréia Miron, professora do curso de Moda da Faculdade Santa Marcelina (FASM).

3. Fast-fashion
Por causa da crise econômica, os consumidores passaram a procurar peças mais baratas para compor o guarda-roupa. As lojas que apostam em itens de valor mais baixo, mas com forte aderência à moda e atualização constante, atraem os clientes com menor poder aquisitivo. "O efeito da roupa é mais valorizado do que a qualidade do tecido", afirma Andréia. Essa lógica do fast-fashion deve continuar em alta neste ano.

4. Peças menos sazonais
No Brasil, as estações estão menos definidas. Faz calor no inverno e frio no verão. Por isso, apostar em peças meia estação e ter um estoque bem administrado é importante. Se sobraram peças mais adequadas para o frio, elas podem ficar guardadas para os "invernicos" no meio do verão. “É ruim ter itens parados em estoque. Sem essa sazonalidade, o produto pode voltar à prateleira e chamar a atenção do consumidor”, diz Andréia. Além disso, essas peças que retornam à loja trazem a sensação de novidade ao cliente.

5. Sustentabilidade na produção
A estética vem dando espaço à funcionalidade e à sustentabilidade. Ter uma produção que preserve os recursos naturais e refletir esse posicionamento em campanhas de marketing é uma boa dica para conquistar clientes. Há também uma grande preocupação com a cadeia produtiva e as condições de manufatura das peças. Os clientes exigem que a empresa não use mão de obra escrava ou peles de animais, por exemplo. Nesse ponto, a reciclagem de produtos também está em alta. “A customização e até mesmo o uso de plataformas como a Enjoei estão com tudo. Não pela questão econômica, mas sim pelo social”, diz Edilma.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

 

 

 

Governo de São Paulo analisa PL que dá incentivo fiscal ao fabricante têxtil que usar reciclados

Governo de São Paulo analisa PL que dá incentivo fiscal ao fabricante têxtil que usar reciclados

13.01.17

Já está com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o Projeto de Lei 657/2013, de autoria do deputado estadual Chico Sardelli (PV), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo. O governador tem um prazo de até 15 dias úteis para sancionar ou vetar o Projeto.

De acordo com o PL, o fabricante que promover saída de produtos têxteis produzidos a partir do uso de resíduos têxteis em geral, retalhos de tecidos recicláveis ou materiais derivados da moagem ou trituração de resíduos plásticos recicláveis, inclusive garrafa PET, poderá promover crédito presumido da importância equivalente a 80% do valor do ICMS incidente sobre a respectiva operação de saída interna. O benefício será efetuado sem prejuízo dos demais créditos previstos na legislação.


A Abit atuou juntamente com o Sinditêxtil-SP, outras entidades e membros da Frente a favor dessa reivindicação do setor.

Fonte: Abit

 

 

 

Três motivos pelos quais você deve utilizar o saco com zíper para sua marca de moda praia

3 motivos pelos quais você deve utilizar o saco com zíper para sua marca de moda praia

12.01.17

A embalagem é um item indispensável para sua marca e fazer a escolha certa do modelo também é fundamental. Se você possui uma marca de moda praia, confira três motivos pelos quais o saco com zíper é a escolha ideal:

1. PRATICIDADE E ORGANIZAÇÃO: De biquínis à saídas de banho, o saco com zíper possui diversos tamanhos, podendo embalar e organizar diferentes produtos de forma prática, evitando, muitas vezes, que conjuntos ou peças possam se misturar.

2. CONSERVAÇÃO: Por possuir uma ótima vedação, esta embalagem conserva melhor os produtos. Ainda mais no caso da moda praia, quando muitas vezes as peças são armazenadas durante as trocas de estação.

3. AGREGAR VALOR: O saco com zíper pode ser facilmente reutilizado pelos clientes, seja para guardar o produto no guarda-roupa ou para viajar. Além disso, leva sua marca para ser exibida fora da loja, reforçando sua identidade.

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Materiais recicláveis, como o plástico, viram tendência na moda mundial

Materiais recicláveis, como o plástico, viram tendência na moda mundial

11.01.17

Movimentos que propõem cada vez mais a exposição de todos os processos de fabricação de uma roupa andam colocando a moda em uma berlinda. Um dos desafios dos tempos atuais é tornar o consumo cada vez mais sustentável por meio de alternativas que visam à diminuição do impacto ambiental.7

E uma dessas iniciativas vem por meio da garrafa PET, que atualmente vive um de seus melhores momentos no universo da moda. É que por meio de um processo de reciclagem, o plástico da garrafa é transformado em fibras que, por sua vez, resultam em um tecido forte, porém macio. Embora ainda soe como uma novidade, há marcas no mercado, como a My Basic, responsáveis por tornar realidade a reciclagem do PET como roupa já há algum tempo. Uma camiseta básica vendida no e-commerce da grife, por exemplo, equivale a aproximadamente duas garrafas retiradas do meio ambiente.

Buscando alternativas mais ecológicas e reverberando a preocupação com o futuro, a nova safra de estilistas também vem se empenhando para popularizar este tecido e, de alguma forma, torná-lo mais viável.

Antônio Fernando Santos, coordenador do curso de Design de Moda da Fumec, entende que os alunos recém-formados estão, sim, mais empenhados na questão da sustentabilidade e mais conscientes da importância da reciclagem. “O tecido feito a partir da garrafa PET se parece muito com a viscose, tanto no caimento quanto no toque. Em geral, ele é combinado com algodão ou linho, que conferem um toque ainda mais confortável e diminui ainda mais o custo”, explica.

Mais vantagens

O estilista Célio Dias, nome por trás da marca mineira LED, conheceu o tecido PET há quase um ano e investe na matéria-prima para produzir parte de suas peças a cada coleção lançada. “Uma das vantagens desse tecido é a facilidade para estamparia, porque ele ‘aceita’ mais facilmente técnicas diversas, como a sublimação. O custo, por conta da tecnologia da reciclagem, é um pouco mais alto, mas o fato de trabalhar com tecidos sustentáveis é gratificante e menos danoso ao meio ambiente”, defende.

Além da responsabilidade socioambiental, da facilidade para estamparia e da durabilidade, Célio também aponta mais um benefício no uso dessa matéria-prima: o conforto. “Ele funciona como o poliéster, que é nada mais, nada menos que plástico que é poluente. Mas o tecido que uso é combinado com outras fibras naturais, o que favorece o caimento e não esquenta tanto quanto um sintético”, conta.

Ecologicamente bonito

Bruna Miranda, idealizadora da Review Slow Living – plataforma sustentável que faz um mapeamento de marcas que trabalham com o consumo consciente –, explica que a indústria da moda sustentável ainda carrega o estigma de estar associada a produtos sem estética. Se antes, na moda, termos como “ecológico” e “sustentável” eram sinônimos de peças com nenhum design, estilistas estão provando, cada vez mais, que é possível trabalhar as tendências com criatividade e bom gosto.

“Algum tempo atrás, uma peça ou era sustentável, ou era bonita. Hoje, não é só assim. As marcas estão investindo em design e informação de moda nesse tipo de tecido e transformando-o em peças desejáveis e vendáveis dentro de uma estética mais atemporal e minimalista, acessível a todos os gostos”, aponta.

Quem compartilha dessa opinião é a estilista Ana Sudano, que trabalha há três anos com maneiras socioambientais e tecidos tecnológicos junto à marca Grama. Para ela, a indústria têxtil caminha a passos cada vez mais largos em direção à criação de artigos que unam estilo e alternativas mais limpas.

No entanto, ela ressalta que um dos empecilhos para a popularização da técnica ainda é a falta de conhecimento do produto. “Ainda existem consumidores que, ao saber que a roupa foi feita de um tecido gerado a partir de garrafa plástica reciclada, associam o produto a lixo. Moda é muito impacto visual. Quando a roupa gera desejo, a mensagem por trás vem automaticamente”, acredita.

Vegetariana já há alguns anos, a designer mineira Luisa Jordá encontrou nos tecidos desenvolvidos a partir de embalagens PET recicladas a matéria-prima capaz de substituir o couro animal e outros produtos utilizados na indústria calçadista para criar peças para sua marca estúdio NHNH. Segundo ela, o tecido ecológico não só é bem resistente, como durável e fácil de trabalhar.

“Os fabricantes estão começando a aprender que existem outros materiais que podem ser bem-explorados sem que agridam exaustivamente o meio ambiente, como acontece com o couro animal”. Ainda de acordo com ela, há sim, no mercado, uma demanda significativa por produtos afins, vinda de pessoas que procuram por produtos que não sejam fabricados com materiais de origem animal.

“As pessoas adquirem a peça porque gostam do design, mas a consciência da produção da indústria vem embutida. É algo que as empresas deveriam adotar, já que a ideologia pode atingir os clientes, e é uma onda que só vem crescendo”, relata.

Recentemente, a Adidas desenvolveu um tênis de corrida usando lixo plástico recolhido dos oceanos. A iniciativa é fruto de uma parceria com a organização ambiental Parley for the Oceans. Cada par usa 11 garrafas plásticas, transformadas em fios, na fabricação de sua parte superior. Já a sola, o cadarço e a meia embutida são confeccionados com resíduos de garrafas PET recicladas. Outras marcas de calçados, como a Insecta Shoes, também acreditam que utilizar garrafas recicladas para fazer peças é uma maneira correta de eliminar resíduos. Para Bruna Miranda, do Review Slow Living, a produção sustentável tem um valor maior, e as marcas, de maneira geral, estão procurando por isso. “Fazer com que as pessoas fiquem interessadas em usar esse tipo de material e que percebam que é possível alinhá-lo à estética é uma boa maneira de tornar essas iniciativas mais acessíveis de maneira geral, e não apenas a um nicho de pessoas que já são comprometidas com a sustentabilidade”.

Fonte: O Tempo

 

 

 

Quase 70% das lojas entram em liquidação no mês de janeiro

Quase 70% das lojas entram em liquidação no mês de janeiro

10.01.17

Janeiro será um bom mês para quem quiser comprar produtos de linha branca, eletrodomésticos, eletroportáteis ou móveis. Grande parte das redes que trabalham com estes itens vai oferecer descontos de até 50%, não somente na Capital, mas também no interior e no litoral gaúcho. Segundo dados do Sindilojas Porto Alegre, 67,5% dos empresários do varejo deverão realizar liquidações durante todo o mês. "A terceira semana terá os maiores descontos aos consumidores", destaca o presidente da entidade, Paulo Kruse.

A expectativa é de recuperar o desempenho das comercializações que não ocorreram até o dia 15 de janeiro. No Litoral do Rio Grande do Sul, produtos como móveis e colchões estão tendo uma boa saída devido às reposições nas casas de praia. "Sobrou muito produto de linha branca nas lojas", reforça o dirigente do Sindilojas Porto Alegre. Ele avalia que não somente as grandes redes, mas também os pequenos precisam realizar campanhas e promoções neste período. "A maioria não tem capital de giro nem local para armazenar os produtos em grandes estoques", justifica.

Kruse completa que este mês que antecede as liquidações oficiais de fevereiro - quando praticamente 100% dos lojistas realizam campanhas de vendas a preços baixos - é uma "boa hora para comprar, mas vai requerer muita pesquisa" para que realmente valha a pena. "Terá muita variável, pois dependerá muito das grades dos produtos de cada lojista."

Em função de baixa sazonal do movimento do comércio, também os ramos de vestuário e brinquedos devem partir para a estratégia de liquidações nos próximos dias.

Conforme o consultor de economia da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Eduardo Starosta, quanto mais cedo o consumidor for às compras, melhor. "Os lojistas estavam melhor planejados na compra de produtos, adequados à atual realidade da economia, então as liquidações devem ocorrer durante um período menor", opina. "A maior parte do varejo deve seguir com as promoções", emenda o presidente da Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo (AGV), Vilson Noer. Ele afirma que, em algumas praias, é possível inclusive comprar geladeiras por 50% de desconto, contanto que se entregue a antiga como entrada.

"As grandes redes estão com promoções impactantes, maciças e com muito investimento em mídia, principalmente no Interior", ressalta Noer. "No caso de confecções e calçados, os lojistas estão trabalhando mais na linha promocional, de peças e produtos que estão sobrando e que não tiveram saída no Natal", completa o dirigente lembrando que a época oficial de liquidação na cidade ocorre só no final de fevereiro.

Grandes varejistas aderem para contornar queda de vendas no ano

As grandes redes varejistas também anunciaram liquidações para esta semana a fim de tentar acabar com os estoques de final de ano. As vendas de Natal foram fracas e, nos shoppings, a queda no faturamento foi de 9% neste ano. Para tentar conquistar compradores, são prometidos descontos de até 70% e parcelamentos em prazos que chegam a dois anos. Tudo para tentar estimular o consumo, que cai trimestre após trimestre, segundo dados do PIB. Apesar da oferta de parcelamento sem juros, as grandes varejistas costumam oferecer descontos para pagamento à vista. Na prática, isso indica que os juros da compra a prazo estão embutidos.

Essa também será a primeira liquidação em que lojistas poderão oferecer preços diferentes para pagamentos com dinheiro e cartão. No final de dezembro, o governo publicou uma medida provisória autorizando a diferenciação. Poderá aproveitar melhor a temporada de liquidações quem tiver dinheiro no bolso.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

 

O futuro da moda irá unir tecnologia e sustentabilidade

O futuro da moda irá unir tecnologia e sustentabilidade

09.01.17

O interesse da moda pelo futuro é muito antigo. Filmes das décadas de 1920 e 30, nos primórdios do cinema, mostram um estranho desfile de ideias sobre como as pessoas se vestiriam nos anos 2000. Gadgets e roupas inteligentes já estão no repertório dessas produções, assim como looks estelares e minimal. A questão continua aberta, mas a resposta agora parece extrapolar os limites do design e da função dos objetos e obedecer a uma série de códigos cada vez mais complexos. Apesar de a curiosidade sobre o amanhã intrigar mentes criativas desde que o tempo passou a ser entendido como algo que pode ser projetado e imaginado, foi na década de 1960 que a moda realmente se apropriou disso e transformou em roupa uma série de visões futuristas. Foi o reinado de Pierre Cardin e Courrèges.

Os trajes minimalistas e com referências ao cosmo eram uma mistura do desejo por um design simplificado, muito marcante na época e sinônimo de modernidade, e das possibilidades e novas fronteiras trazidas pelas grandes potências mundiais e sua corrida pela conquista do espaço. As viagens tripuladas e a chegada do homem à Lua, cercada de euforia e espanto, abriram o caminho para uma onda de interesse não só pelo caminho das estrelas mas também pela cara que a sociedade teria quando morássemos em cidades ultratecnológicas.

O minimalismo e o futurismo sessentistas, aliás, continuam sendo em grande parte nossa referência estética de futuro. Da saga Star Wars ao 2001 de Kubrick, chegando ao hype da série Black Mirror, tudo explora o contraste de branco e preto, linhas simples, tons pastel e poucos enfeites. Nas produções de cinema e TV, o visual minimal clássico de certa maneira aponta para um mundo com recursos, mesmo que em guerra permanente ou eticamente falido. No comentadíssimo episódio de estreia da terceira temporada de BM, Bryce Dallas Howard interpreta uma neurótica em busca de popularidade num mundo em que o status social das pessoas, e suas conquistas, é totalmente determinado pelas notas que elas recebem numa rede social opressora, que conecta absolutamente todas as pessoas. Perversos, frustrados e doentios, os personagens usam roupas claras, impecáveis e de cortes limpos, assim como no 1984 de Orwell. São diferentes visões de uma espécie de uniforme.

O FIM DO MUNDO COMO O CONHECEMOS

Até mesmo em O Planeta dos Macacos original, de 1968, o figurino segue a linha minimal para os líderes e maltrapilho para os escravos. Os humanos não estão mais no poder, mas os símios assumiram o posto e podem se dar uma série de luxos, inclusive o de preferir roupas sofisticadas e elegantes.

A evolução dessa ideia nos leva às visões mais catastróficas do futuro. De novo graças ao cinema, outra linguagem visual começa a tomar conta dos olhares mais atentos. Com os anos 1970 avançando, as grandes utopias desmoronando e o cidadão comum passando a se dar conta e ser informado sobre questões ligadas à natureza, a percepção de que o futuro poderia ser um grande deserto passou a figurar entre as mais fortes imagens relacionadas a esse tópico.

Filmes como Mad Max ajudaram a moldar o look fashionista do caos, com seus modelos rasgados, desabados ou então com volumes desproporcionais endurecidos e estranhos. Não por acaso, algo semelhante ocorria na moda. As escolas japonista e belga de design têm ligação direta com esse tipo de estética, da assimetria, do estranhamento e da dificuldade de comunicação.

Rei Kawakubo, Ann Demeleumeester, Yohji Yamamoto, Martin Margiela e tantos outros ajudaram a consolidar essa imagem futurista, que, mesmo diferente e focada no estudo do desencontro, da impossibilidade, também é minimalista à sua maneira. É um minimalismo teatral, dramático, exagerado. Para ser mais exata, é paradoxalmente um minimalismo maximalista, um minimalismo levado às últimas consequências. De certa forma, ele reflete perfeitamente um cenário extremo, em que a tragédia é imensa e cada recurso restante tem de ser usado até o seu limite. Tanto literalmente (falta de água, superaquecimento etc.) quanto metaforicamente, no sentido de valores humanos que precisam ser resgatados e destacados.

ALGORITMO FASHION

Foi graças a belgas e japoneses que a moda deu um grande salto no escuro de um futuro abismal, que ela foi além das gerações anteriores e olhou mais de frente questões como a morte, a inteligência artificial e o X-corpo, o corpo mutante. Essa revolução tem um nome: Alexander McQueen.

O mais brilhante dos pessimistas e sua mítica Atlântida de Platão, primeiro desfile da história transmitido ao vivo e que teve como imagem mais forte os impossíveis sapatos Armadillo, feitos para pés não humanos, ou para a musa mama-monster da coleção, lady Gaga. Antes disso, o designer britânico já havia questionado em desfiles que podem ser chamados de obras de arte os limites da sanidade, da vaidade, da carne e da presença. O holograma de Kate Moss mostrado na coleção inverno 2006/07, as roupas pintadas por máquinas durante o show da primavera 1999, as mulheres plastificadas até a deformação no inverno 2009 – a lista de ousadias do designer é longa e oferece uma leitura riquíssima.

McQueen tem momentos minimal. Porém é, em geral, máxi. Muitos detalhes, recursos, bordados e texturas compõem a narrativa de suas roupas e apresentações. É um futuro em que o mundo não foi devastado nem deu muito certo, de grandes inovações e atrasos monumentais. É um futuro sempre próximo, mapeado de perto e, por isso, sempre parecido com o presente, embora com gadgets e tecnologia mais avançados e com roupas cada vez mais luxuosas.

Com a morte de McQueen, iconicamente enforcado em seu guarda-roupa, a moda entrou numa fase de códigos cada vez mais complicados e difusos. Talvez ele tenha ido longe demais como hacker de trends, e o sistema fashion, sentindo- -se muito exposto, tenha encontrado sua defesa se escondendo numa espécie de algoritmo complexo.

É claro que sempre podemos falar de Iris Van Herpen e de Hussein Chalayan, com suas técnicas extraordinárias, seu domínio da wearable technology, sua sofisticação em termos do que as novidades criadas pelo homem estão mudando em nossa maneira de vestir. Mas eles estão bem longe de ser os estilistas mais influentes de nosso tempo. E isso já dá uma pista de que eles não estão, de fato, captando e dando forma ao lado mais humano de nossa atual visão de futuro. No fundo é um pouco como olhar para as estrelas: a luz que se enxerga nelas é na verdade um reflexo do passado, vem de estrelas mortas há milhares e milhares de anos.

Há mais novidade, por exemplo, na roupa antiguinha de Alessandro Michele para a Gucci. Ela diz mais sobre o futuro segundo o que pensam os millenials, por exemplo. Um futurismo nostálgico, que só vê vantagem em retomar as glórias de um passado aristocrata, como se os “antigos valores” fossem restaurar a fé no mundo. O futuro do pretérito, novos castelos de uma geração de princesinhas e príncipes moderninhos, fascinados pela herança (inclusive fashion) da vovó.

Não à toa, essa é a moda mais desejada do período em que o mundo alcançou seu patamar mais alto de concentração de renda nas mãos de menos de 1% da população mundial.

De outro lado, mas no mesmo barco, o mundo da não-ostentação caríssima de Demna Gvasalia e sua galera completa o quadro. Quanto mais rua, melhor, desde que com itens com preço de alto luxo. Não é um pauperismo como o proposto pela escola japonista, mas um “vidalokismo” de butique, na vibe de quando a cena punk chegou às passarelas. “No future for you”, diziam os Sex Pistols. Mas enquanto Sid Vicious morria de overdose, pouco tempo depois, Johnny Rotten virava um esquisitinho cool com o seu novo grupo, o PIL (sigla de Public Image Ltd.). Sintomaticamente, quando isso aconteceu, ele se livrou das tachas e dos alfinetes e recorreu a um look meio minimal desconstruído.

DAQUI PARA A FRENTE

Os millenials aos poucos ficam para trás e as gerações Z e A entram em cena. De seu gosto pela vida do dia a dia, pela rotina mais comum vista via InstaStories e Snapchat, começam a sair os novos códigos. E eles são cada vez mais nichados e específicos.

A programação do novo futuro fashion tem a ver com a tecnologia, mas não para nas novidades dos laboratórios. Ela está focada na diversidade e na recriação dos afetos, em como as pessoas vão se reaproximar fisicamente através do virtual, em como evitar extremos e encontrar algo que, apesar de único e baseado na experiência individual, também seja dotado de espírito coletivo. Todo o papo sobre diversidade e inclusão será colocado à prova e terá de mostrar sua verdade, muito além do marketing.

O look esportivo sai na frente nessa onda porque há tempos conversa com o sem gênero e com o design mais acessível e com personalidade. As novidades devem vir de novas injeções de criatividade sobre esses conceitos. A nova moda será a do avanço de robôs, mas também a da reconstrução do humano. O novo grande fashion designer dessa moda ainda está por vir. Talvez seja um coletivo ou milhões de indivíduos sem um nome nos letreiros (uma grife com coleções ultrapersonalizadas, com lançamentos “assinados” à distância por seus consumidores, por exemplo).

No final, o que interessa é se a nova onda da moda vai mais uma vez adaptar as roupas às regras sociais do status ou se, como em raros momentos, finalmente trabalhará, longe do oba-oba e da correria que não sai do lugar, por uma mudança genuína.

Fonte: Elle

 

 

 

Embalagem: a diferença nas vendas

Embalagem: a diferença nas vendas

06.01.17

Mais do que proteger o produto, a embalagem possui a capacidade de atrair o consumidor e despertar desejo nele. Investimentos na área são capazes de ajudar uma empresa a crescer, mas ainda existem empresas que pouco dão valor a esse campo tido como uma ferramenta de Marketing.

Prova disso é que o design das embalagens é um dos principais fatores de sucesso por trás dos novos produtos lançados na Europa, nos últimos dois anos, segundo o relatório anual "Breakthrough Innovation Report", da Nielsen.

A área de packing tende a ser subestimada e colocada nos últimos lugares no que diz respeito à atenção prestada pelas marcas, segundo Ben Shubert, da Nielsen´s Innovation Practice in Europe.

No entanto, a atenção à forma como se colocam os produtos nas prateleiras e se entrega ao consumidor é algo que precisa voltar a ganhar atenção das áreas estratégicas. Cerca de 60% das decisões são tomadas por impulso, segundo o relatório. E mais: 56% dos consumidores europeus diz descobrir novos produtos em loja contra 45% que diz o mesmo relativamente a anúncios de televisão.

Mundo do Marketing

 

 

 

Verão, momento multiúso do plástico

Verão, momento multiúso do plástico

05.01.17

O que você mais gosta de fazer nas férias de verão? Você já deve ter reparado que qualquer atividade que você fizer vai envolver o plástico.

O que você mais gosta de fazer nas férias de verão? Você já deve ter reparado que qualquer atividade que você fizer vai envolver o plástico. Na época do verão, ele aparece de várias maneiras tanto no lazer quanto nos esportes, na moda ou na decoração. Tudo em nome da praticidade para facilitar o dia a dia de quem só quer saber de relaxar e de se divertir com a família e os amigos.

É o caso das atividades náuticas, da pesca, do mergulho, do camping, da piscina, das boias, dos infláveis, das espreguiçadeiras, do guarda-sol, das cadeiras e mesas de praia, das embalagens de filtro solar, das bolsas que carregam desde garrafas de água aos potes para conservação de alimentos, da geladeira portátil que leva a boa alimentação aos lugares mais lindos. O plástico definitivamente faz parte das férias de verão.

Pensando em viajar?
Para aproveitar as suas merecidas férias você pode viajar de carro, de ônibus, de barco, de avião, por estradas, pontes, ferrovias. Não importa o meio de transporte nem a via de acesso, todos contêm plástico. Os diversos tipos de materiais plásticos também permitem a fabricação de meios de transporte mais leves e que reduzem significativamente a emissão de gás carbônico, causador do efeito estufa. Plástico ainda é energia, sendo que 1 quilo de plástico é equivalente a 1 litro de óleo diesel.

Vai ficar em casa?
O plástico também pode ser usado na construção de prédios e residências. Na linha de decoração, vale incrementar a casa nas férias com porta-retratos infláveis e vasos de flores de plástico estampado. Enfim, é verão e as cores invadem nossas vidas.

Na moda, abuse de roupas feitas com fibras de plástico que refrescam ao invés de captar calor. Use bijuterias de plástico, como brincos, colares, anéis e também bolsas plásticas charmosas para aproveitar a cidade e não somente para ir à praia. Prepare-se para viver os dias mais longos e a época mais quente e colorida do ano em alto estilo mesmo sem sair de casa.

Férias com as crianças?
Para divertir a criançada com um brinquedo de baixo custo e sustentável, você pode fazer um jogo de boliche com garrafas PET. Para isso, são necessárias dez garrafas com tampas, tinta acrílica e uma bola pequena de plástico.

Comece lavando as garrafas com água e sabão e, depois de secas, coloque um pouco de tinta acrílica dentro de cada garrafa, somente para cobrir o fundo. Em seguida, feche a garrafa com a respectiva tampa original. Logo após, agite até a tinta se espalhar por toda a garrafa e cobrir a superfície por dentro, deixando-a colorida. Faça o mesmo processo nas garrafas restantes. Então, separe a bola de plástico, posicione as garrafas em formato de boliche e jogue à vontade com as crianças nas férias. A brincadeira vale para dias ensolarados ao ar livre e também para os dias de chuva na varanda coberta.

Outra boa sugestão para fazer com as crianças nas férias são vasinhos de plantas com garrafas PET ou outros frascos plásticos, que podem ser deixados no jardim ou mesmo dentro de casa, em algum local que receba sol.

Você vai precisar apenas cortar as garrafas de plástico com uma tesoura na altura desejada, encher com terra adubada, fazer uma covinha com as mãos e colocar plantas, como folhagens, flores ou suculentas. Não esqueça de fazer um furinho no fundo para drenar o excesso de água. Vai ficar lindo e trazer vida para sua casa.

E as plantas?
Não se esqueça de regar as plantas durante as férias. O sistema gota-a-gota caseiro com garrafas de plástico pode ajudar as plantas a permanecerem preservadas durante sua ausência. É preciso apenas de uma garrafa PET por vaso. Faça um furinho na tampa da garrafa e a emborque na terra. A água vai sendo liberada à medida que a planta precisar de água.

Sim! Férias conscientes!
O plástico transforma as férias de verão e cumpre com a finalidade de ser prático e durável, mas é fundamental que o consumidor saiba de sua responsabilidade em separar e destinar corretamente os materiais recicláveis. É graças à separação do lixo que embalagens e sacolinhas plásticas deixam de ser jogadas nos mares e rios ou de causar o entupimento de bueiros nas cidades. Com a participação de cada um de nós é possível reciclar cada vez mais.

Fonte: Abiplast

 

 

 

Legalizado desconto para pagamento à vista

Legalizado desconto para pagamento à vista

03.01.17

O governo federal publicou no "Diário Oficial da União" da última terça-feira, 27, uma medida provisória que trata da diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público, em função do prazo ou do meio de pagamento utilizado – cartão de crédito, cheque ou dinheiro. A partir de agora, comerciantes poderão oferecer desconto para quem realizar o pagamento à vista.

Na prática, a Medida Provisória 764 legaliza os descontos nas compras pagas com dinheiro em espécie ou com cartão de débito. Antes, era proibido por lei cobrar um preço diferente, de acordo com a forma de pagamento.

De acordo com Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre, os lojistas devem aproveitar o benefício. “O tamanho do desconto para os clientes vai depender do tamanho da loja, porque o custo do uso do cartão de crédito para as grandes redes é menor (entre 1,5% e 3%), enquanto para o pequeno comércio é mais alto (entre 3% e 5%), completa Kruse.

A medida já havia sido antecipada pelo governo há duas semanas e confirmada pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, na semana passada. O objetivo é estimular a competição entre os diversos meios de pagamento e reduzir os juros do cartão de crédito.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

 

Marca de roupas produz peças de beachwear com plástico reutilizado

Pavimento feito de plástico reciclado gera energia solar e cinética

02.01.17

A Adidas recentemente anunciou um projeto sustentável gigante: a empresa vai retirar plástico do oceano para confeccionar um milhão de pares de seu novo modelo, o Adidas Ocean. A prática vai ajudar a despoluir o oceano e utilizar materiais sustentáveis junto com a alta tecnologia para a confecções de peças com qualidade garantida.

A americana Volcom, label de roupas e equipamentos de surf, também entrou na onda da preservação ambiental.

Isso porque, assim como a gigante do esportiva, a marca criou uma linha de beachwear utilizando plástico retirado dos oceanos. A empresa italiana Aquafil desenvolveu um fio de nylon a partir de resíduos plásticos como redes e tapetes, chamado Econyl, que foi utilizado como matéria-prima usada pela Volcom na confecção das peças. A etiqueta espera que essa atitude mobilize outros nomes da moda a seguirem o mesmo caminho e terem uma visão mais consciente.

Fonte: Revista Elle

 

 

 

Dezembro 2016

Pavimento feito de plástico reciclado gera energia solar e cinética

Pavimento feito de plástico reciclado gera energia solar e cinética

22.12.16

Transformar ruas e calçadas em usinas de energia renovável tem sido a grande aposta de muitos cientistas em diversas partes do mundo. Já estão disponíveis no mercado e em testes as estradas que geram energia solar. No entanto, um projeto húngaro quer ir além disso. A tecnologia desenvolvida pela Startup Platio usa materiais reciclados e ainda aproveita também a energia do movimento para produzir eletricidade.

O sistema desenvolvido pela Platio é construído em torno de uma célula de silício monocristalino, montado em vidro temperado, que são incorporados em uma estrutura de plástico reciclado. De acordo com a empresa, o pavimento é durável o suficiente para suportar o tráfego diário.

A instalação é extremamente simples. Os módulos são montados através de encaixes, semelhantes ao das peças de Lego. Por enquanto, a intenção é usar o pavimento em calçadas. Aproveitando a exposição solar e também a passagem dos pedestres.

A empresa oferece a tecnologia em três cores diferentes e garante que a cada metro quadrado da instalação é possível gerar 160W. Segundo os criadores, o ideal seria usar o sistema como fonte de energia para uso local, alimentando equipamentos de baixa potência.

A matéria-prima da Platio é o seu grande diferencial em comparação aos outros pavimentos solares e até em relação aos tradicionais, que usam pedra, cimento, cascalho, entre outras coisas, enquanto a calçada solar tem boa parte de sua estrutura proveniente de resíduos plásticos reciclados.

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

 

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

21.12.16

A estação mais quente do ano chegou e as tendências de moda que estiveram nas passarelas no início de 2016 passaram para as vitrines.

Sem dúvidas, a influência hispânica aparece como uma macrotendência que aglutina outras micro. O fio condutor é a sensualidade latina, traduzida em decotes, mangas amplas (à la México e seus toureiros), babados, muitas cores e estampas naturais.

Confira as apostas dos estilistas:

1. Babados

Não simples babados, mas maxibabados, por todo lado, de cima abaixo em algumas peças, imprimindo movimento às composições.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

2. Decote Ombro a ombro

Esse tipo de decote (conhecido como ciganinha, super anos 70), inclusive nos tops bardot (sim, inspirados em Brigitte Bardot), já está presente na nossa moda desde o último outono e promete continuar por aqui.

É bom atentar que esse decote aumenta as proporções do tronco feminino e deve ser usado combinado com alfaiataria ou um jeans mais sequinho, caso você não seja supermagrinha.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

3. Estampas

Elas exploram aspectos da fauna e da flora tropicais, com maxiflores e aplicações sobre transparência. Nada hispânica, a estampa geométrica também compõe a gama disponível para a estação. As estampas étnicas, não menos importantes, exploram o ambiente africano e estão com tudo.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

4. Metalizados

Seja nos pés ou nas peças de roupa, os tons metalizados prata, dourado, ouro velho, rosé (para citar alguns), já são hits da moda desde o início de 2016 e não vão sumir na estação mais quente do ano.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

5. Oversized

Na medida certa, o que foi supertendência em toda a década de 1980 está em voga tanto nas peças de roupa como em acessórios como bolsas e colares.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

6. Renda

Sempre um clássico, a renda aparece bem colorida nesta estação sendo aplicada sobre fundos transparentes, funcionando como um rico detalhe. Em outros momentos, vem em tons neutros dando vida a lindas peças de toque clássico e sofisticado.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

7. Tons claros

Assim como os dias do verão, as tonalidades mais claras e suaves surgem nas mais diversas criações e são uma aposta para a estação. Mas, a versatilidade da moda permite, também, os vivos vermelho, verde, rosa e azul. Afinal, é verão!

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

8. Jeans

O clássico que nunca sai de moda surge em todas as peças, em todo o look. Calça, camisa e vestidos em texturas mais leve como a sarja, que dá movimento às peças.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

9. Clássico P&B

As cores são um elemento importante no look primavera/verão, porém, a combinação do preto com o branco não perde seu lugar. Sejam misturados em uma só peça ou aparecendo isolados em peças distintas, o preto e o branco deixam qualquer look com cara de clássico. É muito difícil errar!

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

10. Solado branco

“A novidade é o uso de tons metálicos, sandália com solado tratorado e tênis com sola branca”, fala Tânia Araújo, do Senac, sobre os sapatos da estação.

A variedade de calçados mostra a versatilidade do Verão 2017. Entre as suas opções estão as espadrilles, plataformas e alpargatas, os tênis, além de sapatos envernizados.

O verão chegou! Confira as 10 maiores tendências de moda para a estação

Fonte: Hoje em Dia

 

 

 

Cinco dicas para se preparar para as vendas de Natal

5 dicas para se preparar para as vendas de Natal

20.12.16

Com compras de presentes, o Natal deve injetar R$ 50 bilhões na economia, segundo uma pesquisa da SPC em parceria com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A pesquisa diz ainda que os brasileiros devem gastar, em média, R$ 465,58, com quatro presentes. “Não teremos um Natal muito efusivo, em função de tudo que está acontecendo na economia. O ano passado já não foi um ano muito bom e a gente imagina um cenário semelhante em 2016”, diz Silvio Laban, coordenador dos cursos de MBA do Insper.

Mesmo assim, continua sendo um período do ano em que as pessoas fazem compras. Um dos motivos é a injeção de capital promovida pelo pagamento do 13º salário. “Ainda é uma época bem propícia para gastar dinheiro”, diz Cássio Ferraro, consultor de negócios do Sebrae-SP.

Para o comércio, já está na hora de se preparar. Por isso, Laban e Ferraro dão dicas para faturar mais nas vendas de final de ano.

1. Reveja os custos
O momento de crise exige que os empreendedores pensem em eficiência. O primeiro passo para que as vendas do Natal sejam vantajosas é rever os custos e a negociação com os fornecedores. “Aproveite esse momento para pensar em produtividade e repensar a forma como as coisas são feitas. Quando vem crise, a gente sempre acaba descobrindo que tem gordura e dá para cortar”, diz Laban.

2. Entre no clima
A decoração ainda é muito importante para conquistar os consumidores. “É importante investir no ponto de venda e na animação da equipe para trazer mais gente para o ponto de venda e aumentar a chance de conversão”, diz o professor. Nas lojas virtuais, a regra também se aplica. “Não adianta vender online e seu site não ter informação, ser poluído. Tem que ser organizado, com as informações corretas para facilitar a decisão do consumidor”, afirma Ferraro.

3. Treine a equipe
Mesmo que sua loja não contrate funcionários temporários, é importante treinar a equipe antes das vendas. Explique a situação do país e que tipo de consumidor os vendedores podem esperar. “Isso é imprescindível para poder vender melhor. As pessoas não sabem o que vão comprar, por isso, ter uma equipe capaz de dar dicas é super importante”, diz Ferraro.

4. Foco na conversão
Para Laban, o foco na conversão pode ser a chave para vender mais. “Dado que vai entrar menos gente na loja, o lojista precisa ter certeza que vai converter todas que entrarem. Isso se faz não só com produto e preço, mas com atendimento”, diz Laban. Uma dica é criar um ambiente e aconchegante, que não lembre o cliente das más notícias em relação ao país. “Como se a loja fosse um lugar para descomprimir desse contexto”, diz.

Outra dica para converter a venda é conhecer as necessidades do cliente e o estoque. “É importante o vendedor tentar interagir com ele para entender o que ele gosta e indicar a coisa certa. Quanto mais informação, mais o cliente vai querer comprar”, diz Ferraro.

5. Pense em produto, preço e prazo
Ter um sortimento de estoque bem planejado é indispensável. Não compre itens que demoram para sair ou que possam ficar velhos depois do Natal. “Pense no Natal do ano passado para compor o estoque”, diz Ferraro. Uma sugestão, do consultor do Sebrae-SP, é organizar a loja em faixas de preço ou tipos de presentes. “Faça sugestões de compras, separando por gênero e valor. É uma boa estratégia para converter os clientes que buscam presentes de amigo secreto”, diz. Com dinheiro mais curto, vale ter um sortimento com preços mais acessíveis e condições de financiamento.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

 

 

 

A cortina certa para sua casa e para o meio ambiente

A cortina certa para sua casa e para o meio ambiente

19.12.16

Feita de tecidos fabricados com plástico reciclado, ela deixa a casa mais bonita e confortável, além de ser uma escolha ecológica

A cada ano, milhões de toneladas de plástico são despejadas no mar e nos rios. Hoje, estima-se que existam mais de 5 trilhões de pedaços desse material espalhados por todos os oceanos, comprometendo o ecossistema de diversas regiões.

Atenta a esse problema, a Hunter Douglas apresenta dois novos tecidos, desenvolvidos com técnicas de reciclagem e reutilização de materiais descartados. Saiba mais sobre esses lançamentos que, além de deixar a casa com mais estilo, promovem a recuperação da natureza.

Sea-Tex
A coleção é composta de tecidos sustentáveis. Isso porque o plástico utilizado como matéria-prima na fabricação é reciclado, recuperado dos oceanos.

Green Screen Evolve
O destaque fica por conta da fibra do tecido, produzida com garrafas PET recicladas. A técnica aplicada também garante uma redução de 50% no consumo de água e de 6% no gasto energético, durante o processo de fabricação.

As cortinas e a sustentabilidade
Além do controle de luz, os produtos Hunter Douglas proporcionam:
– Conforto térmico e bloqueio dos raios UV, o que reduz o consumo de ar condicionado.
– Diminuição do impacto ambiental, devido ao uso de matérias-primas especiais.
– Melhor aproveitamento da iluminação natural e diminuição de lâmpadas acesas.

Fonte: Casa Vogue

 

 

 

DIY: Aprenda a fazer uma decoração de Natal sustentável

15.12.16

Guirlanda, árvore de natal e enfeite de garrafa pet, que tal fugir do comum e decorar sua casa de forma sustentável, criativa e econômica? As garrafas pet são itens descartados constantemente. No entanto, podem ser muito úteis, oferecendo diversas opções de reciclagem, principalmente nas decorações.

Confira um passo a passo simples para você fazer neste Natal:

Para ver mais detalhes de como confeccionar as peças, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=jx59RzfTBkU

Fonte: Paula Stephânia

 

 

 

Projeto seleciona novas marcas sustentáveis de moda para incubação

Projeto seleciona novas marcas sustentáveis de moda para incubação

14.12.16

O projeto Malha + C&A: Aposta abriu o processo de seleção para a incubação de marcas de moda que tenham viés sustentável, na sede da Malha, no Rio.

O objetivo é estimular novas formas e práticas de organizar, produzir e consumir moda em busca de um futuro mais sustentável e colaborativo.

Dez serão selecionadas para, durante dez meses, terem acesso a todos os eventos da Malha e aos espaços coletivos, incluindo o uso de maquinário para a confecção de peças piloto, bem como a disposição de um estúdio fotográfico.

O processo também inclui mentorias semanais com especialistas da nova moda, além de bolsas integrais em um curso por mês da Escola da Malha.

O principal critério de seleção é a forma como a marca atua, que deve contemplar pelo menos um dos pilares da sustentabilidade e inovação, nos âmbitos socioambiental, cultural e econômico.

Além disso, a empresa precisa ter metas e planos sustentáveis desenhados, que sejam aplicáveis e possam ser compartilhadas com o projeto.

As inscrições são gratuitas, e os candidatos devem enviar por e-mail uma apresentação em PDF de até dez páginas, com fotos, textos, vídeos curtos ou qualquer outra mídia de apoio, explicando itens como conceito da marca, diferencial, planos, metas, propostas e valores sustentáveis.

Os interessados devem se inscrever pelo site http://www.malha.cc/ceaaposta, onde também está disponível o regulamento do projeto na íntegra.

Fonte: Folha de São Paulo

 

 

 

Tecnologia de lente de contato pode revolucionar carro elétrico

Tecnologia de lente de contato pode revolucionar carro elétrico

13.12.16

Pesquisadores da Universidade de Surrey, Inglaterra, desenvolveram um polímero capaz de melhorar sensivelmente o desempenho dos supercapacitores

Um plástico baseado na tecnologia das lentes de contato moles pode resolver alguns dos maiores desafios enfrentados pelos veículos elétricos possibilitando que recarreguem em segundos e façam uma viagem de Londres a Edimburgo sem parar, afirmam os cientistas.

Pesquisadores da Universidade de Surrey, Inglaterra, desenvolveram um polímero capaz de melhorar sensivelmente o desempenho dos supercapacitores, componentes eletrônicos leves que armazenam e distribuem grandes volumes de energia.

“Acreditamos que se trata de um avanço extremamente animador, um possível divisor de águas”, disse Ian Hamerton, que testou a tecnologia no Departamento de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Bristol, Inglaterra.

Em 2011, o fundador da Tesla Motors, Elon Musk, disse que apostava que os supercapacitores, e não as baterias, promoveriam uma inovação nos carros elétricos.

Eles já oferecem doses de energia para ajudar a impulsionar trens e ônibus em algumas partes do mundo.

No futuro, os supercapacitores poderão operar sozinhos para criar veículos elétricos que percorram distâncias similares às dos carros movidos a gasolina, levando apenas segundos na recarga em vez de horas, disse Donald Highgate, 76, que ajudou a comercializar a tecnologia das lentes de contato moles nos anos 1970.

Ele é diretor da Augmented Optics, que também trabalhou na pesquisa.

Enquanto pesquisas anteriores sobre supercapacitores de empresas como a Skeleton Technologies se concentraram em melhorar a área das superfícies dos eletrodos, essa pesquisa mais recente busca substituir o material usado como eletrólito, disse Highgate.

A pesquisa mostrou que o material pode ampliar a densidade energética dos supercapacitores entre 1.000 e 10.000 vezes.

“Isto é uma guerra sobre densidade energética”, disse Jim Heathcote, CEO da Augmented Optics, empresa de capital fechado com sede em Royston, Hertfordshire, Inglaterra.

Juntamente com Highgate, ele criou uma companhia chamada SuperCapacitor Materials, que busca começar a construir um protótipo em escala completa no ano que vem.

Isso pode levar a uma nova fábrica no Reino Unido, exigindo investimento de até 25 milhões de libras (US$ 32 milhões), disse ele.

Os supercapacitores atuais têm densidade energética de cerca de 5 watts-hora por quilo, contra 100 watts-hora das baterias de íon de lítio normalmente usadas nos veículos elétricos, disse Heathcote.

Os carros movidos a gasolina têm uma densidade energética de 2.500 watts-hora por quilo.

“Se for 1.000 vezes mais poderoso, dá para usar nos ônibus”, disse ele. “Se chegar a 50 watts-hora, faria transporte em geral. Qualquer coisa acima disso é fantástico. Se isso se traduzir em algo 10 vezes melhor, ainda assim será ótimo.”

Fonte: Exame

 

 

 

Comércio gaúcho espera movimentar R$ 6,1 bilhões com o Natal

Comércio gaúcho espera movimentar R$ 6,1 bilhões com o Natal

12.12.16

Previsão é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. Número é 3,4% maior do que o registrado do mesmo período em 2015.

Os gaúchos devem gastar R$ 6,1 bilhões neste final de ano nas compras de presentes de Natal. A previsão é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV). O valor é 3,4% maior do que o mesmo período em 2015.

De acordo com a pesquisa, 93,3% dos consumidores comprarão presentes de Natal em 2016, sendo que 37% presentearão seis ou mais pessoas. O valor médio de cada lembrança varia entre R$ 50 e R$ 80.

"O que mudou do ano passado para cá é que as pessoas comprarão mais presentes com valores menores", diz o presidente da Associação, Vilson Noer.

Peças de vestuário estão entre os presentes preferidos (68,5%), seguidos por brinquedos (56,2%), calçados e bolsas (24,7%), perfumes e cosméticos (21,9%) e livros (13,7%).

A pesquisa também perguntou sobre o tradicional "amigo secreto" (ou "amigo oculto") de final de ano. Dos entrevistados, 42,3% gasta entre R$ 20 e R$ 30 no presente, 22,5% de R$ 40 a R$ 50, e 18,3% R$ 50 ou mais.

O comércio de rua é o local preferido dos gaúchos para realizar suas compras, sendo o local de destino de 87,% das pessoas, especialmente em cidades do interior do Rio Grande do Sul.

Fonte: G1

 

 

 

Portal lança ferramenta de pesquisa personalizada sobre o comércio exterior brasileiro

09.12.16

Portal lança ferramenta de pesquisa personalizada sobre o comércio exterior brasileiro

O Portal de Inteligência Competitiva do Texbrasil – Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira, desenvolvido pela Abit em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) – acaba de lançar uma nova ferramenta que permite às empresas participantes realizar pesquisas personalizadas sobre o comércio exterior brasileiro.

O sistema de Monitoramento e Análise (Monalisa-Abit) apresenta dados do comércio exterior do setor têxtil e de confecção do Brasil, tanto as exportações como as importações, possibilitando gerar e salvar relatórios personalizados de acordo com o produto, segmento do setor, país, estado, porto e período. Além disso, o usuário também tem acesso a relatórios com pesquisas padrão da Abit sobre o setor. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Outra novidade que promete auxiliar as empresas no processo exportador é a obtenção de relatórios sobre o fluxo de comércio mundial de produtos têxteis e de confecção, que antes restringiam-se a pesquisas customizadas por país. Clique aqui e confira as novidades.

Fonte: Tex Brasil

 

 

 

Regiões carentes ganham escolas construídas com garrafa PET

08.12.16

A ONG responsável pela construção também disponibiliza em seu site um manual para que a técnica seja replicada em qualquer lugar.

Regiões carentes ganham escolas construídas com garrafa PET

Em todo o mundo existem crianças que não têm acesso à educação muito lixo sendo descartado incorretamente. A ONG Hug It Forward encontrou um jeito de solucionar esses dois problemas de uma só vez: construindo escolas com garrafas PET.

As vantagens de uma construção sustentável feita com a base em garrafas plásticas são muitas e vão desde a redução do impacto ambiental da construção até redução de custos e conscientização.

A organização utiliza a técnica para promover a construção de “Escolas de Garrafas”. Iniciada em 2009, a instituição já soma mais de 50 projetos concluídos na Guatemala e em El Salvador. A proposta consiste em capacitar a própria comunidade local para trabalhar junta em prol do desenvolvimento ambiental e educacional.

Com novas escolas, mais crianças têm acesso à educação e, durante todo o processo de arrecadação de materiais, os conceitos de cuidado ambiental também são trabalhados com a comunidade. Assim, é possível reduzir a quantidade de resíduos descartados, ao mesmo tempo em que as pessoas enxergam o impacto de suas escolhas e consumo.

Para as construções das escolas é preciso envolver a todos. As garrafas, que dão vida aos “eco-tijolos”, são recheadas de lixo não biodegradável, coletado pela própria população, inclusive pelas crianças Depois disso, a obra também conta com o esforço de toda a comunidade.

A base da estrutura é feita em concreto. A única diferença entre este modelo e as construções tradicionais são as paredes. Neste caso, ao invés de usar tijolos ou blocos-cinza, são usadas as garrafas. Em cada escola com duas salas, são reaproveitadas 6.500 garrafas PET que iriam para o lixo. Depois da base pronta, as paredes são cobertas com cimento. Os prédios ficam exatamente como os construídos com técnicas tradicionais.

Regiões carentes ganham escolas construídas com garrafa PET

Além das casas já construídas, a ONG disponibiliza em seu site um manual para que a técnica seja replicada em qualquer lugar. Também é possível apoiar o projeto financeiramente ou se inscrever como voluntário.

Fonte: Ciclo Vivo e Hug it Forever

 

 

 

Pampack Embalagens contribui com projeto que auxilia o tratamento de crianças carentes contra o câncer

Pampack Embalagens contribui com projeto que auxilia o tratamento de crianças carentes contra o câncer

07.12.16

A Pampack Embalagens está sempre engajada em diversos projetos de promoção da responsabilidade social e que ajudem a transformar a comunidade em que está inserida.

Todos os anos, a empresa contribui financeiramente com as iniciativas do Fundo de Assistência à Criança (FAC), que auxilia crianças de 0 a 18 anos, em tratamento contra o câncer, de todo o Brasil, tendo como objetivo proporcionar a elas bem-estar e melhores condições de vida futura.

As doações feitas para o FAC ajudam as crianças com câncer desde o diagnóstico, até a remissão total da doença, o que pode levar cinco anos ou mais. Os pacientes atendidos recebem tratamento gratuito na clínica do projeto, encaminhamento para exames,medicamentos e insumos hospitalares, próteses, suplementos alimentares, cestas básicas, fraldas e tudo mais que a criança precisa para não parar com o tratamento.

O projeto também ajuda a manter entidades que hospedam pacientes e seus acompanhantes que não têm condições de pagar um local para ficar durante as consultas, realização de exames e sessões de quimioterapias que são submetidas.

Comprometida com o seu papel de agente da inclusão social e gerador de melhores condições às crianças carentes, a Pampack colabora e incentiva programas como este, pois tanto para o FAC quanto para aqueles que contribuem com o projeto, a maior recompensa é saber que uma criança teve toda assistência necessária durante e depois do tratamento contra o câncer.

Fonte: Pampack Embalagens e Fundo de Assistência à Criança

 

 

 

Projeto Comunidade Ecofashion promove conscientização sobre reciclagem e consumo responsável

Projeto Comunidade Ecofashion promove a conscientização sobre reciclagem e consumo responsável

05.12.16

Para reforçar a importância da educação ambiental, consumo responsável, coleta seletiva e reciclagem dos plásticos, a Plastivida participou da 7ª edição do Projeto Comunidade Ecofashion, realizada no último sábado, dia 3 de dezembro, no Parque Central de Santo André/SP.

A entidade levou para o evento o projeto “Tampinha Legal”, que consiste em incentivar as pessoas a coletarem tampas plásticas de garrafa para que sejam reutilizadas e recicladas. Uma oficina de obras de arte, jogos, peças educativas e outros objetos que podem ser feitos com esses produtos estará em funcionamento para os participantes do evento. Além disso, houve uma exposição das obras de arte que já vem sendo produzidas com as tampinhas.

Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, explica que o projeto “Tampinha Legal” foi lançado no Rio Grande do Sul, em parceria com o Sinplast, Simplás e Simplav, e vem sendo promovido em São Paulo como parte das atividades do Programa de Sustentabilidade e Educação Ambiental que a Plastivida tem realizado, no decorrer de 2016, com o Centro Educacional Unificado (CEU) Vila Atlântica. “O tema das tampinhas tem servido como mote para ampliarmos os conhecimentos da sociedade sobre a importância do consumo responsável, da coleta seletiva e da reciclagem dos plásticos para o desenvolvimento social e para o meio ambiente”, explica Bahiense.

Ainda segundo o executivo, as ações com o CEU Vila Atlântica são um exemplo de como é possível a mobilização de toda a comunidade, partindo da escola, dos alunos e de seus familiares, em torno do tema sustentabilidade. “Em um ano, a parceria com o CEU formou 74 educadores em um curso com o reconhecimento da Diretoria Regional de Educação de Pirituba e sensibilizou ao longo do ano mais de 6 mil pessoas, entre os alunos do CEU e comunidade vizinha, em eventos que abordam a importância dos plásticos e de seu consumo e descarte responsáveis, trazendo resultados concretos para a sociedade”, conta Bahiense.

A exposição e a oficina realizadas marcaram a conclusão desse primeiro ano de atividades com o CEU Vila Atlântica “e trazem ao Ecofashion mais um elemento importante na disseminação dos benefícios dos plásticos”, completa Miguel Bahiense.

A moda tem o poder de inspirar as pessoas e por isso, desde 2010, o projeto Ecofashion usa o tema para falar de consumo consciente e reciclagem. Os alunos de ONGs e de escolas da rede pública das cidades de Santo André e Mauá recebem o desafio de passar adiante os conhecimentos sobre consumo responsável e reciclagem por meio da moda.

Durante o projeto, crianças e jovens são convidados a criar, a desenvolver roupas e a pensar sobre seus hábitos de consumo e geração de lixo, aprendendo técnicas para coletar materiais recicláveis. Com isso, sua família, amigos e comunidade são encorajados a fazer o mesmo. E o desfile final é o momento de mostrar para todo mundo o que foi produzido e, principalmente, de compartilhar os conhecimentos aprendidos.

Fonte: Plastivida

 

 

 

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

01.12.16

Os canudos plásticos podem ser reutilizados de muitas formas. Selecionamos algumas para você se inspirar e criar novos objetos:

Lustres de Canudos de Plástico

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

Sino dos ventos de Canudos de plásticos

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

Guirlanda de Canudos de plásticos

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

Abajures de Canudos de Plástico

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

Letreiro de Canudinhos

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

Uma rede colorida feita de canudos – Mapa do metrô?

10 ideias criativas de como reciclar canudos de plástico

 

 

 

Novembro 2016

Como conquistar clientes em uma das principais datas de vendas do ano?

Como conquistar clientes em uma das principais datas de vendas do ano?

30.11.16

É muito comum deixar para comprar presentes em cima da hora. Aproveitar as promoções nos últimos minutos. Hoje, o consumidor escolhe como, onde e o quê comprar no momento em que mais lhe convém. Já se foi a época em que para comprar algo era necessário sair de casa.

Para criar relevância, credibilidade e, por fim, a escolha do consumidor, preparamos algumas dicas que poderão ser aproveitadas a qualquer momento, mas que serão primordiais em épocas festivas, período em que todas as marcas investem o quanto podem para alavancar as vendas:

- Considere a possibilidade de criar segmentos ou temas personalizados. Incluindo compradores de última hora e impulsivos, presentes do feriado para pais, mães, crianças entre outros;

- Conheça o nível de intenção nos dados que você está usando para alcançar o consumidor que você está procurando. Os consumidores estão navegando com algum interesse ou eles estão indo diretamente para a compra? Aproveite seus dados de first-party para potenciar audiências de prospecção personalizadas, já que elas serão as melhores empresas;

- Use o quanto puder de estratégias de segmentação. O consumidor precisa receber mensagens com o que, de fato, tenha interesse;

- Use CRM onboarding para ter um arquivo de usuários que comprou durante os mesmos períodos no ano passado e os combine aos cookies para que eles sejam segmentáveis em toda a web;

- Não esqueça que muitos clientes poderão acessar o seu site durante os períodos sazonais e não comprarem imediatamente. Lembre-se deles. Traga-os de volta, personalize mensagens e mostrem relevância. Você terá grandes chances de leva-lo à conversão.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre e Administradores

 

 

 

Plástico, o material ideal para brinquedos

Plástico, o material ideal para brinquedos

29.11.16

Para os que não resistem em presentear as crianças sempre fica aquela dúvida: será que conheço o brinquedo ideal para os pequenos?

Para ajudar mães, pais, tias, tios, avós, avôs, madrinhas e padrinhos, podemos dizer que, além de deixar as crianças felizes por receberem presentes, você ainda pode contribuir para o desenvolvimento delas com segurança e de forma lúdica. Não é legal?

A escolha do brinquedo correto está em um detalhe: o plástico. Porque além de ser mais resistente, leve, barato, atóxico, fácil de limpar e contar com formatos e cores inimagináveis, fazendo parte da infância há muito tempo, os brinquedos em plástico cumprem requisitos de segurança certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e, em relação aos equipamentos de playground, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

O plástico é, ainda, um material de uso consciente, sendo 100% reciclável. Depois de os pequenos brincarem bastante, você pode doar os brinquedos, desde que estejam em bom estado, ou levá-los aos pontos de entrega para reciclagem. Para saber mais sobre o local mais próximo de você, acesse o aplicativo para iOS e Android, "Reciclagem de Plásticos".

É importante saber que o brincar tem um papel diferente em cada faixa etária, mas em todas elas a brincadeira é essencial. Do bebê à criança maiorzinha, dos pequenos blocos educativos à grande peça única sem pregos do playground, passando pelo chocalho, tamborzinho, carrinhos, bonecas até à babá eletrônica, quase todos os brinquedos e equipamentos utilizados na infância são compostos de material plástico. Os itens de segurança nos esportes como patins e skate – capacete, luvas e joelheiras – por exemplo, são feitos de plástico. As crianças adoram e os pais ficam tranquilos sabendo que os filhos estão protegidos.

Aliás, cabe aos mais velhos ficar de olho e verificar as condições dos equipamentos para evitar acidentes antes de deixar a molecada se esbaldar no parquinho ou na área de lazer. O interesse da criança, aliado ao brinquedo adequado e à interação com o adulto ou com outras crianças, fará da brincadeira uma fonte apropriada para a estimulação da coordenação motora dos pequeninos.

Fonte: Plástico Transforma

 

 

 

Frutas são apostas certas para as estampas de verão 2017

28.11.16

Aposte em uma salada mista nesta temporada. Confira uma seleção com ideias para entrar nesta tendência quente do verão 2017.

Frutas são apostas certas para as estampas de verão 2017

Ao misturar roupas estampadas com acessórios que mimetizam as formas das frutas, mantenha a mesma cartela de cores para garantir a harmonia do visual.

Frutas são apostas certas para as estampas de verão 2017

Fonte: Vogue

 

 

 

Embalagem: um diferencial para a sua marca neste final de ano

Embalagem: um diferencial para a sua marca neste final de ano

25.11.16

Faltando apenas um mês para o Natal, se aproximam também as festas de final de ano, e com elas, a melhor época para o comércio.

Das compras de alimentos e bebidas para a ceia à presentes e lembranças para a brincadeira de amigo secreto, a embalagem pode e deve fazer toda a diferença na hora de conquistar e fidelizar os clientes, inclusive aqueles que serão presentados.

Uma embalagem personalizada não só identifica a sua marca como também a diferencia das demais do mesmo segmento. Além disso, as sacolas plásticas podem ser reutilizadas, expondo a sua imagem em diversos locais e a um maior número de pessoas.

A Pampack oferece as melhores opções para o seu negócio. Conheça nossos produtos e faça um orçamento, clique aqui.

 

 

 

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

24.11.16

Confira ideias criativas e de muito bom gosto para reutilizar materiais na decoração natalina. Apresentamos dez passo a passo preparados pelo site Madame Criativa, que mostram que baixo custo não significa mau gosto e reciclagem não significa pobreza. “Reaproveitar materiais significa inteligência e consciência ambiental. E se a reciclagem for feita com capricho e bom gosto, qualquer projeto pode ficar elegante e chique”, diz Bianca Barreto, uma das autoras do site.

Confira as dicas:

1 – Árvore feita com revista dobrada

A beleza pode estar na simplicidade e esta decoração natalina feita com revista dobrada e pintada com tinta spray é a prova disso. Para fazer a árvore basta retirar a capa e fazer uma dobradura. Depois é só decorar como quiser.
Confira aqui o passo a passo completo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

2 – Estrela 3D em papel

A estrela de papel dá um efeito muito legal para a decoração natalina. Com uma folha de papel é possível dar volume a uma estrela. Você pode tanto fazer várias estrelas pequenas para substituir as tradicionais bolas, como fazer uma grande para o topo da árvore. Veja aqui o passo a passo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

3 – Anjinho de rolha

O anjinho feito com rolha pode ser feito até mesmo por quem não tem familiaridade com artesanato e todo o material pode ser encontrado em casa. Você vai precisar de uma rolha e um arame de pedaços de papel alumínio, papel branco ou papel laminado e uma tirinha de renda ou outro tecido. Clique aqui para ver o passo a passo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

4 – Pendentes em papel

Este passo a passo é feito apenas com um quadrado de papel, alguns cortes e um pouco de cola. Você pode abusar da criatividade na escolha dos papéis e das cores para fazer os pendentes. Veja aqui como é simples de fazer.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

5 – Duendes de rolo de papel higiênico

Utilizando papelão de rolo de papel higiênico e feltro você pode criar belos duendes de Natal. Crianças podem ajudar nessa decoração, já que eles são muito fáceis de se fazer. Confira aqui o passo a passo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

6 – Festão de pipoca

Se você já enjoou dos seus enfeites natalinos e não quer investir em enfeites novos, inove com um festão baratinho e criativo. Esta é uma ideia muito simples e antiga que mexe com a imaginação da criançada. Veja aqui como fazer.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

7 – Porta velas de garrafa

Este porta velas feito com garrafa de vidro fica muito elegante e ainda tem a vantagem de não apagar com o vento. Para fazer a pintura com bolinhas, você pode usar adesivos e tinta spray. Clique aqui para o passo a passo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

8 – Ouriços de palito

Esta decoração natalina é para quem curte o estilo “clean”. Os ouriços são feitos com palitos espetados em um pedaço de sabão. As peças tem glitter prateado no centro para dar brilho e mantém as pontas com madeira aparente. Saiba como fazer aqui.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

9 – Flocos de neve de papel

Este é outro tipo de artesanato ideal para fazer com a criançada. Os flocos de neve de papel possuem um desenho único que só é revelado quando ele é desdobrado. Os recortes criam lindas mandalas decorativas. Acesse aqui o passo a passo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

10 – Lanternas com potes de vidro

O porta velas feito com potes de vidro é um objeto decorativo muito singelo, porém encantador. Você vai precisar de potes de vidro, papel, fita de tecido e arame. Veja aqui o passo a passo.

Passo a passo para 10 decorações natalinas sustentáveis e elegantes

Fonte: Ciclo Vivo e Madame Criativa

 

 

 

Jovens criam travesseiro de sacolas e copos plásticos e ganham bolsa de estudo nos EUA

Jovens criam travesseiro de sacolas e copos plásticos e ganham bolsa de estudo nos EUA

23.11.16

Sonhar acordado para dormir bem e com a consciência limpa. Foi pensando nisso e, claro, nos sonhos pessoais e profissionais que 10 estudantes das escolas SESI/SENAI Vila Canaã, de Goiás (GO), pesquisaram e desenvolveram um travesseiro preenchido de sacolas e copos plásticos picotados.

Batizado de plastisseiro, o produto se revelou viável comercialmente e de grande apelo ecológico. De acordo com as pesquisas dos alunos o material é antialérgico, ortopédico, até quatro vezes mais barato que os de espuma e de durabilidade comprovada, já que o plástico demora 100 anos para se decompor na natureza. Também por isso, o fator de proteção do meio ambiente é o ponto alto do projeto.

Segundo João Victor Quintanilha, integrante da equipe criadora do plastisseiro, o processo de produção começa pela compra das sacolas e copos plásticos das cooperativas de catadores de materiais recicláveis:

“O insumo passa por uma triagem, é triturado, sanitizado com hipoclorito de sódio, depois vai para secagem e costura”, explica Quintanilha.

O projeto é tão amplo e completo que os estudantes identificaram que uma cooperativa poderia produzir 384 desses travesseiros por mês, reutilizando 131 mil sacolas e 54 mil copos que iriam para o lixo.

Fonte: Plastivida e G1

 

 

 

Black Friday: Sindilojas Porto Alegre estima 8% de alta nas vendas em relação a 2015

Black Friday: Sindilojas Porto Alegre estima 8% de alta nas vendas em relação a 2015

22.11.16

Na próxima sexta-feira, dia 25 de novembro, ocorrerá a edição de 2016 da Black Friday, grande evento de descontos promovido pelo varejo em sites e lojas físicas com reduções de preços prometidas que podem chegar a 80% do valor original do produto. Conforme o Sindilojas Porto Alegre, as lojas terão horário de atendimento estendido até a meia noite, na sexta-feira, por conta desse evento. O Procon da Capital também estará atento e orientando os consumidores sobre os cuidados ao realizar as compras.

O presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruze, acredita que a data esteja em crescimento ano após ano e estima um aumento de 8% nas vendas em relação ao ano passado. Em 2015, conforme o sindicato, o tícket médio foi de R$ 570,00, impulsionado pelos artigos de telefonia, produtos mais procurados.

“A cada ano que vem acontecendo o Black Friday, o comerciante vai entendendo que é uma data importante do comércio. E estão agindo com mais seriedade, o próprio Procon está fiscalizando as lojas para que não haja aumento enganando o consumidor. Nós acreditamos que vai ter um bom movimento nessa data. Inclusive o horário do comércio será estendido até meia noite por um acordo do Sindilojas com o sindicato dos empregados. Então nós acreditamos que teremos um crescimento de 8% em relação as vendas do ano passado, justamente por ser uma data em crescimento”, avalia o presidente.

Nas edições anteriores da promoção, o Procon Porto Alegre registrou mais de 100 reclamações sobre a Black Friday, sendo a maioria vinculada à alegada maquiagem de preço final de venda. Para o consumidor, o órgão municipal alerta para que se realize com antecedência uma pesquisa de preços das mercadorias que se pretende adquirir pela Internet para que a compra seja efetuada com segurança. A finalidade é verificar se os descontos oferecidos na promoção correspondem de fato à redução de valores dos produtos na loja. O consumidor também deve se certificar antes das compras se os sites são de boa procedência, podendo acessar no site do Procon a lista de sites não seguros como um indicativo de segurança para realização de suas compras.

O Procon Porto Alegre atende o público na rua dos Andradas, 686, das 10h às 16h, no site www.portoalegre.rs.gov.br ou pelo aplicativo gratuito para celulares Procon App. Informações podem ser obtidas no telefone 3289-1774.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

 

Empresas brasileiras já podem utilizar o Ata Carnet para levar amostras para o exterior

Empresas brasileiras já podem utilizar o Ata Carnet para levar amostras para o exterior

21.11.16

Desde o dia 6 de outubro a CNI – Confederação Nacional da Indústria – está emitindo o Ata Carnet, uma espécie de passaporte aduaneiro internacional de mercadorias. Com ele, é possível exportar e importar produtos com isenção de impostos pelo período de um ano para qualquer um dos 75 países que fazem parte da rede. Uma das principais utilizações do Ata Carnet é para o envio de amostras para exposições, feiras e congressos.

A CNI é a emissora exclusiva do documento no Brasil e utilizará sua rede de Centros Internacionais de Negócios (CIN), localizados junto as federações industriais de cada estado, para atender todo o país.

Para saber mais informações sobre o Ata Carnet e como emiti-lo, acesse: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/canais/ata-carnet/home/

 

 

 

Adidas lança tênis feito com plástico reciclado

Adidas lança tênis feito com plástico reciclado

18.11.16

A marca de sportswears inova ao lançar um novo modelo totalmente eco-friendly e com design fashion.

O novo lançamento da Adidas é a prova máxima de que moda e sustentabilidade podem andar de mãos dadas. Desde 2015, a empresa uniu forças com a organização Parley for The Ocean – que se dedica a reduzir os resíduos de plástico no oceano – para trabalhar em um protótipo de sapato eco-friendly. O projeto finalmente saiu do papel e o resultado é surpreendente: o “Ultra BOOST Uncaged Parley” foi feito com o material descartado nos oceanos e é superfashionista.

Até o fim de 2017, a Adidas se comprometeu a produzir 1 milhão de pares do tênis, que possui em sua composição 95% de seu material proveniente do plástico retirado dos oceanos, e outros 5% de poliéster reciclável. Com esse lançamento, a marca esportiva dá um salto e lança o modelo mais eco-friendly até agora com 100% de recursos recicláveis. A empresa ainda vai além e diz que seu objetivo a longo prazo é reduzir completamente o uso de plástico virgem em suas produções.

O modelo ainda não tem previsão de lançamento no Brasil mas lá fora vai custar 220 dólares. Enquanto isso, veja o vídeo da campanha de lançamento:

Fonte: Elle

 

 

 

Brasileiros salvam animais feridos utilizando plástico

Brasileiros salvam animais feridos utilizando plástico

17.11.16

Com o nome de Animal Avengers (Vingadores dos Animais, em tradução livre), um grupo de seis pessoas poderia ser confundido facilmente com o time de heróis da Marvel. A equipe, porém, não conta com o Hulk ou com o Homem de Ferro, mas com um dentista, um designer gráfico e quatro veterinários. E o objetivo não é salvar o mundo. É, simplesmente, recuperar animais feridos com próteses impressas em 3D com material muito mais barato. São voluntários que, com boa vontade, buscam alterar a lógica do uso de impressão 3D.

A história do grupo começou em 2013, quando o dentista e professor universitário Paulo Miamoto conheceu a técnica de impressão 3D para reconstituição de ossos. No mesmo instante, ele resolveu se unir a um veterinário para tentar levar a técnica para os animais. “Até 2015, foi tentativa e erro”, conta o “vingador dos animais”, Paulo Miamoto. Tudo mudou, no entanto, quando o jabuti Freddy entrou no caminho dos profissionais.

Vítima de um incêndio, o vagaroso animal ficou com o casco completamente comprometido. Parecia ser o fim da linha para Freddy. No entanto, Miamoto entrou em contato com os responsáveis pelo animal e resolveu apostar na impressão 3D para salvá-lo. “A gente escaneou o Freddy e um jabuti saudável, para compararmos”, comenta Miamoto. “Imprimimos o casco do animal saudável e ficou perfeito no Freddy. Ficou tão bem adaptado que a gente nem precisou perfurar os ossos para ajustar o casco artificial.”

O que impressiona, porém, é que a técnica reduz — e muito — o valor da prótese: uma convencional para ossos, em material médico, varia em torno de R$5 e R$6 mil, podendo atingir números ainda mais estratosféricos em casos complexos. No caso das próteses do Animal Avengers, feitas em um plástico resistente feito de uma substância extraída da cana, elas custam, em média, apenas R$14 — sem contar o uso da impressora (que é de Miamoto) e do tempo de trabalho das pessoas — cedido de maneira voluntária para a causa.

“É tudo muito simples, muito barato”, afirma Miamoto. Ele escaneia a prótese com um app no celular, faz a impressão em uma impressora 3D doméstica instalada em seu quarto e, em seguida, deixa ela pronta e esterilizada em seu consultório dentário. “Depois que a prótese está pronta, encaminho para os veterinários do grupo, que fazem a aplicação nos consultórios deles. É tudo muito coordenado, sem gastos”. afirma o dentista.

O grupo, em pouco mais de um ano de pleno funcionamento, já ajudou 14 animais: jabuti, gansos, araras, uma cadela que quebrou os dentes, tucanos e até um araçari — que é uma espécie de tucano, um pouco menor. Pelas limitações do grupo, porém, eles têm que limitar os animais atendidos. “Nós analisamos caso a caso e só fazemos dos animais que, de fato, necessitam de uma prótese”, afirma Miamoto.

Hoje, o grupo conta com seis profissionais, mas a ideia é ampliar o time. “A nossa ideia é tentar transmitir o conhecimento para mais pessoas”, diz Miamoto. “Quanto mais gente aprender a técnica, melhor.”

Fonte: Plastivida e Gazeta de Alagoas

 

 

 

Ásia e América do Sul lideram mercado global de lingerie

Ásia e América do Sul lideram mercado global de lingerie

14.11.16

O mercado global de lingerie está pronto para ver um bom retorno ao longo dos próximos seis anos, comandados pela Ásia e América do Sul, segundo a nova pesquisa realizada pelo Just-Style.

Conforme a pesquisa, o mercado global de lingerie irá crescer 3,8% de 2016 até 2022, em comparação ao período de 2010 e 2016, que apresentou um crescimento de apenas 1,6%.

A pesquisa também relata que a Europa e a América do Norte são responsáveis por dois terços do mercado varejista mundial de lingerie, sendo 39,47% da Europa e 26,9% da América do Norte. Até 2022, a participação da Europa no mercado deverá sofrer uma queda para 38,44% e a participação da América do Norte deverá manter a sua participação.

Fonte: TexBrasil e Just-Style

 

 

 

Reciclável, o plástico democratiza o acesso da população a muitos produtos

Reciclável, o plástico democratiza o acesso da população a muitos produtos

11.11.16

No Brasil, é comum a reciclagem do plástico, inclusive, feita de maneira mecânica. “Amplamente usada no país, a reciclagem mecânica do plástico nada mais é do que pegar o material descartado, que já foi consumido, separar por tipo, moer, lavar e processar para virar resina novamente – matéria-prima para a fabricação de novos produtos”, diz Silvia Rolim, assessora técnica da Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.

É feita a reciclagem tanto do plástico comum, que sai da casa do cidadão – resíduo doméstico –, como também do plástico industrial, que são sobras e aparas da indústria de transformação. “O plástico industrial é o filé mignon. Ele é limpo e não tem mistura. É a nata da reciclagem. Porém, em relação à origem do resíduo consumido no país, ele representa somente 36% do material reciclado. Os outros 64% são de plástico pós-consumo”, conta Rolim.

O principal gargalo no Brasil e no mundo de todos os materiais reciclados é a falta de sistemas estruturados de coleta seletiva. “Dos 5.564 municípios do país, menos de 10% tem sistema de coleta seletiva oficial. Hoje, são 762 empresas cadastradas que fazem a reciclagem dos materiais, mas com certeza existem mais do que isso, que atuam com uma capacidade ociosa de 35%. Isso quer dizer que é possível a reciclagem de mais materiais, entretanto eles não chegam ao destino. Com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada e prestes a começar a ser implementada efetivamente, tende a crescer, significativamente, o número de municípios que instalarão sistemas de coleta seletiva. Seja via cooperativa ou pelo próprio município”, afirma a assessora técnica.

Segundo ela, atualmente, o Brasil recicla de forma mecânica, entre industrial e pós-consumo, 1,86 milhão de toneladas de resíduos plásticos, dos quais 686 mil são referentes ao plástico pós-consumo. “Nós reciclamos 21% de todo o plástico pós-consumo colocado no mercado. E se formos pensar que a média da comunidade europeia é 24,8%, nosso índice é muito alto. Na União Europeia não existe um único município que não tenha coleta seletiva para 100% dos cidadãos. A diferença é que na Europa eles têm outros tipos de reciclagem implantados como a recuperação energética, muito usada nos países nórdicos. São 420 unidades de recuperação energética que reciclam 38% dos resíduos sólidos”.

PROCESSO DE RECICLAGEM

A reciclagem do plástico começa com a coleta domiciliar, ou envio para postos de entrega voluntária, para cooperativas e centrais de triagem, onde serão separados por tipos. “Eles são enfardados para compactar e comercializados para a indústria da reciclagem diretamente. O reciclador, ao receber esses fardos, lava o plástico, mói, passa em um aglutinador para fundir o plástico e por uma extrusora que colocará o aditivo, que pode ser um antioxidante ou antiderrapante, entre outros, de acordo com a resina que será feita e sua finalidade”.

POLÍTICA REVERSA

O plástico não volta da mesma forma ao mercado. “Um pote de iogurte, por exemplo, não voltará para a mesma indústria e será usado para a confecção do mesmo produto. Depois de reciclado, ele sairá em forma de outro item. Não é uma política reversa no sentido literal da palavra. O produto cumpre seu ciclo de vida e se renova com o plástico indo para uma nova aplicação. É possível fazer um carpete de plástico reciclado, que será usado por anos e, ao trocá-lo, ele poderá ir novamente para a indústria de reciclagem, se for descartado corretamente. Quando o reciclador pega o material, normalmente, acrescenta uma pequena porcentagem de plástico virgem para manter as propriedades físico-químicas do produto. Assim, é mantida a qualidade do plástico, tornando possível sua reciclagem por muito tempo”, explica Rolim.

De acordo com a assessora técnica, o plástico reciclado pode ser utilizado sem preocupação na construção civil. “Desde que respeitadas todas as normas e legislação existentes no setor. O mercado da construção civil, cada vez mais, se preocupa e procura adotar as boas práticas referentes à sustentabilidade. O ganho de imagem da construtora que tem essa bandeira ambiental é inegável. E o consumidor se dispõe a pagar mais quando a obra tem cuidados como a captação e reuso da água de chuva, energia solar, uso de materiais reciclados entre outros”.

Os benefícios do plástico reciclado são inúmeros. “A reciclagem do material evita a extração de matéria-prima para a fabricação de novos produtos, minimizando o impacto ambiental. Além de proporcionar oportunidades à sociedade e melhoria na qualidade de vida das pessoas. Outra vantagem do plástico é ser acessível. Ele democratiza o acesso da população aos bens de consumo que, se não fossem feitos do material, provavelmente não teriam essa condição. Há 50 anos um liquidificador era todo feito de metal, pesadíssimo, e o custo era muito mais alto. O mesmo acontecia com os carros que, nos anos 20, eram muito mais pesados devido ao material usado e voltados somente para a elite. A participação do plástico, de maneira geral, tornou os meios de transporte significativamente mais leves, econômicos e ecologicamente corretos, já que consomem menos combustível e emitem menos CO2”, comenta Rolim.

Segundo a assessora técnica, os plásticos são todos 100% recicláveis, inclusive o PET e todos os plásticos usados em embalagens. “Quando não são, é muito mais por uma questão de falta de coleta seletiva do que de condições técnicas de reciclagem. Outro plástico muito reciclado pela indústria é o PVC, que tem a maior parte destinada à construção civil e somente uma pequena parcela vai para o pós-consumo”.

Fonte: Plastivida

 

 

 

Dicas para ter sucesso na Black Friday deste ano

ter sucesso na Black Friday deste ano

10.11.16

A Black Friday, campanha de vendas que traz descontos em diversas redes de compras pelo país, mostra a cada ano por que continua sendo a maior data de descontos do varejo mundial: Segundo dados da Clear Sale, as vendas no dia 27 de novembro de 2015 totalizaram mais de R$ 1,5 bilhão de reais. E mesmo com a instabilidade econômica, o ticket médio foi de R$ 492, com um aumento de R$ 76 em relação a 2014.

Para ajudar as empresas que estão começando na Black Friday, confira dicas de e-commerces que hoje são cases de sucesso dentro da data. Confira:

1. Envolva todas as áreas da empresa na organização da Black Friday

“O principal erro das empresas na Black Friday é não envolver todas as áreas da empresa. Escuto muita gente falando que quem faz a data é a área comercial e o marketing – quem pensa dessa forma está pensando em uma estratégia muito arriscada. É preciso envolver a logística,TI, financeiro, SAC, jurídico, entre outros. Por ser uma data em que existe um pico muito forte de venda em um período de tempo muito curto, direta ou indiretamente todas as áreas são afetadas. É preciso levantar em quais pontos e como cada área será afetada e ter um planejamento para isso. Por exemplo a logística e o SAC são áreas que são afetadas somente após a BF e se elas não estiverem dimensionadas corretamente, certamente haverá muitos problemas para o cliente e como consequência um prejuízo financeiro grande para a empresa em virtude dos cancelamentos e insatisfação dos clientes”, explica o diretor de marketing e produtos da Madeira, Robson Privado. Durante a Black Friday de 2015, o e-commerce faturou R$7.1 milhões, um valor que representa 8,2% sobre o faturamento anual da empresa.

2. Saiba atender antigos e novos clientes

“Aproveite o fluxo de clientes e esteja preparado para recebê-los. O consumidor frequente precisa se sentir ainda mais valorizado. Para isso, é importante que ele encontre as melhores oportunidades e tenha a certeza de que está adquirindo uma promoção Black Friday confiável. Já o novo cliente precisa conhecer o máximo da sua plataforma para que ele se torne um cliente recorrente e crie um vínculo de compra e de pesquisa com o site. Nesses dois casos, nunca é demais salientar, que é fundamental planejar a experiência de compra dentro da página. Criar uma navegação fácil, ter agilidade na aprovação do pagamento e uma experiência positiva pós-compra, com a garantia de entrega dentro do prazo, precisa ser prioridade para a empresa. Prever possíveis falhas garante o sucesso e a repercussão da sua marca como grande player no mercado”, afirma o CMO do Peixe Urbano, Adalberto da Pieve.

3. Planeje a sua operação

“Ter produtos interessantes e promoções boas é importante para obter sucesso na Black Friday, mas o planejamento da empresa para o período é essencial. Dessa forma, é indicado desenhar todas as ações que serão desenvolvidas. Isso possibilita obter uma previsão da quantidade de pedidos que a marca irá receber no dia e entender o que precisa ser reforçado na operação, tanto em relação à infraestrutura dos sites, como também à estoques, logística e atendimento do cliente. Além disso, testar é muito importante para entender os gaps da operação e, assim, poder corrigir antes da data”, aponta Samantha Schwarz, gerente de contas da Infracommerce, empresa que oferece soluções para e-commerce. A empresa é responsável pelo e-commerce de mais de 40 marcas e, na Black Friday, já chegou a registrar aumento de 400% de acessos nas lojas virtuais.

4. Conheça e se comunique com seus consumidores

“Conhecer o consumidor é um fator chave para ter sucesso no Black Friday. Esse “feriado” que teve sua origem no mundo online, agora também acontece no mundo físico – lojas garantem grandes descontos como nos sites e alteram seus horários de funcionamento e escalas para atender à grande demanda. Com isso, é importante também se comunicar com os atuais e futuros clientes. O que acontece é que nem todas as lojas de uma mesma rede participarão do dia de descontos. Por isso, é muito importante comunicar os clientes sobre o horário especial de funcionamento, o que estará em promoção, além de sugerir que todos cheguem mais cedo para conseguir adquirir os melhores produtos e também aumentar o potencial de compra”, finaliza o CEO da Seed Digital, Francisco Forbes. A empresa,fundada em 2014, é líder de analytics para o varejo.

Fonte: Paraíba Total

 

 

 

Conheça diversas utilidades criativas para as embalagens zíper

09.11.16

Extremamente versátil para armezenar os mais variados produtos, de alimentos a materiais de escritório, a embalagem zíper também é muito prática e de fácil manuseio.

Além disso, é resistente, reciclável e pode ser reutilizada para diversas funções. Assista ao vídeo abaixo e confira ideias criativas para reaproveitar este tipo de embalagem:

Fonte: Ideias Incríveis e Plastivida

 

 

 

Coral Biquínis, cliente da Pampack, lança coleção verão 2017

Coral Biquínis, cliente da Pampack, lança coleção verão 2017

08.11.16

Cliente da Pampack Embalagens, a marca catarinense de moda praia Coral Biquínis lançou sua coleção verão 2017, que leva o nome Verão Tropicaliente - a vida é muito melhor em um biquíni.

O desfile de lançamento aconteceu no dia 26 de outubro, na Merci Casa de Festas, em Porto Alegre. O evento contou com a curadoria de oito embaixadoras da marca na cidade, além de uma seleta lista de convidados, incluindo imprensa, fashionistas e fãs da Coral Biquínis.

Fotografada na Bahia e assinada pela estilista Patricia Haupenthal, a coleção de biquínis, maiôs e saídas de banho apresentam cores vibrantes, estampas coloridas e muitos florais, trazendo no nome e nas peças a essência tropical do Brasil.

Peças tão estilosas e bem produzidas não poderiam receber outra embalagem que não o saco com zíper da Pampack, pois é bastante resistente e possui um sistema de fechamento perfeito para guardar e conservar roupas de banho. O saco com zíper garante qualidade e a durabilidade das peças por muito mais tempo.

Entre em contato conosco, conheça nossos produtos e tenha as melhores opções de embalagens para sua marca: www.pampack.com.br/2010/contato.htm.

Fonte: Pampack Emabalagens e Zero Hora

 

 

 

Mercado de moda masculina irá movimentar US$ 23 bilhões até 2017, diz Sebrae

Mercado de moda masculina irá movimentar US$ 23 bilhões até 2017, diz Sebrae

07.11.16

Segundo estudo divulgado pelo Sebrae, até 2017 o mercado nacional de moda masculina irá movimentar US$ 23 bilhões. Esse montante coloca o País como o maior mercado de vestuário da América do Sul, com faturamento aproximado de US$ 42 bilhões em vendas.

Ainda de acordo com a pesquisa, no Brasil o setor cresceu 44% entre 2007 e 2012, se destacando como um nicho com alto potencial de faturamento tanto para pequenos quanto para grandes empreendedores.

De olho nessas oportunidades, os investimentos dos grandes eventos de moda - como o São Paulo Fashion Week - e das principais mídias se mostram cada vez mais voltadas a esse universo, oferecendo lugar de destaque para revelar as principais tendências do momento.

No mercado de moda casual, a expectativa é um interesse maior em produtos básicos, como jeans, camisas, bermudas e camisetas. Já no setor luxo, itens de alfaiataria como paletós, calças e gravatas com tecidos e cortes diferenciados demonstram grande possibilidade de desenvolvimento.

O estudo do Sebrae também afirma que os hábitos dos consumidores masculinos incluem tendência de fidelidade à marca e preferência por produtos de alta funcionalidade. A frequência de compra desse público é de, em média, três meses entre uma peça e outra, e - apesar das mulheres ainda serem fundamentais na hora das compras - cada vez mais os homens estão fazendo pesquisas na internet antes de se decidirem por uma peça.

Por fim, pode-se destacar que esse potencial não está restrito apenas a classes sociais mais elevadas. De fato, o mercado tem criado espaço para produtos aos mais diversos públicos, tanto com artigos de luxo quanto mais populares.

Diante dessas estatísticas, vale ressaltar o papel dos lojistas e varejistas para o aumento nas vendas de produtos masculinos, que - apesar da forte presença do e-commerce nos hábitos dos consumidores - apostam na força das vitrines para atrair novos consumidores.

Estudos recentes do Ibope revelam que pela primeira vez os homens alcançaram as mulheres no número de frequência ao shopping. Nas compras, as mulheres continuam na liderança apenas na categoria A, com seis compras ao mês. Já os homens da mesma categoria fazem cinco compras ao mês.

Ao contrário das mulheres, geralmente os homens buscam mais praticidade na hora de fazer compras. Por isso, a posição e apresentação correta dos principais produtos é essencial para aproveitar o abrangente potencial deste mercado.

Dessa forma, diversas lojas se mostram cada vez mais interessadas em pesquisar e adotar as melhores práticas de divulgação do espaço. E quando esse é o assunto, sem dúvida os manequins cumprem um papel primordial.

Os manequins são o principal recurso do visual merchandising. A importância dos manequins se justifica em razão de eles fazerem com que as lojas vendam mais roupas. Atualmente, há uma grande quantidade de modelos diferenciados, com reproduções de corpo magro, plus size e também atlético.

Quando escolhidos os modelos corretos para a vitrine, o resultado pode se refletir fortemente nas vendas da loja. Isso porque o consumidor poderá observar, antes de entrar no espaço, detalhes da peça e de seu caimento.

Fonte: Terra

 

 

 

Pampack Embalagens apoia a campanha Novembro Azul

Pampack Embalagens apoia a campanha Novembro Azul

04.11.16

Depois do outubro ser rosa, e com toda a razão, o mês de novembro é completamente azul e nós explicamos por que.

O movimento Novembro Azul, criado em 2008 pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, busca conscientizar os homens em relação à importância do cuidado com a saúde e, principalmente alertar contra o câncer de próstata, segundo mais comum entre os homens no Brasil.

A edição deste ano tem como mote: “De Novembro a Novembro Azul - Movimento permanente pela saúde integral do homem”. O alerta inicial gira em torno do fato de que a maioria do sexo masculino não tem o hábito de acompanhar sua saúde através de exames e visitas rotineiras ao médico.

Desta forma, a campanha busca promover a mudança de hábito e desconstruir o tabu em relação ao exame que detecta o câncer de próstata. Por ser uma doença sigilosa, seu diagnóstico precoce é de extrema importância, podendo aumentar em 90% as chances de cura.

A Pampack acredita que todo o movimento a favor da saúde e da conscientização merece nosso apoio e visibilidade, e é por isso apoiamos o Novembro Azul!

Fonte: Pampack e Instituto Lado a Lado pela Vida

 

 

 

Dicas essenciais para fidelizar seus clientes no varejo

Dicas essenciais para fidelizar seus clientes no varejo

01.11.16

Você já parou para pensar em porque a Apple é uma das empresas com a maior quantidade de clientes fiéis do mundo? Obviamente a primeira resposta é o fato da marca oferecer aos seus clientes produtos com excelente qualidade. Mas não se engane, não é só isso (muito pelo contrário!). A empresa usa diversas estratégias de fidelização, um dos seus princípios é vender o conceito em primeiro lugar. Ou seja, a marca não vende um computador com super configurações, é muito mais do que isso, ela vende o estilo Apple, que foi bem fundamentado ao logo dos anos e consequentemente propagado entre os usuários.

Nessa linha, apresentamos três dicas objetivas e práticas que te ajudarão a entender tudo isso de forma clara. E você poderá adotar e aplicar imediatamente no seu negócio, num primeiro momento através do entendimento e mudança de postura, e em seguida com o auxilio de plataformas e programas automatizados que garantem maior segurança e eficácia do processo.

#1 Tenha uma causa

Ter uma causa é possuir uma justificativa para acordar todos os dias. Qual o porquê de vender o que você vende? Isso fará o cliente compreender qual a razão do seu negócio existir. Essa existência deve ser algo além de fornecer produto A ou serviço B, ela corresponde à essência.

Exemplos de causa em grandes marcas: Coca-cola: a alegria de viver; McDonald’s: o mundo lúdico; Nike: o instinto cosmopolita revolucionário.

#2 Surpreenda sempre

Surpreender um cliente é a chave para ele comentar voluntariamente sobre a experiência com sua marca em todas as conversas com amigos e colegas de trabalho. Isso gera uma divulgação espontânea e direta, a mais eficaz para atrair novos clientes e mantê-los por perto.

Para gerar uma surpresa positiva no consumidor é necessário superar as expectativas. Isso quer dizer que ele esperava ter uma certa experiência no seu estabelecimento (comum), mas durante o processo de compra teve uma experiência diferente e bem mais interessante do que o imaginado.

Ou seja, irá prover felicidade para quem consumir seu produto ou serviço. O ‘sentir-se feliz’ vem do que é simples, tem um baixo custo, mas um grande resultado.

#3 Motive o retorno

Retornar a um lugar significa que há uma necessidade de continuar ou reviver algo. Com certeza, existem marcas que você ou um amigo se mantém fiel por algum forte motivo. Experimente pensar o porquê esse desejo de voltar acontece. Será que é pelo conforto do ambiente? Pelo modo como o/a atendente conversa? Pelos benefícios e promoções constantes? Seja qual for à resposta, existe algo que impulsiona o retorno constante. Neste contexto não acontecem acasos.

Bom, se você chegou até aqui deve estar se perguntado, mas como controlar todas essas informações e utilizá-las a favor do seu negócio? Listei algumas ferramentas e dicas que vão desde programa de pontos a de fidelidade desenvolvida através de uma plataforma que tem se destacado no mercado por estar obtendo bons resultados.

Recompensa e pertencimento, essas palavras são fundamentais para lhe auxiliar neste processo. Uma foca no estímulo para uma decisão mais racional e a outra na decisão mais emocional. Logo, utilizadas em conjunto tornam a estratégia de fidelização mais eficaz.

Confira algumas ações de recompensas que podem ser implantadas de modo fácil, eficaz e de baixo custo:

Programa de Pontos – recompensar o cliente com descontos ou mimos de acordo com o número de aquisições e valor de suas compras.
Desconto para Aniversariante – cadastre a data de aniversário dos seus clientes para presenteá-lo com preços especiais.

Ações simples, como as citadas abaixo, farão diferença na sensação de pertencimento do cliente com sua marca:

- Fazê-lo se sentir a vontade no local;
- Conversar sobre a experiência de compra;
- Tratá-lo com respeito e admiração;
- Estabelecer uma relação amiga;
- Programa de fidelidade.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

 

Outubro 2016

Pampack fecha Outubro Rosa mobilizada

Pampack fecha Outubro Rosa mobilizada

31.10.16

Apoiadora do movimento em todos os anos, a Pampack Embalagens encerra o mês de Prevenção ao Câncer de Mama consciente de seu papel social e mobilizada.

Todas as mulheres do administrativo da empresa vieram trabalhar com peças do vestuário na cor rosa, demonstrando que a ações devem durar até o último momento do mês e a conscientização perdurar pelo ano inteiro.

O Câncer de Mama atinge mais de 2 milhões de mulheres por ano no Brasil e precisa ser prevenido. Pessoas e empresas devem mobilizar-se sempre para lembrar a importância dos exames, das ações preventivas e da saúde da mulher.

A Pampack agradece a participação de todos os seus funcionários na campanha e saúda o engajamento de todos os seus públicos.

Ano que vem tem mais!

 

 

 

Feira do Livro de Porto Alegre contará com as sacolas da Pampack Embalagens

Feira do Livro de Porto Alegre contará com as sacolas da Pampack Embalagens

28.10.16

A Pampack Embalagens é a fornecedora de sacolas plásticas da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre. As embalagens do modelo camiseta serão utilizadas por livreiros, editoras e organizadores do evento na comercialização dos livros e entrega de material institucional.

As sacolas foram produzidas para a Câmara Rio-Grandense do Livro, realizadora do evento.

A Feira do Livro tem início hoje, 28 de outubro, e acontece até o dia 15 de novembro.

 

 

 

Com redes sociais, indústria da moda dribla crise e inova mercado

Com redes sociais, indústria da moda dribla crise e inova mercado

26.10.16

Iniciada pelos blogs de street style e passando pelas it girls, a revolução nas ações realizadas por indústrias do vestuário e marcas de roupas envolvem, cada vez mais, a interação com o público por meio das redes sociais.

A importância do Facebook, Instagram, WhatsApp e outras ferramentas da Internet permitem driblar a crise e ampliar o nível de relacionamento entre as marcas e o consumidor.

“O empresário precisa entender que ou ele fica por dentro desta nova forma de consumo, a virtual, ou ele está morto”, destaca Marlúcia Aparecida dos Santos, consultora de planejamento e desenvolvimento de coleções.

Segundo ela, o foco de grandes marcas são as redes sociais e muitas destas empresas, inclusive, sobreviveram à crise econômica por ter a sensibilidade de compreender as novas formas de consumo digital, relacionamento e conversação com o consumidor. “Pode parecer surreal, mas hoje muitas marcas ainda não têm uma Fanpage no Facebook, não expõem suas peças no site de relacionamento”, afirmou.

Diante deste panorama, é preciso conscientizar os empresários a respeito da necessidade de aliar o modelo de vendas tradicional, restrito à vitrine da loja física e representantes comerciais, aos novos cenários de consumo digital.

“É claro que uma crise econômica como a que o Brasil enfrentou pode impactar nas vendas, mas uma boa gestão tem o poder de driblar isso facilmente. Eu, por exemplo, atendo uma marca de jeans e eles postam looks no Instagram, tem Fanpage no Facebook e treinam vendedoras para ter uma maior interação no WhatsApp. Nem sentiram a crise passar”, garantiu, Marlúcia.

Fonte: SENAI/MS

 

 

 

Plástico na construção civil gera economia e sustentabilidade

Plástico na construção civil gera economia e sustentabilidade

25.10.16

Hoje em dia, é praticamente impossível olhar as construções e não perceber a presença dos plásticos. Se antigamente eles se limitavam às aplicações internas, como em tubulações e instalações elétricas, hoje estão em telhados e janelas de PVC, ou em lajes e revestimentos feitos com EPS (conhecido como Isopor®, marca registrada), entre outras soluções. Características como baixo peso, custo competitivo, elevada resistência mecânica e à corrosão ajudaram o plástico a conquistar espaço no setor da construção civil. O plástico traz conforto acústico e térmico para edificações, reduz os custos das obras e os impactos ambientais, já que promove a redução do consumo de energia e substitui outros materiais.

A substituição de materiais foi um dos motivos que inspirou o engenheiro civil, CEO e fundador da empresa Impacto Protensão, Joaquim Caracas, a investir no plástico como peça chave para seus produtos inovadores. Caracas criou, entre diversos projetos que aguardam liberação de patente, um sistema inteligente modularizado que usa formas plásticas para substituir madeira e aço na fase inicial das construções. O sistema retira quase 80% da madeira usada para a fabricação de estruturas de uma obra e economiza até 25% em aço, reduzindo assim o custo da obra em até 20%.

“O plástico é um material extremamente flexível e adaptável, além de ser reciclável. Por essas características ele consegue ser utilizado com muita facilidade e inúmeros ganhos na construção civil. Como o mercado cada vez mais demanda soluções de alta produtividade e, ao mesmo tempo, sustentáveis, a utilização do plástico abrange estas necessidades e surge como um diferencial para a construção.” – afirma Joaquim.

Além disso, o empresário acredita que, em um curto espaço de tempo, quando outras empresas e pesquisadores atentarem para os benefícios da utilização do plástico na construção, a mesma será completamente renovada. Possibilitando o desenvolvimento de diversos outros novos sistemas e realidades através deste material.

Fonte: Plastivida

 

 

 

Black Friday é a segunda melhor data do ano para o comércio online

Black Friday é a segunda melhor data do ano para o comércio online

24.10.16

A Black Friday já é considerada a segunda data mais importante do varejo online, atrás do Natal, e o volume de negócios gerados pelo e-commerce brasileiro durante o evento continua crescendo. Segundo a Ebit, 84% dos internautas disseram que irão aproveitar a sexta-feira de descontos, marcada para 25 de novembro. Um acréscimo de três pontos percentuais em relação ao levantamento do ano passado.

No início da década, quando ocorreu a primeira Black Friday no país, o faturamento foi de meros R$ 3 milhões. Descontos agressivos e diversidade de segmentos e marcas foram inevitáveis para o crescimento vertiginoso da data. Ainda de acordo com a Ebit, a receita da edição 2016 deve chegar a R$ 2,1 bilhões, o que representa crescimento próximo de 30% comparando com 2015, que ficou em R$ 1,6 bilhão.

Os produtos com maior intenção de compra devem ser das categorias Eletrônicos (34%); Eletrodomésticos (28%); Telefonia e Celulares (27%); Informática (23%); e Casa e Decoração (13%), respectivamente.

Além disso, a pesquisa também indica que das aquisições esperadas na Black Friday, 44% devem ser feitas com o intuito de antecipar as compras para o Natal. O destino dos produtos é variado: 59% para uso próprio, 24% para familiares, 14% para presente e 3% com outras finalidades.

Fonte: Portal Bem Paraná

 

 

 

Crise e competitividade impõem desafios à indústria de embalagens

Crise e competitividade impõem desafios à indústria de embalagens

21.10.16

Setor registra crescimento de 2,54%, no segundo trimestre de 2016, em comparação com a média dos três meses anteriores, segundo Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV

De maneira simples ou rebuscada todo produto conta com uma embalagem. Muito além de proteger o conteúdo, o invólucro é um importante canal de comunicação e relacionamento entre marca e consumidor, o que traz muitas possibilidades para o setor. Após período de desaceleração por conta da recessão econômica - depois de uma década de muito investimento - a indústria volta a crescer e tem projeções de melhora para os próximos meses.

Após seis períodos de quedas consecutivas, a indústria de embalagem registrou crescimento de 2,54%, no segundo trimestre de 2016, em comparação com a média dos três meses anteriores, na série com ajuste sazonal. O dado é do Estudo Macroeconômico da Embalagem ABRE/FGV "Retrospectiva do Primeiro Semestre e Perspectivas para o Fechamento de 2016".

Com valor bruto de fabricação previsto para o ano na casa de R$ 60,6 bilhões, o setor apresentou recuo de 5.1% na produção física da embalagem no primeiro semestre de 2016. Na segunda metade do ano, a variação não deverá ser tão negativa, chegando a -0,2%, permitindo assim, que o setor termine 2016 com uma queda de 2,6% na produção física e com perspectivas melhores para o ano seguinte, segundo o levantamento. Com volume total de US$ 247,301, as exportações tiveram recuo de 7,86%.

Diferencial competitivo

Em um período em que as compras estão cada vez mais enxutas, com o consumidor pesquisando mais antes de comprar, buscando mais informações sobre cada item no carrinho, a embalagem ganha força como diferencial competitivo. A presença na gôndola faz diferença e a roupagem pode ser determinante. Em um ambiente cada vez mais disputado, pensar nas embalagens de maneira estratégica é uma saída para agregar valor. Além de reforçar a identidade própria da marca, a embalagem deve transmitir uma mensagem clara e gerar relevância para quem está adquirindo o produto.

Justamente por conta destes importantes atributos, alguns autores consideram o P de package o quinto P do tradicional composto de Marketing. Outros afirmam que ela é a mídia do futuro. Para apresentar novidades e surpreender o consumidor no contato com o produto, a indústria brasileira conta com empresas altamente tecnológicas capazes de dar qualquer formato para materiais como papelão e vidro. É a força do design ressignificando o setor.

Para algumas marcas, a embalagem ganha força e se transforma em ícones. Este é o caso da Coca-Cola e sua garrafa de vidro Countour. Há 100 anos o frasco é o grande parceiro do refrigerante e ganhou até coleção especial em 2015 para apresentar sua evolução. No pack colecionável estavam réplicas perfeitas dos modelos que foram comercializados em 1899, 1900, 1905, 1913, 1915 e 1923. Na versão Light, a Coca-Cola conseguiu gerar interesse dos consumidores ao colocar nomes próprios e mensagens nos invólucros. No início deste ano, a companhia unificou a identidade visual de suas marcas em uma ação global e unificou as embalagens.

Fonte: Mundo do Marketing

 

 

 

Setor plástico pede mais incentivos à reciclagem

Setor plástico pede mais incentivos à reciclagem

20.10.16

Para fomentar a reciclagem no País, o caminho mais fácil é torná-la economicamente interessante. A opinião é defendida por diversas esferas, tanto públicas quanto privadas, que veem a atividade com um potencial muito maior do que o seu tamanho atual. Um dos caminhos apontados é o incentivo fiscal à reciclagem, com desonerações e financiamento que tornem o segmento atrativo não apenas social e ambientalmente, mas também do ponto de vista financeiro. Propostas nesse sentido já são discutidas.

O tema foi debatido na sétima edição do Energiplast, evento organizado pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Rio Grande do Sul (Sinplast/RS), realizado no final do mês de setembro. O presidente da entidade, Edilson Deitos, comenta que há, no Estado, um pleito para equiparar a situação do ICMS com o que já é realizado em alguns outros estados.

"Queremos que o setor de reciclagem tenha um tratamento único em todo o País, mas que seja algo bem-feito que incentive, não que dê brecha para sonegação", argumenta. As conversas são tratadas com as secretarias estaduais do Desenvolvimento e da Fazenda, e a proposta principal é da instituição do crédito presumido sobre produtos finais feitos a partir de materiais reciclados.

Além disso, como os prazos estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos em 2010 nunca foram cumpridos para o fim dos chamados lixões, falta matéria-prima às recicladoras. Inicialmente previsto para 2014, o limite para a substituição dos lixões por aterros sanitários foi estendido até 2021, conforme o tamanho dos municípios. As indústrias do setor, geralmente pequenas, estariam atuando hoje com apenas 50% da sua capacidade.

O pleito também existe nacionalmente, com foco principalmente em desonerações. Ex-catador, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Cadeia Produtiva da Reciclagem, deputado federal Carlos Gomes (PRB-RS), defende que haja formas de baratear os produtos feitos de material reciclado. "Como a população vai comprar papel reciclado, se é 30% mais caro do que o feito de celulose virgem?", comenta Gomes.

As propostas defendidas pela Frente englobam a redução na taxa de importação de equipamentos de transformação, que hoje podem chegar a 100% do preço do produto, mais linhas de crédito do Bndes e a isonomia fiscal entre os estados. Embora faças críticas à posição do Planalto, que na sua opinião não tem e nunca teve a reciclagem na sua pauta, Gomes defende que os ministérios estão receptivos a ideia. O deputado não dá prazos para que as propostas saiam do papel, na figura de Medida Provisória ou mesmo de Projeto de Lei.

A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), que atende boa parte dos setores envolvidos na produção de resíduos sólidos, também possui uma proposta. Os principais tópicos, segundo a diretora de assuntos técnicos da entidade, Andrea Carla Barreto Cunha, envolvem a desoneração da folha das empresas recicladoras, que passariam a pagar 1% sobre a receita bruta, além de créditos fiscais em energia, e redução no valor mínimo da linha Pró-Plástico já existente no Bndes, que passaria dos atuais R$ 5 milhões para R$ 1 milhão.

Até 2014, últimos dados disponíveis, o Brasil reciclava apenas 3% dos resíduos produzidos, que geravam em torno de R$ 12 bilhões ao ano.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

 

 

 

Pranchas sustentáveis aliam economia, esporte e reciclagem

Pranchas sustentáveis aliam economia, esporte e reciclagem

19.10.16

Solução econômica para os tempos difíceis nas finanças e inteligente na tentativa de recuperar o meio ambiente, em crise há décadas, a confecção de pranchas de surfe com garrafas pet recicladas é o foco principal do Projeto Prancha Ecológica, criado pelo surfista gaúcho Jairo Lumertz.

A primeira criação dele aconteceu em 2007, quando, morando no Havaí, aproveitou as garrafas pet deixadas aos montes nas lixeiras da ilha para testar a ideia. Não só deu certo, como ele passou a fazer sucesso. “Todo mundo gostava e se interessava não só pela prática do esporte, mas em como fazer as pranchas”, conta ele.

De volta ao Brasil, anos depois, ele repetiu a dose e ainda passou dar palestras sobre o esporte em escolas e a realizar oficinas e workshops em todo o país, capacitando os interessados a desenvolverem suas próprias pranchas.

Há dois modelos de pranchas. Uma menor, para pegar onda, e outra maior, de Stand Up Paddle (SUP), com mais área de flutuação, na qual pode-se ficar em pé e deslizar, no rio ou no mar, com auxílio de um remo.

“Fico sempre muito feliz de poder repassar esse conhecimento para a garotada. Na realidade, essa é uma atividade que envolve outras e suscita situações que vão além da limpeza do meio ambiente e da prática do esporte. Estamos falando de uma maneira também da garotada até comercializar as pranchas, alugá-las. Ou apenas brincar no mar, sem ter de desembolsar valores altos”, explica Jairo.

A redução dos valores é uma realidade. Uma prancha de Stand Up Paddle (SUP), na versão “normal”, custa mais de R$ 3 mil, dependendo do modelo. Feita de garrafas pet, sai, no máximo, por R$ 120. A menor, semelhante às vistas no litoral brasileiro, custa a metade do valor. A maior delas consome perto de oitenta pets: o meio ambiente agradece.

- É um prazer muito legal você surfar em cima do lixo. Praticar um esporte e saber que contribuiu para limpar o meio ambiente. Por isso acho tão importante difundir a confecção dessas pranchas. Elas são mais lentas que as usuais, vai depender do tipo de garrafa utilizada. Mas a diversão é garantida – diz Jairo, que usa, ainda, cola, compensados de plásticos e canos de pvc, material que pode ser encontrado no lixo, excetuando-se, aí, a cola.

Fonte: Globo Esporte, Folha PE e Plastivida

 

 

 

Texturas que lembram plástico são grandes aliadas para compor um visual moderno

17.10.16

Em geral acompanhadas por muita cor, as texturas envernizadas estão se tornando um hit entre as fashionistas. Aqui, compartilhamos algumas ideias que as it-girls tiveram na hora de compor seus looks vestindo a tendência. Confira!

         
   
         

Com o mix certo de cores e cortes clean, é possível usar duas peças com a textura.

 

O combo da jaqueta glam e mninissaia de couro faz a linha rocker.

 

Vestido bicolor e clutch fun energizam o visual.

         
   
         

Inspire-se no futurismo 60's à la Courrèges com a jaquetinha glossy.

 

O look monocromático sofistica o casaco de verniz.

 

Também dá para encarnar uma neo Barbarella com botas over the knee.

Fonte: Elle

 

 

 

Construtora desenvolve casa de plástico reciclado

Construtora desenvolve casa de plástico reciclado

14.10.16

A Affresol, construtora britânica especializada em casas modulares, desenvolveu uma nova tecnologia que aproveita plástico reciclado na construção de casas ecologicamente corretas.

Estas casas são feitas com um novo composto chamado Thermo Poly Rock (TPR) que segundo a empresa tem baixa emissão de carbono, mais leve e mais durável que o concreto, além de ser a prova de fogo, impermeável e com ótimo isolamento térmico.

O TPR é constituído por plástico reciclado e alguns minerais (não divulgados) e que passam por um processo patenteado pela empresa.

Cada casa utiliza na sua composição até 18 toneladas de plástico reciclado, e até 4 toneladas nas opções modulares. Além de ser até 12% mais barata do que a construção convencional a empresa também promete ser rápida na construção. Em até quatro dias eles colocam uma casa prontinha para você.

Quer mais um ponto positivo? A casa pode ser totalmente reciclada, nada de desperdício.

“Todos os países do mundo têm problemas com lixo e agora temos a oportunidade de transformar este lixo em um recurso de construção de moradias 100% reciclável”, diz Ian McPherson, diretor-gerente da Affresol.

Veja um vídeo mostrando a resistência do TPR

 

 

 

A importância da embalagem para conservar alimentos e reduzir o desperdício

A importância da embalagem para conservar alimentos e reduzir o desperdício

13.10.16

A preocupação com o descarte incorreto de resíduos plásticos na natureza ofusca uma importante contribuição que esse material oferece na forma de embalagens para conservar alimentos. Ao proteger a comida, a embalagem preserva todos os recursos naturais e esforços humanos investidos na sua fabricação, que são desperdiçados quando o produto estraga. E esse volume de perdas é preocupante.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), se o desperdício de alimentos fosse um país, seria o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa, abaixo apenas de China e EUA. A perda ocorre em todo o ciclo de vida do alimento: na produção (quando a comida não escoada apodrece no campo), no transporte e até em casa (quando o prazo de validade vence). A FAO calcula que essas perdas atinjam 1,3 bilhões de toneladas, anualmente, a um valor de mercado de US$ 750 bilhões.

Para quantificar a função desempenhada por essas embalagens, uma grande fabricante brasileira de resinas termoplásticas fez um estudo comparativo para calcular o custo total das embalagens e compará-lo ao benefício que elas trazem ao reduzir perdas de alimentos. A Plastics Europe, associação dos fabricantes europeus de plásticos, estima que o uso de embalagens, em geral, pode reduzir as perdas de alimentos em 20%. “As embalagens são consideradas vilãs, mas, antes de virar lixo, exercem uma função importantíssima”, afirma Yuki Kabe, responsável pela Avaliação de Ciclo de Vida (ACV).

A ACV permite entender todos os custos e benefícios de cada produto para a sociedade e o meio ambiente, ao incorporar ao custo de mercado do produto todos os impactos negativos e positivos que causa na natureza, como a contaminação do solo e da água, a poluição do ar ou a retenção de CO2 (no caso de plantas). Esses custos indiretos, ou externalidades, não são absorvidos pela indústria hoje. E acabam sendo pagos por toda a sociedade, afetando sua qualidade de vida. A água e o solo estão acabando e fica cada vez mais difícil produzir o mesmo produto no futuro.

O estudo encomendado à Trucost, empresa britânica especializada em mensurar externalidades, avaliou três alimentos em geral embalados em plástico, com valores adaptados para o Brasil: iogurte, arroz e carne. A escolha se baseou em três aspectos: esses alimentos integram os três grupos mais consumidos no país (carne, lácteos e cereais), são embalados, sobretudo em plástico e sua produção é de grande impacto, assim como seu volume de desperdício.

Segundo a FAO, em média, 23% da carne produzida no mundo é perdida antes de ser consumida; no caso de laticínios, a taxa é de 16%; e no de grãos, fica em 14%. Lembrando que a Plastics Europe estima uma queda de 30% dessas perdas com o uso de embalagens plásticas, as embalagens responderiam, portanto, pela redução de 30% dos 23% do desperdício de carne (ou seja, as embalagens plásticas reduziriam em quase 7% as perdas de carne), cerca de 5% das de iogurte e de 4% das de arroz.

Com as externalidades absorvidas, o custo real da tonelada da carne seria US$ 8.900, o do arroz, US$ 970, e do iogurte, US$ 706, segundo valores atribuídos pela The Economics of Ecosystems and Biodiversity (TEEB), iniciativa global para “fazer visível o valor da natureza”. Ao ajudarem a evitar o desperdício desses alimentos, as embalagens evitam a perda de US$ 614, US$ 39 e US$ 34, respectivamente. Como o custo verdadeiro das embalagens é de aproximadamente US$ 4 (carne), US$ 1 (arroz) e US$ 8 (iogurte), o benefício ou externalidade positiva da embalagem é 148 vezes maior no caso da carne, quatro vezes no caso do iogurte e 43 vezes mais no arroz do que a externalidade negativa (o custo verdadeiro) da embalagem plástica.

A proposta de eliminação das embalagens pode aumentar o impacto ambiental, porque o desperdício dos alimentos será ainda maior. Devemos concentrar nosso esforço em fazer embalagens mais eficazes e reduzir seu impacto ambiental. Isso tem mais valor e é mais benéfico do que atacar a embalagem como a raiz do problema. A mensagem do estudo é que o impacto negativo existe, mas o caminho não é a eliminação das embalagens, ressalta Yuki Kabe.

Fonte: ABRE - Associação Brasileira de Embalagem

 

 

 

Setores do varejo devem ser impactados positivamente pelo Dia das Crianças

Setores do varejo devem ser impactados positivamente pelo Dia das Crianças

11.10.16

As atividades varejistas de brinquedos, de tecidos, roupas e calçados, que englobam o vestuário infantil, e de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, que abrangem a comercialização de jogos e aparelhos eletrônicos, incluindo celulares e tablets, devem ser impactadas positivamente nesse Dia das Crianças.

As informações fazem parte da avaliação econômica da Fecomércio-RS, divulgada no final do mês de setembro. “Independentemente do contexto não muito favorável para o varejo em 2016, essas atividades costumam registrar aumento de vendas em outubro, devido às iniciativas das famílias gaúchas para presentear as mais de 2 milhões de crianças até 14 anos que vivem no Estado”, destaca o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

Dentro de um cenário restritivo, uma notícia boa para o comércio gaúcho é o fato de que as famílias vêm ajustando suas contas. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência da Fecomércio-RS tem mostrado, nos últimos meses, uma tendência de redução do percentual de famílias com contas em atraso, após muitos meses de elevação. “Esse fator tem contribuído para gerar um pouco mais de estabilidade no comportamento das vendas e é um elemento importante para aliviar as restrições de renda disponível das famílias nesse Dia das Crianças”, avalia Bohn.

Porém, levando em conta a atual conjuntura econômica e política do País, a Fecomércio-RS projeta para a data uma queda real próxima a 4% nas vendas do comércio varejista do Rio Grande do Sul na comparação com o mesmo período do ano passado.

As tendências demográficas que se desenham também têm um impacto importante no comportamento das vendas. De acordo com dados mais recentes do IBGE, a população com idade até 14 anos no Rio Grande do Sul soma 2,18 milhões de pessoas em 2016 e já registra uma redução de 19,3% em relação ao ano 2000.

Na comparação com as projeções de 2015, a população nesta faixa etária deve apresentar queda de 1,9% em 2016, índice bastante expressivo para o intervalo de apenas um ano. “As famílias têm diminuído de tamanho e, com isso, as crianças ganharam destaque dentro dos lares. Como o Dia das Crianças se popularizou muito, os pais tendem a não deixar de presentear os filhos nessa data, mesmo que a conjuntura restritiva acabe afetando o ticket médio”, pontua Bohn.

Assim, as empresas terão que se empenhar para garantir boas vendas nessa data, que é a segunda principal no calendário do varejo para o setor de brinquedos. De acordo com o presidente da Fecomércio-RS, apresentar boas alternativas de pagamento e intensificar as ações de comunicação com consumidores que já são clientes, criando mecanismos de atração de potenciais compradores, são algumas das alternativas para promover a expansão dos negócios.

Fonte: Fecomércio-RS

 

 

 

Pampack Embalagens participa do 2º Congresso Brasileiro do Plástico

Pampack Embalagens participa do 2º Congresso Brasileiro do Plástico

07.10.16

O 2º Congresso Brasileiro do Plástico, promovido pelos três Sindicatos gaúchos da indústria deste segmento (Sinplast, Simplás e Simplavi), aconteceu nos dias 5 e 6 de outubro, no Teatro da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Com o intuito de discutir, analisar casos de sucesso e destacar a importância dos plásticos no desenvolvimento ambiental, social e econômico, o evento contou com especialistas nacionais e internacionais, tendo como tema central: “Plástico: Indispensável - como tudo o que faz bem para a vida deve ser.”

Uma das matérias-primas mais estudadas e inovadoras do mundo, é também o insumo principal das embalagens produzidas pela Pampack. Assim, buscando cada vez mais conhecimento e modernização, membros da diretoria e dos setores comercial e financeiro da empresa participaram do evento.

Demonstrando os benefícios que o plástico traz para a sociedade, o congresso apresentou diversas soluções e idéias inovadoras, desde evoluções tecnológicas sustentáveis até questões econômicas e de saúde.

Fonte: Pampack Embalagens e Congresso do Plástico

 

 

 

Moda fitness traz peças estampadas e cheias de estilo para o verão

06.10.16

Malhar é bom demais, faz bem para o corpo, revigora a mente e a alma. Por isso, nada de preguiça. Escolha a sua atividade preferida e mexa-se. Quer um motivo a mais para não ficar parada? A moda fitness tá de cara nova, repaginada. A bola da vez agora são as peças estampadas, usadas muitas vezes na composição de um look inteiro. Basta olhar nas academias. Quer ver quais são as principais apostas? Confira uma seleção especial de peças para inspirar você.

Não dá pra pensar em look de academia sem o top, uma peça de tamanhos reduzidos, mas que oferece tanto conforto e segurança para a mulher durante a realização dos exercícios. Os modelos são variados e cada pessoa tem um que se adapte melhor. A versão nadador é um deles.

Gosta de correr, mas agora o tempo começou a esquentar e quer algo mais fresquinho e ao mesmo tempo confortável? Então invista nos shorts com recorte mais folgado, solto. As peças com modelagem de folha transpassada nas laterais e cós em cinta elástica estão em alta.

Pensou em uma produção fitness com um toque bem feminino. Aposte então nos shorts saia. Lisos ou estampados, eles são forte tendência. Além de práticos e confortáveis, deixam qualquer mulher ainda mais estilosa, mesmo quando o objetivo é se exercitar.

Quando o assunto é malhar, se tem uma peça que é sinônimo de conforto, é a calça legging. Veste superbem e valoriza sempre a silhueta feminina. Quer saber o melhor? Tem opções para todos os gostos e estilos de corpo. Por isso é uma peça tão democrática da malhação.

     
 
     
 

Fonte: Revista Donna

 

 

 

Garrafas Pet valem ingresso para jogo de futebol

Garrafas Pet valem ingresso para jogo de futebol

05.10.16

Duas garrafas PET vazias, de qualquer tamanho, por um ingresso. Essa foi a maneira encontrada pela Federação Paulista de Futebol (FPF) para aumentar o público nos estádios do interior de São Paulo. A ideia já rendeu um acréscimo de até 300% no número de torcedores.

O projeto Futebol Sustentável tem como objetivo, além de aumentar a média de público e gerar receita, contribuir com o preservação do meio ambiente e conscientizar a população sobre a reciclagem.

As garrafas arrecadas nos jogos são encaminhadas para cooperativas que coletam e vendem material reciclável para outras empresas das regiões em que as partidas são realizadas.

De acordo com a Cooperativa Mãos Dadas, participante da iniciativa, que recebeu mais de 80 mil garrafas arrecadas em único jogo, em situação normal, seriam necessários dez meses para juntar essa quantidade de embalagens.

Fonte: Plastivida e Futebol Interior

 

 

 

O mês mais rosa do ano já começou e a Pampack faz questão de apoiar esta causa.

Dia da Criança deve injetar R$ 7,3 bilhões no comércio nacional

04.10.2016

Muito além de uma simples campanha, o laço rosa é símbolo mundial da luta contra o câncer de mama. Através dele, durante todo o mês de outubro, é promovida uma conscientização da sociedade em relação à prevenção da doença.

O movimento começou nos EUA na década de 90, quando o laço foi criado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York. Posteriormente, diversas ações voltadas para prevenir a doença foram desenvolvidas durante o mês de outubro, dando origem então ao Outubro Rosa.

Hoje, inúmeras campanhas e projetos são realizados ao redor do mundo, motivando, informando e conscientizando, principalmente sobre a importância do diagnóstico precoce deste tipo de câncer. No Brasil, a primeira iniciativa do Outubro Rosa foi a iluminação do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista em São Paulo, em outubro de 2002.

Em Porto Alegre, capital com maior incidência do câncer de mama, a Caminhada das Vitoriosas, ação desenvolvida pelo IMAMA-RS, será realizada às 10h, no dia 23 de outubro, no Parcão.

Um dos princípios mais importantes para a Pampack Embalagens é estar sempre atenta as questões que envolvem a sociedade, participando e apoiando os mais variados projetos sociais e ambientais.

Tendo em vista um movimento tão importante como o Outubro Rosa, novamente apoiamos e ajudamos ainda mais a divulgação de uma causa tão relevante.

Fonte: Outubro Rosa e IMAMA-RS

 

 

 

Dia da Criança deve injetar R$ 7,3 bilhões no comércio nacional

Dia da Criança deve injetar R$ 7,3 bilhões no comércio nacional

03.10.2016

Pesquisa nacional, divulgada no final do mês de setembro, pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Instituto Ipsos, revela que o Dia da Criança deve movimentar, em todo o país, cerca de R$ 7,3 bilhões, com gasto médio de R$ 118,87 por pessoa. Entre as mulheres, o gasto é menor, atingindo, em média, R$ 113,35, enquanto entre os homens esse valor sobe para R$ 125,37.

Cerca de 40% dos consumidores pretendem presentear no Dia da Criança, considerada a quarta maior data para o comércio, depois do Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. A pesquisa foi efetuada entre 30 de julho e 9 de agosto, com 1.200 consumidores nas capitais Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Florianópolis, Salvador e Recife e em mais 65 municípios brasileiros.

Brinquedos constituem a maioria dos presentes apontados por 59% dos consultados, seguidos por roupas (27%), calçados (7%) e bicicletas (3%).

Vendas do e-commerce devem crescer 11,5% no Dia das Crianças

As vendas do comércio eletrônico podem aumentar 11,5% no Dia das Crianças deste ano na comparação com igual período do ano anterior, segundo estimativa da Ebit, empresa especializada em informações do setor. A previsão é que as vendas online movimentem R$ 1,64 bilhão entre 28 de setembro e 11 de outubro.

A Ebit prevê que o valor médio das compras vai aumentar em 7,4% na comparação anual e atingir R$ 413. A estimativa também é de crescimento do número de pedidos, os quais podem subir 3,8% na mesma comparação, totalizando 4 milhões de encomendas.

Fonte: EBC e Jornal do Comércio/RS

 

 

 

Setembro 2016

Quer montar um horta urbana? O plástico te ajuda

Quer montar um horta urbana? O plástico te ajuda

29.09.2016

Com técnicas da chamada agricultura urbana, é possível plantar em áreas de espaço restrito, como um apartamento, e montar hortas de culturas variadas.

Um modelo facilmente adaptável é o sistema de produção por slabs. Os "travesseiros" de plástico são preenchidos com terra para receber as mudas, acoplados a um sistema de irrigação por gotejamento. A "engenhoca", construída com materiais simples e também uma solução da "agricultura de bancada", dá mais conforto na lida com a produção por se situar acima do solo.

Desde que respeitados os intervalos corretos de irrigação, torna-se uma alternativa prática e barata para quem deseja plantar hortaliças e pequenos frutos em casa, como alface e tomate.

Mais simples de montar, as hortas verticais também são possibilidades da agricultura urbana. Os modelos mais comuns utilizam estruturas de pallets ou cano PVC, e facilmente se encaixam em paredes ociosas e pequenas áreas de casas e apartamentos. Nestes modelos, o produtor deve atentar para o tipo de substrato usado como adubo, responsável por nutrir a planta. Os canos são perfurados para ter o escoamento do excesso da água.

"É importante para não ter apodrecimento das hortaliças. Pode instalar até em apartamento, em uma sacada. Só chamamos a atenção para três coisas que as plantas precisam: água, solo (nutrientes) e sol, é um tripé", explica o extensionista Marcelo Ritter, da unidade da Emater de São Leopoldo. A iluminação pode ser em um período do dia.

A irrigação também exige cuidado, porém, não necessita de uma estrutura montada e pode ser feita, até mesmo, com regador. O principal cuidado é controlar para que não haja excesso ou falta de água. O ideal, durante o inverno, são duas irrigações ao dia. No verão, a frequência pode chegar a sete a oito vezes.

O agrônomo Luís Bohn, assistente técnico regional de olericultura da Emater-RS em Porto Alegre, orienta que o local de plantio precisa ser de fácil acesso, receber boa iluminação solar e ventilação moderada. Também é preciso saber escolher as espécies mais adequadas para cultivo, já que os recipientes precisam ter espaço suficiente para comportar as raízes das plantas.

Além disso é possível montar um minhocário em casa utilizando um recipiente grande de plástico e utilizar materiais orgânicos. A ideia é uma alternativa para aproveitar os resíduos orgânicos domésticos e obter biofertilizante líquido para reforçar os nutrientes das plantas cultivadas nem casa.

A dica para quem quiser montar o minhocário é não colocar carne, leite e derivados dos dois alimentos para não gerar mau odor, além de ser foco de vetores de doenças, como insetos. O correto é usar resíduo de origem vegetal sem sal, óleo e fritura. O sal, por exemplo, atrapalha o ofício das minhocas. Ao compor as camadas, deve-se misturar uma de resíduo com folhas secas e capim para gerar aeração do composto. Até jornal bem picado ajuda a fazer a separação.

     
 
   

Sistema de produção por slabs

  Minhocário

Fonte: Plastivida e Jornal do Comércio

 

 

 

Flower power: o floral abstrato chega para colorir a primavera

28.09.2016

Em sintonia com o início da primavera, os motivos florais – um dos affairs eternos da moda – voltam às ruas com toda força, colorindo ainda mais o caminho das fashionistas. Bem além dos vestidos, os prints agora se encontram por toda parte: óculos, bijoux, sapatos, maiôs, calças... Qualquer item que possa ser estampado terá floral.

Agora, mais do que nunca e diferente de temporadas passadas, a estampa beira o abstrato, fugindo de miniaturas-clichê amarelas e violeta por toda parte. Descubra como sair do óbvio nesta estação com a seleção de estampas abaixo:

     
 

Fonte: Revista Vogue

 

 

 

Como oferecer uma experiência de consumo relevante

Como oferecer uma experiência de consumo relevante

27.09.2016

O comportamento de consumo está intrinsecamente relacionado ao comportamento social e as mudanças que observamos nos últimos anos, trazidas em grande parte pelos avanços da tecnologia, tem transformado drasticamente os ambientes de compra. As empresas que não estiverem atentas e dispostas a acompanhar e, porque não, antecipar estas mudanças estão fadados a desaparecer. Portanto mantenha olhos e mente muito abertos para acompanhar o mercado.

Se você quer se manter vivo na cabeça dos seus consumidores que tal dar uma olhadinha nas dicas abaixo:

1. COMPARTILHE PROPÓSITO

A concorrência aumenta a cada dia! Produtos similares existem aos montes no mercado. Por isso, enxergue seu negócio além do produto e/ou serviço. Ofereça algo a mais! Faça as pessoas perceberem que sua marca “tem opinião”, mesmo que ela siga na contramão da maioria. Isso, com certeza, trará para perto de você consumidores que compartilham dos mesmos ideais.

2. CO-CRIAÇÃO

Permitir que o consumidor participe da criação e/ou do aprimoramento de produtos e/ou serviços é uma chave importante para a inovação. Os jovens millennials e seus sucessores da geração Z acostumaram-se a buscar novas soluções para problemas antigos através da internet e de múltiplas redes de relacionamento, online e offline. Criar em rede é uma realidade da qual não podemos fugir. Proporcionar esse ambiente colaborativo empodera o consumidor que, como parte integrante do processo, reconhece o papel transformador da marca e compartilha seus valores com um número cada vez maior de indivíduos.

3. EXPERIÊNCIA SENSORIAL

A visão é nosso principal sentido no que se refere a percepção de marcas e produtos, no entanto é fundamental pensar de maneira holística para integrar todos os sentidos a fim de oferecer uma experiência marcante e significativa para os consumidores.

4. INTERAÇÃO E STORYTELLING

Por natureza, gostamos de histórias, porque nos identificamos com os personagens, suas trajetórias, seus medos, desafios e conquistas (quem nunca?). Portanto, se você quer que os shoppers se tornem porta vozes da sua marca, é preciso envolve-los, oferecendo-os motivos para compartilhar as experiências vivenciadas.

Melhor ainda é criar um ambiente – seja ele real (loja física) ou virtual (loja online, anúncios, campanhas e etc.) – no qual os consumidores possam “fazer parte” da estória como personagem principal por meio de diferentes formas de interação – fator importante dentro da experiência de consumo que envolve e manipula a sensorialidade.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre e Whatever Varejo Criativo.

 

 

 

Como agregar valor à embalagem

Como agregar valor à embalagem

21.09.2016

Na era do intangível, a embalagem ainda é um elemento físico muito necessário, capaz de transformar o valor do produto

Graças ao design, podemos transformar a embalagem em um objeto que muda a percepção e apreciação dos consumidores. Tirar proveito dessa característica é a possibilidade de tornar tangíveis os valores da marca e associá-los a uma experiência de consumo memorável. Isso abre um mundo de possibilidades para agregar valor aos produtos.

Para realmente oferecer algo mais do que um recipiente é necessário pensar no consumidor e colocá-lo em primeiro plano. Resolver as suas preocupações, oferecer uma maior satisfação, facilitando a sua tarefa, propor um novo uso para a embalagem, criar uma utilidade, reduzir a quantidade de resíduos, etc.

As possibilidades são muitas, o importante é que estejam alinhadas com os interesses dos destinatários e não apenas com o que é melhor para a empresa, embora sempre devamos encontrar um equilíbrio.

Além da comunicação tridimensional e dos elementos gráficos de uma embalagem, há também uma sequência de utilização, uma característica que nos oferece um caminho através do recipiente. A proposta gerada através da embalagem permite que os consumidores estabeleçam laços emocionais e passem de apreciadores da marca à seus fãs.

Uma experiência memorável

O segredo para estar na mente do consumidor é gerar memórias. Por esta razão, o desafio de design de embalagem é de surpreender e proporcionar novas maneiras de interagir com o produto. Isso não significa que você precisa para inventar um recipiente em um laboratório da NASA, mas sim gerar novas ideias e deixar os preconceitos de lado.

Usar um tipo de embalagem incomum para certos tipos de produtos pode ser uma estratégia completamente válida, que não requer necessariamente anos e anos de pesquisa e desenvolvimento.

A originalidade de um projeto pode consistir em usar os recursos conhecidos, mas combinados de uma maneira diferente da que conhecemos. Devemos nos permitir brincar com a embalagem, com suas formas, cores, texturas e materiais para associá-los livremente e criar novas propostas que sejam capazes de atrair os consumidores, que estão se tornando mais conhecedores e exigentes.

Recursos estruturais também podem ser muito úteis quando se trata de reinventar a experiência do consumidor.

Estes são apenas alguns exemplos de como o design transforma a percepção das embalagens, as convertendo em uma parte vital da experiência de consumo.

Fonte: Foroalfa

 

 

 

As sacolas de lona são realmente boas para o meio ambiente?

As sacolas de lona são realmente boas para o meio ambiente?

19.09.2016

Por algumas décadas os americanos foram convencidos da superioridade das sacolas e sacos reutilizáveis por serem amigáveis para o meio ambiente, enquanto as sacolas plásticas descartáveis seriam perigosas.

Por conta disto, muitas empresas deixaram de fornecer sacos plásticos ou passaram a vender como forma de inibir seu uso.

Trabalho publicado pela Agência Ambiental do Reino Unido mostrou que sacolas plásticas em Polietileno apresentaram menor grau de impacto ambiental do que os outros tipos como papel, lona e sacolas feitas com material reciclado.

As sacolas de algodão apresentaram o maior impacto de aquecimento global além de usar muito mais recursos naturais para serem produzidas e distribuídas.

Clique aqui e leia o artigo completo em inglês.

Fonte: Instituto Ideias e The Atlantic

 

 

 

Cientistas da USP criam filme plástico que elimina bactérias dos alimentos

Cientistas da USP criam filme plástico que elimina bactérias dos alimentos

16.09.2016

Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) desenvolveram um filme plástico com efeito bactericida que aumenta a vida útil dos alimentos que nele forem embalados.

Isso foi possível porque os pesquisadores do Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares) desenvolveram o produto com nanopartículas de prata que demonstraram serem eficazes na eliminação de bactérias causadoras de infecções em seres humanos, sem serem tóxicas.

A pesquisa utilizou o polipropileno, um tipo de plástico de valor relativamente baixo, o que favorece sua utilização nos filmes. A colocação das nanopartículas foi feita em uma máquina específica para isso.

As nanopartículas interagem com componentes celulares vitais, como o DNA, impedindo a divisão celular e consequente morte da bactéria. Já a ação bactericida das nanopartículas de prata acontece no contato direto com os microorganismos, afirma o pesquisador Washington Oliani, que realizou o estudo no Laboratório de Polímeros do Centro de Química e Meio Ambiente do Ipen.

"O polipropileno, a prata e outros componentes, no formato de grãos, são inseridos em uma máquina extrusora, aparelho que faz a fusão dessas substâncias por meio de aquecimento. A partir desse processo é obtido um material em forma de fios finos", relata Oliani.

Efeito bactericida

O efeito bactericida dos filmes com nanopartículas de prata foi comprovado em testes realizados no Instituto de Ciências Biomédicas da USP. Inicialmente, o material foi colocado em contato direto com culturas das bactérias Escherichia coli, que pode causar diarreia, e Staphylococcus aureus, que pode causar diversos tipos de complicações infecciosas, como uma infecção urinária.

"Após ajustes na formulação, foi possível eliminar quase 100% de Staphylococcus", diz Oliani. Experimentos posteriores com a bactéria Pseudomonas aeruginosa, que afeta os aparelhos respiratórios e urinário, também tiveram eficiência próxima de 100%.

"Com o efeito bactericida das nanopartículas seria possível aumentar a vida útil dos produtos embalados, especialmente os de origem orgânica", afirma Oliani.

Outro possível emprego do material está na área hospitalar. "Futuramente, os filmes poderão ser colocados em divisórias e janelas de hospitais, além de serem utilizados em materiais cirúrgicos, como cateteres", diz Duclerc Fernandes Parra, orientadora do projeto.

Fonte: Abiplast

 

 

 

Rumo ao verão: sete tendências para a próxima temporada

Rumo ao verão: sete tendências para a próxima temporada

14.09.2016

Ainda faltam alguns meses para o início do verão, no entanto, as tendências de moda já estão surgindo e logo mais estarão nas vitrines e ruas. Confira sete tendências para o verão 2017 e fique por dentro:

MODA PRAIA ESPORTIVA: maiôs e biquínis esportivos pegam bem. Espere encontrar nas peças zíperes, neoprene e fivelas de engate.

ALFAIATARIA RELAXADA: Camisas, blazers e calças do verão 2017 estão com o pé no chão — ou melhor, na areia —, repleta de referências esportivas. A cartela de cores é suave, em tons pastel.

ANIMAL PRINT: As estampas selvagens aparecem em looks totais ou em pontos específicos, mas sempre com muita personalidade.

VERTICAL E HORIZONTAL: Clássico da moda, as listras ganham força neste verão em tricôs despojados. Mais uma vez, a tendência segue o clima da temporada: é sofisticada, mas nada montada.

TROPICALISMO: Estampas de folhas, flores e pássaros estão por toda parte: em biquínis, maiôs, camisas, bermudas, vestidos... São prints perfeitas para usar numa ilha paradisíaca.

AMARELO: O amarelo é a cor mais quente da temporada, literalmente. O tom apareceu em coleções de grifes de estilos variados.

DOURADO: agora, ele é o metalizado da vez. Justo no ano em que o Rio foi sede da Olimpíada...

Fonte: O Globo

 

 

 

Tecido plástico irá manter você fresco no verão

Tecido plástico irá manter você fresco no verão

12.09.2016

As pessoas começaram a usar roupas para se aquecer. Mas no verão não queremos nos aquecer. Queremos nos refrescar. E é por isso que a moda verão está simplesmente do avesso.

Um grupo de pesquisadores de Stanford afirma que descobriu o que fazer a respeito, segundo pesquisa publicada na quinta-feira na revista Science.

As fibras comerciais são desenvolvidas fundamentalmente para serem opacas à luz visível ou, em outras palavras, para não serem transparentes. Uma das consequências é que elas também são opacas à luz infravermelha -- que é o que os cientistas chamam de calor -- e a prendem perto do corpo. A fibra de algodão, em particular, absorve bastante calor, exatamente o que ninguém quer quando as temperaturas sobem.

O grupo de Stanford desenvolveu um tecido plástico que ofereceria uma roupa confortável e deixaria o calor corporal se dissipar, quase como se as pessoas estivessem como vieram ao mundo. Trata-se de um polietileno modificado -- como o papel filme usado na culinária, mas repleto de poros em nanoescala, que mudam sua aparência de transparente para algo próximo de branco. Os poros espalham a luz visível, tornando o material sólido para os nossos olhos. Mas o calor do corpo atravessa diretamente.

E tem mais. Para garantir que esse material funciona como um tecido comum, os cientistas agregaram um produto químico que atrai a umidade (suor) e a faz desaparecer. Para conferir mais estrutura, eles produziram uma versão de três camadas, fixando uma malha fina de algodão entre duas camadas de polietileno. A adição da malha de algodão afeta o desempenho do material, mas ele ainda assim se mantém dois graus Celsius mais fresco do que o algodão.

Yi Cui, professor associado de Stanford e coautor da pesquisa, disse que ele e seus colegas podem precisar de mais seis meses para transformar o material em uma fibra que possa ser usada em roupas antes de começarem a testar os tecidos nas pessoas. Dentro de dois anos o material poderá estar pronto para comercialização, disse ele.

Os pesquisadores buscam algo mais que o conforto pessoal dos consumidores. Se as pessoas estão mais frescas, elas precisam de menos ar condicionado. Menos ar condicionado significa um menor uso de energia, menos dinheiro gasto e menor produção de poluição por dióxido de carbono relacionada à eletricidade. Um comentário sobre o estudo, também publicado na Science nesta semana, sugere que as roupas que ventilam o calor podem economizar até 45 por cento da energia usada para resfriar edifícios.

Fonte: Valor Econômico

 

 

 

Escola de Arquitetura de Londres projeta método de impressão 3D de plástico estrutural adaptável

Escola de Arquitetura de Londres projeta método de impressão 3D de plástico estrutural adaptável

08.09.2016

O DRL Masters Program da Escola de Arquitetura AA de Londres desenvolveu uma tese, intitulada "Growing Systems" (Sistemas de Cultivo), que explora sistemas de edifícios adaptáveis, usando métodos de fabricação robótica e impressão generativa especial impressas dentro do contexto habitacional.

Centrado em um novo método estrutural de extrusão vertical 3D, o projeto combina a precisão dos elementos pré-fabricados com a adaptabilidade de uma fabricação in loco, como resposta ao fluxo e ao dinamismo das cidades. O método se transforma em um sistema de elasticidade que pode acomodar parâmetros locais, assim como adaptar-se à possíveis ajustes futuros.

Em termos gerais, o novo método desenvolvido combina técnicas de extrusão vertical 3D com o comportamento natural do material - como a biodegradabilidade do plástico - para criar novas geometrias que sejam sustentáveis, eficientes e que, além disso, também possuam valor estético.

Através de sua capacidade de adaptação, o projeto Growing Systems (Sistema de Cultivo), facilita as alterações programáticas das habitações, por exemplo, uma casa precisa torna-se maior ou menor com o passar dos anos e desenvolvimento da família. Tais mudanças são possíveis graças à habilidade do projeto no qual foi utilizado um material de construção, que, quando aquecido, torna-se aderante e pode ser conectado à novas construções. Da mesma forma, o plástico pode ser derretido para remover uma porção que tornou-se desnecessária à construção.

Além disso, o material plástico tem a vantagem de ser resistente, flexível e leve, ao mesmo tempo.

No processo construtivo, um braço robótico é utilizado in loco, de modo a construir rapidamente e com o mínimo de interrupções possíveis, excluindo a necessidade da utilização de andaimes, bem como a possibilidade de não produzir resíduos.

Fonte: ArchDaily

 

 

 

Consumidor brasileiro é o mais preocupado com a sustentabilidade na indústria cosmética

Consumidor brasileiro é o mais preocupado com a sustentabilidade na indústria cosmética

06.09.2016

O consumidor brasileiro é o que mais se preocupa com o impacto ambiental dos cosméticos. Segundo pesquisa realizada pelo instituto internacional GFk, divulgada em 2014, mais da metade dos usuários de produtos cosméticos leva a questão sustentável em conta em sua decisão de compra.

Considerando que o Brasil é o terceiro mercado de cosméticos do mundo, os empreendedores do setor que procuram formas de diferenciar seus negócios têm na pegada sustentável uma oportunidade estratégica para se desenvolver, como aponta o boletim do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae.

O “mercado verde” já está sendo bem explorado por multinacionais como L’Oreal e Unilever, mas também há muito espaço para os pequenos negócios. Para entender o que os consumidores mais buscam nas marcas sustentáveis, o Instituto Akatu fez uma pesquisa que mostra como principais preocupações: os maus tratos a animais (escolhido por 52% dos entrevistados), as boas relações com a comunidade (46%), a chancela de selos de proteção ambiental (46%) e de boas condições de trabalho (43%).

Entre as ações e estratégias sugeridas pelo SIS/Sebrae para produção de cosméticos sustentáveis estão:

Embalagens reaproveitáveis e logística reversa: procure fornecedores que possuam certificações e materiais sustentáveis. Embalagens PET ajudam a minimizar os impactos no meio ambiente. Além disso, garanta que seus clientes recebam os produtos comprados em sacolas biodegradáveis. A empresa também pode implantar o sistema de logística reversa, coletando as embalagens vazias de seus produtos (em sua sede ou no ponto de venda) para reutilizar ou encaminhar para reciclagem.

Utilização de ativos e matérias-primas biodegradáveis: a maioria dos óleos minerais usada em cosméticos não é biodegradável e proporciona um risco ao meio ambiente. As marcas podem substituir os óleos minerais pelos vegetais, que são bem absorvidos pela pele.

Transparência: informe aos clientes de maneira clara – nas embalagens, nas sacolas ou em um folheto anexado ao produto – sobre os processos pelos quais o produto passa, as práticas sustentáveis da empresa e, se possuir, as certificações ambientais/laborais.

Fonte: Meio Ambiente Rio

 

 

 

Entre no clima da Primavera com a moda das flores

Entre no clima da Primavera com a moda das flores

05.09.2016

Até quando o frio insistirá em permanecer ainda não sabemos, mas pelo calendário o Inverno termina oficialmente no dia 22 de setembro para dar lugar aos ares da Primavera. É certo: o colorido da estação das flores aflora e invade também o nosso guarda-roupa. Então, está na hora de começar a renovar o armário para muito em breve entrar no clima primaveril.

A encantadora estampa floral é a queridinha da estação. Durante o dia as flores mostram com todo vigor a sua beleza e, na moda, isso também se repete. O dia permite mais luz, brilho e cor. Neste caso, looks florais parecem combinar com ocasiões antes do anoitecer. As estampas liberty, de pequenas flores, são a pedida para um visual delicado e de estilo romântico.

Camisa com estampa floral vai do trabalho para um encontro informal com amigos no fim de tarde. É casual e chique ao mesmo tempo. Para não errar, a base neutra dá o contraste na dose certa. Misture com uma calça jeans ou mesmo uma sarja que componha com alguma cor da estampa. É aquele tipo de produção simples e elegante.

Flores têm a ver com o dia, mas não significa que roupas com esta estampa não possam ser usadas à noite. Uma base neutra marcada por desenhos mais graúdos levanta qualquer produção noturna. Uma boa dica neste período de meia estação, nem tão frio, nem tão calor, são as mangas ¾, que caem como uma luva e têm tudo a ver com o clima mais ameno da noite.

Não dá pra negar: a moda das flores é alegre e não passa despercebida. Vai de você querer ousar mais ou menos. Por isso, quanto mais vivas forem as cores da estampa, mais radiante você estará.

     
 

 

Fonte: Revista Donna

 

 

 

Tecnologia de impressão plástica 3D pode substituir o gesso hospitalar

02.09.2016

A impressora 3D NovaCast, produzida pela start-up mexicana MediPrint, está revolucionando o tratamento das fraturas ósseas.

O plástico, além de ser atóxico e de fácil higienização, pode ser moldado exatamente no formato do braço do usuário.

A imobilização plástica possui ainda mais vantagens em relação ao gesso tradicional, é à prova d'água, leve, menos propensa a provocar coceiras e irritações na pele e de fácil remoção.

Assista ao vídeo abaixo e veja como funciona:

Fonte: Blog Plastivida e Insider Design

 

 

 

Agosto 2016

De garrafa de plástico a acessório de moda

De garrafa de plástico a acessório de moda

31.08.2016

As malas de viagem da Hamilton Perkins Collection juntam o melhor de dois mundos: materiais reciclados e moda. Numa combinação perfeita entre reciclagem e acessórios cheios de estilo, estas malas são o expoente máximo de moda sustentável.

Feitas a partir garrafas de plástico 100% reciclado, a composição do forro desta mala também é uma surpresa: o interior do saco é forrado com vinil anteriormente usado em outdoors publicitários. Assim cada mala vai ser única, vai contar uma história diferente.

Um exemplo de que, com imaginação e mente aberta para o sem número de possibilidades na reutilização de materiais, é possível fazer coisas fantásticas com produtos reciclados.

     
 

Fonte: Green Savers

 

 

 

Vestuário mantém liderança entre os produtos mais vendidos na internet

Vestuário mantém liderança entre os produtos mais vendidos na internet

30.08.2016

Produtos de vestuário mantiveram a liderança entre os mais vendidos online em todo o mundo, segundo informações de uma nova pesquisa da empresa alemã de inteligência Ystats.

De acordo com o relatório, produtos de moda foram comprados por mais da metade dos compradores online em todo o mundo no ano de 2015.

Os artigos de vestuário também ficaram em posição número um em termos de participação dos compradores online em países como a China, os Estados Unidos, Brasil, Arábia Saudita, Reino Unido, Rússia e muitos outros países.

O relatório afirma que o comércio móvel é um importante contribuinte para o aumento da moda varejo online, visto que 10% dos compradores online em todo o mundo preferem usar smartphones ou tablets na compra de vestuário e calçados.

O relatório afirma que o comércio móvel é um importante contribuinte para o aumento da moda varejo online, visto que 10% dos compradores online em todo o mundo preferem usar smartphones ou tablets na compra de vestuário e calçados.

Nesse contexto, a embalagem é um item fundamental para garantir que seus produtos cheguem ao consumidor intactos e com todas as características preservadas. Além de assegurar a qualidade das mercadorias, as embalagens auxiliam no fortalecimento da imagem e da marca da sua loja junto ao cliente ao redor do mundo.

Fonte: Fibre2Fashion

 

 

 

A importância da embalagem para vender mais

A importância da embalagem para vender mais

29.08.2016

Lançar um produto novo no mercado nem sempre é uma missão muito fácil de encarar, principalmente para quem está começando agora. A concorrência com os produtos que já estão disponíveis precisa ser vencida dia a dia. A fórmula secreta para o sucesso é uma boa mistura de boa publicidade e claro, de embalagens que precisam ter um logotipo exclusivo, diferenciado, com cores fortes e qualidade impecável. Ou seja, conquistar o consumidor pelo olhar.

A embalagem do produto deverá ser um dos fatores mais decisivos, conquistando o respeito e a preferência do consumidor. Ela é quem será a grande responsável por fazer a comunicação completa entre a marca e o consumidor, não se esquecendo de que uma embalagem atrativa precisa sim chamar a atenção e converter para a sua empresa. Afinal de contas, quem daqui nunca comprou um produto por ser atraído pela embalagem legal, não é mesmo?

Importância da embalagem

Além de serem bonitas e encantadoras, deverão ter uma relação saudável e equilibrada com a marca, além de possuir alguns atributos incríveis que sejam percebidos com certa praticidade. É necessário também que os produtos comercializados tragam segurança e conforto para quem for utilizá-los, fora a demonstração de que o produto é seguro e confiável.

A embalagem também será a grande responsável por definir o valor do produto. De sua parte externa (aquela que vemos a olho nu, e que não se faz apenas com os rótulos), são adicionadas imagens que remetam valores emocionais e que serão rapidamente reconhecidos pelos consumidores, que irão se identificar com aquela mensagem e assim, passar a ter consumidores fiéis a marca.

Para fazer uma boa embalagem

Por mais que você tenha boas ideias, é necessário passar pelas mãos de um profissional para que a qualidade final seja intacta. Isso porque ele é formado na área, ele tem conhecimento de cores, texturas e qual será o melhor formato para o seu produto.

A embalagem deverá chamar a atenção pelas cores escolhidas para fazer a tabela de combinações. Cuidado para não colocar informações demais e acabar poluindo. Não abuse de letras, cores, nomes e nem nada que for atrapalhar sua fácil leitura. E mais importante: veja a legislação em vigor. Preencha cada requisito obrigatório e boa sorte!

Fonte: Marketing com Café

 

 

 

Universidade desenvolve pratos descartáveis feitos de folhas

Universidade desenvolve pratos descartáveis feitos de folhas

26.08.2016

A preocupação com o uso crescente de recipientes descartáveis poluentes tem incentivado uma equipe de pesquisa da Universidade de Naresuan a desenvolver um processo para fazer tigelas de comida biodegradáveis a partir de folhas.

Professores da faculdade de engenharia passaram mais de um ano desenvolvendo o processo, até produzir, finalmente, tigelas utilizáveis e firmes a partir de folhas para substituir os recipientes de isopor.

Por tentativa e erro, a equipe descobriu que folhas da tanga kwao, sak e sai, típicas da região, são as melhores opções para produzir as peças.

Os pratos suportam até água quente, sem vazamento e se degradam naturalmente depois de serem descartados (de preferência onde haja vegetação, assim sua decomposição não afetará negativamente o solo e os outros organismos naturais).

Sirintip Tantanee, decano da faculdade, disse que a universidade vai coordenar com o município para promover o uso dessas peças nos festivais de comida anuais organizados durante o Sonkran e o Ano Novo.

Samorn Hiranpraditsakul, professor de engenharia industrial, disse que a inspiração para desenvolver estes recipientes ecológicos veio de uma visita a um templo no Norte, onde viu as enormes pilhas de descarte.

O processo não foi detalhado, mas os pratos são feitos apenas com materiais naturais. No lugar do verniz, por exemplo, as cientistas usaram o amido para dar mais resistência e brilho aos utensílios.

Fonte: Blog da Plantei

 

 

 

Fashion Trends que vão marcar a próxima temporada

Fashion Trends que vão marcar a próxima temporada

24.08.2016

Pode parecer uma ciência muito complicada descobrir se uma tendência vai ou não bombar no cenário fashion, porém, uma forma fácil de descobrir a trend do momento não é olhando para o street style ou para as passarelas, mas sim para as grandes marcas de fast fashion.

Se uma peça está sendo produzida em massa, então acredite que ela está se tornando uma tendência e vai dominar a moda de rua, as redes sociais e os looks das principais fashionistas em breve, sem sombra de dúvida.

E, de acordo com o Who What Wear, estas serão as principais trends da próxima temporada:

Muito brilho

Esqueça a ideia de usar roupas brilhantes só para sair à noite. Peças brilhantes e com uma textura que lembra o lurex aparecem novamente na moda e ganham um styling mais cool: pense em combinar essas roupas com jeans e tênis branco para um visual incrível no dia a dia.

Veludo

Praticamente toda celebridade foi vista nos últimos tempos com uma peça de veludo, então é uma surpresa que elas estejam ganhando cada vez mais destaque. Pense na combinação hi-low, de uma peça mais elegante no tecido com outra mais despojada.

Ballet

De sapatilhas, à tops mais justos e saias de tule, modelos que lembram os figurinos da dança, o ballet é o protagonista da estação, com cores suaves e um visual muito feminino.

Jeans tunado

Calças com dois tons ou jaquetas com patches. O jeans 2.0 é divertido, despojado e cheio de atitude e volta a chamar a atenção mesmo nos looks mais básicos.

Fonte: Elle

 

 

 

Sustentabilidade e inovação como cultura empresarial

Sustentabilidade e inovação como cultura empresarial

23.08.2016

Os dados não deixam dúvidas quanto à gravidade da crise que assola a economia brasileira. Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), apenas no segmento de micro e pequenas empresas, responsável hoje por 27% do PIB nacional, 139 mil estabelecimentos fecharam as portas no primeiro semestre de 2016.

Mas mesmo nesse cenário adverso há aqueles que conseguem ultrapassar o mau momento econômico com relativa tranquilidade ou ainda melhor, com crescimento e expansão. Para que isso aconteça é preciso pensar em formas alternativas de empreendimentos ou tentar incutir nos negócios mais capacidade de resiliência.

Aliar o negócio a uma cultura de inovação e sustentabilidade, por exemplo, pode ser uma maneira de dar mais fôlego a um empreendimento. Embora o brasileiro seja reconhecido como empreendedor, é um dos que menos investe em inovação. De acordo com uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor, a taxa de empreendedorismo no Brasil chegou a 34,5% em 2015, mas nem 10% dos empreendedores investe na inovação. A consequência é termos muitos negócios e produtos tornarem-se obsoletos em pouco tempo, perdendo mercado ou mesmo fechando as portas.

A cultura de inovação permite que o empreendimento se torne mais flexível e participativo, tendo mais capacidade para responder de modo eficaz às mudanças. E o ambiente inovador é fundamental para o surgimento de novas ideias e possibilidades. Não são raros os casos de empresas que se reinventam graças a um pensamento ou ideia inovadora. Deixar a inovação de lado é condenar o negócio à mesmice, e com o tempo à irrelevância no mercado. Para resistir ao tempo e às condições cíclicas da economia deve-se estar disposto a reinventar seus produtos, serviços e processos.

O mesmo vale para a sustentabilidade. Se a preocupação com o meio ambiente e uso racional dos recursos naturais era vista como um luxo desnecessário, hoje ela se torna um elemento obrigatório para quem busca um negócio moderno e conectado com as principais tendências de mercado. Um projeto sustentável, além de poder minimizar o impacto no meio ambiente, pode ser muito interessante para o empreendedor por gerar economia no longo prazo, com desperdício menor de recursos e matéria-prima, por exemplo. A preocupação ambiental também pode agregar valor a uma marca ou produto, sendo um diferencial cada vez mais buscado pelos consumidores.

Embora a preocupação com esses dois fatores – inovação e sustentabilidade – venha aumentando, elas ainda não fazem parte da cultura de boa parte dos empreendedores. Compreender que a inovação e sustentabilidade precisam fazer parte do dia a dia de qualquer negócio pode ser a chave para o sucesso, independentemente das crises e caprichos da economia.

Fonte: UOL

 

 

 

Mexicanos transformam resíduo plástico em casas de baixo custo

Mexicanos transformam resíduo plástico em casas de baixo custo

22.08.2016

Buscando resolver dois grandes problemas das metrópoles: a falta de moradia e a destinação incorreta do lixo plástico, uma dupla do México desenvolveu um método para construção de casas utilizando resíduos plásticos.

São usados materiais plásticos que há em abundância pelas ruas: garrafas vazias e brinquedos descartados. A matéria-prima é derretida para formar grandes painéis, que são usadas como paredes e tetos.

Usando 80 painéis, cada residência possui 40 metros quadrados, sendo dividida em dois quartos, um banheiro, uma sala de estar e uma cozinha. Em cada uma delas são usados cerca de dois mil quilos de lixo processado.

Os empreendedores Carlos Daniel Gonzalez e Nataniel são os responsáveis pela startup EcoDomum em Puebla (México), que pode alterar o modo pelo qual as pessoas fazem suas residências. Segundo eles, o material fabricado é durável e resistente. O resultado é uma casa com isolamento acústico e térmico e que ainda resiste às intempéries climáticas. Confira o vídeo abaixo da dupla:

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

 

Plástico pode potencializar o desempenho dos atletas na Olímpiada

Plástico pode potencializar o desempenho dos atletas na Olímpiada

19.08.2016

Cada vez mais, fica provado que o desempenho dos atletas não depende apenas dos treinamentos, alimentação e da força de vontade dos esportistas, mas também dos equipamentos, uniformes e outros aparatos utilizados no dia-a-dia, que dão subsídios para a alta performance. De nada adianta se esforçar se o material escolhido não tiver qualidade e fornecer a flexibilidade adequada, propiciando um bom rendimento. Nesse sentido, por serem mais leves, maleáveis, duradouros e modernos, os tecidos que contêm plástico em sua composição podem ajudar.

O plástico é um material que se destaca porque possibilita a criação de peças e objetos completamente inovadores. Está presente em diversos segmentos, desde produtos básicos, como escovas de dente, brinquedos, bijuterias, peças para eletroeletrônicos e utensílios de cozinha, até na infraestrutura de construções civis, indústria automotiva, moveleira e têxtil.

Algumas marcas que produzem vestimentas para atletas estão investindo no segmento, apostando na estética, tecnologia e inovação. Os atletas que querem permanecer "secos" ao longo dos exercícios precisam de vestimentas confortáveis, que ajudem na transpiração do corpo. Diferentes dos tecidos de algodão que absorvem umidade, tornando-se pesados e desconfortáveis, os de fibras sintéticas (plástico), não são absorventes.

Nos tecidos de fibra, a umidade da transpiração é dispersada a partir do interior da peça de vestuário, que, por sua vez, é atraída para o lado de fora, evaporando-se ao entrar em contato com o ar.

Em diversas modalidades esportivas presentes nos Jogos Olímpicos de 2016, como o futebol, natação, tênis e outros, já é possível observar o uso de tecidos com compostos plásticos.

No futebol, essas inovações "entraram em campo" em 2010. Além de reproduzirem a evolução tecnológica, os uniformes dos jogadores são feitos com poliéster oriundo de embalagens plásticas recicladas. Uma grande marca que patrocina um time francês e o time do Brasil utilizam camisas feitas com esse poliéster reciclado, que garante melhor desempenho e baixo impacto ambiental. Cada uniforme usa ao menos 18 garrafas recicladas, e já foram usadas mais de dois bilhões de garrafas plásticas, que teriam sido descartadas em aterros sanitários.

O plástico também está presente na natação. As sungas e maiôs com plástico em suas composições melhoram o desempenho dos atletas. Além disso, a maioria dos equipamentos, como os óculos, tem o plástico como matéria-prima base. Isso garante leveza, vedação e resistência, essenciais ao bom desempenho dos esportistas. Outra novidade que cabe nesse setor é o conceito de sustentabilidade. De acordo com a matéria da BBC, 30% do material usado nas medalhas de prata e bronze da Rio 2016 é reciclado. Sendo que, metade do plástico utilizado para fazer as fitas das medalhas são de garrafas recicladas.

Em algumas modalidades, o plástico apresenta enormes ganhos. Um exemplo são as raquetes utilizadas pelos tenistas de quadra. Resistentes e feitas com material plástico, elas possibilitam uma absorção de impacto e redução de vibração. No ciclismo e triatlo, os capacetes de plástico são mais leves e seguros. Na modalidade de salto com varas, os competidores já dispõem de varas feitas com fibra de vidro ou de carbono, utilizando um veículo polimérico que dá sustentação às fibras, garantindo leveza, flexibilidade e resistência na medida adequada.

Um evento com as dimensões da Olimpíada do Rio de Janeiro necessita de soluções práticas, inovadoras, tecnológicas e sustentáveis. Nesse sentido, o plástico tem participação especial, tanto para melhorar o desempenho dos atletas, como também na construção dos espaços, como a vila olímpica, arenas e toda infraestrutura do maior evento esportivo do mundo.

Fonte: Abiplast

 

 

 

Marcas de moda praia e fitness brasileiras marcam presença na Califórnia

Marcas de moda praia e fitness brasileiras marcam presença na Califórnia

17.08.2016

No mês de agosto, a cidade de Huntington Beach, nos Estados Unidos, recebeu marcas de moda praia e fitness brasileiras para participar de duas importantes feiras do segmento, a Swim Collective que aconteceu nos dias 08 e 09, e a Active Collective nos dias 11 e 12.

O evento Swim Collective é resultado de uma parceria entre a Abit e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), com o do Texbrasil (Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira).

Em sua terceira participação na feira, uma empresa gaúcha teve como objetivo no evento alcançar novos clientes e estreitar o relacionamento com os atuais. Para o comprador americano é extremamente importante sentir que a marca está atualizada e comprometida com o mercado, oferecendo preços compatíveis e possibilitando a entrega local. A representante da marca afirma que, a cada ano, sua presença no mercado da costa oeste americana vem aumentando.

Os empresários participantes do evento consideram que a feira é um grande potencial para divulgar suas marcas e conquistar consumidores no país.

Fonte: TexBrasil

 

 

 

Tendências de cores e estampas para o verão 2017

Tendências de cores e estampas para o verão 2017

16.08.2016

O verão europeu já vai terminando e por aqui, o nosso quer começar a acontecer. As tendências, que no passado serviram para inspirar criadores e profissionais de moda, já são domínio público e servem para nos guiar na hora das compras.

Das tendências de verão 2016, elegemos algumas pra lá de necessárias. Confira:

All White – O vestido branco de verão é uma escolha brasileira por tradição e desta vez está em alta internacionalmente. Muito necessária!

Floreado – Arrastando pelo chão, o vestido deve ter ares anos 70. Nem precisa ser decotado, mas as florezinhas miúdas são quase obrigatórias. Aquele look Boho Girl merece!

Al Mare - As bijuterias recebem um respiro do mar com conchas, contas, âncoras e forma de coral marinho. Especial para aquele toque de praia.

Bordados - Túnicas e batas recebem bordados étnicos ou vazados. Detalhe: as túnicas que também são usadas como minivestidos são brancas. A cor é ditada pelo bordado. Suavize com atitude.

Listras – Estreitas ou largas, as listras deixam o código clássico e ganham um corte modernizado, mais urbano e menos náutico. Inove na forma de vestir.

Étnica – As estampas étnicas visitam os motivos gráficos em tamanhos reduzidos e os africanos em exuberância e cor. A calça surge como peça ideal para a estampa. Use do trabalho à diversão.

Fonte: Blogazine

 

 

 

A importância das embalagens na experiência de compra

A importância das embalagens na experiência de compra

15.08.2016

Você já se questionou sobre a importância da embalagem de um produto?

Se a resposta for não, talvez você deva rever seus conceitos. A embalagem deixou de ser somente um revestimento e, cada vez mais, tem assumido funções-chave na garantia de uma boa experiência de compra aos consumidores.

Todos já ouvimos aquele ditado “quem vê cara, não vê coração”. Pois ele se aplica na logística também. De acordo com a Associação Brasileira de Embalagens (ABRE), os consumidores consideram a embalagem e seu interior como partes de uma mesma coisa, ou seja, tanto o produto em si quanto seu revestimento são muito relevantes. Sabendo disso, conclui-se que se a embalagem for feia, monótona ou vier danificada, isso terá um efeito negativo sobre a imagem da sua empresa.

Vamos a um exemplo na prática. Quando você está fazendo compras no supermercado e vai escolher os produtos nas prateleiras, você prefere levar a embalagem em perfeito estado ou a que tem algum amasso? A que está em perfeito estado, é claro. Acontece que o conteúdo que está dentro de ambas é o mesmo. Então por que levamos sempre a que não está danificada?

Acontece que os consumidores tem uma tendência a comprar aquilo que é mais esteticamente agradável, apesar de saber que o conteúdo é o mesmo. Essa tendência explica porque algumas marcas se saem melhor que outras nas vendas.

Percebe a importância? Uma pesquisa realizada anualmente pela MeadWestvaco Corporation (MWV) reforçou essa ideia. O estudo mostrou que 60% dos consumidores repetem a compra quando a embalagem se mostra funcional e 38% são influenciados pela aparência dela. Então não menospreze essa etapa do processo de compra.

Pode-se dizer que a embalagem possui três funções:

Proteção dos produtos

Essa é a função básica. Uma embalagem serve primordialmente para proteger o produto ao longo do trajeto, independente do meio de transporte utilizado. O produto deve ser bem embalado para garantir que chegue ao seu destino sem danos ou alterações, mas ao mesmo tempo deve ser de fácil manuseio e armazenagem.

Informação

A embalagem deve conter o máximo de informações possível para facilitar a identificação por parte dos clientes.

Marketing

Essa é uma função muito importante. A embalagem é uma ótima oportunidade para aplicar uma estratégia de marketing inovadora e garantir o destaque da sua empresa em relação à concorrência, além de fidelizar os clientes. A embalagem leva a sua marca e transmite a qualidade dos seus serviços, especialmente no mercado de e-commerce, onde há menos pontos de contato direto com o consumidor.

Segue uma lista com algumas dicas para oferecer um serviço de embalagens eficiente:

1) Conheça seus produtos

Você deverá ter em mãos todas as principais características do seu produto (tamanho, peso, etc) para escolher de forma mais eficiente a melhor embalagem.

2) Ofereça um serviço personalizado

Essa estratégia pode custar um pouco mais caro, mas vale a pena.

Um estudo da empresa Dotcom Distribution apresentou que 4 em cada 10 consumidores compartilham fotos nas redes sociais de embalagens bacanas dos produtos que compram pela internet e que 35% dos clientes disseram já ter descoberto uma nova empresa após ver alguém utilizando embalagens dela.

Então não desperdice essa oportunidade, invista em estratégias de marketing capazes de conquistar seus clientes. Você pode realizar ações dentro das embalagens, como envio de brindes, folders, cartões, revistas e cupons de desconto.

3) Garanta a qualidade do serviço

Ofereça um serviço de qualidade, garantindo que o produto chegue no tempo e local certos e em bom estado. Um bom acabamento e o fácil manuseio também são cruciais. Essas ações sugerem que o produto foi bem tratado, e que o lojista se importou em enviá-lo com uma embalagem bonita, sem etiquetas mal feitas ou fitas adesivas excessivas.

Fonte: Axado

 

 

 

Dicas de estratégias diferenciadas para chamar atenção dos clientes em épocas de alta demanda

Dicas de estratégias diferenciadas para chamar atenção dos clientes em épocas de alta demanda

12.08.2016

A chegada de datas comemorativas como o Dia dos Pais leva muitas marcas a investirem em ações de marketing e promoções especiais. Mas, como um pequeno negócio pode competir com as iniciativas das grandes empresas? É mais simples do que você imagina!

Micro e pequenos negócios podem se destacar utilizando suas características locais e pessoais, tornando tanto o atendimento quanto os produtos personalizados com um toque emocional. Conquistar seus clientes pode ser descomplicado, principalmente com as vantagens da Internet, em que você pode interagir com eles, entender seus níveis de satisfação com a sua marca e saber o que eles buscam.

Abaixo, veja três dicas básicas que podem te ajudar a se posicionar à frente do mercado em tempos de alta competitividade:

Invista em branding

Mesmo que você trabalhe com um segmento específico, abra sua mente e tenha outros produtos disponíveis com o logo da sua marca. Por exemplo, se você possui um café, não se restrinja apenas a comes e bebes, tenha canecas e camisetas estilizadas com as cores da sua marca e logo.

Dessa forma, você pode rodear seus clientes com coisas que eles gostam, como uma caneca moderna, uma camiseta diferente ou um sorteio, o que pode ser atraente para seus clientes mais fiéis, além de funcionar como potencial divulgação, já que o consumidor irá circular por outros lugares com seu produto.

Explore o que faz da sua marca especial e ofereça isso aos seus clientes. E não se esqueça de compartilhar as novidades com eles através de mídias sociais e incentivar a interação. A qualidade do toque pessoal de um comércio local pode ser seu maior diferencial, mesmo que invista em ações e produtos simples.

Entregue mais do que o produto

Em casos de entregas a domicílio, com alguns cuidados simples você pode tornar seu pacote especial, seja adicionando uma carta de agradecimento, embalagens personalizadas, cartões para datas comemorativas ou até mesmo cupons de desconto. Além disso, oferecer embalagens para presente personalizadas agregam valor aos seus produtos.

Muitas vezes, são os detalhes que fazem a diferença. Pensando nisso, quando fizer alguma entrega, tente se destacar do mercado em geral diferenciando suas embalagens. Principalmente em datas como o Dia dos Pais, o seu embrulho pode ser a cereja no bolo que seu cliente precisava para te considerar o número um. O toque emocional e criativo é que pode te distinguir das grandes marcas e fazer do seu negócio a primeira opção dos clientes.

Utilize SEO (Search Engine Optimization) para atrair clientes locais

Saber usar SEO localmente pode ser essencial para muitos pequenos negócios, principalmente porque as chances de sua marca aparecer numa busca geral espontaneamente não são tão altas quanto antigamente, já que existem muitos negócios parecidos pelo mundo. Por isso, hoje em dia, vale a pena ter uma estratégia de SEO local, para ajudar a atrair os clientes na região de sua empresa.

A GoDaddy realizou uma pesquisa em 2015 que apontou que 88% das pessoas fazem buscas locais pelo celular regularmente, portanto é importante que seu negócio apareça nos resultados regionais. SEO (Search Engine Optimization) nada mais é do que otimização de uma página (ou site inteiro) para ser melhor compreendida pelos mecanismos de busca na web. O objetivo de usar técnicas de SEO é o melhorar o posicionamento de um site em uma página de resultados de pesquisa. Para uma boa estratégia de SEO, possibilitando que seu cliente encontre mais facilmente seu site, é essencial conhecer seu público-alvo, definir uma boa lista de palavras-chave que estejam presentes no conteúdo do seu site e descrevam bem o seu negócio, e também uma arquitetura de site que permita uma navegação fácil e fluida.

Em datas comemorativas, por exemplo, às vezes as pessoas precisam buscar lugares para ir com seus familiares de última hora, seja para evitar filas de espera ou até mesmo por uma mudança de planos repentina.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

 

Dia dos Pais deve girar R$ 56,77 milhões em Porto Alegre

Dia dos Pais deve girar R$ 56,77 milhões em Porto Alegre

11.08.2016

Projeção se assemelha a de 2015. Roupas aparecem em primeiro lugar como opção de presente.

Uma pesquisa realizada em Porto Alegre sobre o comportamento do consumidor para o Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo, 14 de agosto, mostra que a data deve movimentar R$ 56,77 milhões neste ano na capital gaúcha, bem próximo do saldo de 2015, que fechou em R$ 56,58 milhões. Apesar da semelhança, CDL e Sindilojas interpretam como boa a projeção, visto que o cenário atual é de crise.

Quase a metade das 300 pessoas que participaram do estudo (44%) pretende presentear os pais com roupa. Depois aparecem calçados (10%), perfumaria (8%), objeto decorativo (5%), livro (5%) e carteira (3%). Outro ponto é que as temperaturas mais baixas deste ano prometem estimular a compra destes produtos.

"Em época de crise no país, a projeção de movimentação financeira para o Dia dos Pais é positiva. Afinal, mesmo com o aumento da inflação e a promessa de parcelamento de salários dos servidores públicos estaduais, mais uma vez o lado emotivo da data prevalece e mostra que os consumidores podem até dividir o custo do presente com familiares, mas pai é pai e nunca deixa de ser presenteado”, comenta o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse.

O valor do gasto médio, conforme a pesquisa aponta, deve ficar em torno de R$ 132,80. Na comparação com o ano passado, a maioria dos consultados (43%) afirma que manterá a mesma quantia investida, e 19% diz que aumentará um pouco, 17% diminuirá um pouco, e 3% diminuirá muito.

Sobre a previsão de gastos no presente principal, 18% afirmam que devem dispender até R$ 50; 41% de R$ 51 a R$ 100; 28% de R$ 101 a R$ 200; 7% de R$ 201 a R$ 300 e 6% de R$ 301 a R$ 400.

Pagamento à vista deve ser a modalidade preferida este ano: 34% afirmam que pretendem pagar em dinheiro, 27% por cartão de débito, 25% com cartão de crédito parcelado, 14% em cartão de crédito em uma vez e 1% a prazo, no crediário.

Os shoppings e as lojas de rua devem atrair a maior parte dos consumidores neste Dia dos Pais. Segundo a pesquisa, 58% dizem que irão comprar o presente do patriarca em shopping, seguido por loja de rua (32%), internet (7%) e revendedor (2%).

Os 300 entrevistados na pesquisa foram homens e mulheres, acima de 18 anos de idade, das classes A, B, C, D e E. Os dados foram levantados pela Vitamina Pesquisa.

Fonte: G1

 

 

 

A importância das embalagens para a competitividade internacional

A importância das embalagens para a competitividade internacional

09.08.2016

No cenário internacional, onde a marca não é conhecida, não há campanha na televisão, promotores, nem ações nesse sentido, a embalagem é a ferramenta de marketing da empresa. Tão importante quando a embalagem primária, a de transporte também é fundamental, pois é a que garante a integridade da primeira.

Em cada situação, a venda de produtos de consumo, qualquer que seja o canal (supermercados, pequenos empórios, lojas de conveniência, internet ou catálogo), a embalagem é um instrumento de comunicação. Ela não só traduz a alma do produto e explica seu desempenho e função, como também entrega uma promessa, que faz com que o consumidor se emocione em alguma medida e decida pela compra desse produto em detrimento a tantos outros similares ou concorrentes.

No exterior, onde a marca não é conhecida, não há campanha na televisão, promotores, nem ações nesse sentido, a embalagem é o principal recurso para contar toda a sua história e encantar o cliente, o qual faz questão de ser informado e inspirado, tentado e mimado por funções surpreendentes e convincentes, emoções e impressões multissensoriais.

Assim é influenciada a vida dos consumidores de muitas áreas, classes sociais, culturais e grupos de idade diferentes. Ciclos de tendências estão ocorrendo como resultado de ondas econômicas, bem como o progresso tecnológico e o desejo de aceitar as inovações e novas ideias. Dessa forma, é necessário tomar alguns cuidados com as embalagens, sobretudo as para exportação:

1) Hábitos e costumes do novo público: é importante entender como e por que esse novo público compra e adequar-se aos modelos de consumo, mas sem perder a essência;

2) Aparência atraente, distinta e inconfundível: o destaque é o cuidado com a impressão, ou seja, procurar ir além e surpreender utilizando efeitos especiais de acabamento. Os consumidores percebem, é preciso se destacar no ambiente competitivo monótono;

3) Design: a forma e a cor falam diretamente ao coração. Uma vez que emocionar, ganhará o racional. O belo emociona e faz as pessoas felizes.

4) Funcionalidade: é necessário atender a questões de proteção, shelf life, conveniência, saúde, segurança e sustentabilidade desde a compra, passando por transporte, armazenamento, uso, até o descarte.

5) Inovação: investir em novas tecnologias é uma grande oportunidade de diferenciação e posicionamento das marcas. É importante mostrar que a empresa conhece e investe para tornar a vida dos consumidores melhor e mais divertida.

6) Benefícios adicionais em embalagens de sucesso: combinar o que é agradável com o que é funcionalmente útil. Por exemplo, uma embalagem que sirva como um presente, que contenha componentes de entretenimento, usar o QRCode e levar seu consumidor para visualizar um vídeo também é uma possibilidade simples e com custo mínimo.

7) Valorização do produto nacional: o Brasil está em alta, é considerado um país alegre e amigo, portanto é essencial demonstrar que o produto é brasileiro através de ícones culturais, artísticos e autênticos.

Assim, para termos sucesso e sermos competitivos, devemos pensar desde o conceito da solução escolhida, passando pelos vários atributos da embalagem primária, cuidar da embalagem de transporte, ter atenção aos aspectos da legislação e rotulagem ambiental, até termos uma embalagem melhor e promova um mundo melhor.

Fonte: Embalagem e Tecnologia

 

 

 

Internacionalização é estratégia para as pequenas e médias empresas

Internacionalização é estratégia para as pequenas e médias empresas

08.08.2016

Poucos perceberam, no resultado da balança comercial do ano passado, o bom desempenho das micro e pequenas empresas, as únicas a aumentar as exportações em relação a 2014, mostram números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

O superávit de 20 bilhões de dólares deveu-se, como se sabe, mais à queda das importações, de 24%, e menos à diminuição das vendas externas, de 14%, no cômputo das médias diárias. O saldo positivo atípico mascarou diferenças importantes. Enquanto o faturamento em dólar caiu 15,79% para as firmas grandes e recuou 2,72% no caso das médias, o das pequenas aumentou 5% e o das micro cresceu 7,27%.

A desvalorização do real e a recessão devem intensificar o movimento das PMEs rumo ao exterior, preveem empresários de diferentes setores.

Muitas vezes, o processo abrange a contratação de consultoria especializada e o estudo de destinos e modelos de negócios. Também pode ser preciso adaptar os produtos às especificações técnicas, substituir alguns insumos, incluir várias informações nas embalagens e adotar um design mais aceitável pelos clientes externos.

“As PMEs aproveitam o câmbio mais favorável para buscar mercados alternativos e obter receitas perdidas com o enfraquecimento da economia local”, vê Maria Luísa Wittenberg, gerente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), órgão governamental de apoio ao setor.

O movimento inclui principiantes, pequenos empresários atrás de uma retomada das vendas externas e aqueles que aproveitam canais externos existentes para inaugurar filiais em outros países.

Ampliar os negócios para fora do País custa caro, requer tempo e planejamento, mostram as experiências bem-sucedidas. As causas mais comuns de fracasso são o descumprimento das especificações técnicas, a falta de capacidade de produção contínua e a inexistência de um representante que fale a língua local.

“A cada cem empresas que comparecem aos nossos eventos, cerca de vinte prosseguem no processo de expansão externa e cinco se internacionalizam de fato”, contabiliza Maria Luísa Wittenberg, da Apex. “As outras percebem que há muito trabalho envolvido e precisam antes se preparar.” O tempo necessário desde os primeiros estudos até o início das vendas varia entre um e dois anos.

Crescer para o exterior requer cerca de 100 mil dólares para pesquisa, adaptação e fluxo de caixa do primeiro ano de operação, calcula Manuel Mendes, diretor executivo da IXL Center, consultoria de Boston, nos Estados Unidos, dedicada a auxiliar companhias estrangeiras interessadas em ingressar no mercado estadunidense.

O investimento é compensado pela diversificação do risco, possibilidade de transferência tecnológica, contratação de profissionais diferenciados e aumento da competitividade da firma no país de origem, segundo o consultor.

O imediatismo às vezes inerente a alguns pequenos negócios parece ceder espaço à visão de longo prazo e à uma maior preparação. “Houve um amadurecimento muito grande. As empresas aprendem com os erros e criam projetos estruturantes. A fase de ‘paraquedistas’ passou, agora vão ao exterior para ficar”, avalia Rafael Cervoni, presidente da Associação Nacional da Indústria Têxtil.

Fonte: Carta Capital

 

 

 

Da sacola de plástico à cadeira design

Da sacola de plástico à cadeira design

05.08.2016

“Desenhar, fabricar e fornecer produtos inovadores e contemporâneos para acabar com as pré-definições de como os projetos sustentáveis devem ser.” É com esse discurso que o designer Richard Liddle criou a marca britânica Cohda – que, inclusive, fez parte da Feira de Móveis de Milão 2009.

Por suas mãos foi criada a RD Legs. A cadeira, 100% de plástico doméstico reciclável, traduz bem a imagem que a marca quer passar: um design novo e inovador, que não prejudica a natureza. O projeto, desenvolvido por Liddle, não utiliza cola em sua produção: é feito a partir do calor e de uma incrível habilidade com o material.

As cadeiras estão disponíveis nas cores preta e verde e o estoque é limitado: apenas 25 por cor – o que torna o produto quase exclusivo.

Veja o vídeo de como as cadeiras são feitas:

Casa e Jardim Online

 

 

 

A valorização de marcas regionais por meio da embalagem

A valorização de marcas regionais por meio da embalagem

04.08.2016

Produtos regionais geralmente são fabricados por pequenas empresas, que podem se beneficiar do design para que seus produtos se tornem grandes aos olhos do consumidor. No ponto de venda, uma marca regional ou global tem o mesmo acesso ao consumidor, mas aquela que investe no design de embalagem tem mais condições de se destacar e despertar o desejo de compra.

Produtos regionais podem ter ingredientes diferenciados e qualidades únicas. Porém, é preciso que esses atributos sejam corretamente transmitidos e valorizados. Nesse sentido, a embalagem pode transformar o que hoje é uma mercadoria, numa entidade mais atraente e desejada.

O investimento em design de embalagem pode parecer alto, principalmente para as pequenas empresas, mas se considerarmos que mais de 90% dos produtos nas lojas não têm apoio de comunicação e dependem única e exclusivamente da embalagem para competir no mercado, esse investimento, a médio prazo, terá custo praticamente zero, pois seu preço já estará embutido no valor do produto final, que a essa altura já estará mais valorizado pelo ganho de apelo visual.

Design de embalagem é um serviço altamente especializado, com ótima relação custo-benefício, que pode ser incorporado ao cotidiano de qualquer empresa, seja ela regional ou global. De acordo com a CNI – Confederação Nacional das Indústrias, 75% das empresas que investiram em design de embalagem tiveram aumentos em suas vendas, sendo que 41% dessas empresas também conseguiram reduzir os seus custos.

Por isso, é preciso que as marcas regionais criem uma cultura de investimento em design de embalagem e considerem esse valor em toda a cadeia produtiva. Com o investimento correto conseguirão diferenciar seus produtos em um ambiente cada vez mais competitivo, destacando seus principais atributos, agregando valor para vencer a barreira do preço. Com uma boa estratégia, as marcas regionais conseguirão se posicionar corretamente no mercado, gerando valores emocionais e criando fidelização à marca. Enfim, conseguirão despertar o desejo de compra, seja do consumidor ou do supermercadista.

Fonte: Embalagem Marca

 

 

 

Fashion Truck de moda praia brasileira invade Portugal

Fashion Truck de moda praia brasileira invade Portugal

03.08.2016

As areias da região de Algarve em Portugal receberão durante o mês de agosto um “fashion truck” recheado de peças de moda praia brasileira. A popup store itinerante estacionará a cada semana em uma praia do badalado balneário europeu: de Portimão a Monte Gordo.

Realizada pelo Texbrasil – Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira, resultado de uma parceria entre a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – a loja terá a presença de diversas marcas.

A expectativa é vender cerca de USD 770 mil durante a temporada, tanto na loja quanto no e-commerce europeu Brazilian Bikini Shop, que tem presença em mais de 30 países, e também participa da operacionalização da pop up.

Essa é a segunda edição do evento, que no ano passado foi realizado na região da Riviera Francesa também durante o verão europeu. Na ocasião, as vendas totalizaram USD 2,3 milhões entre junho e setembro. “Além de promover as marcas comercialmente, esse tipo de ação gera muitos ganhos de imagem junto ao consumidor final, permitindo um contato bem próximo com clientes de alto poder aquisitivo e que são influenciadores em seus países. No ano passado, por exemplo, além das vendas realizadas durante a pop up, tivemos relatos de lojistas que posteriormente compraram das marcas após conhecê-las durante a temporada”, detalha a gerente executiva do Texbrasil, Lilian Kaddissi.

O projeto ainda inclui uma ampla divulgação da moda praia brasileira na região e evento de inauguração, no dia 6 de agosto, com formadoras de opinião como as blogueiras portuguesas Mariana Rocha (Miss Fit), Mafalda Sampaio (Maria Vaidosa) e Inês Mocho.

Fonte: Texbrasil

 

 

 

Dia dos Pais deve movimentar R$ 4,2 bi no comércio em todo o País

Dia dos Pais deve movimentar R$ 4,2 bi em todo o País

02.08.2016

Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o varejo brasileiro deve movimentar R$ 4,2 bilhões em vendas relacionadas ao Dia dos Pais, o equivalente a 5,6% de todo o faturamento esperado para o mês de agosto.

“O Dia dos Pais figura entre as seis datas comemorativas mais importantes do calendário varejista. Porém, com taxas de juros ao consumidor batendo nove recordes nos últimos 12 meses, os segmentos mais dependentes das condições de crédito, como eletrodomésticos e produtos de informática, deverão se destacar negativamente”, afirma o economista da CNC Fabio Bentes.

A inflação dos preços é outro fator que deverá ditar o comportamento das vendas. Bens duráveis como microcomputadores, máquinas fotográficas e televisores deverão ser preteridos também em razão dos aumentos nos últimos 12 meses. Já itens como sapatos masculinos (+3,5%), tênis (+3,0%) e CDs e DVDs (+0,1%), além de pesarem menos nos bolsos dos filhos, registraram variações de preços menores no mesmo período.

Segundo a CNC, mais da metade das vendas do Dia dos Pais virão dos segmentos de hiper e supermercados (36,3%) e vestuário e calçados (19,7%). Artigos de uso pessoal e doméstico ocupam o terceiro lugar, com 13,2%, seguidos de produtos de farmácias e perfumarias, com 10,1%.

Fonte: Jornal do Brasil

 

 

 

Inovação: Startup brasileira transforma embalagens vazias em benefícios para o cidadão

Inovação: Startup brasileira transforma embalagens vazias em benefícios para o cidadão

01.08.2016

Como uma embalagem vazia pode se transformar em oportunidade para o consumidor? Foi com essa ideia e pensando em reciclar para o mundo que a startup Triciclo lançou seu primeiro projeto: a Retorna Machine, idealizada para oferecer benefícios aos cidadãos por meio da logística reversa e incentivar a participação voluntária da população na coleta seletiva.

Em menos de um ano, as 17 máquinas espalhadas por São Paulo já coletaram mais de 300 mil embalagens, totalizando cerca de 4 toneladas de garrafas pet e aproximadamente 2 toneladas de alumínio. Com isso, mais de R$ 6 mil reais foram revertidos em bônus nas faturas de energia e recarga no vale transporte.

A Retorna Machine é um gerenciador de resíduos sólidos e funciona como um programa de fidelidade. Para participar é necessário que a pessoa interessada tenha ou faça seu cadastro em uma das máquinas da Triciclo, pelo site Retorna Machine ou pelo app.

A máquina reconhece o material por meio de um leitor de código de barras e computa pontos Triciclo no perfil do cidadão. Com o programa de fidelidade a pessoa então poderá optar pelo resgate de pontos no bilhete único, em descontos na conta de luz ou, caso queira, doar os pontos para duas instituições parceiras da Triciclo.

“Nosso objetivo é oferecer soluções criativas para o desenvolvimento sustentável e inserir entidades e a comunidade dentro de tal contexto”, explica Felipe Lagrotta Nassar Cury, co-fundador da Triciclo.

Fonte: Segs

 

 

 

Julho 2016

Muita cor e estampas vivas são as tendências para primavera e verão 2017

Muita cor e estampas vivas são as tendências para primavera e verão 2017

28.07.2016

Para o próximo verão, o que se espera é muita cor, estampas vivas, sensualidade e conforto. É isso que aponta a Fenin Fashion, feira que mostrou as tendências para a temporada de primavera/verão 2016 para o mercado varejista.

Confira quais foram as principais apostas vistas por lá para os dias de calor:

Corais e brancos

Como pedem os dias quentes, o verão chega com tons iluminados, como os corais e os brancos. Nos corredores da Fenin, conferimos o vestido em tricô da foto abaixo, ótima opção que funciona como saída de praia.

Ombro de fora

Neste verão, os ombros estarão em evidência em blusas estilo ciganinha, com mangas bufantes, e aparecem nos tops bardot, com decote reto. Funcionam também em vestidos, tanto em modelos com silhueta slim ou com modelagem mais soltinha.

Sandália de tiras

Sai a gladiadora, entra a sandália de tiras, aposta para atualizar a sapateira na próxima temporada. O toque colorido fica por conta dos pompons, que deixam o calçado com pegada divertida e adiciona um toque despretensioso à produção. Aliás, para ficar de olho: as bolinhas fofas estão com tudo como complemento de acessório com pegada fun, como brincos.

Jaqueta Bomber

A jaqueta da vez sobrevive ao inverno e ganha versão mais leve para o verão. Entre as apostas vistas nos corredores da Fenin, destaque para o modelo em renda, fresquinho e estiloso para os dias de calor. Vai bem com vestidos acinturados e com estampa durante o dia e até para se proteger do vento à noite. Além da versão em renda, florais e étnicos.

Listras

Elas nunca saíram de vez do armário, mas, volta e meia, ensaiam um retorno como novidade. Agora, a grande pedida são as versões no clássico preto & branco. Se a peça for em modelagem oversized, mais atual ainda.

Hotpants

Para quem não gosta de biquínis míni, a boa nova é que as hotpants seguem com força nas areias deste verão. Seja em modelagens mais retrôs ou com pegada moderninha, o modelo com cintura mais alta aparece tanto em dupla com sutiãs tomara que caia quanto os com alcinha.

Estampas mil

Florais, étnicas e, claro, sempre multicolor: assim são as estampas para esta primavera/verão. Elas aparecem em vestidos, blusas, saias e até macaquinho, uma das peças mais vistas na Fenin para a próxima temporada.

Fonte: Donna

 

 

 

Comunidades ribeirinhas da Amazônia são iluminadas com garrafas PET e energia solar

Comunidades ribeirinhas da Amazônia são iluminadas com garrafas PET e energia solar

27.07.2016

O Norte do país é onde há maior dificuldade de acesso à energia elétrica, mesmo que seja alvo de grandes e devastadoras obras de usinas hidrelétricas. Provando que é possível aliar tecnologia e preservação, a Amazônia será iluminada de um jeito inusitado. As comunidades ribeirinhas da região contarão com soluções ecológicas e economicamente sustentáveis para obter luz, através do uso de garrafas pet, além de energia solar para iluminar as casas.

A tecnologia que será empregada tem sua origem na ideia desenvolvida em 2002 pelo brasileiro Alfredo Moser, que usou garrafas plásticas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa. Alocadas em pequenos buracos nos telhados, as garrafas recebem luz solar na parte superior e, por meio do efeito de refração, os raios se espalham e iluminam a parte interna do ambiente, equivalendo à claridade de uma lâmpada de 60 watts, em média.

A ideia inovadora do brasileiro ganhou escala nove anos depois de sua criação, nas Filipinas. As lâmpadas ajudaram a iluminar o dia a dia de milhares de pessoas, o que resultou na criação da ONG Liter of Light, em 2011, ganhando prêmio Nobel de energia sustentável e adeptos em outros 21 países. No Brasil, a Litro de Luz já ajudou a iluminar Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Na Amazônia, serão investidos US$ 100 mil dólares nas luzes, além de R$ 30 mil por meio de verba da BrazilFoundation.

A iluminação por meio de garrafa pet, água e alvejante tornou a vida dos moradores mais simples e seguras, além de reduzir o número de quedas e aumentar a socialização entre moradores. A comunidade também participa de capacitação para que consigam implantar novos modelos. Além da lâmpada diurna, há também o modelo de lâmpada noturna, que é feita com materiais acessíveis como canos de PVC e vem acoplada com uma pequena placa solar para iluminar principalmente os postes de luz.

A economia gerada pelas soluções empregadas supera o seu custo em apenas 3 meses e ainda possibilita a redução de cerca de 250 kg na emissão anual de CO2. “Nossa principal motivação é testemunhar a grande diferença que algo tão trivial como a luz pode impactar na vida das pessoas. Desde possibilitar que uma criança possa ler um livro em casa à noite, que uma mãe possa voltar do trabalho mais tarde, e que idosos possam andar nas ruas em segurança”, complementa Laís Higashi, presidente da instituição em São Paulo.

Fonte: Hypeness | Fotos: Litro de Luz

 

 

 

A conexão proporcionada por embalagem, marca e pessoas

A conexão proporcionada por embalagem, marca e pessoas

26.07.2016

Nós, humanos, operamos com cinco sentidos, o que conecta diferentes sensações e gera uma sinergia que nos permite validar nossa percepção da realidade. É através desse processo que estabelecemos vínculos, gostos e nos relacionamos com as marcas, seus propósitos e as mensagens transmitidas em seus discursos e produtos.

Segundo a Brand Driven Conference, realizada em 2009, um consumidor médio recebe atualmente 5 mil mensagens por dia, o que nos faz pensar que a maior parte delas nos conecta através de dois sentidos, a visão e a audição.

A autora Renata Freitas cita em seu livro Design de Embalagem o conceito proposto por Antonio Negri, no qual há uma transição entre o período moderno e pós-moderno que traz uma mudança no pensamento de multidão. Segundo Negri, a individualidade não se perde, pois a multiplicidade é uma característica fundamental ao coletivo.

O estimulo sensorial nos faz perceber de forma inconsciente os atributos e ajuda a diferenciar um produto do outro, o que promove sua customização e possibilita as empresas de se relacionarem da melhor forma com a individualidade e as preferências do público. Nos anos 70 e 80 é que começamos a focar em construir a personalidade das marcas para que elas conseguissem se distinguir da concorrência.

Como não recordar o inconfundível “cheirinho Melissa” e a iniciativa de trazer perfume a uma marca de calçados? E o som crocante e patenteado do cereal Kellogg’s? Essas memórias se constroem através da sinestesia e podem ajudar a reforçar a experiência da marca, ampliando o processo sensorial. Isso explica por que algumas marcas e produtos se destacam em meio à concorrência: o poder de encantar o consumidor, despertando emoções.

Tente explicar para outra pessoa que sua marca trabalha de maneira sustentável, provavelmente será investida uma energia grande em campanhas publicitárias, que talvez não transmitam ao público esses valores. Agora use métodos e materiais sustentáveis na embalagem e ela perceberá, mesmo que de forma sutil, a preocupação da empresa com esse tema.

A experiência do seu cliente com a marca será registrada de imediato, e se sua embalagem conseguir estabelecer, de fato, o contato com seus sentidos, esse registro será verdadeiro e duradouro. Esse exemplo reforça a importância da embalagem em tangibilizar a proposta da marca, transformando discurso em ação e traduzindo conceitos em realidade.

Como as marcas desenvolvem linhas de produtos, os vínculos entre eles podem ruir, a menos que seja definida uma boa programação de comunicação e que o projeto de design seja conduzido de forma adequada para manter a unidade e transmitir a imagem e a autenticidade desejadas. Cada passo deve ser planejado para que sua marca não perca a identidade. A sinergia criada entre as partes é essencial para formação e consolidação das marcas.

A experiência que a embalagem promove entre as pessoas e as marcas deve ser pensada de forma mais envolvente. Ela tem a oportunidade de passar sensações que transmitam a mensagem com mais eficiência e podem reforçar a comunicação desejada, podendo complementar ou até ser uma alternativa a textos e imagens. Basta incentivarmos as equipes de design e marketing a buscar e utilizar essas conexões sinestésicas.

Fonte: Embalagem Marca

 

 

 

Pampack Embalagens é a escolha certa para o seu negócio

Pampack Embalagens é a escolha certa para o seu negócio

22.07.2016

Em tempos de crise, o mercado se torna cada vez mais competitivo. Por isso, para se destacar, sua empresa precisa investir cada vez mais na exposição da sua marca através dos mais diversos instrumentos de divulgação, pensando sempre em se diferenciar da concorrência e chamar a atenção dos clientes.

As embalagens refletem a sua imagem e são um grande suporte para a comunicação da empresa, espalhando a sua marca e sendo exibida nas mãos dos consumidores.

A Pampack Embalagens é simbolo de inovação, criatividade, sustentabilidade e responsabilidade social, oferecendo a sua empresa não só uma grande diversidade de modelos de sacolas e embalagens plásticas, pensados para cada tipo de necessidade e segmento, mas também a certeza de que sua empresa trabalha com produtos de qualidade e 100% recicláveis.

Conheça nossos produtos e venha ser nosso cliente: www.pampack.com.br/2010/produtos.htm.

 

 

 

Estoques de inverno diminuem e animam varejo da moda

Estoques de inverno diminuem e animam varejo da moda

21.07.2016

O consumidor habituado a aguardar as liquidações de inverno para comprar pode não encontrar artigos que deseja. O frio intenso, e que pode perdurar, resultou no aumento da procura nas lojas por produtos, reduzindo muito os estoques.

Segundo Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), que reúne as principais marcas do varejo de moda e calçados, há sinais de melhora na economia.

Para o diretor executivo da entidade, Edmundo Lima, não há motivo para euforia, mas existe um clima de confiança entre os varejistas associados, pois o frio coincidiu com datas importantes para o comércio, como Dia das Mães e Dia dos Namorados".

Fonte: Varejista.com

 

 

 

Embalagem: de invólucro a diferenciação de mercado

Embalagem: de invólucro a diferenciação de mercado

19.07.2016

O mercado de embalagens no Brasil possui diversas oportunidades e possibilidades para este setor da indústria. A facilidade no acesso as matérias-primas e o avanço da tecnologia no país permitem que sejam elaboradas formas inovadoras de sacolas, sacos, envelopes, frascos, caixas e outros acondicionamentos.

Apesar do momento de retração enfrentado pela economia nacional, as empresas produtoras têm buscado investir cada vez mais em inovação para oferecer novidades aos lojistas e empresários e, assim, driblar a crise.

Algumas indústrias têm apostado na área de licenciamentos, fator que torna um produto mais atraente e destacado no ponto de venda devido ao apelo com uma marca de renome ou personagem conhecido.

As empresas que vêm mantendo o crescimento neste período são aquelas que fazem um redesign de suas embalagens, utilizando ferramentas como o neuromarketing a fim de evitarem riscos e rejeições dos consumidores na nova roupagem. Este tipo de instrumento ajuda companhias a posicionarem seus artigos como premium, a criar valor agregado e a entender por exemplo, qual cor o cliente aceita melhor para aquele determinado produto.

Fonte: Mundo do Marketing

 

 

 

Varejo gaúcho teve o segundo melhor desempenho do País em maio

Varejo gaúcho teve o segundo melhor desempenho do País em maio

18.07.2016

As vendas do varejo gaúcho aumentaram 0,8% em maio, sobre abril. Depois de dois meses em queda. A pesquisa é do IBGE e apontou queda de 1% na média nacional do volume de vendas do comércio.

O Rio Grande do Sul teve o segundo melhor desempenho do País no mês. Ficou atrás apenas de Santa Catarina, que teve crescimento de 2,5%.

Já era esperado um bom desempenho para maio no varejo gaúcho. Foi quando o Estado registrou frio intenso, o que, segundo os lojistas, “salvou” as vendas. Principalmente, no segmento de confecções.

Na comparação com maio do ano passado, no entanto, as vendas no Rio Grande do Sul foram 9,4% menores. É um desempenho pior do que a média nacional, que teve recuo de 9%.

Nos últimos 12 meses, somente os segmentos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos apresentaram aumento nas vendas, com acréscimo de 2,5%.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre e Blog Acerto de Contas

 

 

 

Estudantes italianos criam máquina que transforma resíduo plástico em cases para celular

Estudantes italianos criam máquina que transforma resíduo plástico em cases para celular

15.07.2016

O sistema é uma demonstração prática de que nem todos os resíduos precisam ser considerados lixo.

Um grupo de estudantes italianos criou uma máquina de vendas que transforma lixo plástico em capinhas para celulares. O equipamento foi apelidado de “My ProMotion” e já venceu um prêmio italiano de impacto social.

A máquina foi desenvolvida dentro de um projeto escolar, com o grupo de alunos do ensino médio: Marco Tomasello, Daniele Caputo, Vicenzo Virruso, Vittorio Maggiore, Toni Taormina, junto com a professora Daniela Russo. Os estudantes desenvolveram uma impressora 3D, que usa os resíduos plásticos como matéria-prima para a fabricação de capinhas personalizadas para celulares.

O processo é muito simples e fica visível às pessoas, o que deixa tudo mais interessante e atraente. Os resíduos plásticos são depositados em um reservatório, onde se transformam em pequenos pedaços, que depois são derretidos e colocados em formas para criar os cases de celular.

A primeira máquina já está pronta, mas para conseguir impacto em grande escala, os jovens estão em busca de patrocínio e apoio para conseguirem reproduzir a máquina de reciclagem e espalhá-la por pontos específicos das cidades.

O sistema é uma demonstração prática de que nem todos os resíduos precisam ser considerados lixo. Muito material descartado ainda pode ganhar valor, desde que seja usado adequadamente.

Fonte: Ciclo Vivo

 

 

 

Arquiteto usa plástico para construir casa para moradores de rua

Arquiteto usa plástico para construir casa para moradores de rua

14.07.2016

O arquiteto colombiano Oscar Mendez resolveu dois problemas com uma cajadada só. Além de reduzir a quantidade de plástico descartado, ele conseguiu proporcionar moradias para pessoas sem condições sociais e econômicas.

A empresa Conceptos Plásticos, fundada por Mendez, começou a reutilizar plástico e borracha para criar tijolos que são encaixados uns aos outros. Esse material é utilizado para construir casas de alta qualidade e baixo custo para moradores de rua.

Uma casa de 130 m² pode ser erguida em apenas cinco dias com a ajuda de quatro pessoas. Até hoje, foram desenvolvidos por volta de 4,9 km² de moradia e a meta é construir mais a cada ano que passa.

O projeto já possibilitou a reciclagem de mais de 300 toneladas de plástico, trazendo não só um resultado positivo para o meio ambiente, mas, também, para as pessoas sem-teto da comunidade.

Assista ao vídeo e saiba mais:

Fonte: Catraca Livre

 

 

 

Sustentabilidade é um bom negócio

Sustentabilidade é um bom negócio

12.07.2016

Saiba o que é sustentabilidade e como um negócio se torna sustentável.

Vários documentos e acordos nacionais e internacionais tratam da questão da sustentabilidade como princípio norteador dos negócios. Pode-se destacar a Constituição Federal Brasileira, que já em 1988 possuía um capítulo dedicado ao tema:

Art. 225: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Com a crescente importância do tema e em decorrência da atual crise dos recursos renováveis, a sustentabilidade passou a ser vista como importante processo para um equilíbrio do planeta, norteando ações políticas, empresariais e individuais.

Sustentabilidade, assim, advém do próprio conceito de Desenvolvimento Sustentável que, em 1992, na CNUMAD – Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro resgata, do Relatório Brundtland de 1987 o termo, e passa a ser o grande símbolo da mudança de paradigma de desenvolvimento:

Desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades.

Quando um negócio é sustentável

Os negócios sustentáveis são, assim, aqueles que levam em conta, quando da tomada de decisão, os aspectos econômicos, sociais e ambientais para geração de produtos e serviços, e consolidação de marcas. É o chamado tripé da sustentabilidade, incluído diariamente nas tomadas de decisão empresariais. Cada empresa deve promover seus negócios incluindo um olhar ambiental na gestão dos negócios: um olhar que leve em conta proteger o meio ambiente e evitar a exploração indevida de recursos não renováveis, ao mesmo tempo em que se pensa no desenvolvimento econômico e social.

Segundo Joana Bicalho, especialista em marketing e gestão ambiental, “a decisão por esse novo formato de gestão pressupõe identificar e controlar aspectos, impactos e riscos ambientais. Exige, também, avaliar o impacto que o ramo do negócio e suas atividades causam à sociedade, bem como traçar metas de inclusão social e desempenho ambiental”.

Fonte: Sebrae

 

 

 

Sacolas plásticas: a solução está no uso consciente

Sacolas plásticas: a solução está no uso consciente

08.07.2016

Recentemente, alguns supermercados anunciaram a decisão de eliminar a utilização de sacolas plásticas, medida que foi elogiada pela mídia. A verdade é que não há alternativas consistentes para substituir às sacolas plásticas. Econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis.

A indústria da reciclagem no Brasil, hoje, gera mais de meio milhão de postos de trabalho. Tanto é assim que, segundo pesquisa do Ibope, 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo, 71% constituem as embalagens preferidas da população para transportar suas compras e 75% das donas de casa são a favor do seu fornecimento pelo varejo.

A questão é reduzir o impacto ambiental causado por aqueles que desperdiçam ou descartam incorretamente as sacolinhas. O que devemos questionar é: deveríamos banir as sacolas ou promover ações em favor de seu uso consciente?

Imagine se baníssemos tudo o que é moderno e que ao mesmo tempo tenha algum impacto ambiental. Voltaríamos aos primórdios, com baixa expectativa de vida, epidemias que, atualmente, só fazem parte dos livros de história, e total falta de higiene no contato com os alimentos.

Na sociedade contemporânea, a melhor forma de usufruir dos benefícios (conforto, praticidade, economia, segurança e qualidade de vida) a que todos temos direito é utilizar este e ou qualquer outro produto de forma consciente, o que significa aplicar os 3R's: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Podemos fazer isso com as sacolinhas quando são produzidas com a qualidade exigida pela Norma Técnica ABNT NBR-14.937. Isso acaba com as práticas de colocar uma sacola dentro da outra para transportar produtos mais pesados ou utilizar somente a metade de sua capacidade, eliminando o consumo excessivo e o desperdício.

Por isso, é muito importante que o consumidor, exija o Selo de Qualidade nas sacolas, que traz o peso que ela pode suportar (6,0 kg). Esse é um direito do consumidor. Além do que, sua reutilização e destinação para a reciclagem ao final de seu ciclo de vida são ações que, se bem feitas, garantem que elas não serão encontradas no meio ambiente.

E ainda há a questão da economia. Conforme a pesquisa do Ibope, 100% das donas de casa utilizam as sacolas para embalar o lixo doméstico. Embalar o lixo em plástico é fator primordial para saúde pública. Então, o consumidor de baixa renda terá de pagar também pelo saco de lixo? Sem falar de outras dezenas de alternativas de reutilização, já assimiladas pela população.

Devemos ser a favor das sacolas verdadeiramente biodegradáveis, que igualmente a todos os resíduos biodegradáveis, requerem usinas de compostagem (unidades que oferecem condições para que a biodegradação ocorra de forma ambientalmente correta).

Por tudo isso, a solução mais equilibrada deve ser investir em informação e conscientização da população sobre uso responsável e descarte adequado de sacolas plásticas.

Além disso, os plásticos são feitos para durar (ao durar, retêm carbono e não contribuem para com o efeito estufa), e não para serem descartados incorretamente na natureza. É importante que sejam usados, reutilizados, coletados seletivamente e destinados à reciclagem, que pode ser mecânica, que os transformará em novos produtos, ou mesmo energética, que os converterá em energia de forma segura, como já ocorre na Europa, América do Norte e Ásia. No mundo existem 850 usinas de reciclagem energética. No Brasil, ainda nenhuma.

O desafio ambiental é urgente e imenso. Porém, não será com a penalização do consumidor, mas sim pela educação e pela responsabilidade compartilhada da indústria, sociedade e do poder público, e adotando soluções verdadeiramente consistentes que iremos garantir o bem estar das pessoas e a preservação do meio ambiente. Não é justo promover o retrocesso.

Fonte: Simplás

 

 

 

A sustentabilidade está na moda

A sustentabilidade está na moda

07.07.2016

A primeira temporada de Chiara Gadaleta no mundo da moda foi como modelo. Depois de desfilar nas principais capitais do segmento, formou-se em estilismo no cultuado Studio Berçot, em Paris. De volta ao Brasil, especializou-se em styling e imagem de moda, passou a assinar editoriais e a dar aulas e palestras. Aos poucos, saiu das passarelas e foi se encaminhando para a sustentabilidade, assunto em que acabou virando uma referência no país.

Em entrevista, ela fala sobre como a sustentabilidade pode ser uma assinatura rentável para a moda brasileira, sobre a importância dos pequenos produtores, as empresas que têm feito a diferença e o que podemos esperar nesse segmento para os próximos 50 anos. Confira:

Há anos o Brasil busca uma “identidade própria” na moda, algo que possa ser nossa representação para o mundo. A sustentabilidade pode ser a resposta pra isso, nossa assinatura?
Chiara Gadaleta: Sem dúvida! Desde o início da atuação do Movimento ECOERA, evento inovador e pioneiro que trata da Indústria da Moda e Beleza integrada à Sustentabilidade, buscamos colocar as práticas sustentáveis como alternativas, não apenas para diminuir o impacto negativo tanto social como ambiental na indústria de moda e beleza, mas também como marca nacional e internacional. Somos um país de oito biomas e com uma enorme diversidade, a sustentabilidade já vem se tornando uma forma de unir ética e estética.

Quais os pontos principais da moda sustentável? O que é preciso olharmos em toda a cadeia de valor, o que está nas mãos das empresas e qual a parte do consumidor nisso tudo?
C.G.: Como em outros mercados, na moda também olhamos para os pilares ambiental, social, econômico e cultural. Nesse sentido, é fundamental rastrear toda a cadeia de valor de uma marca, uma empresa ou um produto, identificando os gargalos e as possibilidades de mudanças, com o objetivo de mitigar os impactos negativos no meio ambiente e na sociedade. No Brasil, práticas como reciclagem, reaproveitamento e upcycling vêm se mostrando cada vez mais viáveis. Essa nova forma de ver e pensar os mercados de moda e beleza precisa ser aplicada por toda a cadeia produtiva, que vai do produtor da matéria prima até o descarte, passando pela indústria e pelo consumidor.

Falar em moda sustentável é um pouco como falar sobre veganismo? É preciso abdicar de algo para seguir nessa linha ou tudo que a moda contempla, nos dias de hoje, pode ser trabalhado de outra maneira?
C.G.: Hoje podemos ter uma relação mais clara e honesta com os produtos que adquirimos. No caso da moda e da beleza, podemos escolher entre marcas que já estão trabalhando com atributos sustentáveis, que hoje são vários: ingredientes orgânicos e veganos, comércio justo, reciclagem/reuso/reaproveitamento, pós-consumo, upcycling, dentre outras. Os consumidores veganos podem escolher outras marcas que, mesmo não usando nenhum produto de origem animal, também buscam, por exemplo, uma forma de produção mais limpa e de menor impacto no meio-ambiente.

Qual a importância de reconhecermos e empoderarmos os pequenos produtores, comunidades e artesãos do país?
C.G.: Além de importante, é urgente! Precisamos pensar no artesanato como patrimônio nacional e, no caso da moda, estabelecer uma troca entre os lindos trabalhos manuais e o design. Porém, infelizmente, a cada ano, perdemos artesãs para outros tipos de trabalho pela falta de valorização do mercado de moda e beleza. Ainda são poucas as marcas que se engajam e mantêm um trabalho junto às comunidades que sobrevivem do trabalho artesanal.

O que vai mudar na moda até o ano que vem? E o que podemos esperar de mudanças para os próximos 50 anos?
C.G.: A moda é muito rápida e através dela podemos disseminar informações muito importantes sobre o desenvolvimento sustentável na indústria. Portanto, até o ano que vem, vamos assistir a criação de novas marcas e grandes grupos lançando linhas com foco na sustentabilidade. Ou seja, já está na agenda da indústria. Nos próximos 50 anos, acredito que vamos nos vestir de forma mais criativa, mas, ao mesmo tempo, mais simples. Criativa, pois a moda vai precisar encontrar cada vez mais alternativas tanto para o design quanto para a produção e distribuição, e simples como resposta ao desperdício. Imaginamos também novas formas de consumo no mercado da moda: compartilhamento, trocas, re-criação.

O que vai mudar na moda até o ano que vem? E o que podemos esperar de mudanças para os próximos 50 anos?
C.G.: A moda é muito rápida e através dela podemos disseminar informações muito importantes sobre o desenvolvimento sustentável na indústria. Portanto, até o ano que vem, vamos assistir a criação de novas marcas e grandes grupos lançando linhas com foco na sustentabilidade. Ou seja, já está na agenda da indústria. Nos próximos 50 anos, acredito que vamos nos vestir de forma mais criativa, mas, ao mesmo tempo, mais simples. Criativa, pois a moda vai precisar encontrar cada vez mais alternativas tanto para o design quanto para a produção e distribuição, e simples como resposta ao desperdício. Imaginamos também novas formas de consumo no mercado da moda: compartilhamento, trocas, re-criação.

Fonte: Revista Galileu

 

 

 

Inventores brasileiros criam tampinha plástica que serve de bloco de montar

Inventores brasileiros criam tampinha plástica que serve de bloco de montar

05.07.2016

Projeto parte da ideia de que reusar torna o aproveitamento de tampas plásticas divertido e educativo.

Desde meados dos anos 50, usar plásticos decolou, mais ainda no mercado de embalagens, pelo baixo custo. Mas agora cresce o interesse por reduzir, reutilizar, reciclar e reavaliar o aproveitamento desse material.

Reduzir e reutilizar são soluções que costumam acontecer paralelamente, pois evita-se produtos descartáveis e se dá preferência aos reutilizáveis. Ao mesmo tempo, vale a melhor utilização dos diversos objetos que usamos no dia-a-dia, para prorrogar sua transformação em lixo.

Foi pensando nisso que Claudio Vollers e Henry Suzuki, dois inventores brasileiros, conceberam e patentearam no Brasil e lá fora as “Clever Caps”, um projeto de tampinhas de garrafa reutilizáveis.

Vencedor do Brazil Design Awards 2014 como design brasileiro de embalagem mais premiado no mundo, as “Clever Caps” são tampas compatíveis com garrafas PET, TetraPack e frascos tradicionais fabricadas no mundo todo, e podem ser encaixadas entre si ou com outros blocos de montar, como o famoso “Lego”.

Então ao em vez de você empilhar todo o lixo no quintal de sua casa, você empilha tampas e cria objetos divertidos e decorativos. “Atualmente estamos vendendo essas tampinhas para um produtor de água mineral, mas, pelo fato de serem compatíveis com Lego, as possibilidades são ilimitadas”, avalia Suzuki.

Segundo o inventor, as peças dessas tampinhas são feitas com material que pode ser 100% reciclado, mas dispensam a reciclagem por promoverem o reuso de forma inovadora.

“Nós acreditamos que reciclar é uma boa solução, mas reusar é melhor ainda já que, durante o processo de reciclagem, muita energia é consumida e um volume enorme de gás carbônico é liberado na atmosfera”, lembra Vollers.

Apesar de o produto já ter sido lançado em baixa escala com maquinário criado durante a fase de desenvolvimento, Suzuki e Vollers querem voar alto e vislumbram um mercado maior pela frente – mas precisam de investidores. Os inventores tem o objetivo de aumentar sua capacidade produtiva. “Com uma maior produção, podemos ir para modelos de negócios que envolvam o lançamento de linhas produtos – exclusivos ou não – com as tampas” garante.

Fonte: Agora Vale

 

 

 

Investir em comunicação visual ajuda a reforçar a marca

Investir em comunicação visual ajuda a reforçar a marca

04.07.2016

Não é apenas o produto que o varejista comercializa que deve estar antenado às tendências e às estações do ano. Um dos itens importantes para o varejo de moda é a comunicação visual. Trata-se de elementos como embalagens, etiquetas, sacolas, letreiros, banners, displays e até mesmo cabides.

Sacolas
Uma sacola bonita, prática e de boa qualidade ajuda a levar a marca da loja para diferentes lugares e por muito mais tempo, podendo ser utilizada pelo cliente em diversas ocasiões. Podem ser feitas de material reciclável, mantendo a mesma qualidade e durabilidade, garantindo a exposição da marca.

Displays
Usar a criatividade para expor os produtos faz toda a diferença. A ideia é lançar mão de recursos pouco habituais ou até mesmo fora do contexto do vestuário, como, por exemplo, utensílios do lar, caixas de frutas, cadeiras ou carrinhos para armazenar e expor os produtos.

Etiquetas e embalagens
Além de divulgar a marca da empresa, as etiquetas e as embalagens têm função primordial na comunicação visual junto aos clientes. Usados no armazenamento, nas embalagens, no embrulho e nas especificações dos produtos, esses itens estão cada vez mais diferenciados e exclusivos, ampliando sua funcionalidade. O design é explorado em todos os detalhes, como forma de diferenciação do público e, principalmente, do fortalecimento da relação entre marca e consumidor.

Cabides
Tanto a qualidade dos materiais quanto as estruturas utilizadas para expor as roupas e os demais produtos influenciam na mensagem que se quer transmitir aos consumidores. Existe uma grande gama de possibilidades em termos de aplicação da marca do comércio, cores, acabamento, formas e novas tecnologias que fazem com que essas peças, verdadeiramente, comuniquem e reforcem o estilo de uma determinada marca.

Fonte: Sebrae

 

 

 

8 dicas para sua empresa ser mais sustentável e ajudar o planeta

8 dicas para sua empresa ser mais sustentável e ajudar o planeta

01.07.2016

Com simples gestos, cada um faz sua parte para um planeta mais sustentável. Cada vez mais, a sociedade cobra das empresas ações sustentáveis, e a preocupação não é apenas com grandes corporações. A sustentabilidade é pautada por três grandes pilares: o social, o ambiental e o econômico. Veja abaixo algumas dicas para tornar sua empresa mais sustentável:

Diminua o consumo de descartáveis

Incentive seus colaboradores a utilizarem canecas, garrafas e utensílios laváveis em vez dos descartáveis, assim como a reutilização de papéis como rascunhos e separarem o lixo.

Fique de olho na infraestrutura

Esteja com a manutenção de sua empresa em dia, para evitar vazamentos. Se você possui sistema de ar condicionado, mantenha portas e janelas sempre fechadas. Opte por lâmpadas de LED com sensores de presença para ambientes que não possuem muito fluxo de pessoas (banheiro, depósito, cozinha). Aproveite a luz do Sol para iluminar o ambiente e utilizar menos iluminação artificial.

Reduza o consumo de água

Coloque torneiras temporizadoras em todas as pias, além de utilizar arejadores (peneirinhas acopladas na saída de água), restritores e reguladores de pressão nas torneiras.

Reduza o consumo de água

Procure sempre por fornecedores que possuem padrões de qualidade e garantias de respeito com o meio ambiente e com os direitos dos seus trabalhadores. Procure por certificações reconhecidas por entidades renomadas.

Incentive o uso do transportes alternativos

Incentive seus colaboradores a utilizarem transporte público ou bicicleta ou crie um programa de caronas, para que pessoas que morem perto e possuem horários parecidos possam ir juntas ao trabalho.

Faça entregas de bicicleta ou a pé

Se a sua empresa precisa fazer entregas de produtos, refeições, documentos priorize as entregas de bicicleta ou até mesmo a pé quando possível. A utilização de transporte motorizado deve ser bem planejada para que ele seja o menos agressivo possível ao meio ambiente.

Utilize sacolas plásticas recicláveis e cuide da reciclagem

Utilize sacolas plásticas recicláveis para seus produtos, incentive clientes e colaboradores a reutilizarem as sacolas. Ofereça também locais para que eles depositem as embalagens dos produtos que você não conseguiu modificar e faça o descarte e reciclagem correto de todas elas.

Conscientize seus clientes, funcionários e fornecedores

Busque sempre incentivar o seus consumidores funcionários a terem hábitos que sejam menos degradantes ao meio ambiente. Sua empresa, como marca, possui poder de persuasão e consegue atingir mais pessoas do que imagina.

Além de transmitir hábitos que sejam mais sustentáveis, você ainda consegue fidelizar os clientes à sua marca e criar um relacionamento diferenciado com o consumidor final. Os consumidores se sentem mais atraídos por marcas que estão preocupadas com os mesmos problemas que eles.

Fonte: Brasil Post

 

 

 

Junho 2016

Como as embalagens conquistam e fidelizam os consumidores

Como as embalagens conquistam e fidelizam os consumidores

29.06.2016

Engana-se o consumidor que pensa que, ao escolher entre vários produtos numa prateleira, o faz por livre e espontânea vontade. As escolhas são influenciadas pelas embalagens, afirmam os especialistas. O consultor de varejo Marco Quintarelli explicou os fatores que são levados em conta pelas empresas ao produzirem rótulos, pacotes e recipientes para mercadorias.

As cores são um dos componentes que mais atraem os consumidores. Por isso, são pensadas de forma estratégica: "O produto que usa preto ou dourado na embalagem é considerado “premium”. As empresas detectaram que o consumidor associa isso a mercadorias de maior qualidade. Preto, azul marinho, vinho e verde musgo também têm esse efeito. Já o uso de laranja, vermelho e amarelo, que são cores quentes, aumentam a vontade de comer, exemplifica Quintarelli.

As empresas também têm pensado mais em ouvir os consumidores, adequando as embalgens de acordo com as necessidades dos cliente, bem como para facilitar o uso dos produtos. Porém, qualquer mudança tem que respeitar os conceitos da marca, pois os consumidores fieis já têm uma história com a marca e/ou produto.

Praticidade para os clientes

A praticidade é um dos fatores que mais têm feito as empresas repensarem seus produtos. Devido à correria do dia a dia e à necessidade de reduzir custos, tanto de produção quanto para o consumidor final, as embalagens que facilitam a vida são a bola da vez.

Com um pé no passado e o outro no futuro

Sobre a fidelidade a uma marca, os especialistas explicam que se trata de um processo de construção da empresa. Como manter um consumidor por vários anos não é uma tarefa fácil, é muito importante conquistá-lo logo. Há casos, inclusive, em que a indústria decide retomar conceitos antigos, o que inclui embalagens, para alavancar as vendas e reposicionar a marca no mercado. Foi o que fez a Lov Bev, gestora da marca Grapette. No ano passado, a empresa retomou o logotipo da década de 1990 e reproduziu nas garrafas pet o efeito retorcido dos antigos recipientes feitos de vidro.

Sobre a fidelidade a uma marca, os especialistas explicam que se trata de um processo de construção da empresa. Como manter um consumidor por vários anos não é uma tarefa fácil, é muito importante conquistá-lo logo. Há casos, inclusive, em que a indústria decide retomar conceitos antigos, o que inclui embalagens, para alavancar as vendas e reposicionar a marca no mercado. Foi o que fez a Lov Bev, gestora da marca Grapette. No ano passado, a empresa retomou o logotipo da década de 1990 e reproduziu nas garrafas pet o efeito retorcido dos antigos recipientes feitos de vidro.

“Retomamos o logotipo dos tempos áureos da marca para provocar nostalgia nos consumidores”, contou Claudio Rodrigues, executivo da empresa.

O caso da empresa exemplifica o que Patricia Cotti, da Academia do Varejo, defende: “As marcas têm fases de início, maturação e declínio, o que é natural. Quando chegam à última fase, tentam fazer alguma modificação para chamar a atenção dos consumidores”.

A Pampack é especialista em embalagens para consumidores exigentes, com capacidade de adaptação e realização para produzir embalagens que transmitam a força da sua marca e demonstrem a qualidade dos seus produtos. Conheça nossas linhas: www.pampack.com.br/2010/produtos.htm.

Fonte: Jornal Extra

 

 

 

Método transforma garrafas de plástico em combustível

Método transforma garrafas de plástico em combustível

27.06.2016

Plásticos são fundamentais no dia a dia de uma sociedade moderna. Sua grande capacidade de reciclagem proporciona que materiais como embalagens, sacolas e garrafas sejam reutilizadas para o desenvolvimento de novos produtos.

Um novo processo químico capaz de converter esse material em combustíveis líquidos e ceras úteis abre caminho para dar um novo destino a milhões de toneladas de plástico produzidos anualmente.

O artigo – liderado por Xiangqing Jia, do Instituto de Química Orgânica de Xangai, da Academia Chinesa de Ciências – que descreve a descoberta está publicado na revista científica americana "Science Advances".

"Poliolefinas, principalmente polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polietileno linear de baixa densidade (LLDPE), e polipropileno (PP), constituem mais do que 60% do conteúdo total de plásticos de resíduos sólidos urbanos", dizem os autores.

Como é possível entender por esta citação algo exotérica, os plásticos envolvidos e o processo para degradá-los é altamente especializado, embora seja relativamente simples em termos de reações químicas.

O essencial da técnica é uma reação química conhecida como "metátese", na qual dois reagentes geram dois produtos.

A técnica de Jia e colegas foi abreviada como "CAM" e mistura compostos encontrados em plásticos, resultando na quebra de polietileno. Foram usados reagentes de baixo custo, como éter de petróleo, para impulsionar o processo da CAM. E o resultado demonstrou a possibilidade de conversão dos plásticos em combustíveis líquidos e ceras.

E tem uma grande vantagem: a técnica dispensa altas temperaturas, cujo uso tende a criar processos de reciclagem pouco sensatos em termos de uso de energia e de custo. Processos assim foram usados recentemente para quebrar o polietileno, mas sofreram com baixa eficiência de energia e falta de controle do produto, o que geralmente resulta em rejeitas indesejados como o gás metano.

"Com alta eficiência, condições de reação suaves e controle fino de produtos de degradação, este método apresenta vantagens distintas sobre processos tradicionais", concluem os autores.

Fonte: Folha de São Paulo

 

 

 

Plástico biodegradável é produzido com resina do cajueiro

Plástico biodegradável é produzido com resina do cajueiro

23.06.2016

Pesquisa da UFG mostrou que o material pode ser utilizado também como curativo

Plástico biodegradável pode ser utilizado como embalagem para alimentos e curativos. Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) desenvolveram um filme plástico com resina extraída da casca do cajueiro, chamada de goma de cajueiro. A pesquisa, coordenada pela professora Kátia Fernandes, do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), pode auxiliar para que este material seja uma alternativa renovável para a produção de plástico.

O tempo de degradação do plástico foi testado e os pesquisadores detectaram que em 30 dias já não são mais encontrados resíduos do material no solo, enquanto o plástico normal permanece durante 50 anos no meio ambiente. A primeira experiência com a goma decajueiro foi realizada para produzir embalagens para alimentos.

Os alimentos quando embalados por muito tempo podem murchar e mofar. Para evitar essas situações, os pesquisadores incluíram na formulação do filme uma enzima que degrada a parede dos fungos. Os filmes contendo enzimas foram testados com grande sucesso no controle do crescimento dos fungos Sclerotinia sclerotiorum, Aspergilus niger e Penicillium sp. Com este filme, os produtos podem permanecer na prateleira por até três vezes mais do que os que utilizam as embalagens tradicionais.

Curativos biodegradáveis

O plástico foi testado também em células humanas para verificar se poderia ser utilizado como curativo. O material não é tóxico e as células cresceram normalmente. Foram feitas três tentativas com o curativo. Na primeira, os pesquisadores colocaram uma enzima que controla o processo de cicatrização. “Algumas pessoas tem um problema de saúde que faz com que a cicatrização ocorra muito rápido, para atuar nesse processo tem uma enzima que impede a cicatrização rápida. Nós mostramos que a enzima fica ativa no filme.”, esclarece a coordenadora da pesquisa.

O uso de um anti-inflamatório nesse curativo também foi testado e os resultados foram positivos. A pesquisa concluiu que filme produzido é totalmente atóxico, biodegradável e as enzimas ficam ativas durante horas nesse curativo explica Kátia Fernandes. Na próxima etapa do estudo, será testado um antibiótico.

Fonte: Universidade Federal de Goiás

 

 

 

Você sabe o que é reciclagem? E como ela surgiu?

Você sabe o que é reciclagem? E como ela surgiu?

22.06.2016

Saber a origem das coisas pode ser apenas trazer um conhecimento que não muda muito a nossa rotina. Por outro lado, certas informações podem sim alterá-la. Conhecer a história de algumas práticas verdes pode ser algo novo e divertido, mas também levar à conscientização da necessidade da destinação correta. Você já se perguntou o “que é” ou “como surgiu” a prática de reciclar as coisas? Confira:

O que é reciclagem?

O conceito de reciclagem é simples: trata-se de pegar algo que não tem mais utilidade e transformá-lo novamente em matéria-prima para que se forme um item igual ou sem relação com o anterior. Isso é feito de várias maneiras e vemos o resultado desse processo no nosso cotidiano.

Esse é o caso de alguns bens de consumo, como latas de alumínio, papel de escritório e recipientes de plástico. Esses materiais são reciclados em grandes quantidades. Aliás, a reciclagem desse tipo de material era comum no início do século XX, quando muitos produtos eram reutilizados devido às crises econômicas (como a de 1929) e às guerras mundiais. Na década de 40, produtos como o náilon, a borracha, papel e muitos metais eram racionados e reciclados, para ajudar a suportar o esforço da Segunda Guerra Mundial (1939-1944).

Somente após esse período de recessão, países como os EUA viveram momentos de grande prosperidade econômica que impulsionaram uma cultura de consumo e desperdício. Apenas nos anos 70 a reciclagem voltaria a fazer parte das discussões sociais, destacando-se a criação do Dia da Terra – iniciada pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental.

Atualmente, o termo reciclagem faz parte do cotidiano de bilhões de pessoas ao redor do planeta, inclusive no Brasil.

Como reciclar?

Existem várias formas de destinar seu lixo para reciclagem. Em princípio, se um produto for reciclável, basta descartá-lo de forma correta nos cestos apropriados. Porém, nem todos os bairros, condomínios e casas possuem serviço de coleta seletiva, neste caso, o descarte pode ser feito por meio de postos independentes.

Também é importante dizer que o avanço tecnológico pode fazer com que um item que atualmente não é reciclável, torne-se reciclável no futuro. Para os que já são recicláveis, é preciso ter alguns cuidados especiais antes de enviá-los para coleta seletiva. Veja alguns exemplos:

Como reciclar?

Plástico

Consiste em transformar os plásticos (tanto os oriundos de sobra industrial – sobras virgens do processo produtivo – quanto os descartados pós-consumo – materiais recuperados no lixo por meio da coleta seletiva) em pequenos grânulos, que podem ser utilizados na produção de novos materiais, como sacos de lixo, pisos, mangueiras, embalagens não-alimentícias, peças de automóveis etc.

Papel

A grande quantidade de papel que é consumida no mundo causa graves problemas ambientais, como o desmatamento de florestas. Para conter esse problema, uma das soluções é a reciclagem, que reaproveita o papel usado para produzir outro novo em folha; a reciclagem é simples e barata.

Caixas de Leite

A maioria das embalagens longa vida é feita a partir de uma mistura de materiais com propriedades diversas. Mesmo assim, é possível reciclá-las e, no Brasil, existem cerca de 20 usinas especializadas na reciclagem de embalagens cartonadas (Tetra Pak). É importante descartar os materiais recicláveis limpos, para não ocorrer a proliferação de doenças, odores, bem como para evitar a contaminação de itens recicláveis que estejam no mesmo local, pois caso ocorra a contaminação, a reciclagem dos materiais contaminados fica mais difícil.

Caixas de Pizza

Óleo e gordura da pizza dificultam processo de reciclagem do papelão das caixas. Mas há alternativas, como criar outras embalagens ou separar as partes da caixa que não foram manchadas pela gordura, como a superfície, e enviar para coleta seletiva.

Pneus

Não são tóxicos, mas causam problemas. Apesar de não serem compostos de materiais tão nocivos a ponto de prejudicar o meio ambiente, os pneus descartados de forma errada contribuem para a proliferação de doenças, como a dengue. Além disso, somente no Brasil, 45 milhões de pneus são produzidos por ano e muitos pneus acabam jogados em rios, o que aumenta a calha dos mesmos, podendo causar transbordamentos. Uma boa alternativa é recauchutar em uma oficina ou doar para empresas que o reutilizam de outras formas.

Lâmpadas Fluorescentes

Mercúrio e chumbo são metais que estão dentro da lâmpada e podem prejudicar nossa saúde, portanto é importante tomar cuidado ao descartá-las. Outra medida é assegurar que as lâmpadas não sejam enviadas para aterros comuns. Por isso, consultar os postos de reciclagem adequados é essencial.

Lixo Eletrônico

Conserte, doe, reutilize ou recicle, mas não jogue seus eletrônicos no lixo comum, pois eles possuem vários componentes e substâncias que podem causar doenças, como cádmio, chumbo e mercúrio. Sendo assim, o melhor que você pode fazer é procurar postos de reciclagem para eletrônicos (clique aqui e acesse a sessão específica para busca de postos da eCycle) ou tentar devolver os produtos para os fabricantes, que ficarão responsáveis a dar uma destinação correta a partir da lei de resíduos sólidos.

Amianto

A recomendação é de que o amianto seja descartado juntamente com resíduos tóxicos, em aterros especializados. Portanto, mesmo com todas as garantias dadas pela indústria, o amianto é um material perigoso e que não tem como ser reutilizado ou reciclado.

As alternativas para descartar de forma consciente e sustentável todo o tipo de lixo estão disponíveis no Porta eCycle. Não deixe de consultar a Seção Recicle Tudo para ficar por dentro de tudo que pode ser reciclado e como fazer isso!

O upcycle

Assim como a reciclagem, a prática de upcycling também consiste em dar uma nova utilidade a algo que foi descartado, porém, com a diferença de não usar energia para transformar o objeto em matéria-prima. Ou seja, é ainda mais ecológico, pois dispensa a energia gasta na atividade industrial. Em outras palavras, trata-se de reaproveitamento.

Cenário da reciclagem no Brasil

Hoje em dia, reciclar é mais do que necessário. A maioria dos países tem essa preocupação, apoia programas ambientais e, consequentemente, de reciclagem. No Brasil, de acordo com a associação sem fins lucrativos CEMPRE (O Compromisso Empresarial para Reciclagem), o faturamento das cooperativas de catadores cresceu 311%, com ganhos de produtividade que superam 50% (em tonelagem/dia) no período de 2010 a 2014.

Um dos próximos passos para manter esse progresso é a formalização da atividade desempenhada pelos catadores. Portanto, há uma grande porta de entrada para ideias verdes que ajudem a proliferar ainda mais o conceito de reciclagem no Brasil e no mundo.

Fonte: Meio Ambiente Rio

 

 

 

Sustentabilidade precisa estar em toda a cadeia produtiva, dizem empresas

Sustentabilidade precisa estar em toda a cadeia produtiva, dizem empresas

21.06.2016

As empresas devem integrar os padrões de sustentabilidade em toda a sua linha de produção, do fornecedor ao consumidor final. Essa foi a conclusão dos especialistas reunidos para discutir Empresas e Sustentabilidade no Fórum Economia Limpa, que aconteceu nesta segunda-feira (20) e continua na terça-feira (21).

"Essa inteligência de você conseguir fazer o bem e gerar negócio para a sua empresa é como se constrói um futuro sustentável", disse Emiliano Graziano, gerente de Sustentabilidade da Basf na América do Sul, no evento promovido pelo jornal Folha de São Paulo, Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade) e Novelis.

"O maior desafio é você engajar toda essa cadeia, todos os parceiros no dia a dia", completou Malu Nunes, diretora-executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Para Malu, a incorporação da sustentabilidade como elemento da cadeia de produção passa pelo conceito de ecoeficiência. A ideia é garantir que haja uma produção melhor com menor consumo de recursos e menos impacto ambiental.

Para Graziano, essas ações dariam margem para mudanças concretas na concorrência entre as empresas. "Há um reflexo no mercado, já que os padrões de produção vão aumentando e os concorrentes acabam indo atrás."

Essa preocupação com a fabricação dos produtos chega também à outra ponta, no consumidor final. Segundo Malu Nunes, as pesquisas realizadas pelo Grupo Boticário apontam que 69% dos consumidores levam em conta os atributos de sustentabilidade ao fazer uma compra.

O terceiro participante da mesa, Carlos Medeiros, membro do Conselho Diretor da Abralatas, destacou o papel das políticas públicas. Medeiros argumenta que quando um produto é mais barato, porém pouco sustentável, acaba trazendo de volta um ônus ao consumidor. "Um tratamento tributário diferenciado permitiria fazer a distinção de produtos que cumprem as metas ambientais."

Fonte: Folha de São Paulo

 

 

 

Estudo aponta que brasileiros dão mais importância às embalagens

Estudo aponta que brasileiros dão mais importância às embalagens

17.06.2016

Comparado com pares da China, Alemanha, França e dos Estados Unidos, o consumidor brasileiro é o mais influenciado pelas apresentações de produtos nas decisões de compra. Essa é uma das constatações do terceiro Packaging Matters, estudo anual feito pela MeadWestvaco Corporation (MWV), multinacional americana de atuação diversificada no mercado de embalagens, para avaliar o impacto dos invólucros na satisfação com o produto e no comportamento de compra das pessoas.

Nas pesquisas, foram examinadas as atitudes de consumidores brasileiros, chineses, alemães, franceses e americanos em onze categorias de produtos, contemplando alimentos, bebidas e cuidados pessoais. Trinta e um por cento do total de 5 075 pessoas ouvidas pelo estudo afirmaram que a embalagem é muito ou extremamente importante para sua satisfação geral com os produtos. O índice sobe para 52% no caso específico dos 754 brasileiros consultados.

Outros números sinalizam uma maior atenção dos brasileiros à embalagem. Enquanto 37% dos estrangeiros consultados afirmaram ter comprado um novo produto motivados pela funcionalidade da embalagem, 55% dos brasileiros disseram ter feito o mesmo. Se 37% dos estrangeiros relataram ter testado um novo produto porque a embalagem lhes chamou a atenção, o mesmo verificou-se entre 51% dos brasileiros.

Em termos gerais, a pesquisa observou que 83% dos consumidores globais estão, pelo menos, moderadamente satisfeitos com as embalagens, mas apenas um em cada dez está completamente satisfeito, mostrando uma oportunidade para as marcas. “As categorias em que os consumidores consideram que as embalagens têm o maior impacto sobre seu comportamento de compra são as que têm os menores níveis de satisfação”, analisa Tracy Doherty, diretora sênior de marketing e inovação da MWV. “A questão é: como podemos eliminar essa diferença? Temos a responsabilidade de aproveitar os dados e descobrir como as marcas podem fazer ainda melhor.”

Confira abaixo um infográfico com alguns destaques dos resultados do estudo.

Fonte: Design Brasil

 

 

 

Sustentabilidade gera ganho para empresas e sociedade

Sustentabilidade gera ganho para empresas e sociedade

15.06.2016

Empresas devem se preocupar com processos mais eficientes e os impactos que geram na sociedade e no meio ambiente. E não é só uma questão de marketing. Sustentabilidade é uma palavra muito usada no meio corporativo, mas nem sempre bem compreendida.

"Para começar, quando falamos em sustentabilidade nas empresas não falamos apenas da parte ambiental. Isso porque para algo ser sustentável, tem de ser em todos os aspectos: social, ambiental e financeiro. Não pode isolar apenas um aspecto", diz o professor e pesquisador da Univali, Alexandre de Ávila, doutor em engenharia de produção e consultor na área de sustentabilidade.

Ávila afirma que as empresas brasileiras começaram a se preocupar com a questão por conta da exportação, no final da década de 1980. Como os consumidores de países desenvolvidos não viam só preço, mas valor do produto — como é produzido, com que impacto — as empresas brasileiras precisaram se adequar a esse consumidor. Da mesma forma, os fornecedores também precisaram se adaptar, gerando um efeito dominó positivo no ambiente de negócios do país.

A seguir, nos anos 1990, outro movimento do mercado se somou a esse processo: a entrada das empresas na bolsa de valores. A instituição passou a vincular uma maior rentabilidade das ações de empresas com práticas sustentáveis. Mais tarde, a BM&F Bovespa criou o índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), reforçando a tendência.

"Uma empresa que não tem práticas sustentáveis tem maior risco de quebrar. É o caso da Samarco, por exemplo, que não prestou atenção a uma questão básica de gerenciamento de risco em suas barragens", afirma Ávila.

A sustentabilidade é fundamental inclusive para que as companhias lucrem mais, já que poluir menos acaba visto como sinônimo de ser mais eficiente. A lógica é simples: quanto menos recursos são usados para produzir um mesmo produto, mais eficiente é sua produção, ou seja, faz-se mais com menos. Apesar de todas as vantagens, há uma grande quantidade de empresas que não se preocupa com a questão.

"Muitos empresários não vinculam a sustentabilidade à sobrevivência do negócio. Porém, o entendimento moderno, é que as empresas não foram criadas simplesmente para dar lucro ao dono, mas para beneficiar a sociedade", afirma o pesquisador da Univali.

Essa concepção é confirmada pelo gerente de desenvolvimento ambiental da Fundação de Meio Ambiente (Fatma) em Criciúma, Filipe Barchinski. "A percepção que temos é que hoje as empresas se preocupam mais do que antes. Mas ainda há muitos empresários que encaram a sustentabilidade como um gasto desnecessário", diz.

A professora Lucila Campos, do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas da UFSC, alerta que, de modo geral, um dos problemas é quando a empresa busca sustentabilidade e quer resultados a curto prazo. Outra questão é a empresa não saber quais pontos atacar. "É preciso procurar especialistas na área, conhecer as potencialidades de cada empresa", aconselha.

Outro ponto importante é não pensar na visibilidade da mídia como o objetivo final do investimento. A imagem deve ser consequência de um trabalho sólido feito ao longo do tempo, caso contrário, pode-se cair na armadilha que a especialista chama de greenwashing, quando a empresa faz uma maquiagem para se passar por sustentável.

Fonte: Diário Catarinense

 

 

 

Dicas para reformular ou produzir uma embalagem vendedora

Dicas para reformular ou produzir uma embalagem vendedora

13.06.2016

1. Faça uma imersão profunda na sua marca, na sua empresa, no seu produto e na embalagem atual, priorizando alguns questionamentos.

- Você tem um posicionamento da sua marca claro?
- Os valores e propósitos da marca estão representados na sua embalagem atual?
- A embalagem comunica e valoriza o seu produto?
- A embalagem atual é competitiva? Conecta com os seus consumidores?

Estas respostas serão fundamentais para as próximas etapas, pois irão ajudá-lo a identificar pontos que precisarão de mais atenção.

2. Tenha sempre personalidade própria. Seja criativo
Uma embalagem muitas vezes é o seu único veículo de venda e comunicação da sua marca e para isso devemos ter uma personalidade própria. Como você expressa a personalidade da sua marca? Você é autêntico e verdadeiro?

Muitas empresas buscam estratégias de terem embalagens “ME TOO” (uma identidade visual de embalagem similar ao seu concorrente líder), porém hoje o consumidor está mais antenado, possui muita mais informações e se ela não condiz com o seu produto ou seus valores ela perde credibilidade. E é um preço muito alto e pode não ter volta.

Sugestão: Faça primeiro uma estratégia de marca e defina com clareza o identidade visual que terá a sua marca e suas embalagens.

3. Defina com clareza a categoria do produto, pois existem diversos códigos visuais para embalagens que representam o seu universo onde sua marca e produto querem concorrer. Uma cor ou grafismos errados poderão comprometer o entendimento do seu produto e contribuir para que ele fique encalhado nas gôndolas.

4. Envolva toda a cadeia de produção, como a área de marketing, as agências de comunicação e de design, a área de produção (fábrica), o departamento de P&D, o fornecedor de embalagens, etc. As empresas precisam se reinventar o tempo todo. O envolvimento de toda a cadeia irá ajudar num processo de criação de embalagem muito mais eficiente.

5. Priorize a sustentabilidade. Aposte em uma embalagem que possa ser reciclada. Este pensamento focado na sustentabilidade faz a sua marca ser cada vez mais moderna e atual, pois os consumidores estão cada vez mais atentos em relação à isso. Hoje, cada vez mais as empresas de consumo no Brasil e no mundo são responsáveis em relação ao lixo que produz e produzirá e já existem casos onde a coleta é da responsabilidade do fabricante. E quando falamos em sustentabilidade, percebemos que ela deve ser mais profunda, e isso envolve toda cadeia produtiva, a maneira de relacionar com toda cadeia produtiva, os consumidores, os produtores, os fornecedores, parceiros, lojistas e etc, ser sustentável – a relação ganha-ganha, isso transparece e com certeza sua marca e consequentemente o seu produto terão mais valor.

6. Aposte na transparência dos produtos. Uma tendência é consumir produtos saudáveis, e o consumidor quer ver o produto e saber exatamente o que está comprando. Questione, então, se a embalagem de seu produto pode ser transparente e se as informações tem leitura clara.

7. Simplicidade com impacto vende mais
O mercado competitivo requer uma atenção especial na embalagem, um ponto de venda lotado de informações, confundem o consumidor. Um ponto fundamental é a simplicidade: informações claras e elementos de impactos despertarão a atenção do consumidor e fará com que ele o compre mais. Facilite a vida dele!

8. Invista em embalagens inteligentes O consumidor quer que seu produto seja mais fresco possível. Existem novas tecnologias de proteção e de qualidade, como embalagens com sensores de violação de abertura, materiais que protegem dos fungos, adesivos de controle de temperatura, etc, ajudarão o seu produto ter uma durabilidade maior e ter um diferencial. Pesquise e converse com a sua agência de design e ficará surpreso com tantas inovações.

9. Agregue conteúdo digital. Quando adquire um produto, o consumidor quer ter uma experiência. O que você vai oferecer a ele na embalagem? Um QR Code que levará o consumidor a assistir um vídeo exclusivo com dicas e orientações sobre o produto? Uma charada, cuja resposta estará em um ambiente digital? Será que seu produto pode ter um sensor na embalagem que possa avisar que o produto está acabando e você avisá-lo, enfim as possibilidades no mundo digital são infinitos.

10. Compartilhar é tendência.
Compartilhar não fica somente no universo das mídias sociais, elas acontecem também no mundo das embalagens.
Compartilhar produtos de uma forma divertida e inteligente traz um grande desafio para os criadores das embalagens.

Fonte: EmbalagemMarca

 

 

 

Mercado de Moda no Brasil: e-commerce x exportação

Mercado de Moda no Brasil: e-commerce x exportação

10.06.2016

A moda brasileira tem uma imagem muito positiva no mundo. O mercado está promissor com a alta do dólar e incentivos fiscais. Movimentamos mais de US$ 90 bilhões em faturamento na cadeia têxtil e de confecção a gemas e metais preciosos, do couro aos calçados.

O setor têxtil e de confecção brasileiro tem grande destaque no cenário mundial, sendo a sexta maior indústria do mundo, o segundo maior produtor de denim e o terceiro de malhas (Fonte: Apex-Brasil).

O e-commerce Cross-Border ou Transfronteiriço possibilita que a indústria atinja novos mercados no mundo com robustez e eficiência. Esta megatendência do varejo global vem para redefinir cultura e estratégia na tecnologia de negócio. A expansão se deve ao comportamento do consumidor de poder comprar online dos varejistas estrangeiros, rompendo fronteiras geográficas em busca de novos produtos e preços. Vestuário e calçado são as categorias que lideram a lista de procura.

Os serviços especializados nestas operações para negócios de pequeno à grande porte estão disponíveis para incentivar o consumidor na conversão de vendas e simplificar a gestão da logística envolvida nessas operações.

A previsão de crescimento do e-commerce Cross-Border é de 38% anualmente para alcançar US$ 300 bilhões até 2018. Os consumidores já estão gastando US$ 105 bilhões em compras feitas no exterior, segundo pesquisa realizada em seis importantes mercados. As vendas na intra-América Latina representam um volume maior, segundo a Statista, na região estima-se US$ 70,6 bilhões em 2016 (Fonte: Paypal).

Pesquisa do Google e TNS em abril 2015, constatou que 41% dos compradores digitais no Brasil fizeram uma compra cross-border pelo menos uma vez ao ano. A idade de 25 a 34 (48%) e os menores de 25 anos (45%) foram os mais propensos (fonte eMarketer).

Revolução Digital na Industria de Moda Brasileira

O varejo de moda brasileira esta atravessando a maior crise econômica e precisa acelerar o rompimento dos modelos de negócios tradicionais, que não atendem integralmente as necessidades de consumidores e empresas. A Revolução Digital é necessária e irreversível, para as operações B2C e B2B. O momento é de investimento em tecnologia, redução de custos, eficiência na gestão e expansão de fronteiras com produtos que atendam a consumidores globalizados.

Este cenário disruptivo dispõe de recursos tecnológicos que precisam fazer parte da estratégia e não somente como suporte. As empresas devem estruturar bem o planejamento de Opex, de forma que seja absorvido no DNA da cultura organizacional. São muitas informações para alinhar, e mudança de processos para lidar com esse imenso volume de dados. O investimento em consultoria especializada e capacitação do time é fundamental para o sucesso do projeto, garantindo assim que as empresas conquistem maior produtividade.

São novas formas da gestão de métricas e conexões com consumidores. Por isto investir no capital humano, capacitar e transmitir essa nova cultura para os colaboradores é o mais importante. Porque são eles que fazem a máquina funcionar e a produtividade avançar. Motivados estes levantarão a bandeira da marca como embaixadores, e consequentemente refletirá na satisfação dos clientes.

Os consumidores digitais por sua vez são empoderados pelas redes sociais, e valorizam cada vez mais o relacionamento e experiência com produtos e serviços. Eles influenciam e engajam com as marcas que se identificam. As oportunidades de trazê-los para sua marca estão diretamente ligadas ao bom uso dos recursos disponíveis no mercado como Plataformas com usabilidades que convertem, CRM, Clusterização, ERP, Omni Channel, Clouds, Sistema de Lojistica Avançado e todos recursos do Markeing Digital.

É preciso manter estes consumidores interessados no seu produto, e ter a inteligência de negócio orientada para a cultura da excelência no atendimento, com equipe bem preparada para atender em outros idiomas e culturas. Afinal de contas por trás de toda tecnologia existem pessoas que se relacionam e trocam experiências.

Ecommercebrasil

 

 

 

A importância da reciclagem de plástico para a sustentabilidade

A importância da reciclagem de plástico para a sustentabilidade

09.06.2016

Este material é indispensável na vida moderna e, várias soluções para nosso dia a dia só foram possíveis devido ao plástico. Mas, mesmo sendo tão importante, frequentemente sua imagem é manchada devido ao seu descarte incorreto e, consequentemente, ainda pouca quantidade reciclada.

Quando pensamos em sustentabilidade é mandatório que o material plástico ao término de sua vida útil retorne à cadeia produtiva, pois assim recursos naturais e energia já utilizados não serão perdidos em aterros ou lixões bem como a extração de novos recursos e o emprego de mais energia serão evitados.

Para que esse retorno à cadeia produtiva aconteça é necessário o engajamento de todos os elos dessa cadeia, ou seja, qualquer ação nesse sentido deve envolver a indústria, o governo e os consumidores. Seguindo esse princípio foi inserido o conceito da "responsabilidade compartilhada" na Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS instituída pela Lei 12.305 e regulamentada pelo Decreto 7.404 em 2010 onde todos os elos são responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos.

Em novembro de 2015, o Acordo Setorial de Implantação do Sistema de Logística Reversa de Embalagens em Geral foi assinado pelo Ministério do Meio Ambiente e associações de classe representantes dos vários setores envolvidos.
Com base na responsabilidade compartilhada à indústria cabe o desenvolvimento e a fabricação de produtos com menor impacto ambiental utilizando os conceitos do ecodesign, ou seja, no caso de embalagens que são produtos de descarte rápido, essas devem ser fabricadas com materiais compatíveis, com cores e padrões amigos da reciclagem mecânica.

No caso do governo, cabe a ele garantir que os resíduos recicláveis sejam coletados de maneira seletiva, ou seja, separados dos resíduos úmidos e que sejam encaminhados às cooperativas ou centrais de triagem. Cabe a ele também, lançar campanhas educativas para a população a fim de que se sensibilizem com a questão da sustentabilidade dos materiais recicláveis. E à população cabe a tarefa de separar seus resíduos domésticos em resíduos úmidos, provenientes de restos de comida, papel higiênico, absorventes e fraldas descartáveis, etc e em resíduos secos, aqueles compostos por materiais recicláveis, plásticos, metais, vidro e papeis e encaminhá-los para coleta seletiva ou a um PEV (ponto de entrega voluntária).

Somente com a sensibilização de toda a cadeia será possível que os materiais plásticos tenham um destino mais nobre do que o aterro ou o lixão e assim, possam ser aproveitados ao máximo, o seu potencial de durabilidade e resistência.

Fonte: Investimentos e Notícias

 

 

 

Junho 2016

Com câmbio a favor, indústria brasileira aposta em retomada das exportações

Com câmbio a favor, indústria brasileira aposta em retomada das exportações

07.06.2016

Com a desvalorização do real, as exportações de produtos brasileiros começam a se tornar mais competitivas e as negociações internacionais voltam ao radar da indústria.

Embora alguns movimentos sejam pontuais, há indicadores mostrando que as empresas brasileiras iniciam uma recuperação no cenário internacional. Dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) apontam que a quantidade exportada da indústria de transformação cresceu 14,7% entre janeiro e abril ante o mesmo período de 2015. As principais altas foram em produtos têxteis (27%), veículos automotores (18%) e máquinas e equipamentos (17%). "O câmbio no nível que está é mais favorável e está sendo positivo para as exportações", diz André Leone Mitidieri, economista da Funcex.

Embora alguns movimentos sejam pontuais, há indicadores mostrando que as empresas brasileiras iniciam uma recuperação no cenário internacional. Dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) apontam que a quantidade exportada da indústria de transformação cresceu 14,7% entre janeiro e abril ante o mesmo período de 2015. As principais altas foram em produtos têxteis (27%), veículos automotores (18%) e máquinas e equipamentos (17%). "O câmbio no nível que está é mais favorável e está sendo positivo para as exportações", diz André Leone Mitidieri, economista da Funcex.

"O fato de o governo ter agilizado acordos com Peru e México no setor automotivo e a desvalorização do câmbio colaboram para a exportação (de manufaturados) mesmo que não estejamos num cenário internacional maravilhoso", afirma Lia Valls Pereira, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Perspectiva de exportações para a moda brasileira

Dados da ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), revelam que, em 2015, as importações de têxteis e confeccionados tiveram queda de 17,4% (US$ 5,85 bi) e as exportações diminuíram 8,2% (US$ 1,08 bi). Já o déficit na balança comercial foi de US$ 4,8 bi, número 18,6% menor que o registrado em 2014 (US$ 5,9 bi).

Deste total, uma pequena fatia corresponde às exportações de produtos do Programa Fashion Label Brasil, promovido pela ABEST junto à APEX-Brasil, que, em 2015, totalizaram negócios na ordem de US$ 12,4 milhões, o que representa 6,5% das exportações do setor que engloba os segmentos de roupas, calçados e acessórios e um crescimento de 9,5% em 2015 em relação à 2014.

Para 2016, a perspectiva da Texbrasil é que o déficit da balança comercial seja de US$ 3,4 bi, com uma queda de 22,4% (US$ 4,5 bi) nas importações e um aumento de 1,5% (US$ 1,1 bi) nas exportações de têxteis e confeccionados.

A recuperação econômica de países como os Estados Unidos ao mesmo tempo em que o mercado interno brasileiro se retrai são fatores que contribuem para melhorar o processo de exportação do produto nacional, de acordo com a Texbrasil, que revela que o país lidera o ranking de exportações da moda brasileira junto à Argentina, Uruguai, Paraguai e México.

Fonte: Senac Moda e Portal Estado de Minas

 

 

 

Junho 2016

Precisamos reciclar o plástico e as atitudes

Precisamos reciclar o plástico e as atitudes

06.06.2016

No último domingo, 5 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, trazendo diversas discussões a cerca da preservação da natureza, do uso e do cuidado com os nossos recursos, além de diversos outros temas que implicam na saúde e no futuro do nosso planeta.

O plástico é um dos produtos mais utilizados na sociedade atual, nos mais variados segmentos, e, ao ser descartado, deve passar por um processo que garanta seu reaproveitamento. Nesse contexto, a reciclagem possui um papel fundamental.

Ao ser reciclada, essa matéria prima mantém praticamente todas as suas características originais, sendo possível criar inúmeros novos produtos a partir dela. Por isso, é importante estimular na população a consciência a respeito do consumo responsável e do descarte correto das embalagens plásticas, encaminhando-as para a reciclagem.

Preocupada com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente, a Pampack Embalagens produz embalagens totalmente recicláveis, que podem se transformar em novos produtos ou até mesmo em energia. Além disso, o resíduo industrial da empresa é reciclado e 100% reaproveitado.

Ser ambientalmente responsável é seguir os 3R's. Reusar, Reciclar e Reduzir. Reuse as sacolas, recicle os plásticos e todos os materiais e reduza o consumo de descartáveis.

Fonte: Pampack Embalagens e So Biologia

 

 

 

A terceira onda do varejo e o que isso significa para sua marca

A terceira onda do varejo e o que isso significa para sua marca

01.06.2016

Para 2018, espera-se que China e Estados Unidos vendam mais de 1,5 trilhão de dólares somente via e-commerce, segundo o site eMarketer. Para o Brasil, essa expectativa é de 26 bilhões de dólares, sendo ainda significativa e colocando o país entre os dez maiores do e-commerce mundial. Com esses dados, dá para perceber que existe uma tendência cada vez mais forte de o varejo mudar de lugar, ocupando a internet com mais relevância. Isso se deve principalmente à chamada terceira onda do varejo, responsável por transformações importantes agora e nos próximos anos.

A terceira onda do varejo, ou onda digital, é um termo utilizado para designar as modificações que o varejo vem experimentando nos últimos anos graças à tecnologia em geral. Com cada vez mais transações sendo realizadas de maneira digital e com os interesse dos consumidores mudando, essa terceira onda gera impactos diretos em como se vende e para quem se vende.

Para muitos especialistas, essa terceira onda também diz respeito ao oferecimento de novos serviços financeiros por parte das empresas varejistas. É o caso dos cartões de crédito próprios da marca, assim como o oferecimento de vales para presente, por exemplo. Com essa nova onda, do varejo digital, os consumidores têm à disposição um número praticamente ilimitado de opções, já que tudo está a apenas um clique de distância.

Além disso, esqueça o horário comercial, porque agora o consumidor está muito mais independente e pode realizar as compras que deseja no horário que lhe for mais conveniente. Somado à maior integração, também existe a maior oferta no mercado e, possivelmente, uma menor demanda. Isso faz com que as marcas precisem competir ainda mais em busca de um consumidor que agora experimenta empoderamento.

O varejo digital e as consequências no mercado de varejo

Como as mudanças são tão aceleradas e intensas, espera-se que o principal efeito dessa onda seja causar uma transformação completa e uma evolução bastante acelerada e profunda do mercado de varejo. Isso significa que a terceira onda do varejo tem um grande potencial de mudar como o setor é feito de maneira definitiva e em todo o mundo, fortalecendo o grande mercado de varejo digital que já existe.

Embora seja improvável a eliminação completa e definitiva das lojas físicas, existe uma tendência de que o varejo esteja cada vez mais na ponta dos dedos dos clientes e menos na loja ao lado. Com isso, aumenta-se a disponibilidade de produtos e ofertas visando à maximização das vendas.

O novo posicionamento da marca no varejo digital

Como o consumidor mudou, a marca também precisa mudar para garantir que seus resultados continuem existindo e melhorando. Com isso, é muito importante que a sua marca agora se preocupe em criar um relacionamento com o cliente, fazendo com que ele se decida pela compra. Fornecer conteúdo e nutrir o potencial cliente garante uma ajuda em todo o processo de compra e aumenta a segurança na hora da decisão.

Assim, com essa nova onda, é preciso dar mais do que uma oferta, e sim uma experiência para o cliente. O ajuste às novas mídias, como as redes sociais, também garante que a empresa possa obter resultados melhores. É preciso que a marca se posicione de forma a se comunicar diretamente com o cliente, além de adotar uma postura valiosa, sendo esse o primeiro passo para um relacionamento frutífero. A terceira onda do varejo possui impactos diretos na relação entre consumidor e varejo, fazendo com que tudo fique mais globalizado, amplo e competitivo.

Com isso, é preciso um posicionamento de relacionamento para atrair e capturar o cliente, assim como o seu alcance em outras plataformas, como mídias sociais diversas. Ao ajustar seu posicionamento, a sua marca é capaz de atingir os clientes de maneira mais eficiente e também de se adaptar à nova realidade.

Para acompanhar a terceira onda e garantir que os seus produtos cheguem aos consumidores sem danos e mantendo as suas características orginais, também é fundamental contar com embalagens que preservem a qualidade das peças e destaquem a sua marca. A Pampack oferece uma ampla linha de sacolas e embalagens plásticas de alto padrão valorizam o seu produto e tornam o seu negócio mais próximo dos clientes.

Fonte: Sindilojas Porto Alegre

 

 

 

Maio 2016

A importância da embalagem

A importância da embalagem

A embalagem é o principal elemento de conexão e de comunicação entre o consumidor, o produto e a marca. É um dos principais fatores que impulsionam a venda do produto. Se a embalagem não for condizente com o produto, não chamar a atenção de quem o compra, a chance do consumidor não perceber o produto é maior.

Entre os atributos mais facilmente perceptíveis gerados pelo design estão: praticidade, conveniência, facilidade de uso, conforto, segurança e proteção ao produto.

Além disso o design agrega valor aos produtos ao adequá-los de forma eficiente às necessidades e expectativas do consumidor e definir seu posicionamento correto no mercado. Estes valores podem ser emocionais, mas geram reflexos práticos bastante objetivos como percepção de funcionalidade, identidade, personalidade e, principalmente, fidelidade à marca.

EMPRESAS E EMBALAGEM

Um estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) indica que 75% das empresas que investiram em design registraram aumentos em suas vendas, sendo que 41% também conseguiram reduzir os seus custos. A pesquisa mostrou ainda que entre produtos semelhantes, o consumidor acaba preferindo o que possui a embalagem mais atraente, bela e prática, estando inclusive disposto a experimentar uma marca nova se a embalagem desta possuir tais características, já que isso está diretamente relacionado à valorização da auto-estima do consumidor.

Mais recentemente, as pequenas e médias empresas também perceberam que podem e devem investir em design para serem competitivas. Mais do que isso, viram que design não é um serviço de luxo, ao contrário, trata-se de um serviço altamente especializado, com uma ótima relação custo x benefício e que pode ser facilmente incorporado ao seu cotidiano.

Seja a empresa de grande, médio ou pequeno porte, no ponto-de-venda todas têm acesso ao consumidor e aquela que investe em design de embalagem tem mais condições de se destacar e se tornar uma marca vencedora.

Fonte: O3 Design

 

 

 

Maio 2016

Exportações de moda apresentaram aumento em 2015

Exportação de moda apresentaram aumento em 2015

Somente entre as empresas da Região Serrana do Rio de Janeiro o crescimento foi de 24%

Uma análise da Firjan Internacional revelou que as exportações de moda da Região Serrana do Rio aumentaram 24% em valor, no ano de 2015. No mesmo período, também foi registrado crescimento na diversificação de mercados: os países destinos aumentaram de 32 para 38 no ano passado. O resultado da análise foi divulgado nesta segunda-feira, dia 22.

No levantamento, foram analisadas as vendas de vestuário dos últimos dois anos, levando em conta valores, peso, preço médio e a variação destes respectivos índices. Os dados examinados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O destaque positivo nas exportações vem da valorização do preço, principalmente de “soutiens, cintas, espartilhos, suspensórios, ligas e artefatos semelhantes”, com valorização de 150% em 4,3 toneladas.

Em Nova Friburgo, uma empresa que trabalha com lingerie erótica colhe os frutos de um investimento direcionado às exportações. “No início participamos de muitos salões internacionais e fizemos contatos. Hoje temos uma cartela de clientes fidelizados e vendemos para mais de 30 países, cobrindo os cinco continentes”, disse o gerente de vendas, Eric Gouvêa Aguiar.

Apesar de a moda íntima ter sido a primeira colocada em todos os países, houve tendência de aumento nas importações de moda esportiva e vestuário feminino, em geral, em alguns países europeus como França, Itália e Suíça.

Uma empresa que trabalha com moda fitness é uma das que tem percebido o crescimento das vendas para o mercado externo. Segundo a gerente Andreia Tomaz, eles exportam há mais de dez anos e o que mais colabora para esse fenômeno é a qualificação do produto. “O desafio é exportar moda brasileira mesmo, com a nossa modelagem, e mesmo assim observar o número de compradores interessados aumentando”, garante Andreia.

A empresária Luciana Navega Cabral, diz que no seu ramo, o de moda praia, a expectativa é de aumento nas vendas para os próximos seis meses. Luciana relata que desde agosto do ano passado vem registrando aumento na procura dos biquínis e revela que está em negociação com novos mercados como Equador e Japão.

“Devemos fazer o possível para qualificar o produto, investindo em design e, no nosso caso, na contextualização da modelagem. Só assim vamos conquistar esses compradores internacionais”, assegura. A empresária acredita que agora é a hora de resgatar clientes perdidos no tempo, conquistar novos e manter os que já têm certa frequência.

Para Cláudia Teixeira dos Santos, especialista em Comércio Exterior da Firjan Internacional, a valorização do dólar frente ao real representa oportunidade para exportar. A especialista explica que é preciso buscar novos mercados. “Em 2015, os dois principais parceiros comerciais do estado do Rio, Estados Unidos e China, representaram juntos 40% da corrente de comércio. Qualquer alteração nesses parceiros causa um grande impacto na pauta. Por isso, é fundamental a busca pela diversificação”, analisou.

Fonte: G1

 

 

 

Maio 2016

Pampack Embalagens celebra seus 40 anos de vida

Neste ano de 2016, a Pampack Embalagens completa 40 anos de atividades. Ao longo de sua história, foram muitos os desafios e conquistas que forjaram a construção de uma empresa sólida e respeitada por todo o mercado.

Mantendo-se fiel aos seus valores e princípios, a Pampack foi construindo a sua trajetória de sucesso com muita dedicação, atendimento diferenciado ao cliente e o desenvolvimento de produtos de alta qualidade, sempre acompanhando as novas tendências, tecnologias e focada na sustentabilidade.

Para celebrar suas quatro décadas de vida, no dia 01 de abril foi realizado um grande evento, que contou com a presença da diretoria, dos colaboradores e dos representantes comerciais da cidade de Porto Alegre.

A festa aconteceu na sede da empresa, em Eldorado do Sul. Na ocasião, foram entregues placas de homenagem aos membros da equipe. Alguns deles são integrantes da Pampack desde o início, completando 35 e 40 anos de empresa.

Todo o corpo funcional foi presenteado, ainda, com uma mochila personalizada da Pampack, como agradecimento por seu trabalho e empenho.

Além de festejar o aniversário, o evento também reforçou os valores e preceitos que formam as bases da Pampack, projetando um futuro de compromentimento e prosperidade.

Confira as imagens da festa:

 
     
 
     
 

 

 

 

Abril 2016

Abiplast lança cartilha de reciclabilidade de materiais plásticos pós-consumo

Abiplast lança cartilha de reciclabilidade de materiais plásticos pós-consumo

No dia 15 abril, foi lançada pela ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) a Cartilha de Reciclabilidade de Materiais Plásticos Pós-consumo. O material tem como objetivo conscientizar as empresas e organizações da cadeia produtiva do plástico para a reciclagem.

Tendo em vista que 34,5% do consumo aparente de materiais plásticos é destinado às embalagens pós-consumo e por objetivar a sustentabilidade, a ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a CNRMP (Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos), se dedicaram em elaborar uma ferramenta que criasse uma sinergia entre a indústria de transformados plásticos e seus usuários.

A cartilha foi apresentada durante um workshop de reciclabilidade, que contou com a presença da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), do CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) e do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem), expondo suas respectivas visões sobre ecodesign e reciclabilidade, ressaltando as possibilidades, ações e práticas para o desenvolvimento de embalagens sustentáveis.

Atualmente, o Brasil recicla o equivalente a 24% dos materiais descartados. Considerando que existe uma necessidade prevista na Lei 12.305/2010 de Política Nacional de Resíduos Sólidos, em aumentar os índices de reciclagem das embalagens e, também prevista a responsabilidade compartilhada da cadeia, a cartilha foi idealizada com o intuito de criar uma visão convergente sobre o ecodesign, compatibilização de materiais plásticos e uso de aditivos que contribuam para o aumento dos índices de reciclagem de embalagem pós-consumo. O material será destinado às indústrias usuárias das embalagens, como as de alimentos e bebidas e produtos de limpeza, dentre outras.

Segundo o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, a iniciativa visa auxiliar os diversos elos da cadeia na adequação de seus processos e produtos aos modelos contemporâneos sustentáveis. “Acreditamos que a presente publicação possa contribuir com as indústrias usuárias de embalagens plásticas, com as de transformação e com as recicladoras, para que os produtos desenvolvidos e os consequentes resíduos plásticos gerados estejam de acordo com os atuais conceitos de sustentabilidade” – afirma.

A publicação será distribuída nas indústrias de transformação de plástico do Brasil, também nas empresas de reciclagem, sindicatos estaduais, indústrias usuárias de embalagens plásticas e suas respectivas associações de classe. O objetivo é promover ampla conscientização da cadeia produtiva quanto à concepção de embalagens que sejam passíveis de aumento nos índices de aproveitamento para a reciclagem, com foco na sustentabilidade.

Fonte: Segs e O Povo Online

 

Fevereiro 2016

Filamento para alimentar impressoras 3D é feito de plástico reciclado

Filamento alimentar impressoras 3D é feito de plástico reciclado

Impressoras 3D têm mostrado inúmeras aplicações úteis para todas os mais variados setores. Porém, embora tenham muitas vantagens, eles também têm uma grande inconveniente: a dependência do filamento.

O material plástico necessária para suprir as impressoras 3D é caro, não está acessível em qualquer estabelecimento e não pode ser reuitilizado caso haja algum erro na peça ou ela não fique boa.

Para resolver o problema do filamento com uma solução ecológica, uma startup canadense desenvolveu a ProtoCycler, uma máquina que recicla plástico de qualquer objeto e o transforma no precioso material para impressão em 3D.

O dispositivo possui uma operação bastante simples e intuitiva. Você pode reciclar resíduos plásticos tais como garrafas, pedaços de brinquedos, sacolas ou mesmo modelos que tenham saído errado na impressão 3D. Ele também oferece a possibilidade de escolher a cor para fazer o carretel desejado.

Uma vez adicionado o material, a máquina o tritura e derrete a uma temperatura elevada. A velocidade de processamento é muito rápida e tem a capacidade para fazer a extrusão 3 metros de bobina por segundo.

ProtoCycler é um equipamento altamente recomendado aos proprietários de dispositivos de impressão 3D pois possibilita poupar muito dinheiro na compra do filamento. Bobinas mais baratas de 1 kg de filamento podem ser adquiridas por valores entre 15 e 20 euros. No entanto, a máquina pode produzi-las a um custo de apenas 5 euros.

Se você estiver interessado em fazabricar o seu próprio material para imprimir em 3D, você pode acessar a pré-venda nesta página. O preço do aparelho é de US$ 699 e os envios serão feitos a partir da primavera de 2016.

Fonte: Computer Hoy

 

Janeiro 2016

Empresa suíça promove transformação de plástico em combustível

Empresa suíça promove transformação de plástico em combustível

A reciclagem do plástico passa pela Suíça, mais precisamente pelo povoado de Sihlbrugg, onde nada se perde, tudo se transforma. O vilarejo, às margens dos rios Sihl, Lorzen e aos pés dos Alpes, abriga uma pequena fábrica-piloto, capaz de converter os sacos de plástico em óleo mineral. O processo pioneiro tem emissão zero na atmosfera. Ela é a única fábrica deste tipo no mundo.

Uma unidade de última geração será aberta em Basel-Mulhouse, na fronteira entre a Suíça e a França, na primavera de 2016. Foram dez anos de testes e de evolução tecnológica para atender as exigências das normas europeias de elevado padrão de qualidade do combustível.

Empresas de reciclagem e administrações municipais analisam a possibilidade de ter, ao custo de 24 milhões de euros, uma planta completa, capaz de limpar o meio ambiente, gerando energia e combustível. A linha de montagem é um conceito elaborado pela companhia suíça Diesoil Engeneering AG, da cidade de Thun.

A ideia da moderna planta industrial vem da economia circular (criação de um produto a partir de sua reutilização, desde o começo do projeto), tendência mundial. Assim, fica mais fácil controlar e dar nova vida a um objeto, conceito evoluído da reciclagem, agora sob uma forte ótica também de rendimento financeiro.

Ou seja, o plástico, quando reaproveitado e reciclado, não só contribui para a sustentabilidade do meio ambiente, como também gera renda. Com o projeto, uma sacola plástica pode equivaler a uma preciosa gota de óleo. Não se trata apenas de espremer a primeiro para obter a segunda, mas quase.

O óleo e o plástico têm em comum a mesma fonte, o petróleo. Tratava-se de voltar às origens, através de uma alquimia especial, alterando a temperatura e a pressão do produto final, em condições ideais. Na nova vida, o plástico se transforma em parafina, cera, nafta, querosene, gasolina.

Processo

O plástico é descarregado na fábrica, advindo de coleta seletiva. “O primeiro passo é triturar e descontaminar. Os resíduos orgânicos e químicos são separados para uma reciclagem paralela, como a transformação em biomassa”, explica para o portal “Swissinfo.ch” Pascal Bernhard, da Diesoil.

Para derreter o plástico, é preciso usar a menor temperatura possível. Em seguida, o material líquido entra num reator e as moléculas do produto fragmentado são separadas e vaporizadas.

A vantagem foi impedir que nenhum gás tivesse mais de 22 átomos de carbono por molécula e nem menos de 5. O resultado final é o resfriamento que causa a condensação dos hidrocarbonetos, por exemplo, na faixa entre C5-C8, deixando-os prontos para a destilação.

Os passos finais são a liquefação e a filtragem. A triagem, a limpeza e a preparação no começo do processo garantem um produto de alta qualidade, sem a contaminação de ingredientes indesejados no meio ambiente nem nos novos derivados originados do plástico decomposto.

O cloro e o enxofre são algumas das principais “impurezas”, efeitos colaterais deste processo de purificação dos resíduos plásticos. Um pequeno percentual excedente permanece na forma gasosa e é usado na alimentação elétrica da máquina.

Assim, todo o ciclo registra zero emissão na atmosfera. “Esta é a diferença dos nossos concorrentes, não deixamos nenhum carvão residual no reator, ao contrário dos outros e que precisam limpá-los, interrompendo o processo”, explica Markus Stickel, gerente de vendas externas.

A diferença está na preservação do meio ambiente, além do ganho financeiro. Cientistas italianos, químicos americanos, pesquisadores indianos e engenheiros japoneses já chegaram à transformação do plástico em combustível, com diferentes processos. Mas as semelhanças terminam aí.

Economia verde

“O processo foi criado para “desconstruir”, destilar o polietileno principalmente”. Ou seja, refere-se às embalagens plásticas de alimentos, de lojas e de produtos em geral, além de isolantes de fios.

Ficam de fora as garrafas PET. Elas já são recicladas com alto valor de mercado e os subprodutos são de baixa qualidade.

“Mas delas tiramos e usamos as tampas e os rótulos”, explica para “Swissinfo.ch” Pascal Bernhard. Ele ressalta a eficiência de um ciclo fechado, completo, mas reconhece a dificuldade do acesso logístico ao material. É preciso que o descarte seja consciente e o plástico encaminhado às unidades de reciclagem/reutilização, sejam cooperativas ou sejam negócios, como a Diesoil.

A conversa ocorre diante do estande suíço da Diesoil, na feira Ecomondo, em Rimini, Itália. Ela é a segunda maior da Europa quando o tema é reciclagem. Lá chegam clientes de todo o mundo para comprar ideias e máquinas capazes de reciclar o lixo urbano.

O estande suíço chama a atenção pela quantidade de gente ao redor. “O que as pessoas jogam fora, sem saber ou sem ter onde colocar, para nós significa energia e dinheiro. Uma vez resolvida a questão da logística todos irão acordar para este potencial”, comenta Pascal Bernhard sobre a coleta diferenciada nas cidades grandes, na frente de uma fila de interessados na fábrica.

Com paciência de chinês e gestos de italiano, este suíço explica aos brasileiros, sul-coreanos, árabes e húngaros que uma tonelada de matéria plástica representa 850 litros de combustível, a um custo estimado de produção em torno dos 27 centavos de euro por litro. No mercado, dependendo do uso e do grau de refino, o mesmo óleo vale de 0,55 centavos a quase 2 euros.

Na Europa, as lixeiras recebem 8 milhões de toneladas anuais, somente de plástico, 30% do total. A presença de aterros sanitários inibe a política de incentivo à reciclagem. Onde eles são proibidos, como na Suíça, o mercado verde floresce mais rapidamente.

Meio ambiente

Só a Europa produz cerca de 25 milhões de toneladas anuais, pouco menos de 10% do total em todo o mundo. Apenas entre 1975 e 2012, a produção de resina plástica cresceu 620%.

Hoje o plástico domina o comércio global. Difícil imaginar a vida sem ele. Mas é necessária a conscientização do consumidor quanto ao uso, descarte, reciclagem e reutilização. Com uma maior consciência ambiental por parte dos usuários, a matéria pode se tornar não apenas útil, mas também aliada do meio ambiente e fomentadora de novos negócios, estimulando economias ao redor do planeta.

Fonte: Swissinfo.ch